Ontem, entrei em um site pornô para acompanhar uma coreana que eu gosto, que faz vídeos comendo pelada. Pela primeira vez, me pediram reconhecimento facial com a mensagem: "Your country requires age verification".
No auge do tesão, levantei da cama, acendi a luz e iniciei o processo. Deu tudo certo, até que pediram uma foto do meu RG para confirmar minha idade.
Com o pau já meia-bomba, abri minha mochila, procurei minha carteira e peguei o documento. Tirei uma foto do RG, que não foi aceita por má qualidade (minha câmera de celular é ruim).
Reiniciei o processo: verificação facial e foto do RG, que desta vez foi aceita. Porém, ao tentar acessar o conteúdo, fui surpreendido com a mesma mensagem: "Your country requires age verification".
Foi aí que desisti e resolvi ir deitar. Como se não bastassem os vírus, minha cara e meu RG agora circulam na base de dados de um site pornô duvidoso. Seria menos humilhante ser marcado como "punheteiro" com um ferro de gado na testa.
Obrigado, Felca. Para se livrar das acusações de pedofilia, você retirou o prazer de todos nós. Também deixo meu obrigado ao Congresso Nacional e à mídia sensacionalista.
No auge do tesão, levantei da cama, acendi a luz e iniciei o processo. Deu tudo certo, até que pediram uma foto do meu RG para confirmar minha idade.
Com o pau já meia-bomba, abri minha mochila, procurei minha carteira e peguei o documento. Tirei uma foto do RG, que não foi aceita por má qualidade (minha câmera de celular é ruim).
Reiniciei o processo: verificação facial e foto do RG, que desta vez foi aceita. Porém, ao tentar acessar o conteúdo, fui surpreendido com a mesma mensagem: "Your country requires age verification".
Foi aí que desisti e resolvi ir deitar. Como se não bastassem os vírus, minha cara e meu RG agora circulam na base de dados de um site pornô duvidoso. Seria menos humilhante ser marcado como "punheteiro" com um ferro de gado na testa.
Obrigado, Felca. Para se livrar das acusações de pedofilia, você retirou o prazer de todos nós. Também deixo meu obrigado ao Congresso Nacional e à mídia sensacionalista.
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Curiosidade real: Será que o Strange ao fazer o feitiço do esquecimento, conseguiu deletar as fotos da rola que o Peter devia ter mandado pra MJ? tipo, eles eram um casal né caralho, então é óbvio que eles trocavam nudes, mas como que esse feitiço conseguiria saber que aquele pau era do Peter? Hmm... estranho. Por isso que a Michelle logo no trailer já parece estar com fogo, ela quer ver de quem é aquela piroca 🥸
Agora vou fazer um comentário que muitos vão pirar! Mas não vai mudar a verdade a sua revolta.
O problema é que quando pensamos em escravidão, normalmente jogamos isso nas costas dos "europeus" (brancos) quando, na realidade mesmo, a responsabilidade da escravidão do NATIVO AFRICANO (não dos nascidos em cativeiro) é de responsabilidade do próprio africano, que os capturavam em guerras internas e os vendiam para os estrangeiros.
Sei que isso não isenta a responsabilidade do cara que comprou e muito menos do cara que multiplicou os seus escravos que nasceram em suas propriedades. Longe disso. Meu intuito é falar sobre uma questão que existe até os dias de hoje, já que a escravidão ainda existe.
A Mauritânia só veio a abolir a escravidão em 1981, mas só a criminalizou em 2007, mas só realmente "começou a colocar em funcionamento de verdade" em 2015, quando revisaram as leis de abolição, endureceram as penas e definiram isto como "crimes contra a humanidade". Até então, o governo fazia vista grossa e nada acontecia.
Então na prática, a escravidão africana "acabou" a meros 11 anos, por conta dos próprios africanos que tanto apontam os dedos na cara dos europeus quando na verdade, eles criaram e mantiveram este mercado ativo até a 11 anos atrás.
Como podem perceber, o "acabou" está entre áspas, pois estima-se que 4% da população da Mauritânia ainda hoje é escrava, o que representa 160.000 pessoas.
Sinistro né?
Deixo claro que a tal escravidão é realmente uma coisa deplorável. É uma das coisas maisa baixas que um "ser humano" pode fazer e é uma coisa totalmente repugnante, mas "terceirizar" a responsabilidade do que você faz para o outro não exime a sua culpa.
