Estilo é a resposta a tudo,
Uma maneira nova de abordar algo chato ou perigoso,
Fazer algo chato com estilo é preferível a fazer algo perigoso sem,
Fazer algo perigoso com estilo é o quê eu chamo de arte.
Touradas podem ser uma arte,
Boxe pode ser uma arte,
Amar pode ser uma arte,
Abrir uma lata de sardinhas pode ser uma arte.
Não são muitos que tem estilo.
Não são muitos que podem sustentar estilo.
Eu já vi cachorros com mais estilo que homens,
apesar que não muitos cachorros tem estilo.
Gatos o tem em abundância.
Quando Hemingway espalhou seus miolos na parede com uma espingarda,
aquilo foi estilo.
Ou às vezes as pessoas te dão estilo
Joana D’Arc tinha estilo,
João Batista,
Cristo,
Sócrates,
César,
García Lorca.
Eu conheci homens na cadeia com estilo.
Eu conheci mais homens na cadeia com estilo que fora dela.
Estilo é a diferença, uma maneira de fazer, uma maneira de ser feito.
Seis garças de pé quietas numa lagoa,
ou você saindo do banheiro, nua, sem me ver.
~ Estilo - Charles Bukowski
Uma maneira nova de abordar algo chato ou perigoso,
Fazer algo chato com estilo é preferível a fazer algo perigoso sem,
Fazer algo perigoso com estilo é o quê eu chamo de arte.
Touradas podem ser uma arte,
Boxe pode ser uma arte,
Amar pode ser uma arte,
Abrir uma lata de sardinhas pode ser uma arte.
Não são muitos que tem estilo.
Não são muitos que podem sustentar estilo.
Eu já vi cachorros com mais estilo que homens,
apesar que não muitos cachorros tem estilo.
Gatos o tem em abundância.
Quando Hemingway espalhou seus miolos na parede com uma espingarda,
aquilo foi estilo.
Ou às vezes as pessoas te dão estilo
Joana D’Arc tinha estilo,
João Batista,
Cristo,
Sócrates,
César,
García Lorca.
Eu conheci homens na cadeia com estilo.
Eu conheci mais homens na cadeia com estilo que fora dela.
Estilo é a diferença, uma maneira de fazer, uma maneira de ser feito.
Seis garças de pé quietas numa lagoa,
ou você saindo do banheiro, nua, sem me ver.
~ Estilo - Charles Bukowski
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Casal Divino Sentado sobre uma Flor de Lótus
"Uma gigantesca flor de lótus de mil pétalas proporciona um ambiente íntimo para os amantes. Eles se sentam sobre a vagem de outra flor de lótus totalmente desabrochada, o que indica sua natureza transcendente, elevando-os do lodo da terra.
Retratado com o rosto voltado para a frente, todo de branco, a divindade masculina de quatro braços tem o terceiro olho onividente na testa e segura apenas um manuscrito. A deusa vermelha em seu colo segura uma flor de lótus em uma das mãos, o que comunica sua natureza benigna e pacífica. Na parte inferior, há oferendas de flores, incenso, lamparinas a óleo e taças adornadas com joias contendo água pura ou licor."
Início do século XIX, Estilo Kangra. Região de Pahari, Norte da Índia
[De: Museu de Arte de Claveland]
"Uma gigantesca flor de lótus de mil pétalas proporciona um ambiente íntimo para os amantes. Eles se sentam sobre a vagem de outra flor de lótus totalmente desabrochada, o que indica sua natureza transcendente, elevando-os do lodo da terra.
Retratado com o rosto voltado para a frente, todo de branco, a divindade masculina de quatro braços tem o terceiro olho onividente na testa e segura apenas um manuscrito. A deusa vermelha em seu colo segura uma flor de lótus em uma das mãos, o que comunica sua natureza benigna e pacífica. Na parte inferior, há oferendas de flores, incenso, lamparinas a óleo e taças adornadas com joias contendo água pura ou licor."
Início do século XIX, Estilo Kangra. Região de Pahari, Norte da Índia
[De: Museu de Arte de Claveland]
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Forwarded from Sombra do Louco
Nos tempos mais remotos, a profunda ligação com o mundo natural criava uma ecologia de metáforas; todas as coisas eram vistas como relacionadas. O mundo natural e seus padrões mutáveis de mudança não eram mais do que uma extensão dos processos que criaram os próprios seres humanos. Era um tempo em que nossos antepassados pagãos caminhavam, corriam, cresciam, amavam e morriam como parte da sinfonia completa da vida.
Todas as coisas estavam vivas. Não havia divisão entre o sagrado e o profano. Toda a vida era espiritual. Nossas mitologias indígenas, com seus Deuses arquetípicos, uniam o homem à natureza e às leis universais às quais estamos eternamente sujeitos. A natureza refletia o povo e o povo refletia a natureza, e os dois participavam de uma existência onde não havia separação nítida entre eles.
