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Pelo conhecimento, além do bem e mal.

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Imagine olhar para isso e pensar que é "ruim, maligno e precisa ser derrubado". Nossas crenças, nossa cultura, nossos costumes foram, são e sempre serão belos. É por isso que, apesar da propaganda dos revisionistas da era axial, o Reavivamento Pagão é inevitável. Como já foi, assim será novamente!

Texto traduzido de: https://t.me/Pagan_Revivalism
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Alguém que eu amei uma vez me deu uma caixa cheia de escuridão. Levei anos para entender que isso também era um presente.

#Citações
Maria Oliver
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O Budismo é essencialmente aristocrático.
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“Parece como se em todos os níveis vivêssemos, cada vez mais, uma vida desprovida de substância. Se consome cerveja sem álcool, carne sem gordura, café sem cafeína e, eventualmente, sexo virtual… sem sexo”.

Slavoj Zizek - #Citações
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O que é a noite de Kupala ? 🍃

é uma das festas mais antigas e místicas da tradição eslava.
Celebrada entre os dias 6 e 7 de julho (ou no solstício de verão, entre 21 e 24 de junho), essa noite é repleta de símbolos, rituais ancestrais e magia natural.

Mas o que ela celebra?

- A noite de kupala honra os elementos da naturezaágua, fogo, terra e ar — e marca a fertilidade, a renovação e o amor. É uma noite em que o espírito da natureza e do romance está no ar.
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🔥 Principais rituais:

• as pessoas pulam fogueiras para se purificar e afastar o mal.

• Jovens solteiras lançam grinaldas de flores nos rios, acreditando que se ela for resgatada por alguém, isso indica um futuro casamento.

• Casais vão juntos à floresta buscar a mítica flor de samambaia, que segundo a tradição só floresce nessa noite e traz sorte, sabedoria e iluminação espiritual.

• Também há banhos em rios, danças circulares, cantos e festas sob a lua.

É uma celebração do amor, da juventude e da natureza viva

🍃 Kupala é, acima de tudo, uma noite mágica — onde o invisível toca o visível, e o sagrado pulsa na terra, na água e no coração.
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O que causa estupor na religiosidade dos antigos gregos é a exuberante gratidão que exala da mesma. Um homem que ocupa uma tal posição frente à natureza e à vida pertence a uma espécie realmente muito aristocrática!! Mais tarde, quando a plebe, também na Grécia, tornou-se preponderante, o temor invadiu também a religião, e o Cristianismo começou a preparar-se."


~ nietzsche, além do bem e do mal
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Forwarded from Biblioteca Gnomo 🍄
O Erro Espírita (René Guénon).pdf
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O Erro Espírita - René Guénon
@livrosgnomo
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Forwarded from Sombra do Louco
"Mesmo ao reivindicar ser o Criador do universo e da humanidade, Yahweh permanece um deus nacionalista e chauvinista; essa é a base para a dissonância entre tribalismo e universalismo que tem gerado a 'questão judaica' ao longo dos tempos. De fato, a concepção judaica de Yahweh reflete o processo histórico, pois, no desenvolvimento do yahwismo, não foi o Criador do Universo que se tornou o deus de Israel, mas sim o deus de Israel que se tornou o Criador do Universo. Assim, para os judeus, Yahweh é primariamente o deus dos judeus e, secundariamente, o Criador do Universo; enquanto os cristãos, enganados pela narrativa bíblica, veem as coisas de forma invertida."


