"A primeira 'Matéria' que nós encontramos que tem o relacionamento mais imediato com o ego ordinário são as energias mentais. Uma vez que elas tenham sido libertadas do corpo (e especificamente do cérebro), essas energias adquirem uma virtude 'penetrante' e onipresente: elas podem se comunicar diretamente com outras mentes, trazendo a sensação espacial entre indivíduos. Mas essa habilidade comumente referida como 'lendo mentes' não é a única faculdade adquirida. Há também o poder de criar, em outros seres, pensamentos específicos, visões, e planos de ação (comandos mentais). A experiência em si de um pensamento específico, entretanto, pode variar, e mostra que nossa consciência usual não deriva muito dos pensamentos mas da repercussão de energias mais profundas. Tais impulsos de energia nesse ponto estão completamente separados do cérebro, que por sua vez serve como um 'transformador'. E é nesse estágio que as habilidades paranormais que mencionamos se manifestam."
~ Julius evola - A tradição hermética.
~ Julius evola - A tradição hermética.
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Se algo te lembra muito do passado e te faz ficar preso a ele, isso está te fazendo mal
Scientia☀️
Se algo te lembra muito do passado e te faz ficar preso a ele, isso está te fazendo mal
Isso pode acontecer por pessoas, coisas, lugares e etc.. você sabe o que é
Pessoas? Ideologias? Ou até crenças.. tudo morre, tudo se vai. Seja aquele que se adapta e dança com as mudanças
Toma as espadas rútilas, guerreiro,
E à rutilância das espadas, toma
A adaga de aço, o gládio de aço, e doma
Meu coração – estranho carniceiro!
Não podes?! Chama então presto o primeiro
E o mais possante gladiador de Roma.
E qual mais pronto, e qual mais presto assoma
Nenhum pôde domar o prisioneiro.
Meu coração triunfava nas arenas.
Veio depois um domador de hienas
E outro mais, e, por fim, veio um atleta,
Vieram todos, por fim; ao todo, uns cem…
E não pôde domá-lo, enfim, ninguém,
Que ninguém doma um coração de poeta!
Vencedor - Augusto dos Anjos
E à rutilância das espadas, toma
A adaga de aço, o gládio de aço, e doma
Meu coração – estranho carniceiro!
Não podes?! Chama então presto o primeiro
E o mais possante gladiador de Roma.
E qual mais pronto, e qual mais presto assoma
Nenhum pôde domar o prisioneiro.
Meu coração triunfava nas arenas.
Veio depois um domador de hienas
E outro mais, e, por fim, veio um atleta,
Vieram todos, por fim; ao todo, uns cem…
E não pôde domá-lo, enfim, ninguém,
Que ninguém doma um coração de poeta!
Vencedor - Augusto dos Anjos
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Forwarded from 𝐎 𝐇𝐨𝐦𝐞𝐦 𝐝𝐨 𝐒𝐮𝐛𝐬𝐨𝐥𝐨
(...) Eu descobri aqui o modo de viver como parte da natureza, de viver de acordo com meu próprio tempo. No mundo moderno, as pessoas estão sempre vivendo para que algo melhor aconteça amanhã, sempre no futuro, de modo que não pensam em viver suas vidas. São infelizes. Quando um homem começa a conhecer-se, a descobrir as raízes de seu passado em si mesmo, é um novo modo de vida.
— Carl G. Jung, "Entrevistas e Encontros, McGuire, W.; Hull, R. F. C. (Coord.)"
@Homemdosubsolo
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Estilo é a resposta a tudo,
Uma maneira nova de abordar algo chato ou perigoso,
Fazer algo chato com estilo é preferível a fazer algo perigoso sem,
Fazer algo perigoso com estilo é o quê eu chamo de arte.
Touradas podem ser uma arte,
Boxe pode ser uma arte,
Amar pode ser uma arte,
Abrir uma lata de sardinhas pode ser uma arte.
Não são muitos que tem estilo.
Não são muitos que podem sustentar estilo.
Eu já vi cachorros com mais estilo que homens,
apesar que não muitos cachorros tem estilo.
Gatos o tem em abundância.
Quando Hemingway espalhou seus miolos na parede com uma espingarda,
aquilo foi estilo.
Ou às vezes as pessoas te dão estilo
Joana D’Arc tinha estilo,
João Batista,
Cristo,
Sócrates,
César,
García Lorca.
