Scientia☀️
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Pelo conhecimento, além do bem e mal.

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"Mas uma coisa eu sei - e contigo mesmo aprendi uma vez, ó Zarathustra: quem quer matar mais completamente, ri

'Não com a ira, mas com o riso é que se mata' - assim falaste um dia. Ó Zaratustra, homem oculto, aniquilador sem ira, santo perigoso - és um velhaco"
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Forwarded from Sombra do Louco
Wotan, Nietzsche e Hitler - Parte 1

A energia arquetípica de Wotan transcende o simbolismo de um deus ancestral; ela é uma força psíquica subterrânea que molda culturas, mentalidades e ciclos históricos. Mais que um personagem mitológico, Wotan representa uma manifestação recorrente do inconsciente coletivo, ressurgindo em momentos de crise quando as estruturas sociais se tornam rígidas ou desconectadas das raízes primordiais.

Associado ao vento e à tempestade, Wotan atua como catalisador de transformações sociais e psíquicas. Ele encarna tanto a sabedoria oculta quanto o ímpeto destrutivo, sendo simultaneamente guia e agente desestabilizador. Como um espírito do tempo, ele conecta a psique individual às tensões do coletivo.

C. G. Jung identificou Wotan como uma "força psíquica autônoma", ativa no inconsciente coletivo e independente das escolhas conscientes. Seu retorno em momentos históricos críticos revela como essas energias arquetípicas respondem às condições espirituais da época.

@SombradoLouco
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ÜBERMENSCH

"Eu sou um com Wotan, ninguém pode me ferir!
O mundo se vira para abrir espaço para mim. Eu venho, ó luz brilhante, as sombras devem fugir! Salve, ó oceanos, dividam-se e partam, ou ressecados e queimados, sejam secos! Partam!

"Eu sou um com Wotan, ninguém pode me ferir! Cuidado, ó montanhas, não fiquem no meu caminho! Suas costelas serão quebradas e esfarrapadas hoje! Amigos e conselheiros, rezem para não desperdiçar seu fôlego! Sigam minhas ordens, devorem a morte!

"Eu sou um com Wotan, ninguém pode me ferir! Eu atrelo à minha carruagem os destinos e os deuses. Na voz do trovão, proclamem-no no exterior! Uivem, ó ventos, soprem cornetas, libertem-se!

"Übermensch! Übermensch! Übermensch! Wotan!"

-Jost
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Hélio e faetone

Faetonte, filho do deus do sol Hélio, sempre se sentiu atraído pelo carro do sol de seu pai. Um dia, pediu a Hélio para dirigir o carro, mas Hélio, temendo pelo perigo, relutou em concordar.

No entanto, Faetonte insistiu e Hélio, que amava seu filho, acabou concordando. Ele advertiu Faetonte sobre os perigos do caminho e lhe deu instruções sobre como dirigir o carro.
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Faetonte, no entanto, não ouviu os conselhos de seu pai e se sentiu confiante em sua habilidade para dirigir o carro. Ele subiu ao carro e começou a dirigir, mas logo se perdeu no caminho e não conseguiu controlar os cavalos que puxavam o carro.

O carro do sol começou a sair do curso e a se aproximar da Terra, causando incêndios e destruição em todo o mundo. Os deuses do Olimpo se reuniram para discutir o que fazer, e Zeus decidiu intervir, lançando um raio que derrubou Faetonte do carro.

Faetonte caiu no rio Erídano, onde morreu. Seu corpo foi encontrado pelos seus amigos, as Heliades, que foram transformadas em árvores de âmbar por sua dor.
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O homem solar que você se inspira, ou Deus solar, que seja...
Ele fez sacrifícios e conquistou coisas para estar como "sol". Ele não liga para dor, Ele ri das intempéries, ele domina o mundo ao seu redor e a si próprio, ele tem muitas responsabilidades, ele domina!
Antes de querer ser "sol" como ele, tenha certeza que é digno, digno de um poder solar
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Forwarded from Os Filhos do Sol Emplumado (JEOVÁ SATANÁS)
"O Satya-Yuga, a Idade Dourada, com o chakra Sahasrara; o seu mantra seria SAHAM; o seu plano, o Outro Céu espiritual; o Treta-Yuga, ou Idade de Prata, com o chakra Ajna; o seu mantra seria OM; o seu plano, o céu, o mental; o Dwapara-Yuga, ou Idade do Bronze, com o chakra Vishuddha; o seu mantra seria HAM; o seu plano, o céu, o éter; o KalyYuga, ou Idade do Ferro, com o chakra Anahata; o seu mantra seria YAM; o seu plano, o céu, o ar. Este último chakra coincide com o plexus cardíaco. E vimos que toda esta Idade Escura foi regida pela contra-iniciação do “Coração de Jesus”."
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Forwarded from Tradition Publishing Co.
Liber Hermetis
Hermes Trismegistus