― Laurent Guyénot, From Yahweh to Zion
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É noite: falam agora mais alto todas as fontes que jorram. É também minha alma uma fonte que jorra.
É noite: despertam somente agora todos os cantos dos que amam. E também minha alma é o canto de alguem que ama.
Há em mim algo insaciado, insaciável, que deseja se pronunciar. Uma ânsia de amor se acha em mim, e ela mesma fala a linguagem do amor.
Luz eu sou: ah, quisera que fosse noite! Mas esta é minha solidão: estar cingido de luz.
Ah, quisera eu fosse escuro e noturnal! Como desejaria sugar do peito da luz!
E ainda desejaria vos abençoar, pequenos lumes estelares e vaga-lumes lá no alto! - e ser venturoso por vossas dádivas de luz.
Mas eu vivo em minha luz própria, Sorvo de volta em mim as chamas que de mim saem.
Não conheço a felicidade de quem recebe; e muitas vezes sonhei que roubar será mais venturoso que receber.
Esta é a minha pobreza: que a minha mão jamais descansa de presentear; esta é a minha inveja: ver olhos expectantes e as iluminadas noites do anseio.
Ó desventura dos dadivosos! Ó escurecer do meu sol! Ó ânsia de ansiar! Ó fome na saciedade!
Eles recebem de mim: mas ainda toco sua alma? Há um abismo entre dar e receber; e o menor abismo é o ultimo a se transpor.
Uma fome nasce da minha beleza: gostaria de magoar aqueles que ilumino, de assaltar os que presenteio: - assim tenho fome de maldade.
Retirar a mão quando uma mão já se estende pra ela; semelhante à cachoeira, que ainda na queda hesita, - assim tenho fome de maldade.
Tal vingança medita em minha plenitude, tal perfídia brota de minha solidão.
Minha ventura ao presentear morreu ao presentear, minha virtude cansou-se de si mesma em seu excesso!
Aquele que costuma presentear, seu perigo é perder o pudor; aquele que costuma repartir, sua mão e seu coração tem calos de repartir.
Meu olho já não lacrimeja ante ao pudor dos que pedem; minha mão tornou-se dura demais para sentir o tremor das mãos cheias.
Para onde foram as lágrimas de meus olhos e a penugem de meu coração? Ó solidão dos dadivosos! Ó silêncio dos luminosos!
Muitos sóis circulam nos espaços ermos: para tudo que é escuro falam com sua luz - para mim silenciam.
Oh, esta é a hostilidade da luz ao luminoso: impiedosa percorre ela suas órbitas.
Injusto para com o luminoso no mais fundo de seu coração, frio para com os sóis - assim anda cada sol.
Como uma tempestade voam os sóis em suas órbitas, seguem sua vontade inexorável: esta é a sua frieza.
Ó seres escuros, noturnais, somente vós retirais calor do que é luminoso! Somente vós bebeis bálsamo e leite dos úberes da luz!
Ah, há gelo ao meu redor, minha mão se queima ao tocar no gelado! Ah, há sede em mim, e ela arde por vossa sede!
É noite: ah, que eu tenha de ser luz! E sede do que é noturno! E solidão!
É noite: como uma nascente agora irrompe meu anseio - falar é meu anseio.
É noite: falam agora mais alto todas as fontes que jorram. E também minha alma é uma fonte que jorra.
É noite: despertam somente agora todos os cantos dos que amam. E também minha alma é o canto de alguém que ama.

Assim falou Zarathustra


Assim falou Zarathustra; O Canto Noturno (capítulo completo); Nietzsche

@scientiaca
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Forwarded from Instituto Baldur
Não sou ovelha
para ter pastor
Nem escravo
para ter senhor
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Forwarded from Celtic Europe
The Heunischenburg hillfort, near Kronach, in Bavaria, Germany; 10th to 9th centuries B.C. 🇩🇪

Heunischenburg is believed to have controlled an important copper and tin trade route. It displays late Mycenaean influences and is the oldest known & archaeologically investigated stone fortification north of the Alps. The fort/settlement was built by the people of the “Urnfield Culture” that dominated Central and Western Europe at the time, ancestral to the Gauls.

Celtic Europe - channel link (please share!): https://t.me/CelticEurope
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A vitória sobre si mesmo é maior que a vitória sobre mil homens em mil batalhas. O verdadeiro vitorioso é aquele que conquista a si próprio.


Buda; Dhammapada; verso 103

@scientiaca
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Sófocles aprovou um decreto para banir todos os filósofos da Ática. E Filo, amigo de Aristóteles, escreveu um discurso contra ele; e os romanos, que são em todos os aspectos os melhores homens, baniram todos os sofistas de Roma, sob a alegação de que corrompiam a juventude da cidade... E Anaxipo, o poeta cômico, declara sua loucura em seu Homem Atingido por um Raio, falando assim:

Ai, você é um filósofo; mas eu
Acho que os filósofos são apenas sábios.
Em discutir sobre palavras; em ações, eles são,
Até onde posso ver, completamente tolos.


