Textão
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teria a problematização ido longe demais?
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>ficava com uma depósito do colégio
>era algo que só eu e ela sabíamos
>nunca entendi o porque de tanto sigilo
>chego na escola em um dia qualquer
>pergunto pro meu mano davi se ele viu a amanda
>ele diz não saber
>começo a procurá-la pelo colégio inteiro
>subo ao segundo andar e a encontro
>com outro
>''PUTA QUE PARIU AMANDA''
>ela toma um susto
>''jocelyn, eu posso explicar''
>na mesma hora o coordenador aparece
>''que porra tá acontecendo aqui?''
>pergunto a amanda se o sigilo era pra que ela pudesse ficar com outros
>ela não diz nada
>mas o coordenador sim
>''como é? você tá beijando os moleques daqui filha?''
>oi?
>amanda era filha do coordenador e eu nem sabia
>algum tempo depois
>amanda vem até mim
>me pede desculpas
>e pergunta se poderíamos continuar ficando
>digo claro que sim
>ela não se conforma só com isso
>ela diz que como gosta de mim de verdade
>pede para que eu vá na casa dela que lá teria uma surpresinha me esperando
>''o seu pai com um revólver só se for'' penso sem dizer
>ela coloca minha mão na república tcheca dela
>entendi o recado
>nice
>aula acaba e vou pra casa
>anoitece
>me arrumo ao naipe de agostinho carrara
>vou até a casa dela
>ela me recebe na porta
>''oi amor''
>digo oi e entro
>o pai dela estava na sala assistindo tv
>''pai, o jocelyn veio aqui pra casa, tem algum problema?'' ela diz
>''claro que não filha''
>????????
>fico sem entender
>''achei que me odiasse'' disse
>''odeio, mas só no colégio'' ele diz
>olha a audácia do filho da puta
>ficamos batendo um papo
>dou até uns beijos em amanda na frente dele
>ele parecia estar pouco se fudendo
>''posso beber água?''
>''claro, a cozinha é ali'' ele diz
>vou até lá
>mas não acho a porra dos copos
>''onde fica os copos aqui?''
>ele vem até a cozinha e me mostra onde fica
>''porra mlk, se tem uma coisa que não muda em você é a burrice pra onde vai''
>vai tomar no cu
>falo a ele que não entendi o papo de me odiar apenas na escola
>ele diz que faz isso pra proteger a amanda dos sem futuro
>mas que me achava um cara legal e tals
>fico 100% feliz
>amanda também aparece
>nós 3 ficamos ali um bom tempo
>papo vai papo vem
>''tenho uma coisa pra te mostrar lá em cima, vem''
>só se for agora
>chegando lá entramos no quarto
>começamos a nos beijar e tirar a roupa
>É HOJE MY FRIENDS
>de repente o sexo fica violento
>começo a gemer alto pra caralho
>''pqp será que dá pra ouvir lá de baixo?'' pensei
>de repente escuto alguém gritar
>''EU NÃO ESTOU ACREDITANDO NO QUE ESTOU OUVINDO''
>fico paralisado
>''MINHA FILHA OUVIU, VAZA''
>visto minhas roupas ainda com o cu sangrando
>desço as escadas e amanda estava chorando
>vou pra casa
>e então tive minha vingança
>algum dia meu cu vai parar de doer
>mas o coração dela não
>mcq
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Na década de 90, estava eu no meu 3o ou 4o emprego e fui parar numa empresa que tinha por "meta" implantar o tal ISO 9000. Fui contratado porque a dona da empresa acreditou que eu era "a pessoa certa" para aprender e implantar as normas "tão necessárias".

E me fui eu a aprender em livros o que eram "rotinas", "caminhos de informação", "sistemas decisórios", "responsabilidades singulares simples ou compartilhadas" e todo o resto do jargão de implantação que, por algum motivo estranho, nunca saíram da minha cabeça.

Havia cursos para a tal ISO 9000, mas eram caros. Me deram dois livros e duas horas por dia numa sala para aprender. O resto do tempo era na labuta. E comecei a fazer os mapas de informação, de material, gerencial, de estrutura, e etc.

Ia lendo os livros e a cada dia eu me enfiava mais no mundo das "metas", dos "controles", dos "prazos" e etc. O rapaz que trabalhava antes de mim, tinha ganho 15 dias de salário para "me ensinar as rotinas" ... e me passou a senha do computador ... parou nisto.

