Forwarded from Berserker Bostileiro
This media is not supported in your browser
VIEW IN TELEGRAM
He who cannot obey himself will be commanded
🔥6
Forwarded from Bruno
só fraco teme a dor. um guerreiro hyperboreo sabe que isso é só um joguinho (e não tem nada mais divertido que ser O MELHOR nesse jogo)
🔥6⚡3
Death approaches! We are all mortal again! Now we can say ‘yes’ to death, but never again ‘no’. Now, we must make our farewells: to each other, to the sun and moon, trees and sky, earth and rock, the landscape of our long waking-dream.
Zardoz
@scientiaca
⚡8😢1
Gnose pra vocês
É levemente nojento mas quem quer gnose tem que trabalhar né
Já ouviram a historia do descobrimento do fósforo?
Um alquimista acreditava que através da 'urina de homens bêbados' poderia extrair a substância que seria a chave para a criação da pedra filosofal. Esse é mais um caso onde a ideia foi interpretada ao pé da letra e onde a química se misturou com a alquimia e desse processo surgiu o fósforo. Mas essa não é a questão, o ponto aqui é essa ideia de como a pedra filosofal poderia surgir da 'urina de um homem bêbado'.
Uma das chaves interpretativas pra decifrar esse mistério está na etimologia da palavra urina, que é explicada pela raiz ur, que em caldeu designa fogo (latin urere, para queimar). Portanto a urina tem uma relação com o fogo.
Sobre essa mesma raiz [ur], fica bem fácil entender certos anagramas da alquimia como 'ur inferioris naturae' e o motivo da "sociedade secreta" que o evola fazia parte se chamar "Grupo Ur".
A outra chave interpretativa está nessa embriaguez, do qual a urina é um produto, que alude a um estado de entusiasmo, de exaltação, ou de êxtase
Agora fica mais fácil entender o mistério. Quando se diz que a pedra filosofal pode ser extraída da 'urina de um homem bêbado', está se dizendo que ela pode ser extraída de 'um "fogo" que é produto de um estado de êxtase e exaltação'.
Pra quem tem mais conhecimento já sabe oque esse êxtase significa. Mas pra quem não sabe, posso dizer que esse êxtase é o objetivo de quase todas as praticas espirituais. Pessoas dançam por horas, fazem Orgias, ou até usam certas substâncias para chegar nesse "êxtase religioso". É através desse estado que certas habilidades espirituais se manifestam, digamos assim.
Fonte: Evola. (Vou mandar nos comentários)
Mas é isso, fiquem com a gnose de hoje
@scientiaca
É levemente nojento mas quem quer gnose tem que trabalhar né
Já ouviram a historia do descobrimento do fósforo?
Um alquimista acreditava que através da 'urina de homens bêbados' poderia extrair a substância que seria a chave para a criação da pedra filosofal. Esse é mais um caso onde a ideia foi interpretada ao pé da letra e onde a química se misturou com a alquimia e desse processo surgiu o fósforo. Mas essa não é a questão, o ponto aqui é essa ideia de como a pedra filosofal poderia surgir da 'urina de um homem bêbado'.
Uma das chaves interpretativas pra decifrar esse mistério está na etimologia da palavra urina, que é explicada pela raiz ur, que em caldeu designa fogo (latin urere, para queimar). Portanto a urina tem uma relação com o fogo.
Sobre essa mesma raiz [ur], fica bem fácil entender certos anagramas da alquimia como 'ur inferioris naturae' e o motivo da "sociedade secreta" que o evola fazia parte se chamar "Grupo Ur".
A outra chave interpretativa está nessa embriaguez, do qual a urina é um produto, que alude a um estado de entusiasmo, de exaltação, ou de êxtase
Agora fica mais fácil entender o mistério. Quando se diz que a pedra filosofal pode ser extraída da 'urina de um homem bêbado', está se dizendo que ela pode ser extraída de 'um "fogo" que é produto de um estado de êxtase e exaltação'.
Pra quem tem mais conhecimento já sabe oque esse êxtase significa. Mas pra quem não sabe, posso dizer que esse êxtase é o objetivo de quase todas as praticas espirituais. Pessoas dançam por horas, fazem Orgias, ou até usam certas substâncias para chegar nesse "êxtase religioso". É através desse estado que certas habilidades espirituais se manifestam, digamos assim.
