Programa F5
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Veja sobre o que iremos falar hoje:

Enquete:

Política e religião se misturam?

Sim - Não




1- Parlamentar trans do Psol ameaça vereador: ‘Vou entrar no banheiro onde sua mulher e filhas estiverem’

- Injúrias contra LGBTQIAP+ agora são puníveis com prisão no Brasil


- Mulher trans levanta mais de 200kg e bate recorde feminino



2- Governo da Rússia e grupo Wagner confirmam a morte de Yevgeny Prigozhin

3 – Crise na Argentina tem onda de arrastões em supermercados

4 - Mulher e negro na política reduzem corrupção e aumentam projetos de inclusão, diz estudo


5 - Relógio de R$ 80 mil usado por Lula não consta em lista de presentes oficiais
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Iremos tratar sobre esses assuntos hoje
Essa será nossa equipe
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*Foi num dos inesquecíveis 91 dias passados no cárcere que o comediante e preso político Bismark Fugazza, do canal Hipócritas, recebeu a primeira visita da esposa – que se descobriu grávida uma semana após a prisão do marido – e dos filhos, uma menina de 5 e um menino de 2 anos de idade.*

*Ao término do período de visita, o menorzinho recusou-se a sair do colo do pai.*

*“Filho, agora você vai para casa, mas o papai terá de ficar aqui. Mas não precisa chorar porque logo, logo, o papai estará em casa, tudo bem?” – o preso tentou inutilmente consolá-lo.*

*“Não, papai, vem comigo. Eu sou forte e vou te levar para casa” – argumentou o menino, explodindo num choro convulsivo.*

*Depois de passá-lo para o colo da mãe, Bismark ainda o viu implorar por detrás de uma grade: “Vem, papai, vem!”*

*Choravam a criança, a irmã, a esposa, o prisioneiro e até mesmo os policiais que testemunhavam a cena.*

Ao contrário da narrativa fraudulenta do consórcio midiático antibolsonarista, Fugazza não foi preso pelos eventos do 8 de janeiro, quando nem sequer estava no Brasil.

Alvo de um pedido de prisão existente desde o dia 13 de dezembro de 2022 (muito antes do 8 de janeiro, portanto), o comediante foi preso pela acusação genérica de ter cometido o crime de “tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito” e de – pasmem! – “perseguir e ameaçar” o atual mandatário brasileiro (que, como sabemos, só anda com seguranças desarmados, por achar que arma é coisa de covarde).

Qual foi o crime real de Fugazza?

Ter sido um dos milhões de brasileiros inconformados com a condução do processo eleitoral, a começar pela soltura de um condenado por corrupção.

Um dos milhões de brasileiros frustrados por não ver atendida a sua demanda pelo voto impresso (única medida eficaz contra fraudes, segundo o próprio hacker interrogado recentemente na CPMI).

Um dos milhões de brasileiros a manifestar o seu incômodo com comportamento parcial das autoridades eleitorais, juízes que hoje celebram abertamente o cumprimento de uma “missão dada”, regozijam-se com sua vitória contra o “bolsonarismo”, e anunciam o seu projeto político de combater a “extrema-direita”.

Não, Bismark não virou alvo do aparato repressivo do Estado por ter cometido algum crime tipificado nas leis brasileiras, mas por esposar uma determinada visão ideológica, manifestar-se politicamente e exercer a sua cidadania, algo que só é crime em ditaduras, jamais em democracias verdadeiras.

Quiseram prendê-lo não como indivíduo, mas como representante de uma categoria política expurgável.

E, na ausência de amparo nas leis existentes, os que o quiseram preso precisaram inovar e criar a democracia defensiva.

“Rapaz, o careca não gosta mesmo de ti” – teriam dito, segundo conta Fugazza, os agentes federais que lhe entregaram o mandado de prisão preventiva.

Mas, enquanto tinha início o martírio de Bismark Fugazza, a imprensa amestrada cumpria o papel que lhe é designado cumprir.

“Youtuber de extrema-direita é detido” – atacavam uns.

“Bolsonarista é detido no Paraguai por atos golpistas” – mentiam outros.

“Youtuber bolsonarista é preso no Paraguai” – ajuntavam outros mais.

Por uma incrível coincidência, cobriam a pessoa com os habituais estigmas desumanizadores, de modo a torná-la alvo daquilo que, justamente, magistrados politicamente alinhados ao novo regime prometeram combater e derrotar – o “bolsonarismo” e a “extrema-direita”.

Não há preso político de ditaduras (nacional ou internacional) socialistas que não tenha sido submetido a esse processo de despersonalização e desumanização.

Como escreveu a historiadora Anne Applebaum em Gulag: Uma história dos campos de prisioneiros soviéticos: “Os gulags não foram construídos para encarcerar pessoas pelo que fizeram, mas pelo que eram”.

Assim se passou com Fugazza, que não foi parar num gulag tropical por algo que tenha feito, mas por aquilo que é.

https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/flavio-gordon/prisao-bismark-ditadura/
Bom dia a Todos!

Hoje no nosso programa F5 falaremos:

O Brasileiro tem memória curta?
Sim - Não


1- Congressistas pró-vida criticam carta de Lula a evangélicos

2- Denegrir é um termo racista? (Participação Geisiane Freitas)

3- Record de prisão Guinness Book (Claudio Caivano um dos criadores da nota de repúdio)

Requerimento de Moção de Repúdio à fala do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que disse querer registrar o recorde de prisões ilegais do dia oito (8) de janeiro no Guinness Book.
Nossa equipe de hoje
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