Na época fiquei indignado. Ele era o exemplo do "mau funcionário". Ele era o motivo do "brasil não ir para a frente". Eu não. Eu seria diferente.

Por três meses eu espremi todo o funcionário da empresa. Para saber até onde ele colocava o clips do papel. Ficava olhando as pessoas de longe buscando "rotinas" que eles "tentavam me esconder". Cada funcionário recebeu de mim (como mandavam as normas) um nome-código simples, sonoramente diferente dos outros. E ao invés da Mila, ela era a MX-1. O Eduardo era o EDX-4. O "x" indicava pessoal contratado permanente. As primeiras letras eram do nome e o número significavam o local que ele/ela ocupava nas rotinas centrais.

Fui desenhando fluxogramas, catalogando fichas de rotinas, rotinas centrais, laterais, especiais ... caminhos de informação. Troquei os nomes de todos os hds na empresa. Os caminhos onde se armazenavam as coisas tinham que ter nomes padrão.

Criei arquivos-modelo no word (for windows 3.11!), quando isto nunca tinha existido no programa. Eu sabia a rotina de cada funcionário na empresa. O que fazia do início ao fim do dia. O que deveria ter feito e o que não tinha feito. A chefia me chamou uma vez e me disse que o meu trabalho era "crucial" para a empresa. Ganhei um belo elogio e dois tapas nas costas.

Segundo meus cálculos, era possível aumentar a velocidade de determinadas rotinas em uma ou duas vezes. Bastava que se retirasse tempo do café da tarde (que o pessoal do escritório fazia). Meia hora em que todo mundo ficava batendo papo e tomando café com bolo trazido por duas pessoas por vez. Se transformássemos em 15 minutos as rotinas poderiam dobrar. As metas seriam atingidas mais rápido.

E fui eu propor isto para a chefia como "grande ideia". Imediatamente implantada. Fui notar, anos mais tarde, que a partir daquele momento, eu tinha ficado meio "isolado" na empresa. "Maus funcionários", pensava eu. "Gente invejosa", me dizia o chefe.

Um dia, uma das funcionárias importantes não veio trabalhar. Era a oportunidade da minha vida de mostrar como o meu trabalho funcionava. Com base nas fichas e rotinas que eu tinha acumulado, consegui substituir a moça com êxito e certo desprendimento. Passou a semana fora, e a empresa "só não parou" por minha causa, segundo a pessoa que se apropriava de toda a nossa mais valia.

Na outra semana, fui chamado de sopetão à sala da direção, com ordem de "trazer a rotina completa da Emx6". Como bom funcionário levei o fruto do meu trabalho. Que tinha me rendido um elogio e dois tapas nas costas. Emeliana, a menina que tinha faltado a semana toda, chorava numa ponta da mesa e os donos da empresa estavam na outra. Entreguei o material e não perguntei nada.

Mais tarde, soube que Emeliana tinha sido demitida. E que o fato de as rotinas estarem tão bem descritas e catalogadas a empresa poderia encontrar uma substituta em pouco tempo. Ganhei outro elogio e um apertão na parte de trás do pescoço. Eu ia longe, pensei.

Era o final do ano, a festa da empresa estava sendo feita. Descobri que havia uma festa "DA empresa", com os chefes. E ou
tra "do pessoal da empresa", sem os chefes. E eu só tinha sido convidado para a primeira. Meu trabalho, contudo, era muito importante e eu fui na outra festa também. Não fui muito bem aceito, e depois de alguma bebida alcóolica uma colega me conta que a mãe de Emiliana tinha dado à luz a uma criança com hidrocefalia e que havia pedido para que a empresa lhe adiantasse as férias ou lhe desse a possibilidade de ficar cerca de 30 dias em casa para cuidar da recuperação da mãe e dos cuidados da criança. A chefia havia negado tudo. Emeliana era funcionária experiente e tentou barganhar com coisas que só ela sabia fazer. Graças ao meu trabalho ela tinha se tornado descartável.

Notei que os colegas me odiavam. Minhas metas e rotinas tinham feito a vida deles miseravelmente piores. A pessoa que foi contratada, recebia menos e era "melhor" que Emeliana, na fala da chefia. "Você deveria se orgulhar", me disseram.

