Reflexões, frases e pensamentos!
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Dono novo deste Canal! Matheus Gouveia 29 anos... deficiente físico, amante de filosofia, poesia e MPB. Os textos serão bastante intimistas-, carregando o que observo, sinto e penso. Espero que gostem!
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Nossos sonhos são como sementes plantadas no jardim do tempo; regá-los com perseverança é o segredo para colher flores extraordinárias.
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Na dança da existência, cada tropeço é uma coreografia inesperada, revelando que a beleza reside nos passos improvisados da jornada.
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Na sinfonia caótica da vida, encontrar harmonia muitas vezes significa aprender a apreciar as notas dissonantes que compõem nossa própria melodia pessoal.
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Assim como o sol pinta o céu com suas cores ao se despedir, nossas experiências moldam a tela da alma, criando pôr do sol únicos em cada coração.
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Na busca por ser, encontramos na jornada a construção de quem somos, como se cada escolha fosse um tijolo na edificação única que é a nossa própria essência.
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Assumir quem somos é como desvendar um mapa interno, onde as estradas sinuosas e os destinos incertos se tornam partes inseparáveis da aventura de ser verdadeiramente nós mesmos.
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Ser é um mosaico de identidade, onde as peças são forjadas por experiências, paixões e até desafios, formando um quadro que é tão complexo quanto belo, revelando a autenticidade que nos define.
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Nos momentos de tristeza nunca desista, lembre-se que no final da jornada sempre terá uma recompensa.
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"Nos dias nublados da vida, lembre-se de que as tempestades passam, e é na persistência da esperança que encontramos a força para enfrentar cada desafio com determinação."
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"Nas encruzilhadas da jornada, onde o cansaço se faz sentir, é na coragem de continuar que descobrimos nossa capacidade de transformar obstáculos em degraus rumo a um horizonte renovado."
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Na trilha da vida, onde a estrada se revela entre altos e baixos, é como se cada reviravolta fosse uma página nova a ser escrita. Não dá pra negar que às vezes as coisas ficam meio nubladas, mas é aí que a nossa força interior mostra seu brilho.

Os perrengues não definem a história, são só capítulos, e a gente sempre pode escolher como virar a página. Mesmo quando a vida parece dar uma complicada, é nas reviravoltas que a gente encontra aquele fio de esperança que nos leva adiante.

Então, a gente segue enfrentando as tempestades, sabendo que cada rasteira é um convite pra levantar de novo. No meio desse vai e vem, a gente descobre que a persistência é tipo uma superpoder que a gente tem dentro da gente. E assim, devagarzinho, a gente vai desbravando o caminho, porque o importante é a jornada, não só o destino.
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O que mais pode doer em nós é ficar imaginando "como poderia ser" e se, eu tivesse outro nome? outra personalidade eu teria? se não deficiente? correria atrás de várias mulheres? ou ainda quereria amar? ahhh que agonia! Me dói jamais o que seria... só posso amar o que é!
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"Porque não desejo o céu"
Com a tradição judaico-cristã que é muito presente em nossa cultura, somos incentivados a imaginar e desejar outra realidade que seria  "superior" a esta: este é o ceu ou o paraíso.
E muito além do fato de eu não ter fé, eu não desejo o céu por muitos outros motivos.
No céu, admitindo que eu não teria um corpo material logo, eu não teria fome ou sede, calor ou frio. Também não teria mãos para tocar, voz para falar, boca para beijar.

