A importância dos cuidados com a sua alimentação para previne doenças principalmente na região do seu fígado, veja o quadro acima as fases de gordura no fígado.
A importância do acompanhamento nutricional para reverter esses quadros enquanto ainda é possível porque vai chegar um grau que será Irreversível que você terá o seu fígado perdido.
A importância do acompanhamento nutricional para reverter esses quadros enquanto ainda é possível porque vai chegar um grau que será Irreversível que você terá o seu fígado perdido.
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EMAGRECER SIGNIFICA REDUZIR A QUANTIDADE DE GORDURA NO CORPO, ENQUANTO A PERDA DE PESO ESTÁ RELACIONADA À REDUÇÃO DO MONTANTE DO VALOR NUMÉRICO DA MASSA CORPORAL
Se a balança continua marcando o mesmo peso desde que você começou a praticar exercícios físicos com frequência e a se alimentar melhor, não entre em pânico. Pode ser que tenha emagrecido sem ter perdido peso.
Se a balança continua marcando o mesmo peso desde que você começou a praticar exercícios físicos com frequência e a se alimentar melhor, não entre em pânico. Pode ser que tenha emagrecido sem ter perdido peso.
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Parece confuso, mas o princípio é simples: você pode emagrecer ao reduzir a quantidade de gordura no corpo, enquanto mantém o peso ao ganhar massa muscular. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, perder peso significa reduzir o montante do valor numérico da massa corporal total. Portanto se você pesava 56kg, e agora pesa 52k, perdeu peso.
Por outro lado, emagrecer significa reduzir o percentual de gordura do corpo. Entenda:
GORDURA X MASSA MAGRA
O corpo humano é formado por três tipos de tecidos:
Massa de gordura;
Massa livre de gordura: massa muscular, massa óssea (ossos), cartilagens, ligamentos e tendões;
Fluidos extracelulares e intracelulares.
A massa livre de gordura e os fluidos compõem a massa magra, ou seja, o conjunto de músculos, órgãos vitais, ossos e líquidos corporais. Portanto, tudo o que compõe o seu organismo, com exceção da massa de gordura.
De acordo com a Associação Brasileira de Nutrição (Asbran), as células de gordura ficam localizadas sob a pele e entre as vísceras, e são formadas principalmente por triglicerídeos. Elas têm capacidade de armazenamento, ou seja, quando uma pessoa consome mais do que gasta, a célula cresce até seu limite e depois se multiplica, causando o ganho de peso.
O excesso de gordura no corpo pode causar problemas nas artérias e no cérebro, além de causar um “estresse” metabólico nas células, que ficam desorganizadas. Por isso, segundo a Asbran, a gordura deixa de ser depositada apenas nas células adiposas e começa a se instalar também em órgãos com o fígado e o pâncreas.
Gordura em excesso está, ainda, associada a doenças como diabetes e obesidade. A obesidade, por sua vez, é um fator de risco para doenças cardiovasculares (problemas cardíacos, acidentes vasculares cerebrais), aumento do colesterol e triglicérides, distúrbios músculo-esqueléticos e alguns tipos de câncer.
A massa magra, por outro lado, é fundamental para a saúde dos ossos e músculos, incluindo o coração. Também é importante quando o corpo fica doente e o sistema imunológico entra em ação, requerendo proteínas para combater a doença e se recuperar.
Com o avanço da idade, começamos a perder massa magra. A perda de massa muscular e óssea com o avanço da idade, quando não tratada, pode prejudicar a independência e causar prejuízos, como a sarcopenia (enfraquecimento dos músculos) e a osteoporose.
Por outro lado, emagrecer significa reduzir o percentual de gordura do corpo. Entenda:
GORDURA X MASSA MAGRA
O corpo humano é formado por três tipos de tecidos:
Massa de gordura;
Massa livre de gordura: massa muscular, massa óssea (ossos), cartilagens, ligamentos e tendões;
Fluidos extracelulares e intracelulares.
A massa livre de gordura e os fluidos compõem a massa magra, ou seja, o conjunto de músculos, órgãos vitais, ossos e líquidos corporais. Portanto, tudo o que compõe o seu organismo, com exceção da massa de gordura.
De acordo com a Associação Brasileira de Nutrição (Asbran), as células de gordura ficam localizadas sob a pele e entre as vísceras, e são formadas principalmente por triglicerídeos. Elas têm capacidade de armazenamento, ou seja, quando uma pessoa consome mais do que gasta, a célula cresce até seu limite e depois se multiplica, causando o ganho de peso.