Sinto muito se isso ofendeu alguém mas trata-se apenas da verdade.
O problema é que quando pensamos em escravidão, normalmente jogamos isso nas costas dos "europeus" (brancos) quando, na realidade mesmo, a responsabilidade da escravidão do NATIVO AFRICANO (não dos nascidos em cativeiro) é de responsabilidade do próprio africano, que os capturavam em guerras internas e os vendiam para os estrangeiros.
Sei que isso não isenta a responsabilidade do cara que comprou e muito menos do cara que multiplicou os seus escravos que nasceram em suas propriedades. Longe disso. Meu intuito é falar sobre uma questão que existe até os dias de hoje, já que a escravidão ainda existe.
A Mauritânia só veio a abolir a escravidão em 1981, mas só a criminalizou em 2007, mas só realmente "começou a colocar em funcionamento de verdade" em 2015, quando revisaram as leis de abolição, endureceram as penas e definiram isto como "crimes contra a humanidade". Até então, o governo fazia vista grossa e nada acontecia.
Então na prática, a escravidão africana "acabou" a meros 11 anos, por conta dos próprios africanos que tanto apontam os dedos na cara dos europeus quando na verdade, eles criaram e mantiveram este mercado ativo até a 11 anos atrás.
Como podem perceber, o "acabou" está entre áspas, pois estima-se que 4% da população da Mauritânia ainda hoje é escrava, o que representa 160.000 pessoas.
Sinistro né?
Deixo claro que a tal escravidão é realmente uma coisa deplorável. É uma das coisas maisa baixas que um "ser humano" pode fazer e é uma coisa totalmente repugnante, mas "terceirizar" a responsabilidade do que você faz para o outro não exime a sua culpa.
Sinto muito se isso ofendeu alguém mas trata-se apenas da verdade.
O Sequestro do Verde e Amarelo: A Vibra lucra enquanto a marca Petrobras paga a conta
Por Luiz Alberto França
O que vemos hoje nas estradas e esquinas do Brasil não é apenas uma transação comercial, é uma mácula reputacional sem precedentes. A marca Petrobras — patrimônio construído com o suor e os impostos de gerações de brasileiros — está sendo usada como escudo por uma empresa privada, a Vibra Energia, que parece ter olhos apenas para os seus dividendos, ignorando a realidade do povo que abastece em suas bombas.
O Fatiamento do Patrimônio Nacional
Para entender o buraco onde nos enfiaram, é preciso recordar o desmonte iniciado nos governos Temer e Bolsonaro. Em uma política de entrega desenfreada, não apenas a BR Distribuidora foi privatizada, mas também a Transpetro, a Liquigás e cinco refinarias subsidiárias estratégicas. Esse fatiamento retirou das mãos do Estado a capacidade de controlar toda a cadeia, desde o poço até o tanque do cidadão.
O resultado dessa "venda de garagem" é o que vivemos agora: a Petrobras S/A produz o petróleo, mas não tem mais o controle de como ele chega ao consumidor. A Vibra "alugou" o prestígio da marca, mas se recusa a compartilhar a responsabilidade social. Enquanto o Governo Federal busca mecanismos para conter a inflação e proteger a economia — especialmente em momentos críticos de escoamento da super safra — a Vibra se omite e se entrincheira em sua autonomia privada.
O Lucro é Privado, o Desgaste é Público
A recusa da Vibra em se engajar nos programas de manutenção de preços do diesel não é apenas uma decisão de mercado; é um ato de descompromisso com o país. O consumidor, ao ver o preço subir sob as cores da estatal, não enxerga o CNPJ da Vibra. Ele enxerga a Petrobras. A indignação é direcionada ao governo, enquanto o lucro bilionário escorre para o caixa de uma gestão que se nega a dar sua cota de contribuição contra a carestia.
Uma Medida de Transparência e Dignidade
Não podemos permitir que a Petrobras assista de mãos atadas à dilapidação de sua imagem por quem só quer aferir lucros recordes às custas do sofrimento brasileiro. É urgente que a Petrobras S/A tome uma postura enérgica.
Propomos uma medida imediata de clareza visual:
* Ou a Vibra assume o compromisso com o país, ou deve ser compelida a alterar sua identidade visual para VIBRA/Petrobras.