Eu conheci homens na cadeia com estilo.
Eu conheci mais homens na cadeia com estilo que fora dela.
Estilo é a diferença, uma maneira de fazer, uma maneira de ser feito.
Seis garças de pé quietas numa lagoa,
ou você saindo do banheiro, nua, sem me ver.
~ Estilo - Charles Bukowski
Uma maneira nova de abordar algo chato ou perigoso,
Fazer algo chato com estilo é preferível a fazer algo perigoso sem,
Fazer algo perigoso com estilo é o quê eu chamo de arte.
Touradas podem ser uma arte,
Boxe pode ser uma arte,
Amar pode ser uma arte,
Abrir uma lata de sardinhas pode ser uma arte.
Não são muitos que tem estilo.
Não são muitos que podem sustentar estilo.
Eu já vi cachorros com mais estilo que homens,
apesar que não muitos cachorros tem estilo.
Gatos o tem em abundância.
Quando Hemingway espalhou seus miolos na parede com uma espingarda,
aquilo foi estilo.
Ou às vezes as pessoas te dão estilo
Joana D’Arc tinha estilo,
João Batista,
Cristo,
Sócrates,
César,
García Lorca.
Eu conheci homens na cadeia com estilo.
Eu conheci mais homens na cadeia com estilo que fora dela.
Estilo é a diferença, uma maneira de fazer, uma maneira de ser feito.
Seis garças de pé quietas numa lagoa,
ou você saindo do banheiro, nua, sem me ver.
~ Estilo - Charles Bukowski
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Casal Divino Sentado sobre uma Flor de Lótus
"Uma gigantesca flor de lótus de mil pétalas proporciona um ambiente íntimo para os amantes. Eles se sentam sobre a vagem de outra flor de lótus totalmente desabrochada, o que indica sua natureza transcendente, elevando-os do lodo da terra.
Retratado com o rosto voltado para a frente, todo de branco, a divindade masculina de quatro braços tem o terceiro olho onividente na testa e segura apenas um manuscrito. A deusa vermelha em seu colo segura uma flor de lótus em uma das mãos, o que comunica sua natureza benigna e pacífica. Na parte inferior, há oferendas de flores, incenso, lamparinas a óleo e taças adornadas com joias contendo água pura ou licor."
Início do século XIX, Estilo Kangra. Região de Pahari, Norte da Índia
[De: Museu de Arte de Claveland]
"Uma gigantesca flor de lótus de mil pétalas proporciona um ambiente íntimo para os amantes. Eles se sentam sobre a vagem de outra flor de lótus totalmente desabrochada, o que indica sua natureza transcendente, elevando-os do lodo da terra.
Retratado com o rosto voltado para a frente, todo de branco, a divindade masculina de quatro braços tem o terceiro olho onividente na testa e segura apenas um manuscrito. A deusa vermelha em seu colo segura uma flor de lótus em uma das mãos, o que comunica sua natureza benigna e pacífica. Na parte inferior, há oferendas de flores, incenso, lamparinas a óleo e taças adornadas com joias contendo água pura ou licor."
Início do século XIX, Estilo Kangra. Região de Pahari, Norte da Índia
[De: Museu de Arte de Claveland]
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Forwarded from Sombra do Louco
Nos tempos mais remotos, a profunda ligação com o mundo natural criava uma ecologia de metáforas; todas as coisas eram vistas como relacionadas. O mundo natural e seus padrões mutáveis de mudança não eram mais do que uma extensão dos processos que criaram os próprios seres humanos. Era um tempo em que nossos antepassados pagãos caminhavam, corriam, cresciam, amavam e morriam como parte da sinfonia completa da vida.
Todas as coisas estavam vivas. Não havia divisão entre o sagrado e o profano. Toda a vida era espiritual. Nossas mitologias indígenas, com seus Deuses arquetípicos, uniam o homem à natureza e às leis universais às quais estamos eternamente sujeitos. A natureza refletia o povo e o povo refletia a natureza, e os dois participavam de uma existência onde não havia separação nítida entre eles.
Traduzido de Temple of Wotan, Ron McVan
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O artista simbolista Odilon Redon tem algo de diferente dos outros. Suas pinturas não se preocupam com a forma fria em si, mas sim com os sentimentos que elas transmitem. Elas tem uma sutileza e beleza que te carregam para dentro delas. Cada pintura dele, diferente das de muitos artistas, parece ter vida e movimento. Este estilo onírico das obras dele são, ao meu ver, alusões a certas percepções que se pode ter em estados de consciência alterados, onde muitas vezes a beleza e sutileza do mundo se tornam mais visíveis em contraponto ao caos da vida moderna.
