𝘷𝘪𝘷𝘦𝘯𝘥𝘰 𝘯𝘰 𝘮𝘶𝘯𝘥𝘰 𝘥𝘰𝘴 𝘩𝘰𝘮𝘦𝘯𝘴.
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Frost, filho do inverno, tu nasceste sob o álamo, foste concebido sob o salgueiro, perto das fronteiras de Poiola, nas cortes da sombria Northland.
Nascido do pecado, esse foi teu pai; tua mãe era a desonra. E, enquanto na infância, quem te alimentou quando tua mãe não pôde cuidar de ti? Certamente foste alimentado por víboras, alimentado por serpentes sujas e viscosas.
Os ventos do norte te embalam em sono; embalaram-te no tempo mais áspero, no pior dos salgueiros. Nas fontes sempre fluindo, mal-nascido e mal-educado, cresceste para ser um gênio do mal.
Má era tua mente e teu espírito.
E a criança ainda não tinha nome, até que o nome de Frost lhe foi dado, a própria descendência do mal. Então o jovem rapaz viveu em cercas-vivas, habitava entre as ervas daninhas e os salgueiros, vivia nas primaveras e nos dias de verão, às margens dos pântanos, nas gélidas trilhas do inverno, entre tempestades nos vales e florestas, enfurecido entre as bétulas sagradas, chacoalhando entre os ramos de amieiro.
Congelou as árvores e os brotos, as pequenas gramíneas; nivelou as planícies e pradarias, comeu as folhas dentro das matas, fez os caules deixarem cair suas flores.
Tu cresceste em grandes proporções, tornando-te muito alto e poderoso.
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hoje minha cabecinha ta meio avoada, sabe quando você ta sentadinho e fica olhando a vida passar e todos ao seu redor vivendo e você só assiste pq ta muito cansado pra interagir mas ainda é apaixonado pela vida e pelo mundo, só sente que não é e nunca será seu verdadeiro lugar, mas ainda é agradável de ver