Traduzido de Temple of Wotan, Ron McVan
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O artista simbolista Odilon Redon tem algo de diferente dos outros. Suas pinturas não se preocupam com a forma fria em si, mas sim com os sentimentos que elas transmitem. Elas tem uma sutileza e beleza que te carregam para dentro delas. Cada pintura dele, diferente das de muitos artistas, parece ter vida e movimento. Este estilo onírico das obras dele são, ao meu ver, alusões a certas percepções que se pode ter em estados de consciência alterados, onde muitas vezes a beleza e sutileza do mundo se tornam mais visíveis em contraponto ao caos da vida moderna.
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Esta pintura por exemplo (O Buda, 1904), em que Buda (no caso Siddharta) está no centro, sentado abaixo de uma árvore, já que segundo as historias, foi sentado sob a árvore Bodhi, que tem o mesmo significado que a árvore da vida (oque por si já é altamente simbólico), que ele alcançou a iluminação. Na pintura, há muita luz, e Buda parece estar se dissolvendo nela, se tornando um com ela. Há também muitas flores, todas elas estão abertas simbolizando o despertar e vitória suprema sobre si mesmo que ele alcançou, além de aludirem a beleza, paz e completude desse momento em si. Se você mantiver sua mente silenciosa e olhar para essa pintura, você quase consegue sentir oque ele (Buda) sentiu, está é, na minha visão, a magia das obras do Redon.
🔥7
Forwarded from Instituto Baldur
Se você se coloca contra a vida e a natureza, você perderá amigos, sofrerá com depressão, não terá nada e será triste. Isto não é uma ameaça ou maldição, apenas uma constatação da realidade feita anteriormente pelo Newman e agora relembrada por nós.
Essa é a consequência de negar a realidade concreta em que você está inserido em favor de um suposto reino abstrato fora deste mundo, em favor de um futuro que nunca chega. De "negar a si mesmo", de vilificar os próprios instintos como "pecaminosos", de considerar que o mundo "jaz no maligno", de basear sua crença metafísica no medo e na culpa, de participar de seitas que se aproveitam destes mesmos sentimentos.
Não seja amargo nem ressentido, ame a vida e a natureza 🌞
Essa é a consequência de negar a realidade concreta em que você está inserido em favor de um suposto reino abstrato fora deste mundo, em favor de um futuro que nunca chega. De "negar a si mesmo", de vilificar os próprios instintos como "pecaminosos", de considerar que o mundo "jaz no maligno", de basear sua crença metafísica no medo e na culpa, de participar de seitas que se aproveitam destes mesmos sentimentos.
Não seja amargo nem ressentido, ame a vida e a natureza 🌞
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A lei do silêncio sempre foi mantida pelos filósofos. Nos escritos dos antigos mestres do Egito nós encontramos descrições e exposições dos ensinamentos, mas eles eram sempre silenciosos sobre a sua prática. Em seus próprios escritos, os hermetistas os faziam para ninguém além de seus iniciados: "Eles escreveram apenas para aqueles que foram iniciados em seus mistérios e por causa disso eles intencionalmente encheram seus livros com enigmas e contradições". "Onde eu pareço ter falado mais claramente e abertamente sobre a nossa ciência" diz Geber, "foi onde eu falei mais obscuramente e onde eu a escondi. . . . Eu declaro que nem os filósofos que me precederam, nem mesmo eu, escrevi para outros, mas sim apenas para nós mesmos e nossos sucessores"
Julius Evola, A Tradição Hermética, Silêncio e a Tradição (50), §1
@scientiaca
🔥6
Scientia☀️
A lei do silêncio sempre foi mantida pelos filósofos. Nos escritos dos antigos mestres do Egito nós encontramos descrições e exposições dos ensinamentos, mas eles eram sempre silenciosos sobre a sua prática. Em seus próprios escritos, os hermetistas os faziam…
Sobre tudo isso, nós temos que reconhecer que o "segredo" não tem nada a ver com exclusividade ou proibição de falar, mas sim com não ser capaz de falar, além de previnir a inevitável incompreensão daqueles que profanariam ou distorceriam os ensinamentos. Desde que a técnica alquímica, em realidade, consiste de uma arte feita possível por poderes elevados manipulados por estados superiores e inumanos de consciência, é natural declarar que o segredo da Grande Obra não pode ser transmitida, mas é privilégio dos iniciados, aqueles que pela virtude de suas próprias experiências, podem sozinhos entender oque está escondido por de trás dos jargões e simbolismos dos textos técnicos. Para os profanos o único conselho é estar preparado e rezar, na esperança de que através de alguma iluminação espontânea seus olhos possam ao menos ser abertos. [...]
