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É tetra pai! Esquecee ksksksks
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Quase 16 anos se passaram, e o inesquecível plot twist desse filme ainda nos assombra...
🎬 Ilha do Medo
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Aristóteles e o dinheiro: quando o meio tenta se tornar fim.
Para Aristóteles, o dinheiro (nómisma) nasce de uma necessidade prática, não de um desejo metafísico. Ele surge para facilitar a troca entre pessoas que produzem coisas diferentes. Seu estatuto é claro: o dinheiro é meio, jamais finalidade. Tudo o que se afasta disso já começa a tocar o terreno do desvio.
Na Política e na Ética a Nicômaco, Aristóteles distingue duas formas de aquisição:
Economia (oikonomía) – a arte natural de administrar a casa, voltada à satisfação das necessidades reais da vida.
Crematística (chrematistiké) – a arte de adquirir riqueza, que se torna antinatural quando busca o acúmulo ilimitado.
Aqui está o núcleo de sua crítica.
A economia tem um telos: o bem-viver (eudaimonia). A crematística, quando degenerada, não tem fim algum. Ela se move pelo acúmulo puro.
Para Aristóteles, tudo que não possui limite natural é suspeito. O ilimitado pertence ao caos, não ao cosmos ordenado. O dinheiro, em sua forma legítima, é uma convenção social. Ele não tem valor por natureza, mas por acordo (nomos). Isso já o torna perigoso: aquilo que não é natural pode ser facilmente distorcido. Quando o dinheiro deixa de representar a troca de bens necessários e passa a gerar mais dinheiro, ocorre uma inversão ontológica.
O exemplo mais contundente de Aristóteles é a usura. Cobrar juros sobre o dinheiro é, para ele, a forma mais antinatural de riqueza, porque o dinheiro é estéril. Ele não gera nada por si mesmo. Fazer o dinheiro “parir” dinheiro é uma violência contra sua própria natureza. É o meio fingindo ser princípio criador. Nessa inversão, algo essencial se perde: A medida.
Para Aristóteles, a virtude está sempre no justo meio (mesótes). O dinheiro, quando ilimitado, destrói essa medida. O desejo deixa de ser orientado pela necessidade e passa a ser guiado pelo excesso. O ser humano, então, já não busca viver bem busca possuir.
E possuir não tem fim.
O aspecto mais sombrio da análise aristotélica é que ela não acusa o dinheiro de ser mau em si, mas de corromper a finalidade da vida humana quando ocupa um lugar que não lhe pertence. O dinheiro não destrói a pólis diretamente; ele desloca seus valores. A justiça deixa de ser proporcional ao mérito e passa a ser proporcional à riqueza. A amizade cívica se enfraquece. A política degrada-se.
Quando isso ocorre, a pólis deixa de ser comunidade ética e passa a ser mercado. Para Aristóteles, toda sociedade existe para algo. Se o fim da sociedade torna-se a acumulação, então ela já não é sociedade é mecanismo. O dinheiro, nesse ponto, atua como um princípio de desordem silenciosa: ele reconfigura fins sem jamais se apresentar como fim.
E aqui está a tragédia aristotélica:
o dinheiro é criado para servir à vida boa, mas quando a vida passa a servir ao dinheiro, a ordem natural se rompe. Não por explosão, mas por desvio. O mundo continua funcionando. As trocas continuam. As leis permanecem. Mas o telos se perde. E uma vida sem finalidade própria, para Aristóteles, não é apenas injusta é antinatural.
🧿 @cortesfilosoficos
Para Aristóteles, o dinheiro (nómisma) nasce de uma necessidade prática, não de um desejo metafísico. Ele surge para facilitar a troca entre pessoas que produzem coisas diferentes. Seu estatuto é claro: o dinheiro é meio, jamais finalidade. Tudo o que se afasta disso já começa a tocar o terreno do desvio.
Na Política e na Ética a Nicômaco, Aristóteles distingue duas formas de aquisição:
Economia (oikonomía) – a arte natural de administrar a casa, voltada à satisfação das necessidades reais da vida.
Crematística (chrematistiké) – a arte de adquirir riqueza, que se torna antinatural quando busca o acúmulo ilimitado.
Aqui está o núcleo de sua crítica.
A economia tem um telos: o bem-viver (eudaimonia). A crematística, quando degenerada, não tem fim algum. Ela se move pelo acúmulo puro.
Para Aristóteles, tudo que não possui limite natural é suspeito. O ilimitado pertence ao caos, não ao cosmos ordenado. O dinheiro, em sua forma legítima, é uma convenção social. Ele não tem valor por natureza, mas por acordo (nomos). Isso já o torna perigoso: aquilo que não é natural pode ser facilmente distorcido. Quando o dinheiro deixa de representar a troca de bens necessários e passa a gerar mais dinheiro, ocorre uma inversão ontológica.
O exemplo mais contundente de Aristóteles é a usura. Cobrar juros sobre o dinheiro é, para ele, a forma mais antinatural de riqueza, porque o dinheiro é estéril. Ele não gera nada por si mesmo. Fazer o dinheiro “parir” dinheiro é uma violência contra sua própria natureza. É o meio fingindo ser princípio criador. Nessa inversão, algo essencial se perde: A medida.
Para Aristóteles, a virtude está sempre no justo meio (mesótes). O dinheiro, quando ilimitado, destrói essa medida. O desejo deixa de ser orientado pela necessidade e passa a ser guiado pelo excesso. O ser humano, então, já não busca viver bem busca possuir.
E possuir não tem fim.