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Esta pintura por exemplo (O Buda, 1904), em que Buda (no caso Siddharta) está no centro, sentado abaixo de uma árvore, já que segundo as historias, foi sentado sob a árvore Bodhi, que tem o mesmo significado que a árvore da vida (oque por si já é altamente simbólico), que ele alcançou a iluminação. Na pintura, há muita luz, e Buda parece estar se dissolvendo nela, se tornando um com ela. Há também muitas flores, todas elas estão abertas simbolizando o despertar e vitória suprema sobre si mesmo que ele alcançou, além de aludirem a beleza, paz e completude desse momento em si. Se você mantiver sua mente silenciosa e olhar para essa pintura, você quase consegue sentir oque ele (Buda) sentiu, está é, na minha visão, a magia das obras do Redon.
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Forwarded from Instituto Baldur
Se você se coloca contra a vida e a natureza, você perderá amigos, sofrerá com depressão, não terá nada e será triste. Isto não é uma ameaça ou maldição, apenas uma constatação da realidade feita anteriormente pelo Newman e agora relembrada por nós.
Essa é a consequência de negar a realidade concreta em que você está inserido em favor de um suposto reino abstrato fora deste mundo, em favor de um futuro que nunca chega. De "negar a si mesmo", de vilificar os próprios instintos como "pecaminosos", de considerar que o mundo "jaz no maligno", de basear sua crença metafísica no medo e na culpa, de participar de seitas que se aproveitam destes mesmos sentimentos.
Não seja amargo nem ressentido, ame a vida e a natureza 🌞
Essa é a consequência de negar a realidade concreta em que você está inserido em favor de um suposto reino abstrato fora deste mundo, em favor de um futuro que nunca chega. De "negar a si mesmo", de vilificar os próprios instintos como "pecaminosos", de considerar que o mundo "jaz no maligno", de basear sua crença metafísica no medo e na culpa, de participar de seitas que se aproveitam destes mesmos sentimentos.
Não seja amargo nem ressentido, ame a vida e a natureza 🌞
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A lei do silêncio sempre foi mantida pelos filósofos. Nos escritos dos antigos mestres do Egito nós encontramos descrições e exposições dos ensinamentos, mas eles eram sempre silenciosos sobre a sua prática. Em seus próprios escritos, os hermetistas os faziam para ninguém além de seus iniciados: "Eles escreveram apenas para aqueles que foram iniciados em seus mistérios e por causa disso eles intencionalmente encheram seus livros com enigmas e contradições". "Onde eu pareço ter falado mais claramente e abertamente sobre a nossa ciência" diz Geber, "foi onde eu falei mais obscuramente e onde eu a escondi. . . . Eu declaro que nem os filósofos que me precederam, nem mesmo eu, escrevi para outros, mas sim apenas para nós mesmos e nossos sucessores"
Julius Evola, A Tradição Hermética, Silêncio e a Tradição (50), §1
@scientiaca
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Scientia☀️
A lei do silêncio sempre foi mantida pelos filósofos. Nos escritos dos antigos mestres do Egito nós encontramos descrições e exposições dos ensinamentos, mas eles eram sempre silenciosos sobre a sua prática. Em seus próprios escritos, os hermetistas os faziam…
Sobre tudo isso, nós temos que reconhecer que o "segredo" não tem nada a ver com exclusividade ou proibição de falar, mas sim com não ser capaz de falar, além de previnir a inevitável incompreensão daqueles que profanariam ou distorceriam os ensinamentos. Desde que a técnica alquímica, em realidade, consiste de uma arte feita possível por poderes elevados manipulados por estados superiores e inumanos de consciência, é natural declarar que o segredo da Grande Obra não pode ser transmitida, mas é privilégio dos iniciados, aqueles que pela virtude de suas próprias experiências, podem sozinhos entender oque está escondido por de trás dos jargões e simbolismos dos textos técnicos. Para os profanos o único conselho é estar preparado e rezar, na esperança de que através de alguma iluminação espontânea seus olhos possam ao menos ser abertos. [...]
Julius Evola, A Tradição Hermética, Silêncio e a Tradição (50), §4
@scientiaca
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