Julius Evola, A Tradição Hermética, Silêncio e a Tradição (50), §4
@scientiaca
🔥6
As cigarras e sapos cantam, o tempo nublado e frio cobrem o ambiente, tudo tem vida, e nele eu não estou sozinho
Nele eu não me sinto só em minha solenidade.
Se tivesse pessoas aqui, menos acompanhado me sentiria, e sem minha mãe natural eu também estaria só
(Imagem ilustrativa)
@scientiaca
Nele eu não me sinto só em minha solenidade.
Se tivesse pessoas aqui, menos acompanhado me sentiria, e sem minha mãe natural eu também estaria só
(Imagem ilustrativa)
@scientiaca
❤3
Os alquimistas gregos possuem um termo técnico que expressa o poder do "aço", que é ios. E iosis, portanto, é o resultado da ação do ios. O ios por si tem o mesmo sentido que virus, e iosis é o estado de virulência, entendido como uma propriedade específica e ativa que, em certos metais, leva a oxidação. Por outro lado, oxidação é geralmente acompanhada por um ferrugem nos metais, e a cor avermelhada do ferrugem provê uma alusão para a natureza viril e solar se manifestando no metal. Esse é o motivo pelo qual iosis tem sido definido em um sentido de "purificação" via "separação", oque significa uma energia que recupera seus poderes originais se separando das amálgamas corpóreas. O aspecto violento de uma força transcendental que emerge no momento da separação é dado pelo poder do "veneno" ou "ácido solvente", que as vezes é designado pelo mesmo termo, iosis. [...]
Note, entretando, que se ios é o equivalente a vírus, da raíz vir (latim: vís, vírtus), ele é idêntico ao termo em sânscrito vīrya, um termo tecnico da doutrina hindu de regeneração cujo sentido corresponde inteiramente ao que está escondido no termo alquímico iosis. Em realidade, vīrya, na doutrina hindu, e especialmente no Budismo, é puramente a energia espiritual que, uma vez isolada, é capaz de reagir na funcionalidade habitual dos elementos, colocando em movimento uma ação que não é mais parte da natureza e que é um resultado do "fogo inatural" e o "fogo contra a natureza", cujo significado atribuído pelos textos herméticos nós explicaremos abaixo. Em busca de isolar vīrya, é necessária uma energia que seja capaz de suspender o desejo (canda riddhipadah), depois disso é acordado um poder espiritual viril que trás elementos do ser humano para um estado de fluxo suspenso (vīrya riddhipadah). O inicio do andar sobre as águas e a terra, e seu florescer hermeticamente esboçam esses mesmos significados.
Julius evola; A Tradição Hermética; Aço, vírus e ferro (24); parágrafos 1 e 2 respectivamente.
@scientiaca
👍4🔥3
Forwarded from Berserker Bostileiro
A verdadeira felicidade não é um sorriso aqui e ali, nem dopamina ou outros hormônios, mas sim a sensação de que o PODER aumenta, de que você PODE pagar um bom tratamento de saúde para seus pais e para si mesmo, de que você conseguirá superar situações de dificuldade, e não alegria de pão e circo que se desmancha na primeira adversidade.
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Todo o segredo da primeira fase da Opus [obra] Hermética consiste nisso: em trabalhar de tal maneira que a consciência não é reduzida e então suspensa na barreira do sono, mas sim pode acompanhar o processo em todas suas fases, em consciência total, até em uma condição equivalente a morte. A "Dissolução" é então feita em uma viva e intensa experiência indelével, e essa é a "morte" alquímica, o "mais preto que o preto", a entrada na "tumba de Osíris", o conhecimento da terra negra, o reino de Saturno, do qual os textos falam.
O sentido da operação secreta no mistério clássico da iniciação que garantiu a mutação da natureza e imortalidade não tem diferença.
"A alma dos homens no momento da morte" diz Plutarco "experiencia a mesma emoção [πάθος - Páthos] que aqueles que foram iniciados nos grandes mistérios; a palavra correspondendo a palavra, o ato correspondendo ao ato". Iniciação é celebrada como uma morte voluntária e como uma salvação gradual, de acordo com Apuleius. Boehme diria que: "Morte é a única maneira pela qual o espirito pode mudar de forma," especificando que pelo meio de um espirito disposto* [willing spirit] pode se atravessar a "morte pelo fogo". Toda diferença reside no fato que a "morte filosofal" - mors philosophorum - é ativa: não é uma questão de um corpo que, se desintegrando perde sua alma, mas de uma alma tão concentrada em seu poder, que desfaz o corpo. Porfírio diz isso nos termos mais claros possíveis, adicionando que não é absolutamente verdade que uma morte segue a outra; isso é, que a morte comum é sempre seguida por uma liberação e transfiguração (a teoria "espirita") ou que a morte iniciática é sempre seguida pela morte física. Nada disso tem relação com os estados mistico-sentimentais nem com a "mortificação" no sentido acético ou religioso. Isso é uma questão de um estado de espírito, que não é separável de qualquer motificação real dos limites dentre os diferentes elementos da completude humana.