Então fui percebendo como os processos administrativos tornavam as pessoas invisíveis e dispensáveis. Como todas as rotinas e informações que eu criei permitia que eles demitissem funcionários de dez anos e novos funcionários em 30 dias já tinham desempenho aceitável. Como o consumo de determinados materiais tinha diminuído a partir das rotinas que eu tinha implantado e, por isto, o lucro da empresa aumentava. Deve ter sido por isto que eu recebi o aumento de dois tapas nas costas para um apertão na parte de trás do pescoço.

Me deram 15 dias de férias. Os outros 15 eu teria que "vender" para a empresa. Quando voltei, recebi a notícia de que eu estava em "aviso prévio". Tinha sido demitido. Eu tinha feito um "excelente trabalho", mas era um trabalho "de fundo temporário". Uma vez que tudo estivesse diagramado e destrinchado, eu não era mais necessário.

Como eu tinha sido "um bom funcionário", eles me pagariam os 30 dias de aviso prévio, mas eu teria que cumprir apenas 15 na empresa. Os outros 15 eu ficaria à disposição pelo telefone. O novo rapaz foi contratado. No segundo dia passei para ele a senha do computador. Duas semanas mais tarde ele me ligava pela enésima vez. Me recordo de ele dizer ao telefone que eu era um "mau funcionário", o "motivo do Brasil estar daquele jeito". E que ele ia ser diferente.
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>ano passado
>meus pais se separaram quando eu era criança
>então sempre vivi entre uma casa e outra
>até que meu pai casou
>eu odiava a minha madrasta e o filho dela
>vulgo Marcio, ele tinha a minha idade
>os dois eram nariz empinados pra caralho
>se achavam os donos da porra toda
>pra evitar discussão, eu passava mais tempo na casa da minha mãe
>até que minha madrasta ficou grávida
>em junho o filho dela tava quase nascendo
>meu pai me pediu pra dar uma trégua com eles
>e ficar na casa deles até o bebe nascer
>ele queria que eu tivesse presente quando acontecesse
>resolvi dar essa moral pro meu velho
>logo nos primeiros dias que fiquei la começou a dar merda
>minha madrasta e o filho dela soltavam indiretas
>insinuando que eu não deveria ta ali e só tava atrapalhando
>se fuder
>certo dia a gente tava almoçando na mesa
>todos em silêncio
>''tenho algo pra falar'' o filho da madrasta falou do nada
>todos olhamos pra ele
>''bem..eu sou gay''
>''só não sabia como falar antes'' ele disse
>''oh, meu garoto, eu to tão orgulhosa'' a mãe dele disse abraçando ele
>''grande dia'' meu pai disse batendo palma
>porra
>o cara falou que era gay ou que tinha se formado em medicina?
>''oq você tem à dizer sobre isso, Anderson?'' meu pai perguntou
>''nada ue''
>''ele quer parabéns por dar o cu?'' falei sem pensar
>''que vulgar'' a minha madrasta disse
>''como ousa?'' o filho dela falou
>meu pai ficou full pistola
>me colocou de castigo
>nãofode.png
>passei uma semana de castigo naquela merda
>até que em uma noite eu tava dormindo de boa
>algo me balançou e eu acordei
>por um momento pensei que era o boneco do Michael Jackson
>já ia falar ‘’rusbé’’
>mas era só meu pai
>’’Anderson, minha esposa ta com desejo’’ ele disse
>porra, e eu tenho cara de gênio da lâmpada?
>’’ela quer ovo da páscoa’’
>’’em junho?’’ perguntei
>’’ela disse que tem que ser’’
>’’vai comprar com o Marcio, tenho que ficar com ela’’
>nem fodendo eu ia com aquele pau no cu (literalmente)
>mas meu pai insistiu
>queria que a gente se aproximasse já que éramos quase irmãos
>ele disse que me tiraria do castigo