Ateneu de Náucratis
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Forwarded from Sombra do Louco
Em muitas tradições do mundo antigo, a mulher que surge diante do guerreiro não é apenas uma amante ou figura de ternura: ela é a guardiã de um segredo. Ela é a Soror Mystica, a companheira velada do alquimista; é a Shakti que desperta Shiva, a Musa celeste dos trovadores, a Yogini de olhos ocultos que conduz o iniciado por entre véus e abismos.

Na tradição celta, esse arquétipo se manifesta de forma límpida: são mulheres sobrenaturais que aparecem à beira dos mundos - nos lagos, nas florestas, nos sonhos - para conduzir o herói às ilhas além da morte. Essas ilhas não pertencem ao tempo nem ao espaço: são símbolos do Centro, onde a alma pode reencontrar sua inteireza perdida. Em Tír na nÓg, Niamh chama Oisín; em Avalon, Morgan recolhe Arthur. Em ambos os casos, é o feminino que conduz - não para um repouso terreno, mas para uma permanência espiritual, para uma forma de imortalidade que só se alcança através da união com o eterno feminino.
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Baphomet é uma figura simbólica cercada de mistério e interpretações diversas ao longo da história.
Ele é mais conhecido pela imagem popularizada no século XIX por Éliphas Lévi. um ser com corpo humano, cabeça de cabra, asas, e elementos masculinos e femininos, sentado com um gesto de bênção e o símbolo do pentagrama na testa.
A origem do nome é incerta — alguns associam ao termo Mahomet (Maomé) deturpado na Idade Média, outros a um criptograma usado por templários. No julgamento da Ordem dos Templários no século XIV, eles foram acusados de adorar uma cabeça misteriosa chamada “Baphomet”, o que alimentou lendas posteriores.
No ocultismo moderno,
especialmente no hermetismo e na magia cerimonial, o Baphomet não representa o “diabo” cristão, mas a um símbolo dos opostos: luz e sombra, masculino e feminino, espiritual e material. É um arquétipo do equilíbrio universal e da transformação interna.
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Scientia☀️
Baphomet é uma figura simbólica cercada de mistério e interpretações diversas ao longo da história. Ele é mais conhecido pela imagem popularizada no século XIX por Éliphas Lévi. um ser com corpo humano, cabeça de cabra, asas, e elementos masculinos e femininos…
O bode na frontispício carrega o sinal do pentagrama na testa, com uma ponta voltada para cima, símbolo da luz; suas duas mãos formam o sinal do hermetismo, uma apontando para a lua branca de Chesed, a outra para a lua negra de Geburah. Este sinal expressa a perfeita harmonia entre a misericórdia e a justiça. Um de seus braços é feminino, o outro masculino... A chama da inteligência que brilha entre seus chifres é a luz mágica do equilíbrio universal... A humanidade é representada pelos dois seios e pelos braços andróginos desta esfinge das ciências ocultas

— Éliphas Lévi, Dogme et Rituel de la Haute Magie (1856)
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Forwarded from Aevum Aquarii
O verdadeiro sentido das religiões originais era Apoteose. Siddharta Gautama não queria formar budistas, ele queria formar Budas. Shiva não veio para gerar shaivas, mas sim Devas. As escolas de mistério na Grécia não queriam ser simples adoradores, servos de forças maiores, não, elas queriam formar deuses e deusas. Esse é o processo alquímico primordial, a lapidação da pedra filosofal.

Diferente do que dizem várias acusações, as religiões de matriz afro possuem um extremo conhecimento esotérico, e um caminho apoteótico claro. O objetivo do candomblé, da umbanda e da kimbanda é a Apoteose, tornar-se Egun-egun, e, depois de trilhar o caminho diversas vezes nesse e em outros mundos, tornar-se oriṣá. Oriṣá é força da natureza sim, mas forças correlatas a homens e mulheres que passaram por um caminho apoteótico e hoje são puramente divinos.
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