* O consumidor tem o direito de saber que o combustível que ele compra e o preço que ele paga pertencem à estratégia de uma empresa que foi "desgarrada" da estatal original nos últimos governos.
Se a Vibra não tem o interesse ou a alma brasileira para colaborar com o controle do impacto deletério dos preços nos combustíveis, que tenha a decência de descer o letreiro. A Petrobras não é um outdoor de aluguel. É hora de limpar essa mancha e devolver a verdade ao consumidor.
Por Luiz Alberto França
O que vemos hoje nas estradas e esquinas do Brasil não é apenas uma transação comercial, é uma mácula reputacional sem precedentes. A marca Petrobras — patrimônio construído com o suor e os impostos de gerações de brasileiros — está sendo usada como escudo por uma empresa privada, a Vibra Energia, que parece ter olhos apenas para os seus dividendos, ignorando a realidade do povo que abastece em suas bombas.
O Fatiamento do Patrimônio Nacional
Para entender o buraco onde nos enfiaram, é preciso recordar o desmonte iniciado nos governos Temer e Bolsonaro. Em uma política de entrega desenfreada, não apenas a BR Distribuidora foi privatizada, mas também a Transpetro, a Liquigás e cinco refinarias subsidiárias estratégicas. Esse fatiamento retirou das mãos do Estado a capacidade de controlar toda a cadeia, desde o poço até o tanque do cidadão.
O resultado dessa "venda de garagem" é o que vivemos agora: a Petrobras S/A produz o petróleo, mas não tem mais o controle de como ele chega ao consumidor. A Vibra "alugou" o prestígio da marca, mas se recusa a compartilhar a responsabilidade social. Enquanto o Governo Federal busca mecanismos para conter a inflação e proteger a economia — especialmente em momentos críticos de escoamento da super safra — a Vibra se omite e se entrincheira em sua autonomia privada.
O Lucro é Privado, o Desgaste é Público
A recusa da Vibra em se engajar nos programas de manutenção de preços do diesel não é apenas uma decisão de mercado; é um ato de descompromisso com o país. O consumidor, ao ver o preço subir sob as cores da estatal, não enxerga o CNPJ da Vibra. Ele enxerga a Petrobras. A indignação é direcionada ao governo, enquanto o lucro bilionário escorre para o caixa de uma gestão que se nega a dar sua cota de contribuição contra a carestia.
Uma Medida de Transparência e Dignidade
Não podemos permitir que a Petrobras assista de mãos atadas à dilapidação de sua imagem por quem só quer aferir lucros recordes às custas do sofrimento brasileiro. É urgente que a Petrobras S/A tome uma postura enérgica.
Propomos uma medida imediata de clareza visual:
* Ou a Vibra assume o compromisso com o país, ou deve ser compelida a alterar sua identidade visual para VIBRA/Petrobras.
* O consumidor tem o direito de saber que o combustível que ele compra e o preço que ele paga pertencem à estratégia de uma empresa que foi "desgarrada" da estatal original nos últimos governos.
Se a Vibra não tem o interesse ou a alma brasileira para colaborar com o controle do impacto deletério dos preços nos combustíveis, que tenha a decência de descer o letreiro. A Petrobras não é um outdoor de aluguel. É hora de limpar essa mancha e devolver a verdade ao consumidor.
💩1
Broxei com minha amiga gorda e fui jogar um play no desespero...
eu tenho uma amiga gorda, amizade de 6 meses, pensa em um rosto de anjo. o que chama atenção nela são as camisas que ela usa, barriga vai pra fora, da muito tesão, você não sabe se ela tá grávida ou acabou de comer, mas isso que é o charme dela, sempre vou nos role com ela, as vezes vamos de ônibus.
minha perna só o cajado de Moisés e a perna dela no modo elefantismo, suada e colando com minha perna, não tem como não ficar duro, mas percebi que nossa amizade tá evoluindo, ela fica me encarando muito , não sei se ela tá querendo algo ou tá com fome, mas tudo bem... semana passada ela se convidou pra vir aqui em casa, falou que brigou com a mãe, dona Lurdes... chamo ela de lurdinha, pense na comida boa que a veia faz, deve ser por isso que minha amiga tá desse tamanho.
minha amiga chegou em casa, eu como quis dar uma de cavaleiro rachei a conta do Uber com ela, chegando no meu quarto ela deitou na cama, queria ver um netflix, peguei cerveja na geladeira e fomos assistir um dorama que ela colocou, nem reparamos na série, já se beijamos.
