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🇧🇷Lula corta R$ 23 bilhões do orçamento, com o ministérios da defesa sendo o mais afetado
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As várias faces do PCC: a origem e evolução da maior organização criminosa do Brasil
O artigo "As várias faces do PCC: a origem e evolução da maior organização criminosa do Brasil", de Leonardo Coutinho, publicado em 2019, levanta uma questão que continua atual: em que momento determinados episódios atribuídos ao PCC deixaram de ser tratados com a gravidade que receberam quando ocorreram?
O texto descreve que o PCC evoluiu de uma facção prisional para uma organização capaz de exercer pressão sobre o Estado. Segundo o autor, após o mega-motim de 2001, os líderes da facção concluíram que eram capazes de "enfrentar, constranger e chantagear o Estado". Mais adiante, o artigo afirma que a organização passou a planejar ações que buscavam "criar terror e desestabilizar o processo eleitoral que estava em curso".
Ao abordar as eleições de 2002, Coutinho cita escutas policiais segundo as quais "o PCC tinha escolhido o seu candidato na esquerda e trabalharia por ele". O texto ainda afirma que havia orientação para que familiares de presos votassem "no candidato escolhido pela facção, pertencente ao Partido dos Trabalhadores (PT)".
O artigo também relata que o PCC teria planejado atentados com explosivos contra o Fórum da Barra Funda e contra a Bolsa de Valores de São Paulo. Segundo o autor, o objetivo seria "fraturar a economia do Brasil" e produzir um impacto que eles acreditavam que "favoreceria o candidato opositor de esquerda".
Já em 2006, durante a campanha de reeleição do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o texto descreve que o PCC promoveu "293 ataques", incendiou ônibus, atacou prédios públicos e paralisou a maior cidade da América Latina. O próprio artigo sustenta que a facção passou a utilizar a violência para influenciar decisões governamentais e que sua capacidade de "ameaçar os governantes e intervir no cotidiano da sociedade brasileira" se enquadraria no conceito de "gangues de terceira geração" desenvolvido pelo pesquisador Max Manwaring.
Diante desses relatos, a pergunta é inevitável: se uma organização promove ataques coordenados, utiliza explosivos, busca intimidar autoridades, tenta influenciar processos eleitorais e, segundo o próprio texto, pretende "criar terror e desestabilizar o processo eleitoral", em que momento esses fatos deixaram de ser considerados centrais no debate nacional? Isso não é terrorismo?
Mais do que uma discussão semântica, trata-se de um debate sobre critérios. Se atos destinados a gerar medo coletivo, pressionar governos e interferir na vida política não justificam ao menos a discussão sobre sua natureza, quando exatamente essas ações deixaram de ser vistas como uma forma de insurgência contra o Estado?
Fonte: Leonardo Coutinho, "As várias faces do PCC: a origem e evolução da maior organização criminosa do Brasil", Estado da Arte, 3 de maio de 2019.
LINK: https://estadodaarte.estadao.com.br/sociedade/as-varias-faces-do-pcc-a-origem-e-evolucao-da-maior-organizacao-criminosa-do-brasil/
As várias faces do PCC: a origem e evolução da maior organização criminosa do Brasil
O artigo "As várias faces do PCC: a origem e evolução da maior organização criminosa do Brasil", de Leonardo Coutinho, publicado em 2019, levanta uma questão que continua atual: em que momento determinados episódios atribuídos ao PCC deixaram de ser tratados com a gravidade que receberam quando ocorreram?
O texto descreve que o PCC evoluiu de uma facção prisional para uma organização capaz de exercer pressão sobre o Estado. Segundo o autor, após o mega-motim de 2001, os líderes da facção concluíram que eram capazes de "enfrentar, constranger e chantagear o Estado". Mais adiante, o artigo afirma que a organização passou a planejar ações que buscavam "criar terror e desestabilizar o processo eleitoral que estava em curso".