>o miserável é astuto
>aceitei
>quando cheguei na sala pra pegar as chaves o maluco já tava esperando
>entramos no carro e vazamos
>pensei que ele ficaria em silêncio
>mas passou a viajem me dizendo como dirigir
>sendo que o fdp nem tinha carteira
>me segurei pra não cometer uma atrocidade homofobica
>até que chegamos em uma blitz
>policial apareceu na janela
>perguntamos oq aconteceu
>ele disse que um estuprador tinha feito uma algazarra em um hospital
>e sequestrado um paciente
>eles tavam fazendo buscas
>era só o que faltava
>ele pediu nossos documentos e dps falou no rádio
>’’sim, são dois’’
>’’um é meio gayzinho, mas não parecem suspeitos’’
>ele voltou pra nossa janela
>’’kkkk como ce percebeu que ele é gay?’’ perguntei pro policial e apontei pro Marcio
>’’eu não tava falando dele’’ o policial disse
>filho da puta
>’’mas podem passar’’
>acelerei puto com a perda de tempo
>fomos em uns 5 supermercados e nada
>não tinha ovo da páscoa em lugar nenhum
>até que chegamos em uma lojinha
>perguntamos pro dono se tinha
>’’procurando ovos da páscoa em junho’’
>’’sei exatamente oq vcs querem’’ ele disse rindo
>wft.png
>passou um endereço pra gente
>achamos meio suspeito, mas fomos
>era em um prédio, entramos e fomos na recepção
>passamos o endereço pro porteiro
>’’oq vcs querem com o sangue nos zoio?’’ ele perguntou
>puta nome em
>’’ovo de páscoa?’’ falei
>’’ata, to ligado, pode subir que vou ligar pra ele avisando’’
>subimos com mais suspeitas ainda
>chegamos na porta do apartamento
>mas antes da gente bater, a porta foi aberta
>apareceu um maluco com um boné tampando os olhos e uma blusa do free fire
>masqueporraéessa.png
>’’salve playboyzin, sou o sangue nos zoio, pode entrar’’
>entramos já com certo cagaço
>a sala tava meio escura
>mas avistamos vários ovos de páscoa na mesa
>me aliviei, pelo menos isso era vdd
>’’podem escolher’’ ele disse
>escolhemos o que parecia mais barato
>mas tavam caros pra caralho comparados aos que vendiam nas lojas
>tentamos negociar p
ra baixar o preço
>’’negociar o caralho saco de vacilo’’
>’’o preço é esse playboy’’ sangue nos zoio disse
>não tinha oq fazer
>já íamos pagar quando escutamos um barulho de porta sendo arrombada
>parecia ser no começo do corredor
>’’O SANGUE NOS ZOIO TA AQUI CARALHO? SEI QUE TA’’ ouvimos gritos
>’’puta merda, são os puliça’’
>’’nunca me pegarão vivo’’ ele disse e correu pra janela
>pulou
>caralhow.png
>maluco era o batman
>mas pq caralhos a polícia tava atrás dele?
>a gente não tinha tempo pra pensar
>pegamos um ovo e saímos pro corredor
>a polícia tava acabando de sair do apartamento que tinham arrombado
>o primeiro policial que vimos foi o da blitz
>nem fodendo
>’’vocês dois...’’
>’’PARADOS’’ ele gritou
>corremos como se não houvesse amanhã
>’’dois suspeitos com um ovo de páscoa, repito’’
>’’com um ovo de páscoa’’ ele disse no rádio
>um deles atirou
>passou de raspão em mim
>viramos o corredor
>avistamos uma saída de emergência e abrimos
>descemos as escadas e saímos em um beco
>vimos mais viaturas chegando no prédio
>corremos até a calçada aonde a gente tinha deixado o carro e vazamos
>chegamos em casa quase morrendo
>mas com o ovo de páscoa
>combinamos de nunca dizer nada do que aconteceu
>entramos e entregamos
>’’que demora pra buscar um ovo em’’ a mãe dele disse
>se ela soubesse..
>’’mas pelo menos tem brinde’’ ela disse balançando o ovo
>abriu e fez um buraco no ovo pra tirar o brinde
>até que ela tirou 3 saquinhos de cocaína de dentro