Então, de que o céu me adiantaria? Para passar a eternidade "como um anjo" adorando a Deus? eu dispenso.
Porque lá não há a fome para que sacie comendo algo que eu gosto de comer.
Lá não haveria o eu que eu que eu me tornei aqui.
E tudo que eu amo e aprendi a amar, já está tudo aqui.
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A rejeição da filosofia e do pensamento!
Nos últimos tempos ou na verdade há mais tempo do que imaginamos existe em nossa sociedade a ideia de que "Pensar complica a vida" então vamos curtir. Infelizmente, disto resulta não só o evitar a reflexão, como também até mesmo uma aversão à ela. 
Vemos isso cada vez mais na música, nos filmes e, até mesmo num terreno que até pouco tempo pensávamos estaria sempre incólume: isso mesmo que você pensou, os livros... para uma grande parcela da população eles devem ser de preferência, não muito extensos fáceis de entender-,uma boa pedida seria um livro com um manual de sucesso bem enumerados, para a vida profissional e amorosa, porque claro a vida é corrida demais para que eu tenha a disposição necessária para uma tarefa que não só, parece "complicada" como também se intento a ela, não vejo resultados imediatamente palpáveis. 
Hoje, se você está numa festa seria pecado por exemplo, pensar em ouvir apenas uma melodia calma e bonita ao piano, diriam certamente: "Que graça tem? não dá pra dançar" sem contar aqueles que, ainda que não te dissessem, por dentro o considerariam uma pessoa muito estranha.  Situação que mesmo que de fato se possa pensar: "A maioria é que manda" a questão é o porquê essa maioria gosta do que gosta e porque se eu gostaria de ouvir simplesmente um piano, porque isso parece tão estranho? a tal ponto que se eu imaginar uma festa que funcione assim, certamente deveria procurar "personalidades raras" para que isso seja possível, o que sem dúvida resultaria numa festa bem humilde com poucas pessoas. 
Muito além do que aquilo que diz o famoso chavão "cada um tem seu gosto" isso tem razões culturais e não simplesmente uma preferência particular de cada um. 
O que dizer então da filosofia? "é coisa de louco" eu sempre ouvia na escola. 
É estranho então que, só que ela esteja na grade curricular já devemos "levantar as mãos para o céu?"  isso quando, se muito existe um professor titular da matéria. Aquilo que era pra ser a "capacidade mais especial do homem" hoje tornou-se apenas um detalhe do qual eu não devo me lembrar muito. 
Esta situação mudará? dizem que tudo é possível... mas, os ventos sopram e com muita força na direção contrária.
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Para ti, Joana! É difícil explicar-te o que me acontece nesses dias que, tem sido você a minha principal companhia mas, é isso que agora com a "felicidade de uma criança" tentarei fazer porque: Uma alegria que só cresce em um momento, transborda e ao transbordar, surge uma vontade incontrolável de compartilha-la. Para mim, começou simplesmente como a beleza de sua curiosidade ao notar como eu falava e escrevia e também a sua música linda que é: teu sotaque. Além disso, a cada dia que cometia "o feliz erro" de se interessar no que penso e sinto, eu fui cada vez mais querendo estar perto (mesmo que claramente loge) porque digitar ou falar para ti, passou a ser sempre o melhor programa do dia. Dizer-te tu ao invés de você e pensar que isso talvez, lhe agrade. As músicas que, sendo uma mais antiga do que a outra kkkk e ainda assim, perceber que gostas é para mim, de parecer que o meu corpo flutua. Também o meu jeito romântico que suporta e que sabes, não é proposital mas, eu tenho essa doença desde sempre kkkk... é também a felicidade de "imaginar o que não posso" pois chego a imaginar com alegria não precisar das muletas e no mínimo poder abraçar-te e ouvir a tua voz perto de mim. Tudo isso que escrevo não tem intenção nenhuma senão a de te alegrar também-, porque entre o que eu poderia querer e o que é, nenhum supera o outro porque nessas "duas realidades" você está! Isso é apenas um obrigado... obrigado pelo que eu consigo explicar e o que eu não consigo também!
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Eu só queria saber o porquê. Eu só queria saber o porquê Assim como nasci sem pedir Um dia, Da mesma maneira Irei embora sem querer Por quê? Para quê? Qual a finalidade de me fazer gostar das coisas? Se um dia Os abraços As vozes que comigo falam Não vão mais ressoar?
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E até mesmo Talvez a única coisa que eu pense e deseje tanto Quanto amar Estou falando dele O pensamento Como essas Linhas Que descem Nem mesmo ele Não mais existirá... Por quê?
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Decidir Na vida todos os dias tomamos decisões e, elas são como bifurcações.
Quem escolhe no almoço arroz e feijão talvez não coma macarrão-, evidentemente que, certas decisões serão sempre mais importante do que outras.
O importante é sermos capazes de decidir para que, "o vento da vida" não decida por nós, sabendo sempre que quando decidimos e escolhemos usamos uma de nossas capacidades e, crescemos!
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Quem dera Quem dera se tudo que eu escrevesse ou dissesse, tal como uma "moeda nova" fosse do interesse de todos. Ou que todos gostassem de mim-, não desconsiderando meus defeitos mas, sim, como um humano muito humano. E longe de querer ter uma importância "megalomaníaca," não fica a pergunta: existe o que seja do interesse de todos independente de país, cultura e idade?
"A ânsia de eternidade." O sério Norueguês chamou minha atenção assim que entrou no jipe em companhia de um casal de americanos. Tinha cerca de 40 anos, estatura mediana, cabelos louros, como a maioria dos escandinavos, mas olhos castanhos e um semblante um tanto abatido. Apresentou-se como Frank Andersen, e lembro que cheguei a pensar que talvez pertencesse àquela rara categoria de seres humanos que a vida toda se sentem oprimidos na Terra pela brevidade da existência e pela falta de espírito. Essa suposição se dissipou quando, naquela mesma noite, soube que ele era biólogo evolutivo. Para quem já tem certa predisposição à melancolia, a biologia evolutiva deve ser uma experiência bem pouco reconfortante.
Sentado à escrivaninha na minha casa de Croydon, olho para um cartão postal amassado, datado de Barcelona, 26 de maio de 1992. O postal mostra uma foto da Sagrada Família, a catedral inacabada de Gaudí e traz no verso:

Meu querido Frank,
Chegarei a Oslo terça, mas não vou sozinha. Tudo vai ser diferente a partir de agora, você tem que estar preparado. Não me chame! Quero sentir seu corpo antes que haja palavras entre nós. Lembra da bebida mágica? logo você vai tomar algumas gotas. Às vezes tenho medo. Será que eu e você podemos fazer alguma coisa para aceitar que a vida seja tão breve?

Sempre sua
Vera.

Frank me mostrou de repente o postal com aquelas torres altas uma tarde em que tomávamos cerveja no bar do Maravu. Eu tinha lhe contado que perdera Sheila, alguns dias antes, e Frank continuou ali, sentado por um bom momento, até que com um gesto brusco, tirou a carteira do bolso e puxou um cartão-postal dobrado, que imediatamente desdobrou e pôs em cima da mesa. O texto estava escrito em espanhol, mas o Norueguês traduziu palavra por palavra. Parecia precisar da minha ajuda para assimilar o que acabava de traduzir.

-Quem é Vera?-perguntei. -Vocês eram casados?

Aquiesceu com um movimento de cabeça.

-A gente se conheceu na Espanha, e no fim dos anos 80. Passados alguns meses, já vivíamos juntos em Oslo.
-E o relacionamento terminou?
Negou com a cabeça, mas disse:
-Ela voltou a Barcelona dez anos depois. Foi no outono passado.
-Vera não é um nome tipicamente espanhol-objetei.-Nem catalão.
-É o nome de um povoado da Andaluzia-explicou.-Segundo sua família, ela foi concebida lá.
Ela foi a Barcelona visitar a família?
De novo negou com a cabeça.
- Foi apresentar sua tese de Doutorado.
-Não diga.
Sobre as migrações da espécie humana a partir da África.-Vera é paleontóloga.
-E quem ela levou a Oslo?
Frank olhou para o fundo do copo.
-Sonja-disse sem mais nem menos.
-Sonja?
-Nossa filha, Sonja.
-Quer dizer que vocês tem uma filha? Apontou para o postal.
-Foi assim que fiquei sabendo que Vera estava grávida.
-De você?
Estremeceu.
-A menina era minha filha, sim.
Compreendi que alguma coisa devia ter ido mal e tentei adivinhar o que poderia ter acontecido.
Mas eu tinha outro ponto de referência e falei:
-E a tal "bebida mágica", da qual você ia provar algumas gotas? Soa bastante tentador.
Hesitou. Depois sorriu com certa timidez antes de negar a importância daquilo.
-Nada, bobagem, coisas da Vera.
Chamei o garçom e pedi outra cerveja. Frank mal havia tocado na dele.
-Conte-pedi.
E Frank contou:
-Tínhamos em comum a mesma sede intransigente de vida. Ou será que devo chamar isso de "ânsia de eternidade?" Não sei se compreende o que quero dizer.
Claro que compreendia. Senti o coração bater no peito e pensei que devia me acalmar. Ergui a palma da mão pra lhe dar a entender que não precisava me explicar o que era ânsia de eternidade. Ele entendeu.
Aparentemente, não era a primeira vez que Frank tentava explicar o que queria dizer com aquela história de ânsia de eternidade. Acrescentou:
-Nunca tinha encontrado numa mulher essa necessidade irresistível. Vera era uma pessoa calorosa e realista. Mas também vivia no seu mundo, melhor dizendo, no mundo da paleontologia. Era das que se orientam mais verticalmente do que horizontalmente.
-Como?
-Não lhe interessava o que acontece na rua, ou no espelho. Era bonita, muito bonita. Mas nunca a vi folheando uma revista feminina.
Ele continuava sentado, mexendo a cerveja com o dedo.