O excesso de gordura no corpo pode causar problemas nas artérias e no cérebro, além de causar um “estresse” metabólico nas células, que ficam desorganizadas. Por isso, segundo a Asbran, a gordura deixa de ser depositada apenas nas células adiposas e começa a se instalar também em órgãos com o fígado e o pâncreas.
Gordura em excesso está, ainda, associada a doenças como diabetes e obesidade. A obesidade, por sua vez, é um fator de risco para doenças cardiovasculares (problemas cardíacos, acidentes vasculares cerebrais), aumento do colesterol e triglicérides, distúrbios músculo-esqueléticos e alguns tipos de câncer.
A massa magra, por outro lado, é fundamental para a saúde dos ossos e músculos, incluindo o coração. Também é importante quando o corpo fica doente e o sistema imunológico entra em ação, requerendo proteínas para combater a doença e se recuperar.
Com o avanço da idade, começamos a perder massa magra. A perda de massa muscular e óssea com o avanço da idade, quando não tratada, pode prejudicar a independência e causar prejuízos, como a sarcopenia (enfraquecimento dos músculos) e a osteoporose.
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Sabe aquela gordura abdominal que te incomoda e você tem dificuldade em perder? Pois bem, antes de qualquer coisa precisamos entender de onde ela surge e os motivos pelos quais a armazenamos.
Sabemos que uma boa alimentação é fundamental e a falta de exercício físico também influencia muito. Contudo, existem algumas outras questões envolvidas neste processo que vale a pena entendermos melhor.
Sabemos que uma boa alimentação é fundamental e a falta de exercício físico também influencia muito. Contudo, existem algumas outras questões envolvidas neste processo que vale a pena entendermos melhor.
vejo muitos pacientes com dificuldade em perder gordura no geral, mas principalmente abdominal. Escuto frequentemente esse tipo de queixa.
Os índices são altos quando falamos em população com sobrepeso e obesa. O Ministério da Saúde revela que o índice da população brasileira que esta acima do peso segue crescendo aproximadamente 52,5%. Deste numero, 17,9% são obesos.
Mas qual a relação entre gordura abdominal e insulina?
Sabemos que existem três tipos de fontes de energia (macronutrientes): proteínas, carboidratos e gorduras. Quando ingerimos mais calorias do que gastamos, acabamos armazenando o excesso na forma de gordura ou glicogênio. Isso leva ao balanço energético positivo e, assim, acabamos ganhando peso.
Quem envia o sinal para o armazenamento de gordura é a famosa insulina. Ela é um hormônio produzido pelo pâncreas, com importante função no metabolismo dos carboidratos no sangue.
Os índices são altos quando falamos em população com sobrepeso e obesa. O Ministério da Saúde revela que o índice da população brasileira que esta acima do peso segue crescendo aproximadamente 52,5%. Deste numero, 17,9% são obesos.
Mas qual a relação entre gordura abdominal e insulina?
Sabemos que existem três tipos de fontes de energia (macronutrientes): proteínas, carboidratos e gorduras. Quando ingerimos mais calorias do que gastamos, acabamos armazenando o excesso na forma de gordura ou glicogênio. Isso leva ao balanço energético positivo e, assim, acabamos ganhando peso.
Quem envia o sinal para o armazenamento de gordura é a famosa insulina. Ela é um hormônio produzido pelo pâncreas, com importante função no metabolismo dos carboidratos no sangue.
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A obesidade e o sedentarismo são os maiores causadores de resistência insulínica, no qual o principal sintoma é acumulo de gordura abdominal.
Quando geramos e produzimos esse excesso de insulina, acabamos armazenando gordura. Com isso, o nosso organismo passa a produzir varias substâncias inflamatórias, que vão gerar mais resistência à insulina e aumentar o risco de desenvolver diversas doenças, como hipertensão (pressão alta), elevação dos níveis de colesterol, problemas cardíacos, síndrome metabólica e por ai vai.
Por isso a importância do acompanhamento nutricional com um profissional esportivo ou Clínico da área de Nutrição 🍏
Quando geramos e produzimos esse excesso de insulina, acabamos armazenando gordura. Com isso, o nosso organismo passa a produzir varias substâncias inflamatórias, que vão gerar mais resistência à insulina e aumentar o risco de desenvolver diversas doenças, como hipertensão (pressão alta), elevação dos níveis de colesterol, problemas cardíacos, síndrome metabólica e por ai vai.
Por isso a importância do acompanhamento nutricional com um profissional esportivo ou Clínico da área de Nutrição 🍏
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