Liber Hermetis Trismegisti, commonly known as the Book of Hermes, is a foundational work of Hellenistic astrology that possesses a distinctly Egyptian character. The system of inherited knowledge it describes is older and more complex than anything found in other sources of Hellenistic astrology, and its treatment of the ancient Egyptian "decans" is by far the earliest in any astrological literature. This rare English translation is based on the only surviving Latin copies of a lost Greek original.


https://tradition.st/liber-hermetis/
"Todas as "noções anteriores", como diz Clemente, estão aqui para serem abandonadas, no que equivale a uma profissão socrática total de ignorância. Raro, de fato, é o homem que pode dizer honestamente: "Eu sei que nada sei".

Acrescentemos, além disso, para evitar uma objeção óbvia, que esta afirmação não é de fato contraditória, já que a palavra "sei" é usada em dois sentidos muito diferentes. A questão é que "sei" (de acordo com o sentido A) que não sei (de acordo com o sentido B).

A profissão socrática significa, portanto, uma mudança radical de um modo de saber para outro. Nesta etapa, porém, esse conhecimento superior se realiza precisamente num ato de negação: no próprio reconhecimento de que "nada sei".
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Para prosseguir, é necessário um "presente" - uma espécie de infusão vinda de cima, ou de dentro. É a "palavra falada" que gera, na alma do discípulo, "um elemento imortal da gnose". É contudo o reconhecimento socrático que torna a alma receptiva àquela "palavra falada", aquele "elemento imortal da gnose".

— Wolfgang Smith (a gnose cristã)
Escute a si mesmo!

- Os religiosos vão te chamar de "louco", vão te subestimar, vão usar argumentos de autoridade, lhe difamar, vão usar todos os tipos de métodos para você esquecer de si mesmo, e só dar atenção ao Deus deles.
Ai.. eles odeiam os homens com experiências e opiniões genuínas; pois esses "loucos" são o que ameaça a hegemonia de zumbis deles.
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Eles dizem que somos ambiciosos demais, que precisamos ser humildes..
Engraçado isso vindo de pessoas que só ficarão felizes e completas sendo filhas do deus supremo e tendo a perfeição absoluta
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Enquanto eles lutam pela alegria, eu estou contente de ouvir essa música agora:
🍷 pelos prazeres pequenos e passageiros, que é algo insignificante para o infinito..
Porém para mim que sou finito também, é o suficiente
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Grimm registrou um conto popular interessante sobre Woden e a Caçada Selvagem de Mecklenburg.

Nele, um camponês ouve a Caçada Selvagem em uma floresta, e Woden aparece cavalgando um cavalo branco. Woden jogou uma corrente para ele e o desafiou a puxar contra ele, avisando que o puxaria para as nuvens se ele não fosse forte o suficiente, mas o camponês venceu enrolando a corrente em um carvalho. Woden deu a ele uma perna traseira de veado e disse para ele tirar as botas e ir para casa descalço, e quando chegou em casa, ele descobriu que suas botas estavam cheias de ouro, e a perna era uma bolsa cheia de prata.

Essa pode muito bem ter sido a origem de dar presentes no Natal
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Os persas não só formularam a gramática árabe, eles também contribuíram para a filosofia islâmica, medicina, geometria e muitas outras ciências. Ronconi afirmou: “toda a chamada filosofia árabe e a grande parte da teologia islâmica, seja a versão ortodoxa (al-Ghazzali), seja a heterodoxa, são uma obra maravilhosa de síntese espiritual em dívida com o gênio persa”.


Minoo Mirshahvalad


@Homemdosubsolo
Yahweh, o deus dos raios e da tempestade, era uma divindade poderosa e temida no panteão cananeu-judaico antigo. Antes do surgimento do monoteísmo, Yahweh era um deus entre muitos, com uma esposa e uma corte de divindades menores.

Yahweh era conhecido por sua habilidade de controlar os elementos, especialmente os raios e as tempestades. Ele era frequentemente invocado em tempos de guerra e de crise, quando os israelitas precisavam de sua proteção e poder.

A esposa de Yahweh era Asherah, a deusa da fertilidade e da maternidade. Ela era adorada como a protetora da família e da comunidade, e era associada à vegetação e à fecundidade da terra. A união de Yahweh e Asherah era vista como um modelo para as relações humanas, e sua relação era celebrada em rituais e cerimônias ao longo do ano.
Nessa época(entre os anos 900 a.C. e 801 a.C.), o culto a Yahweh era politeísta, ou seja, os israelitas acreditavam na existência de muitos deuses e deusas, cada um com seus próprios poderes e domínios. Yahweh era apenas um deles.