Forwarded from O MENSAGEIRO (⚚☉ O MENSAGEIRO ☉⚚)
Confie em seu coração
Pois ele permanece verdadeiro
Quando tudo parecer te iludir
Então você saberá o que vive
Dentro de ti
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Os homens mais livres e superiores criam os próprios objetivos e sentidos
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Scientia☀️
Os homens mais livres e superiores criam os próprios objetivos e sentidos
Os superiores criam a partir do "eu", os ignorantes não criam, eles copiam. mesmo que digam que criaram
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Five o'clock tea - Julius Evola
(Rome, 19 May 1898 - Rome, 11 June 1974), 1917. (1181x1246)
@scientiaca
(Rome, 19 May 1898 - Rome, 11 June 1974), 1917. (1181x1246)
@scientiaca
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Forwarded from Berserker Bostileiro
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Mas, fomos na verdade jovens? Hoje penso que éramos mais velhos do que agora, anciões de séculos reencarnados, com uma sabedoria que os anos vão apagando.
Estávamos mais puros. E para que Jasão não perdesse essa pureza, nesta difícil Ronda, neste Círculo, os Deuses, que lhe amavam, o levaram consigo, para trazer-lhe de volta algum dia na nova Idade Dourada, com Saturno e Rea. Ele mesmo o disse, ao morrer, ferido com uma bala em uma rua da antiga Santiago: “Quem ri agora, os de aqui ou os de lá? ” Sim, os de lá.
– Miguel Serrano
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Forwarded from Hexis Aristokratika
Maré sonâmbula
Lá
vem
ondas
além-mar:
na escuridão
do vazio que rasga o céu
ecoam no tempo
ondas que
vem-vão
vão...
Lá
vem
ondas
além-mar:
na escuridão
do vazio que rasga o céu
ecoam no tempo
ondas que
vem-vão
vão...
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Forwarded from Portal Ibis
Wall painting: Perseus and Andromeda in landscape, from the imperial villa at Boscotrecase, Roman, last decade of the 1st century BCE, The Metropolitan Museum
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À luz dessas passagens, temos a impressão de que a individualidade — aquilo que distingue um homem do outro — diz respeito ao corpo e à alma irracional, enquanto a alma racional ou o espírito é divino e impessoal. Um homem gosta de ostras, e outro, de abacaxis; isso os diferencia. Quando, porém, pensam na tabuada de multiplicar, não há entre eles diferença alguma, contanto que pensem corretamente. O irracional nos separa, o racional nos une.
Por conseguinte, a imortalidade do espírito ou da razão não é uma imortalidade pessoal de cada um, mas uma participação na imortalidade de Deus. Não parece que Aristóteles acreditasse numa imortalidade pessoal no sentido pleno. Tudo o que ele afirmava era que os homens, na medida em que racionais, participam do divino, que é imortal. Cabe aos homens aumentar o elemento divino em sua natureza, e fazê-lo é a mais elevada de todas as virtudes. No entanto, se isso se realizasse por completo, cada qual deixaria de existir como pessoa isolada.
– Bertrand russell
👍5
O "perdedor por princípio" (principled loser), é filho das teologias pós-folclóricas. Cristianismo, platonismo, várias vertentes do hinduísmo pós-védico, etc.
Todas dizem alguma versão de "nós não somos deste mundo": o eu verdadeiro, o eu superior, esse pertence ao reino da transcendência.
"De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?" (Marcos 8:36)
Não. Ganhe o mundo ou morra na tentativa. Do contrário, será julgado como covarde e entregue à serpente devoradora.
"É melhor sofrer uma injustiça do que cometê-la." (Platão, Górgias)
Não. Seus inimigos estão fora de toda moralidade. Você não lhes deve nada.
As teologias folclóricas (folkish theologies), exigem vitória neste mundo. Perder é um fracasso moral. Perder por princípio é simplesmente perder. Porque o folclórico (folkish), não tem consideração por princípios. Apenas por tabus.
– Texto traduzido de: @folkishworldview
Todas dizem alguma versão de "nós não somos deste mundo": o eu verdadeiro, o eu superior, esse pertence ao reino da transcendência.
"De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?" (Marcos 8:36)
Não. Ganhe o mundo ou morra na tentativa. Do contrário, será julgado como covarde e entregue à serpente devoradora.
"É melhor sofrer uma injustiça do que cometê-la." (Platão, Górgias)
Não. Seus inimigos estão fora de toda moralidade. Você não lhes deve nada.
As teologias folclóricas (folkish theologies), exigem vitória neste mundo. Perder é um fracasso moral. Perder por princípio é simplesmente perder. Porque o folclórico (folkish), não tem consideração por princípios. Apenas por tabus.
– Texto traduzido de: @folkishworldview
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Forwarded from Hexis Aristokratika
"A grandeza nunca é em vão. As virtudes conquistadas através da dor e do sacrifício são mais fortes que o ódio e a morte. Como o sol que nasce das noites profundas, mais cedo ou mais tarde elas brilharão."
~ Leon Degrelle
~ Leon Degrelle
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Forwarded from Instituto Baldur
Lançamos um artigo pancada sobre poder, com 20 horas de live (as principais sobre poder) do Newman disponível.
Agradecimentos especiais ao Spayk Cezár do @scientiaca pela ótima introdução!
https://open.substack.com/pub/institutobaldur/p/poder-tecnotenentismo-esoterico?r=4jc4dz&utm_campaign=post&utm_medium=web&showWelcomeOnShare=true
Agradecimentos especiais ao Spayk Cezár do @scientiaca pela ótima introdução!
https://open.substack.com/pub/institutobaldur/p/poder-tecnotenentismo-esoterico?r=4jc4dz&utm_campaign=post&utm_medium=web&showWelcomeOnShare=true
– A tradição de decorar a árvore de Natal tem raízes antigas em festas "pagãs" do inverno na Europa setentrional. Povos germânicos, nórdicos e bálticos adornavam árvores perenes, especialmente pinheiros, como símbolo da vitalidade da natureza durante o rigoroso inverno, representando a continuidade da vida, a fertilidade e a esperança pela renovação na primavera.
Esses ramos ou árvores também serviam para afastar espíritos malignos e celebrar o solstício de inverno.
No século XVI, na Alemanha (particularmente nas regiões da Alsácia e Livônia), surgiu o hábito de trazer árvores inteiras para o interior das residências, enfeitando-as com maçãs, nozes, doces, rosas de papel e velas, que proporcionavam iluminação e um ambiente festivo. 🎄
Esses ramos ou árvores também serviam para afastar espíritos malignos e celebrar o solstício de inverno.
No século XVI, na Alemanha (particularmente nas regiões da Alsácia e Livônia), surgiu o hábito de trazer árvores inteiras para o interior das residências, enfeitando-as com maçãs, nozes, doces, rosas de papel e velas, que proporcionavam iluminação e um ambiente festivo. 🎄
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