Fonte: Evola. (Vou mandar nos comentários)
Mas é isso, fiquem com a gnose de hoje
@scientiaca
🔥14
Forwarded from O MENSAGEIRO (⚚☉ 𝐆𝐇𝐎𝐒𝐓 ʘ𝐅 𝐍𝐀𝐕𝐈𝐆𝐀𝐓𝐎𝐑 ☉⚚)
Da minha torre eu devo mergulhar
Deixando a segurança para trás
Deixá-la cair e queimar
Deixe minhas ilusões morrerem
Mantos e asas em chamas
Caindo livre do céu
Você vai me capturar?
Ou vai me deixar morrer?
Da minha torre eu devo mergulhar
Deixando a segurança para trás
Deixá-la cair e queimar
Deixe minhas ilusões morrerem
Mantos e asas em chamas
Caindo livre do céu
Você vai me capturar?
Ou eu posso voar?
~Aleah starbridge
🔥6
YearProgress
▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓▓░░░░ 80%
O ano está acabando. Para os que não conseguiram conquistar muito até agora, comecem a agir. Não deixem pra fazer em janeiro oque vocês podem fazer agora.
👍12
Forwarded from Logos & Samadhi - Platonic Buddhism
Across Greece, India, and Tibet, one idea keeps returning like an echo throughout time and history: awakening is not an attainment, but a recollection.
Plato called it anamnesis — the soul recalling what it once beheld before birth. The Buddha spoke of smṛti — the remembrance of Reality as it is and the clarity of mind itself. In Dzogchen, smṛti becomes rigpa: awareness recollecting its own face, like meeting an old friend.
This short essay is about that act of remembrance — how it appears in philosophy, meditation, and in modern science. It brings together Plato, early Buddhism, Dzogchen, and the emerging work of Daniel Siegel and John Vervaeke, who are trying, in their own ways, to speak of consciousness as something that can find integration and meaning in recollecting its innate openness.
If there’s a thread of meaning through all this, it is simple: we are not broken things trying to become whole — we are wholeness that has forgotten itself.
Awakening is the Remembrance of what was never lost.
https://odysseusbourniasvarotsis.substack.com/p/awakening-as-remembrance
Plato called it anamnesis — the soul recalling what it once beheld before birth. The Buddha spoke of smṛti — the remembrance of Reality as it is and the clarity of mind itself. In Dzogchen, smṛti becomes rigpa: awareness recollecting its own face, like meeting an old friend.
This short essay is about that act of remembrance — how it appears in philosophy, meditation, and in modern science. It brings together Plato, early Buddhism, Dzogchen, and the emerging work of Daniel Siegel and John Vervaeke, who are trying, in their own ways, to speak of consciousness as something that can find integration and meaning in recollecting its innate openness.
If there’s a thread of meaning through all this, it is simple: we are not broken things trying to become whole — we are wholeness that has forgotten itself.
Awakening is the Remembrance of what was never lost.
https://odysseusbourniasvarotsis.substack.com/p/awakening-as-remembrance
Substack
Awakening as Remembrance
Bridging Platonic Anamnesis, Buddhist Mindfulness, and the Science of Consciousness
Não gosto de funk, mas acho que vocês, especialmente os que almejam grandes coisas, deviam ter menos rejeições pavlovianas dentro de si. Como que um dos ""estilos musicais"" mais luxuriosos que existe vai contra a vida?
Vocês conseguem conceber que
Mesmo nas coisas que vocês
Consideram extremamente
Feias, existe uma beleza?
Conseguem ver essa
Risada que flutua?
Ou esse caos
Que dança
E brinca
Sobre
Tudo
Que
Há
?
Mesmo nas coisas que vocês
Consideram extremamente
Feias, existe uma beleza?
Conseguem ver essa
Risada que flutua?
Ou esse caos
Que dança
E brinca
Sobre
Tudo
Que
Há
?
🔥10🤔2
"Na vastidão do deserto, cada grão de areia sussurra segredos de um tempo sem fim, onde o coração do viajante encontra a verdade na solidão. A jornada não é apenas para chegar, mas para se perder e, assim, descobrir a alma que dança entre as estrelas."
— Adaptação inspirada em O Alquimista, de Paulo Coelho.
❤6