>eoq
>’’MAS O QUE É ISSO?’’ ela gritou
>eu e o Marcio ficamos paralisados
>o arrombado do sangue nos zoio era traficante e vendia cocaína dentro dos ovos de pascoa
>que porra de ideia é essa?
>’’SE EXPLIQUEM AGORA’’ meu pai disse
>a gente tava fudidassos sem argumento
>’’droga, droga, droga’’ minha madrasta começou a falar
>’’A GENTE SABE QUE É DROGA’’ meu pai gritou
>’’NÃO É ISSO IDIOTA, O BB TA VINDO’’ ela gritou
>olhamos pro chão
>a bolsa tinha estourado
>geral entrou em desespero
>meu pai e o Marcio começaram a levar ela pro carro
>peguei os 3 saquinhos de cocaína pra me livrar quando ninguém tivesse vendo
>fomos pro hospital
>quando chegamos ela foi encaminhada pra sala de parto
>meu pai foi junto
>eu e o Marcio ficamos no corredor
>até que ouvimos um gemido de dor vindo do quarto atrás de nós
>a gente foi dar uma espiada
>reconhecemos o cara na hora
>era o sangue nos zoio
>maluco tava todo quebrado
>mãos e pés torcidos
>cara dele tava só o bagaço
>entramos e nos aproximamos
>’’playboyzinhos..’’ ele disse quando viu a gente
>’’puta merda’’ falei
>’’eu disse que...eles não me pegariam vivo’’
>’’foram buscar uma maca..pra me levar pra uma cirurgia’’
>’’mas sei que não vou sobreviver’’
>’’só queria dar uma ultima cheirada’’ ele disse
>mesmo o sangue nos zoio sendo um traficante fudido, eu senti pena
>tirei os três saquinhos de cocaína
>’’eu te ajudo’’ falei
>’’você..faria isso por mim?’’ ele perguntou
>peguei uma bandeja que tinha ao lado da cama dele
>fiz três fileiras
>coloquei perto do nariz dele
>’’vai que é tua’’
>ele cheirou as três
>deu um ultimo sorriso
>’’a gente se vê por ai..playboyzin’’ e fechou os olhos
>aqui jaz sangue nos zoio
>um traficante que preferiu morrer do que perder a vida
>Marcio tava chorando que nem uma princesinha
>até que ouvimos um choro na sala de parto
>nosso irmão nasceu
>o tempo passou
>acabei aceitando a convivência com a minha madrasta e o filho dela
>passei mais tempo na casa deles pra ficar próximo do meu irmão
>até que ontem estávamos todos na sala vendo tv
>minha madrasta com meu irmão no colo
>ele começou a tentar dizer algo
>’’ELE VAI DIZER AS PRIMEIRAS PALAVRAS’’ ela gritou
>’’mas não é mto cedo?’’ perguntei
>’’vai que ele é especial’’ meu pai disse
>ficamos todos ao redor dele
>ele falou
>’’play-‘’
>’’boy’’
>’’zin’’
>minha madrasta e meu pai não entenderam porra nenhuma
>eu e o Marcio nos olhamos
>mcq percebi que o sangue nos zoio tinha reencarnado no meu irmão
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>ontem
>eu tava indo pra faculdade de bus
>tava em pé com fone de ouvido
>o ônibus tava quase lotado
>até que enquanto eu analisava a galera do bus bati o olhar em uma mina
>ela tava sentada amamentando o filho
>ela olhou pra mim
>desviei o olhar normalmente
>mas percebi que ela continuava me encarando
>o tempo passou
>ela continuava
>isso começou a me dar um nervoso
>olhei pra ela dnv
>ela tava com cara de quem deu e o cara fugiu pra não pagar pensão
>100% pistola
>oq eu fiz krai
>até que ela levantou e veio até mim
>''isso te da tesão?''
>q
>não entendi porra nenhuma
>geral ao redor olhou
>''que?'' perguntei
>''uma mãe amamentando o filho te da tesão seu safado?''
>''seu pau de 5cm ta duro?''
>eoqcaralho
>como ela sabia dos 5cm
>quer dizer
>olha a ousadia da fdp
>todo mundo olhava com nojo pra mim
>''tu que tava olhando pra mim, não fiz nada'' falei
>''agora eu que tava olhando pra vc?''
>''EU, uma mãe, comprometida, militante, empoderada''
