Forwarded from FLÁVIO BOLSONARO
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Lula é um falso presidente! Não tem povo e está completamente desconectado da realidade.
Foi neste evento VAZIO que Lula defendeu a soberania do PCC e do Comando Vermelho, enquanto milhões de brasileiros vivem oprimidos por esses narcotraficantes em áreas dominadas pelo crime.
Foi neste evento VAZIO que Lula defendeu a soberania do PCC e do Comando Vermelho, enquanto milhões de brasileiros vivem oprimidos por esses narcotraficantes em áreas dominadas pelo crime.
João Moreira Salles é irmão do famoso cineasta Walter Salles, que adora produzir filme esquerdista. Família, ao lado dos Setúbal e Villelas, são os donos do Itaú https://share.google/Y867VFV6JmrqawjY9
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Há um padrão nessas "coincidências" !!!!
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A CNN mostrou o PRISMA, um sistema da Palantir usado pela Ucrânia para otimizar ataques de drones. O sistema recebe milhares de parâmetros por segundo de forma totalmente autônoma, como, por exemplo, os locais onde os drones ucranianos estão sendo abatidos por defesas russas. Com base nesses dados, o sistema cria novas rotas menos defendidas, transmitindo essa informação para as unidades no terreno. Isso significa que a Ucrânia consegue atualizar as rotas que os seus drones seguem para atacar alvos na Rússia exatamente no mesmo segundo em que os russos instalam novas defesas nas rotas antigas.
Ao mesmo tempo, o sistema compila informações sobre as localizações das defesas russas, criando alvos e permitindo ataques de saturação visando a destruição dessas defesas.
Ao mesmo tempo, o sistema compila informações sobre as localizações das defesas russas, criando alvos e permitindo ataques de saturação visando a destruição dessas defesas.
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Relator da CPI do crime organizado no palanque de Lula enquanto o descondenado reclamava por terem classificado CV e PCC como terroristas. Que contraditório!
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A Califórnia poderá em breve se tornar um campo de testes para um dos projetos de saúde pública mais ambiciosos do Google até o momento.
A gigante da tecnologia está buscando aprovação federal para liberar até 32 milhões de mosquitos especialmente tratados na Califórnia e na Flórida nos próximos dois anos, como parte de um esforço para reduzir a disseminação de doenças transmitidas por mosquitos, incluindo o vírus do Nilo Ocidental , a encefalite de St. Louis, a dengue, o Zika, a chikungunya e a febre amarela.
A proposta está atualmente sob análise da Agência de Proteção Ambiental dos EUA, que está aceitando comentários do público até 5 de junho, antes de decidir se emite ou não uma licença de uso experimental.
A gigante da tecnologia está buscando aprovação federal para liberar até 32 milhões de mosquitos especialmente tratados na Califórnia e na Flórida nos próximos dois anos, como parte de um esforço para reduzir a disseminação de doenças transmitidas por mosquitos, incluindo o vírus do Nilo Ocidental , a encefalite de St. Louis, a dengue, o Zika, a chikungunya e a febre amarela.
A proposta está atualmente sob análise da Agência de Proteção Ambiental dos EUA, que está aceitando comentários do público até 5 de junho, antes de decidir se emite ou não uma licença de uso experimental.
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🇧🇷Lula corta R$ 23 bilhões do orçamento, com o ministérios da defesa sendo o mais afetado
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VOCÊ JÁ LEU ESSE ARTIGO?
As várias faces do PCC: a origem e evolução da maior organização criminosa do Brasil
O artigo "As várias faces do PCC: a origem e evolução da maior organização criminosa do Brasil", de Leonardo Coutinho, publicado em 2019, levanta uma questão que continua atual: em que momento determinados episódios atribuídos ao PCC deixaram de ser tratados com a gravidade que receberam quando ocorreram?
O texto descreve que o PCC evoluiu de uma facção prisional para uma organização capaz de exercer pressão sobre o Estado. Segundo o autor, após o mega-motim de 2001, os líderes da facção concluíram que eram capazes de "enfrentar, constranger e chantagear o Estado". Mais adiante, o artigo afirma que a organização passou a planejar ações que buscavam "criar terror e desestabilizar o processo eleitoral que estava em curso".