me empolguei tanto que dei uns beijos na papada dela, sla na hora pareceu fetiche, quando ela tirou a calcinha, subiu aquele cheiro de sopa... mas tava bom, tirei o Jeremias pra fora, mas tava no modo avião, minha amiga fez de tudo e nada, nisso ela falou que estraguei a noite, que ela deixou de comer só pra fazer anal.
aquilo foi um choque pra mim, tirei do dorama e coloquei meu jogo favorito, spider man 2, e fiquei engolindo o choro e se balançando pela cidade, e a gordinha tava beiçuda comigo, falou que eu era fraco, pra mim desligar essa bosta de video game, falou que o jogo era ruim, e quando eu me dei conta, perdi uma Grande amizade , perdi uma foda garantida todo final de semana.
não fiz questão de pagar uber, falei vai andando que é mais saudável e a gorda se foi... bateu a porta do quarto, eu naquele momento me identifiquei com o Peter Parker, que sou um fudido na vida, ela me deu block em tudo, toda vez que ligo o play lembro da nossa amizade, e do desejo carnal que se foi...
eu tenho uma amiga gorda, amizade de 6 meses, pensa em um rosto de anjo. o que chama atenção nela são as camisas que ela usa, barriga vai pra fora, da muito tesão, você não sabe se ela tá grávida ou acabou de comer, mas isso que é o charme dela, sempre vou nos role com ela, as vezes vamos de ônibus.
minha perna só o cajado de Moisés e a perna dela no modo elefantismo, suada e colando com minha perna, não tem como não ficar duro, mas percebi que nossa amizade tá evoluindo, ela fica me encarando muito , não sei se ela tá querendo algo ou tá com fome, mas tudo bem... semana passada ela se convidou pra vir aqui em casa, falou que brigou com a mãe, dona Lurdes... chamo ela de lurdinha, pense na comida boa que a veia faz, deve ser por isso que minha amiga tá desse tamanho.
minha amiga chegou em casa, eu como quis dar uma de cavaleiro rachei a conta do Uber com ela, chegando no meu quarto ela deitou na cama, queria ver um netflix, peguei cerveja na geladeira e fomos assistir um dorama que ela colocou, nem reparamos na série, já se beijamos.
me empolguei tanto que dei uns beijos na papada dela, sla na hora pareceu fetiche, quando ela tirou a calcinha, subiu aquele cheiro de sopa... mas tava bom, tirei o Jeremias pra fora, mas tava no modo avião, minha amiga fez de tudo e nada, nisso ela falou que estraguei a noite, que ela deixou de comer só pra fazer anal.
aquilo foi um choque pra mim, tirei do dorama e coloquei meu jogo favorito, spider man 2, e fiquei engolindo o choro e se balançando pela cidade, e a gordinha tava beiçuda comigo, falou que eu era fraco, pra mim desligar essa bosta de video game, falou que o jogo era ruim, e quando eu me dei conta, perdi uma Grande amizade , perdi uma foda garantida todo final de semana.
não fiz questão de pagar uber, falei vai andando que é mais saudável e a gorda se foi... bateu a porta do quarto, eu naquele momento me identifiquei com o Peter Parker, que sou um fudido na vida, ela me deu block em tudo, toda vez que ligo o play lembro da nossa amizade, e do desejo carnal que se foi...
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Eu fumo CRACK duas vezes por semana, você fica
sóbrio todos os dias. Adivinha quem está ganhando?
Deixa eu explicar uma coisa pra quem escolheu ser medíocre: nem todo uso de drogas é igual. Nem todo mundo que fuma crack é um “cracudo”. Essa é uma palavra que você usa pra simplificar um mundo que você não entende. Eu fumo crack duas vezes por semana. Como um relógio. Não por vício, não por desespero, mas porque descobri algo que 99% de vocês nunca vão descobrir: como transformar intensidade em arma.
Deixa eu te explicar o cenário pros anões.
Eu acordo às 5:12 da manhã. Não preciso de alarme. Meu corpo simplesmente sabe. Bebo um copo d’água (com eletrólitos, óbvio), me alongo, agradeço a Deus ou à simulação ou seja lá o que comanda esse mundo, e então me sento de pernas cruzadas em completo silêncio até sentir que é hora. Aí eu fumo crack. Uma ou duas tragadas. Não para ficar “chapado”. Não tô atrás de sensação. Tô afinando meu cérebro, como um carro de Fórmula 1 antes da corrida.