>''tava olhando pra um mlk como vc?''
>''NÃO QUER APROVEITAR E MAMAR NA MINHA OUTRA TETA?''
>''TALVEZ SEJA FALTA DE CARINHO QUE TUA MÃE NÃO TE DEU''
>''EMBUSTE''
>..
>não acredito que ela falou isso
>''moça, minha mãe morreu quando eu era bb''
>''nunca conheci ela''
>a mina fez a maior cara de cu que ja vi na minha vida
>''olha..eu..eu''
>''não precisa dizer mais nada'' falei
>''sério..não foi oq eu quis dizer..''
>os olhares de nojo se desviaram pra ela
>geral do ônibus começou a vim até mim
>me abraçaram
>disseram que eu era um guerreiro
>que eu tinha um anjo vendo por mim
>a mina tava quase chorando
>n sei se era vergonha ou tristeza
>até que o ônibus parou no meu ponto
>abracei mais uma galera
>a mina continuava em pé olhando pra mim
>''eu espero que vc melhore e evolua''
>''e que pelo menos seja uma mãe que dê orgulho pro seu filho'' falei
>geral do bus me aplaudiu
>desci
>peguei meu cll e fiz uma chamada
>atendeu
>''mãe, tu não vai acreditar no que acabou de rolar kkkkkkkkjjj''
TEM ALGUM FDP INFILTRADO AQUI!!!!!!!
Semana passada compartilhei um post sobre movimentos sociais, um claro shitpost de uma página grande, teve poucas curtidas, mas até aí tudo ok
O problema começa quando na segunda feira recebo um email do RH do meu trabalho dizendo que precisava conversar comigo com urgência, marca a reunião pra quinta (ontem) e eu sem saber o que tava acontecendo
Chego na reunião e ele tem vários prints de comentários meus aqui e da publicação
Me conta que alguém tinha enviado um email e pedindo a abertura processo contra mim por discurso de ódio na internet e um posicionamento da coordenação do curso sobre o caso
Meu orientador disse que tentou abafar o caso e conversar comigo primeiro e entender o que tinha acontecido, mas me disse que tinham enviado a mesma coisa pro chefe e que ele teria que tomar uma providência sobre o caso
Foi ligado para minha família e ao que tudo indica eu posso perder minha vaga no emprego
Além disso tudo saíram os prints no spotted da empresa com o nome borrado, e, claro, fora de contexto parecem coisas horríveis
A empresa toda ta com ódio mortal do dono dos comentários e eu to temendo por minha segurança
Minha irmã é amiga de um advogado que ta ajudando a gente, ele entrou em contato com a pessoa que enviou os emails e descobriu que ele queria comer o cu de quem tá lendo.
Você passa ao redor do globo a cada hora e meia, uma e outra vez depois. Você acorda geralmente, nas manhãs, pelo Oriente Médio e sobre o norte da África. À medida em que toma o café da manhã, você olha pela janela e lá está o Oriente Mediterrâneo, Grécia, Roma, África do Norte e o Sinai. E você percebe que o que você está vendo é uma era inteira da história da humanidade – o berço da civilização. E você atravessa a África do Norte e atravessa o Oceano Índico e olha para o maravilhoso subcontinente da Índia apontado para você enquanto você passa, o Ceilão está ao lado, depois a Birmânia, o Sudeste Asiático, as Filipinas e esse monstruoso Oceano Pacífico, um corpo vasto e massivo de água – você nunca percebeu o quão grande era. E você finalmente aparece na costa da Califórnia e procura coisas familiares; Los Angeles e Phoenix e, mais adiante, El Paso. E Houston, sua casa. Você sabe, olha para fora e se identifica com isso… E você vai ao outro lado do Oceano Atlântico e de volta por toda a África, e você faz isso uma e outra vez… E isso se torna cada vez mais familiar para você.