-Contou-me que, quando jovem, tinha tido muitas fantasias sobre uma bebida mágica que lhe concederia a vida eterna depois que tivesse bebido metade da dose. Assim, disporia de um tempo ilimitado para encontrar o homem a quem daria a outra metade e poderia ter certeza que um dia encontraria esse homem da sua vida, se não na semana seguinte, pelo menos depois de cem ou mil anos.
Apontei para o postal.
Frank sorriu com resignação:
-Quando voltou de Barcelona, naquele verão de 92, declarou solenemente que, de uma maneira ou de outra tínhamos tomado algumas gotas da bebida mágica com que sonhava desde pequena. Pensava no filho que ia nascer. Algo de nós dois já tinha começado a viver a sua própria vida, dizia ela. Algo que talvez desse frutos durante milhares de anos.
-A posteridade você quer dizer?
-Sim era nisso que ela pensava. De fato, todos os seres humanos da Terra descendem de uma mulher que viveu na África faz algumas centenas de milhares de anos.
Tomou um gole da cerveja e como não disse mais nada durante um bom tempo, tentei fazê-lo prosseguir.
Continue, se quiser-falei.
Olhou-me nos olhos. Foi como se, por um instante, avaliasse se eu era ou não um homem em quem poderia confiar. Continuou:
Quando chegou a Oslo me garantiu, que não teria hesitado em compartilhar comigo a bebida mágica se a tivesse. Obviamente não me deu nenhuma "bebida mágica", mas, de todo modo, eu vivi aquilo como um grande momento. Considerei uma coisa sublime o fato de que ousasse fazer uma escolha irreversível.
Com um gesto de cabeça declarei-me de acordo.
-Já não é comum as pessoas se prometerem fidelidade eterna. Ficam juntas no que é bom, mas logo que vem o que é ruim, muitas simplesmente se separam.
Pareceu de repente um pouco irritadiço:
-Creio que me lembro literalmente do ela disse: "Para mim só existe um homem e uma Terra, e se sinto isso tão intensamente é porque só vivo uma vida".
-Que declaração mais singular disse eu.-E o que aconteceu em seguida?
Foi bem seco. Conntou-me que tinham perdido Sonja quando ela estava com quatro anos e meio, e que,desde então, a convivência dos dois se tornara impossível. Era muita dor sob o mesmo teto explicou Frank. E ficou contemplando o coqueiral.

[...]
Acendi um cigarro.
-Continuo pensando nessa bebida de que você falou-disse. -Nem todo mundo ousaria prova-la.
Acho que a maioria não provaria.
-Pus o isqueiro na mesa, apontei para ele e sussurrei:
-Esse é um isqueiro mágico. Se você o acender agora viverá eternamente na Terra.
Ele me encarou fixamente, sem sorrir. Suas pupilas pareceram se iluminar.
-Mas tem que pensar muito bem nisso-precisei,-porque só vai ter uma oportunidade e nunca poderá voltar atrás na decisão que tomar.
-Não tem importância-replicou com altivez, e não tive certeza da escolha que ele faria.
-Quer viver até a idade normal do ser humano?-perguntei solenemente? Ou quer ficar na Terra por todos os séculos dos séculos?
Frank ergueu o isqueiro lenta mas decididamente e o acendeu.
Aquilo me impressionou. Fazia quase uma semana que eu estava na ilha, e finalmente não me sentia tão só.
-Não somos muitos -comentei.
Afinal sorriu, um sorriso largo. Creio que o nosso encontro o impressionou tanto quanto a mim.
-Não, parece que não somos tantos assim-admitiu.
Endireitou-se e me estendeu a mão por cima do copo de cerveja.
Foi como se tivéssemos confiado um ao outro que pertencíamos à mesma ordem seleta. Nem a Frank nem a mim metia medo a ideia de viver eternamente. O que nos aterrorizava era o contrário.
***
Trechos do livro "Maya o romance da criação". Do mesmo autor de "O mundo de Sofia".