E então o dia começa.
Às 6:00 da manhã, eu já reorganizei todo o meu sistema de arquivos, criei um template no Chatgpt pros próximos cinco anos da minha vida, limpei o rejunte de cada azulejo do banheiro e escrevi três e-mails que parecem poesia.
Sabe o que o anao sóbrio médio tá fazendo às 6:00 da manhã? Adiando o alarme em um colchão que cheira a ansiedade e sonhos quebrados. Você tropeça até a cozinha achando que é um guerreiro só porque fez café preto sem açúcar. Esse é seu auge. Esse é o seu grande feito do dia.
Enquanto isso, eu já venci tarefas que você vem adiando há um ano.
Vamos continuar.
O carteiro passa em frente ao meu apartamento todo dia de manhã. Ele tem aquele olhar derrotado. Como se a alma dele tivesse saído do corpo em 2009 e ninguém avisou. Ele se move como se o tempo fosse uma punição. Eu aceno. Ele não acena de volta. Não o culpo. Provavelmente me viu pelas persianas, sem camisa, digitando 160 palavras por minuto enquanto fazia elevações de panturrilha e pensou: “Por que não sou eu?” Mas ele nunca vai perguntar. Orgulho demais. Energia de menos.
Os policiais passam de carro. Eu aceno com a cabeça. Não tenho nada a temer. Você acha que eles dão medo? Eu já encarei o núcleo da minha psique numa terça à tarde enquanto o forno fazia estralos. Já fiz as pazes com o caos. Um distintivo não me assusta. Uma Glock não me assusta. Já lutei contra a morte do ego com nada além de uma tela trincada e jazz no bluetooth.
Meu vizinho é sóbrio. Toma chá de erva cidreira e assiste globo repórter. Faz marmita. Tem um carro caro e uma aposentadoria privada. Também tem olhos mortos. Perguntei uma vez o que ele pensa quando está sozinho. Ele disse “geralmente só coisas do trabalho ou futebol”. Quase chorei. É isso? Esse é o mundo interior inteiro do “homem saudável”? Sem visões? Sem piadas cósmicas? Sem guerras entre anjos e pensamentos intrusivos?
Você já sentiu suas células vibrando como uma sinfonia de pura intenção? Não? Eu já. Quinta passada. No crack.
Tive momentos nessa substância em que o tempo se abriu como uma fruta podre e eu vi tudo. Toda mentira, toda verdade, todo motivo pelo qual tememos a honestidade. Fumei crack e percebi que ainda amava uma menina da 6ª série, então ri disso e reconfigurei o circuito emocional ao vivo, na hora. Chá de erva cidreira faz isso? Banho gelado faz isso?
Duvido.
Não tô dizendo pra você fumar crack. Na real, a maioria de vocês não deveriam. Vocês não têm estrutura, não têm ritual, não têm respeito pelo poder. Vocês são do tipo que toma seis cervejas e manda mensagem pra ex feito um bicho selvagem. Vocês nem sabem lidar com mcdonalds e pornografia direito. O crack ia devorar vocês. Mas eu? Eu desmontei ele. Estudei. Dominei. E agora ele me serve.
Meu cérebro é mais afiado que o seu. Meus pensamentos são mais rápidos. Meus medos são menores. Meu rendimento é gigante. Você teme “perder o controle”. Eu perdi uma vez e percebi que não havia nada a temer.
Então, da próxima vez que julgar um fumante como eu, lembra-se você não é melhor por estar sóbrio.
sóbrio todos os dias. Adivinha quem está ganhando?
Deixa eu explicar uma coisa pra quem escolheu ser medíocre: nem todo uso de drogas é igual. Nem todo mundo que fuma crack é um “cracudo”. Essa é uma palavra que você usa pra simplificar um mundo que você não entende. Eu fumo crack duas vezes por semana. Como um relógio. Não por vício, não por desespero, mas porque descobri algo que 99% de vocês nunca vão descobrir: como transformar intensidade em arma.
Deixa eu te explicar o cenário pros anões.