Julius Evola; A tradição Hermética; Morte e o trabalho negro; parágrafos 4, 5 e 6 respectivamente.
@scientiaca
⚡5
Forwarded from Scientia☀️
O processo mental que ocorre internamente em você quando você corre uma maratona é mais valioso que muitas experiências espirituais que algumas pessoas tem.
Quando você ouve uma voz interna te incentivado a desistir, e você vai contra ela, você está "treinando o seu eu". Ter um eu forte é a coisa mais valiosa que você pode ter.
É como quando Newman falava que consumia bebidas alcoólicas só para provar que consegue ficar lúcido, ou quando ele fazia live na madrugada para ficar em um estado de "balançar entre o dormir e o acordar" e mesmo assim continuar consciente
Quando você, usando o exemplo do Goggins, tem uma força interna do seu eu tão grande que você consegue até mesmo correr sobre pernas quebras, o que pode realmente te parar? Oque pode de controlar? Nada. Você se torna o mestre de si mesmo.
Quando você ouve uma voz interna te incentivado a desistir, e você vai contra ela, você está "treinando o seu eu". Ter um eu forte é a coisa mais valiosa que você pode ter.
É como quando Newman falava que consumia bebidas alcoólicas só para provar que consegue ficar lúcido, ou quando ele fazia live na madrugada para ficar em um estado de "balançar entre o dormir e o acordar" e mesmo assim continuar consciente
Quando você, usando o exemplo do Goggins, tem uma força interna do seu eu tão grande que você consegue até mesmo correr sobre pernas quebras, o que pode realmente te parar? Oque pode de controlar? Nada. Você se torna o mestre de si mesmo.
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Scientia☀️
O processo mental que ocorre internamente em você quando você corre uma maratona é mais valioso que muitas experiências espirituais que algumas pessoas tem. Quando você ouve uma voz interna te incentivado a desistir, e você vai contra ela, você está "treinando…
Post antigo mas que vai de acordo com oque foi descrito nos parágrafos do Evola acima.
👍5
Nessa vida há incontáveis caminhos para a auto-realização, a maioria exige uma disciplina intensa, por isso muito poucos os seguem. Na Africa do Sul o povo San dança por 30 horas ininterruptas como uma maneira de entrar em comunhão com o divino. No Tibet, peregrinos se levantam, ajoelham-se, então rastejam no chão antes de se levantarem de novo, em um ritual de prostração por semanas e meses, enquanto eles andam por milhas antes de chegar no templo sagrado para entrarem em uma meditação profunda. No Japão há uma seita de monges Zen que corre mil maratonas em mil dias em uma jornada para encontrar a iluminação através da dor e do sofrimento. Eu não sei se você pode chamar oque eu senti naquela cama de "iluminação", mas eu sei que a dor desbloqueia uma porta secreta na mente. Uma que leva tanto a uma alta performance quanto a um silêncio bonito.
Inicialmente, quando você vai além da sua aparente capacidade sua mente não se cala. Ela quer que você pare então ela te põe em um ciclo espiral de pânico e dúvida, que apenas aumenta sua auto-tortura. Mas quando você persiste além desse ponto essa dor satura completamente a mente, você se torna focado. O mudo externo some. Os limites se dissolvem e você se sente conectado a si mesmo, e a todas as coisas, nas profundezas da sua alma. É assim que eu me sentia. Esses momentos de total conexão e poder, que voltaram para mim de uma maneira ainda mais profunda enquanto eu refletia sobre de onde eu vim e tudo que eu passei.
David goggins; can't hurt me; what if; parágrafos 31 e 32* respectivamente.
@scientiaca
👍5🔥2⚡1
Os homens sabiam que os deuses a quem serviam não poderiam libertá-los do perigo e da calamidade, e não exigiam que o fizessem. Não encontramos nos mitos nenhum sentimento de amargura pela dureza e injustiça da vida, mas sim um espírito de resignação heroica: a humanidade nasce para os problemas, mas a coragem, a aventura e as maravilhas da vida são motivos de gratidão, para serem desfrutados enquanto a vida ainda nos é concedida. As grandes dádivas dos deuses eram a prontidão para enfrentar o mundo como ele era, a sorte que sustenta os homens em situações difíceis e a oportunidade de conquistar aquela glória que, por si só, pode sobreviver à morte.
Gods and Myths of Northern Europe by H.R. Ellis Davidson
@scientiaca
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