O aspecto mais sombrio da análise aristotélica é que ela não acusa o dinheiro de ser mau em si, mas de corromper a finalidade da vida humana quando ocupa um lugar que não lhe pertence. O dinheiro não destrói a pólis diretamente; ele desloca seus valores. A justiça deixa de ser proporcional ao mérito e passa a ser proporcional à riqueza. A amizade cívica se enfraquece. A política degrada-se.
Quando isso ocorre, a pólis deixa de ser comunidade ética e passa a ser mercado. Para Aristóteles, toda sociedade existe para algo. Se o fim da sociedade torna-se a acumulação, então ela já não é sociedade é mecanismo. O dinheiro, nesse ponto, atua como um princípio de desordem silenciosa: ele reconfigura fins sem jamais se apresentar como fim.
E aqui está a tragédia aristotélica:
o dinheiro é criado para servir à vida boa, mas quando a vida passa a servir ao dinheiro, a ordem natural se rompe. Não por explosão, mas por desvio. O mundo continua funcionando. As trocas continuam. As leis permanecem. Mas o telos se perde. E uma vida sem finalidade própria, para Aristóteles, não é apenas injusta é antinatural.
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Forwarded from Hexis Aristokratika
"O ser humano não pode querer nada, a menos que primeiro tenha entendido que não deve contar com ninguém além de si mesmo; que está sozinho, abandonado na terra no meio de suas infinitas responsabilidades, sem ajuda, sem outro objetivo além daquele que se propõe, sem outro destino senão aquele que ele forja para si nesta terra."
~ Jean-Paul Sartre
~ Jean-Paul Sartre
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Forwarded from Macaco Sapiens
Floripa acabou faz tempo. Toda semana acontece uma coisa medonha por essas bandas. Sul da Ilha ainda ta de boas!!!
O pior desse caso do Orelha é que os familiares estavam ameaçando todo mundo que entrava em contato com eles; ELES AINDA AMEAÇARAM AS PESSOAS QUE FIZERAM CONTATO.
Se liga na barbaridade. Gente rica e gente branca. Mas, se fosse na China ou os favelados do Nordeste... Ih rapaz...
Ó, a muito tempo atrás, uma menina foi estuprada e tentaram mantar ela por estrangulamento, ela só não morreu pq na hora chegou uma pessoa, que agora não recordo e nem vou pesquisar sobre... Mas, alguém chegou na hora do estrangulamento...
A menina era POBRE e os "meninos", RICOS e estudantes do Colégio Catarinense. DEU EM NADA, pera, aconteceu o mesmo que nesse caso do Orelha, todos foram pro PRIMEIRO MUNDO TIRAR FÉRIAS e os familiares ficaram aqui ameaçando quem buscava por justiça.
E dizem que o Brasil é uma ditadura esquerdista e comunista.
Coitados, mal sabem...
"Homem primata, capitalismo selvagem, ooo, oo".
O pior desse caso do Orelha é que os familiares estavam ameaçando todo mundo que entrava em contato com eles; ELES AINDA AMEAÇARAM AS PESSOAS QUE FIZERAM CONTATO.
Se liga na barbaridade. Gente rica e gente branca. Mas, se fosse na China ou os favelados do Nordeste... Ih rapaz...
Ó, a muito tempo atrás, uma menina foi estuprada e tentaram mantar ela por estrangulamento, ela só não morreu pq na hora chegou uma pessoa, que agora não recordo e nem vou pesquisar sobre... Mas, alguém chegou na hora do estrangulamento...
A menina era POBRE e os "meninos", RICOS e estudantes do Colégio Catarinense. DEU EM NADA, pera, aconteceu o mesmo que nesse caso do Orelha, todos foram pro PRIMEIRO MUNDO TIRAR FÉRIAS e os familiares ficaram aqui ameaçando quem buscava por justiça.
E dizem que o Brasil é uma ditadura esquerdista e comunista.
Coitados, mal sabem...
"Homem primata, capitalismo selvagem, ooo, oo".
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Forwarded from Macaco Sapiens
Macaco Sapiens
Floripa acabou faz tempo. Toda semana acontece uma coisa medonha por essas bandas. Sul da Ilha ainda ta de boas!!! O pior desse caso do Orelha é que os familiares estavam ameaçando todo mundo que entrava em contato com eles; ELES AINDA AMEAÇARAM AS PESSOAS…
O final dessa história vai ser igual a do Banco Master!
Dois estão nos EUA e pelo que parece, um na Austrália e o outro, aonde? Escondido, na Suíça? Dinamarca? Em algum país santo fazendo posts revoltadinhos contra o PATE e os Comunistas?
A galera do MITO e da Igreja até o pescoço no banco Master.
NADA ACONTECE FEIJOADA.
Se o povo fosse minimamente inteligente, boicotava os negócios de todos os envolvidos nesses dois casos, mas, o povo só ta preocupado com o Lula e com uma esquerda que nunca existiu no Brasil e que só existe na Noruega.
Bem, pelo menos na Noruega "funssiona"... As custas do tersseiro mundo, mas FUNCIONA! 🍕
Dois estão nos EUA e pelo que parece, um na Austrália e o outro, aonde? Escondido, na Suíça? Dinamarca? Em algum país santo fazendo posts revoltadinhos contra o PATE e os Comunistas?
A galera do MITO e da Igreja até o pescoço no banco Master.
NADA ACONTECE FEIJOADA.
Se o povo fosse minimamente inteligente, boicotava os negócios de todos os envolvidos nesses dois casos, mas, o povo só ta preocupado com o Lula e com uma esquerda que nunca existiu no Brasil e que só existe na Noruega.
Bem, pelo menos na Noruega "funssiona"... As custas do tersseiro mundo, mas FUNCIONA! 🍕
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