Eu acordo às 5:12 da manhã. Não preciso de alarme. Meu corpo simplesmente sabe. Bebo um copo d’água (com eletrólitos, óbvio), me alongo, agradeço a Deus ou à simulação ou seja lá o que comanda esse mundo, e então me sento de pernas cruzadas em completo silêncio até sentir que é hora. Aí eu fumo crack. Uma ou duas tragadas. Não para ficar “chapado”. Não tô atrás de sensação. Tô afinando meu cérebro, como um carro de Fórmula 1 antes da corrida.
E então o dia começa.
Às 6:00 da manhã, eu já reorganizei todo o meu sistema de arquivos, criei um template no Chatgpt pros próximos cinco anos da minha vida, limpei o rejunte de cada azulejo do banheiro e escrevi três e-mails que parecem poesia.
Sabe o que o anao sóbrio médio tá fazendo às 6:00 da manhã? Adiando o alarme em um colchão que cheira a ansiedade e sonhos quebrados. Você tropeça até a cozinha achando que é um guerreiro só porque fez café preto sem açúcar. Esse é seu auge. Esse é o seu grande feito do dia.
Enquanto isso, eu já venci tarefas que você vem adiando há um ano.
Vamos continuar.
O carteiro passa em frente ao meu apartamento todo dia de manhã. Ele tem aquele olhar derrotado. Como se a alma dele tivesse saído do corpo em 2009 e ninguém avisou. Ele se move como se o tempo fosse uma punição. Eu aceno. Ele não acena de volta. Não o culpo. Provavelmente me viu pelas persianas, sem camisa, digitando 160 palavras por minuto enquanto fazia elevações de panturrilha e pensou: “Por que não sou eu?” Mas ele nunca vai perguntar. Orgulho demais. Energia de menos.
Os policiais passam de carro. Eu aceno com a cabeça. Não tenho nada a temer. Você acha que eles dão medo? Eu já encarei o núcleo da minha psique numa terça à tarde enquanto o forno fazia estralos. Já fiz as pazes com o caos. Um distintivo não me assusta. Uma Glock não me assusta. Já lutei contra a morte do ego com nada além de uma tela trincada e jazz no bluetooth.
Meu vizinho é sóbrio. Toma chá de erva cidreira e assiste globo repórter. Faz marmita. Tem um carro caro e uma aposentadoria privada. Também tem olhos mortos. Perguntei uma vez o que ele pensa quando está sozinho. Ele disse “geralmente só coisas do trabalho ou futebol”. Quase chorei. É isso? Esse é o mundo interior inteiro do “homem saudável”? Sem visões? Sem piadas cósmicas? Sem guerras entre anjos e pensamentos intrusivos?
Você já sentiu suas células vibrando como uma sinfonia de pura intenção? Não? Eu já. Quinta passada. No crack.
Tive momentos nessa substância em que o tempo se abriu como uma fruta podre e eu vi tudo. Toda mentira, toda verdade, todo motivo pelo qual tememos a honestidade. Fumei crack e percebi que ainda amava uma menina da 6ª série, então ri disso e reconfigurei o circuito emocional ao vivo, na hora. Chá de erva cidreira faz isso? Banho gelado faz isso?
Duvido.
Não tô dizendo pra você fumar crack. Na real, a maioria de vocês não deveriam. Vocês não têm estrutura, não têm ritual, não têm respeito pelo poder. Vocês são do tipo que toma seis cervejas e manda mensagem pra ex feito um bicho selvagem. Vocês nem sabem lidar com mcdonalds e pornografia direito. O crack ia devorar vocês. Mas eu? Eu desmontei ele. Estudei. Dominei. E agora ele me serve.
Meu cérebro é mais afiado que o seu. Meus pensamentos são mais rápidos. Meus medos são menores. Meu rendimento é gigante. Você teme “perder o controle”. Eu perdi uma vez e percebi que não havia nada a temer.
Então, da próxima vez que julgar um fumante como eu, lembra-se você não é melhor por estar sóbrio.
Você só é mais lento, mais entorpecido, e provavelmente ainda mente pra si mesmo sobre por que acorda cansado todo dia mesmo dormindo 8 horas.
Aproveita sua torrada com abacate e seus podcasts. Eu estarei na zona de clareza, reescrevendo o software da existência com um sorriso no rosto e um isqueiro na mão.
Aproveita sua torrada com abacate e seus podcasts. Eu estarei na zona de clareza, reescrevendo o software da existência com um sorriso no rosto e um isqueiro na mão.