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Apego - Parte 1
O apego é um vínculo afetivo profundo e duradouro que se forma, inicialmente, entre o bebê e sua figura cuidadora, funcionando como uma base emocional a partir da qual a criança explora o mundo e regula suas emoções.

https://www.instagram.com/p/DKQLW1jyWEa/?img_index=5&igsh=bDExM3pvMnd5OTBo
Apego - Parte 2
Funções do apego: Mais do que uma simples necessidade de proximidade, o apego constitui um sistema comportamental e neurobiológico voltado à busca de proteção, segurança e conexão.

https://www.instagram.com/p/DKkv3FQSyF0/?igsh=aHEwZXB2dHVhcG95
Apego - Parte 3
A responsividade emocional do cuidador é um dos principais fatores que irá definir se a criança irá desenvolver um estilo de apego seguro ou inseguro.

https://www.instagram.com/p/DLDkq-sS6Sr/?img_index=7&igsh=ZWxjeXdsNzd6MGVl
Apego - Parte 4
John Bowlby foi o criador da teoria do apego, mas foi Mary Ainsworth que identificou três dos principais padrões de apego (seguro, ansioso e evitativo) e introduziu o conceito de "base segura".

https://www.instagram.com/p/DLYVXpDSCJn/?igsh=MXZncDJmMjB5NDRvdw==
Apego - Parte 5
Experimento Strange Situation: No estilo de apego seguro, a criança internaliza a percepção de que está segura na presença do cuidador.

https://www.instagram.com/p/DLcchTJMTYf/?img_index=3&igsh=aDUyZjZyaXRlYzJh
Apego - Parte 6
Experimento Strange Situation: No estilo de apego ansioso, a criança internaliza a percepção de que o cuidador é imprevisível e que seu amor pode ser retirado a qualquer momento.

https://www.instagram.com/p/DLno0B-Syvl/?igsh=MTZveXdzb21obnlxYw==
Apego - Parte 7
Experimento Strange Situation: No estilo de apego evitativo, a criança internaliza a percepção de que não pode contar com o cuidador e que expressar necessidades emocionais é inútil ou indesejado.

https://www.instagram.com/p/DL47rUPM4oo/?igsh=MW5oNzJueXhuZjF6Mw==
Apego - Parte 8
No final dos anos 1980, Mary Main identificou o estilo de apego desorganizado. Neste estilo de apego, a criança internaliza a percepção de que o cuidador é, ao mesmo tempo, fonte de conforto e de medo, o que gera confusão e desorientação emocional.

https://www.instagram.com/p/DMIfdsEspyl/?igsh=ZjJ1dWg5ZXdkcWZt
Apego - Parte 9
O conceito de base segura refere-se ao papel do cuidador como uma fonte de segurança e suporte emocional que permite à criança explorar o mundo com confiança.

https://www.instagram.com/p/DMaicozMQ9b/?igsh=aWl5MHQ0MHFkZGFv
Apego - Parte 10
Curta de animação "The Cord" (O Cordão): Quando a base não é segura, ao invés de apoiar o voo, ela o impede; ao invés de ser refúgio, é prisão.

https://www.instagram.com/reel/DMsVRUVi2lR/?igsh=MTVoeGprcnBrbDB4cw==
Apego - Parte 11
O temperamento da criança é um fator determinante no desenvolvimento do apego?

https://www.instagram.com/p/DNBIUVtMb8W/?img_index=13&igsh=bHdveG5qdDgxbTcw
Apego - Parte 12
É possível que uma criança que tenha pais inconsistentes ou rejeitadores desenvolva apego seguro?

https://www.instagram.com/p/DNWXpEchrxP/?igsh=cTZncnNtZXV1ZjA0
Apego - Parte 13
Uma criança que desenvolve um estilo de apego inseguro está fadada a manter esse estilo de apego por toda a vida?

https://www.instagram.com/p/DNrYGXe2F40/?igsh=MTQ5OWg2MjZ2ZjY1eQ==
Apego - Parte 14
Perfil típico de um adulto com apego inseguro.

https://www.instagram.com/p/DN9c4VSDGLr/?igsh=MWs4M3hrOTBnbHJh
Apego - Parte 15
Os subtipos do apego evitativo na vida adulta

https://www.instagram.com/p/DOUlGD3jFMY/?igsh=bTZwZHN2NTB2NWhz
Apego - Parte 16
Perfil típico de um adulto com apego evitativo-desdenhoso

https://www.instagram.com/p/DOzFaXTgUbA/?igsh=Nzd5MXRmbHplenIw
Apego - Parte 17
Perfil típico de um adulto com apego evitativo-amedrontado

https://www.instagram.com/p/DPTh18FEVqs/?igsh=dGFja2t6ZW8yMzZo
Apego - Parte 18
Perfil típico de um adulto com apego seguro.

https://www.instagram.com/p/DQKgI3YERMo/?igsh=MWJueXVua2RwNHdjdw==
Apego - Parte 19

O apego no sentido técnico é fundamental, interpessoal, relacional. Foi moldado evolutivamente, como estratégia de sobrevivência, para garantir a proximidade com uma figura protetora — tipicamente a mãe — nos primeiros anos de vida. Portanto, supõe a existência de um outro ser humano responsivo, alguém que possa perceber sinais emocionais e responder a eles de forma reguladora.

Os estilos de apego, consequentemente, não se aplicam às relações com objetos, ideias, instituições, crenças ou mesmo animais de estimação, porque não há nesses casos uma reciprocidade emocional humana e muito menos um sistema de regulação afetiva bidirecional.

https://www.instagram.com/reel/DSa8x3qkZup/?igsh=bGZqanhvOTdzOHJu