E você se identifica com os lugares que já lhe são familiares. E a próxima coisa que você reconhece em si mesmo é que você está se identificando com o norte da África. Você está ansioso para isso, você antecipa, e lá está. E esse processo inteiro do que você identifica, começa a mudar. Quando você passa pela Terra em uma hora e meia, você começa a reconhecer que sua identidade é com o todo. E isso traz uma mudança.

Você olha para lá para baixo e você não pode imaginar quantas fronteiras e limites você cruza, uma e outra e outra vez, e você nem as vê. Centenas de pessoas no Oriente Médio se matam por uma linha imaginária que você não conhece, que não pode ver. E de onde você vê, existe um todo, a Terra é um todo, e é um todo tão bonito. Você deseja que possa levar uma pessoa em cada mão, uma de cada lado nos vários conflitos, e dizer: “Olhe, olhe isso a partir desta perspectiva. Olhe isso. O que é importante?”.

E um pouco mais tarde, seu amigo vai para a Lua. E agora ele olha para trás e ele vê a Terra não como algo grande, onde ele pode ver os belos detalhes, mas agora ele vê a Terra como algo pequeno lá fora. E o contraste entre esse ornamento de árvore de Natal azul brilhante e branco e o céu preto, esse universo infinito, e o tamanho dele, o significado dele. É tão pequeno e tão frágil que você pode bloqueá-lo com seu polegar. E você percebe que naquele pequeno ponto, essa coisa azul e branca, é tudo o que importa e que significa tudo para você – todo amor, lágrimas, alegria, tudo isso naquele pequeno ponto, que você pode cobrir com o seu polegar. E você percebe dessa perspectiva que você mudou, que há algo de novo lá, que não é mais o que era.

Você pensa sobre o que está experimentando e por quê. Você merece isso? Você ganhou isso de alguma forma? Não há nada que você tenha feito para merecer essa experiência. Não é uma coisa especial apenas para você. Você, como indivíduo, está experimentando isso para todos. Você olha para baixo e vê a superfície do planeta onde você viveu durante todo esse tempo, e você conhece todas aquelas pessoas lá embaixo e eles são como você, eles são você- e de alguma forma os representa e isso é um sentimento de humildade. É um sentimento que diz que você tem uma responsabilidade. Não é para você.

E de alguma forma você reconhece que você é um pedaço dessa vida. E você está por aí nessa vanguarda e você deve trazer isso de alguma forma. E isso se torna uma responsabilidade e lhe diz algo sobre o seu relacionamento com essa coisa que chamamos de vida. E isso é uma mudança. Isso é algo novo. E quando você volta, há alguma coisa diferente nesse mundo agora. Seu relacionamento com o planeta, entre você e todas essas outras formas de vida aqui presentes, porque você teve esse tipo de experiência.