Ao abordar as eleições de 2002, Coutinho cita escutas policiais segundo as quais "o PCC tinha escolhido o seu candidato na esquerda e trabalharia por ele". O texto ainda afirma que havia orientação para que familiares de presos votassem "no candidato escolhido pela facção, pertencente ao Partido dos Trabalhadores (PT)".
O artigo também relata que o PCC teria planejado atentados com explosivos contra o Fórum da Barra Funda e contra a Bolsa de Valores de São Paulo. Segundo o autor, o objetivo seria "fraturar a economia do Brasil" e produzir um impacto que eles acreditavam que "favoreceria o candidato opositor de esquerda".
Já em 2006, durante a campanha de reeleição do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o texto descreve que o PCC promoveu "293 ataques", incendiou ônibus, atacou prédios públicos e paralisou a maior cidade da América Latina. O próprio artigo sustenta que a facção passou a utilizar a violência para influenciar decisões governamentais e que sua capacidade de "ameaçar os governantes e intervir no cotidiano da sociedade brasileira" se enquadraria no conceito de "gangues de terceira geração" desenvolvido pelo pesquisador Max Manwaring.
Diante desses relatos, a pergunta é inevitável: se uma organização promove ataques coordenados, utiliza explosivos, busca intimidar autoridades, tenta influenciar processos eleitorais e, segundo o próprio texto, pretende "criar terror e desestabilizar o processo eleitoral", em que momento esses fatos deixaram de ser considerados centrais no debate nacional? Isso não é terrorismo?
Mais do que uma discussão semântica, trata-se de um debate sobre critérios. Se atos destinados a gerar medo coletivo, pressionar governos e interferir na vida política não justificam ao menos a discussão sobre sua natureza, quando exatamente essas ações deixaram de ser vistas como uma forma de insurgência contra o Estado?
Fonte: Leonardo Coutinho, "As várias faces do PCC: a origem e evolução da maior organização criminosa do Brasil", Estado da Arte, 3 de maio de 2019.
LINK: https://estadodaarte.estadao.com.br/sociedade/as-varias-faces-do-pcc-a-origem-e-evolucao-da-maior-organizacao-criminosa-do-brasil/
Estado da Arte
As várias faces do PCC: a origem e evolução da maior organização criminosa do Brasil - Estado da Arte
Leonardo Coutinho revela as entranhas da maior organização criminosa do país.
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Petro, presidente da Colômbia, ao lado do LULA, defendendo a legalização da cocaína!!!!!!
Já já será considerado Fake News e antidemocrático pelo puxadinho do STF, o TSE
Já já será considerado Fake News e antidemocrático pelo puxadinho do STF, o TSE
Forwarded from R͎ĄS͟GAN҉DO O̸ V͎E̸RBO͎
Essa bandidagem governamental faz qualquer negócio para o dinheiro chegar na mão dos bajuladores do regime!
Forwarded from R͎ĄS͟GAN҉DO O̸ V͎E̸RBO͎
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A turminha que vai combater o crime organizado...
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Forwarded from REVELAR
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O céu de Blumenau e região está cheio destes “rastros”.
Os malditos inimigos da humanidade já estão avisando que sofremos uma catástrofe aqui no sul do Brasil e que o culpado será o “Super EL Niño”.
Acredite quem quiser.
Os malditos inimigos da humanidade já estão avisando que sofremos uma catástrofe aqui no sul do Brasil e que o culpado será o “Super EL Niño”.
Acredite quem quiser.
Forwarded from Fúria e Tradição
O SISTEMA ESTÁ DESESPERADO, JÁ SOMOS MILHARES DE R3DPILL!. Link: https://www.youtube.com/watch?v=n6ozoQcgChQ
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O SISTEMA ESTÁ DESESPERADO, JÁ SOMOS MILHARES DE R3DPILL!
NOSSA PARCEIRA: HEAVYSUPPZ
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Cupom: FURIA
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🚨 Agora: Flávio Bolsonaro vai a Belo Horizonte e arrasta uma multidão de apoiadores no Mercado Central da capital mineira.
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