- Russell Schweickart
Falae seus fedido
Minha idade não interessa
Sou maconhero memo fodase vc
Sou ateu
Amo humor negro
Adoro coisas Clássicas
Gosto de todo tipo de musica
Bebo memo pau no seus cú
Gosto de animes
Sou legal 👍
Amo shitpost
E isso ae é nois
Quem quiser ser mdu amiguin é nois
Forwarded from Shrimp Niggas United (Ruby)
If this message gets 10,000 views, I will take a video of myself eating a gallon of mayonnaise and post it on here.
Seu armando, eu tô desdas 5:45 da manhã, mandado foto, vídeo no seu privado seu armando, mostrando minha real situação porque hoje eu não fui trabalhar, ô sinhô conhece Belforoxo quando chove seuarmando? Ai o senhô vai no grupo e fala pra todo mundo ouvir, que eu sou um funcionário preguiçoso que tenho medo de pegar chuvinha? Vai toma no cu seu armado, chuvinha é o caralho, choveu pra caralho aqui em Belforoxo seu filhadaputa, tu acha que eu vou sair de Belforoxo com água no joelho, pra ir bota fogo encher saco de farinha seu arrombado? VAI TOMA NO CU SEU ARMANDO, VAI SE FODER, VOCÊ, TUA EMPRESA, TEUS FUNCIONARIOS, TEU SACO DE FARINHA, VAI TUDO PRA CASA DO CARALHO FILHADAPUTA, EU NÃO VOU SAIR DE BELFOROXO PRA IR ENCHER SACO DE FARINHA NA CHUVA NÃO O BABACA, E TE FALO MAIS SEU ARMANDO, PODE CONTRATAR OUTRO FUNCIONARIO, PORQUE NEM NO SOL E NA CHUVA EU VOU ENCHER FARINHA PRO SINHÔ PORTUGUES FILHA DA PUTA, VAI TOMA NO CU, EU NÃO SOU ESCRAVO NÃO O DESGRAÇADO.
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>fim de semana passado
>meus pais se divorciaram a alguns meses
>minha mãe ja tinha conhecido outro cara
>tavam se dando bem
>ja meu pai, tava na bosta
>sempre via ele triste e quieto
>não consegui ficar parado vendo meu velho assim
>resolvi ajudar
>cadastrei ele em um site de relacionamento
>coloquei todos os dados sem ele saber
>procurei alguém bom pra ele
>até que achei uma milf 8/10
>se meu pai bombeasse ate eu comia
>ela tava com o nome de Lucy
>chamei e ela respondeu
>fui sincero
>falei que eu tava tentando ajudar meu pai
>segundo ela, isso era fofo
>ela pediu uma foto do meu pai
>mandei, ela elogiou
>falou que queria se encontrar com ele
>deu bom
>fui falar com meu pai
>fiquei com receio da reação dele
>mas ele ficou feliz pra crl
>depois que mostrei a foto dela, ele ficou mais animado ainda
>velho tarado da porra
>ele disse que queria falar com ela
>pedi o facebook dela
>era a unica rede social que meu pai sabia usar
>ela passou
>eles conversaram
>meu pai disse que marcaram um encontro
>falei que eu ia tbm
>mas ficaria só observando de longe
>pra vê se ocorria tudo bem
>ele concordou
>no dia marcado fomos pro ponto combinado
>meu pai ficou esperando
>tava naquele pique, arrumadão
>fiquei distante em um banco
>stalkeando o facebook da Lucy pra passar o tempo
>eu ja tava nas publicações de 2014
>até que estranhei uma foto que ela postou
>''eu e meu mano'' na legenda
>dois caras na foto
>um deles era loiro como a Lucy
>se colocasse mais cabelo, peito e bunda pra crl, seria a Lucy
>mas não podia ser
>fui nos comentários
>''lindo Luciano'' uma mina comentou
>Lucy..Luciano, puta merda
>era um travecão
>fudeodevez.png
>eu tinha que avisar meu pai
>mas quando olhei a mina ja tava indo até ele
>ou o cara, sei la porra
>eu não poderia correr ate la
>ent liguei
>ele atendeu
>''PAI, É CILADA, RECUA, RECUA'' gritei
>''que?'' ele perguntou
>''O INIMIGO TA ARMADO, SAI FORA''
>mas ele desligou
>o travecão havia chegado
>eles se cumprimentaram
>depois deram as mãos e sairam
>meu pai virou a cabeça e piscou pra mim
>que a força esteja com vc meu velho
>voltei pra casa do meu pai e sentei no sofá
>imaginando meu castigo quando ele descobrisse na merda que meti ele
>até que ele chegou
>com um sorriso no rosto
>sinal que ele não descobriu nada
>fiquei aliviado pra crl
>''vc não sabe o bem que me fez filhão'' ele disse pra mim
>''pai, eu sei que vc deve ter gostado dela''
>''mas tipo, ela meio que é ele''
>''saca?'' falei
>''sim, sei que é um travesti''
>''fomos pra um motel''
>masoq
>''q..mas..q'' fiquei em shok
>''e quer saber, acho que logo logo vc terá uma madrasta''
>azideia do velho
>''mas pai...ela tem pau'' falei
>''po filhão''
>''mulher ja é bom, imagina com pau''
>o cara come um travesti e virá filósofo
>''pai, acho melhor vc sentar aqui pra gente conversar melhor sobre isso'' falei
>''eu bem que queria filho''
>''mas não vou consegui sentar por um bom tempo''
>mcq ele disse isso
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Quando comecei a tatuar não sabia ao certo como as pessoas reagiriam a dor, se iam chorar, desmaiar ou pedir pra parar.
Pois bem, estava num dia de estômago ruim mas cumprindo minha agenda e fui tatuar uma menina, fiz todos os traços da tatuagem, ok, cliente disse que doeu menos do que esperava, passamos pra pintura e ela começou a chorar, entrou em desespero e parecia uma sessão de tortura deixando assim seu funil descontrolado. Eu segurando uma bufa que naquele momento já estava condensada sinto subir um amargor no nariz, sei das minhas pregas e presumi que o pum veio dela, achei sacanagem não segurar já que eu tava segurando tanto tempo, o cheiro insuportável fiquei com vergonha de falar já que ela estava visivelmente envergonhada mas pra acabar com o climão resolvi liberar meu silencioso também afinal eu não ia cheirar o cu de ninguém sozinho, senti o demônio e todo seu enxofre saindo de mim e a alma bondoso do senhor Jesus voltando ao meu templo, a sala virou uma câmara de gás, continuo tatuando ela até hoje mas nunca falamos sobre isso, foi um affair entre nosso cu.