Ao abordar as eleições de 2002, Coutinho cita escutas policiais segundo as quais "o PCC tinha escolhido o seu candidato na esquerda e trabalharia por ele". O texto ainda afirma que havia orientação para que familiares de presos votassem "no candidato escolhido pela facção, pertencente ao Partido dos Trabalhadores (PT)".
O artigo também relata que o PCC teria planejado atentados com explosivos contra o Fórum da Barra Funda e contra a Bolsa de Valores de São Paulo. Segundo o autor, o objetivo seria "fraturar a economia do Brasil" e produzir um impacto que eles acreditavam que "favoreceria o candidato opositor de esquerda".
Já em 2006, durante a campanha de reeleição do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o texto descreve que o PCC promoveu "293 ataques", incendiou ônibus, atacou prédios públicos e paralisou a maior cidade da América Latina. O próprio artigo sustenta que a facção passou a utilizar a violência para influenciar decisões governamentais e que sua capacidade de "ameaçar os governantes e intervir no cotidiano da sociedade brasileira" se enquadraria no conceito de "gangues de terceira geração" desenvolvido pelo pesquisador Max Manwaring.
Diante desses relatos, a pergunta é inevitável: se uma organização promove ataques coordenados, utiliza explosivos, busca intimidar autoridades, tenta influenciar processos eleitorais e, segundo o próprio texto, pretende "criar terror e desestabilizar o processo eleitoral", em que momento esses fatos deixaram de ser considerados centrais no debate nacional? Isso não é terrorismo?
Mais do que uma discussão semântica, trata-se de um debate sobre critérios. Se atos destinados a gerar medo coletivo, pressionar governos e interferir na vida política não justificam ao menos a discussão sobre sua natureza, quando exatamente essas ações deixaram de ser vistas como uma forma de insurgência contra o Estado?
Fonte: Leonardo Coutinho, "As várias faces do PCC: a origem e evolução da maior organização criminosa do Brasil", Estado da Arte, 3 de maio de 2019.
LINK: https://estadodaarte.estadao.com.br/sociedade/as-varias-faces-do-pcc-a-origem-e-evolucao-da-maior-organizacao-criminosa-do-brasil/
As várias faces do PCC: a origem e evolução da maior organização criminosa do Brasil
O artigo "As várias faces do PCC: a origem e evolução da maior organização criminosa do Brasil", de Leonardo Coutinho, publicado em 2019, levanta uma questão que continua atual: em que momento determinados episódios atribuídos ao PCC deixaram de ser tratados com a gravidade que receberam quando ocorreram?
O texto descreve que o PCC evoluiu de uma facção prisional para uma organização capaz de exercer pressão sobre o Estado. Segundo o autor, após o mega-motim de 2001, os líderes da facção concluíram que eram capazes de "enfrentar, constranger e chantagear o Estado". Mais adiante, o artigo afirma que a organização passou a planejar ações que buscavam "criar terror e desestabilizar o processo eleitoral que estava em curso".
Ao abordar as eleições de 2002, Coutinho cita escutas policiais segundo as quais "o PCC tinha escolhido o seu candidato na esquerda e trabalharia por ele". O texto ainda afirma que havia orientação para que familiares de presos votassem "no candidato escolhido pela facção, pertencente ao Partido dos Trabalhadores (PT)".
O artigo também relata que o PCC teria planejado atentados com explosivos contra o Fórum da Barra Funda e contra a Bolsa de Valores de São Paulo. Segundo o autor, o objetivo seria "fraturar a economia do Brasil" e produzir um impacto que eles acreditavam que "favoreceria o candidato opositor de esquerda".
Já em 2006, durante a campanha de reeleição do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o texto descreve que o PCC promoveu "293 ataques", incendiou ônibus, atacou prédios públicos e paralisou a maior cidade da América Latina. O próprio artigo sustenta que a facção passou a utilizar a violência para influenciar decisões governamentais e que sua capacidade de "ameaçar os governantes e intervir no cotidiano da sociedade brasileira" se enquadraria no conceito de "gangues de terceira geração" desenvolvido pelo pesquisador Max Manwaring.
Diante desses relatos, a pergunta é inevitável: se uma organização promove ataques coordenados, utiliza explosivos, busca intimidar autoridades, tenta influenciar processos eleitorais e, segundo o próprio texto, pretende "criar terror e desestabilizar o processo eleitoral", em que momento esses fatos deixaram de ser considerados centrais no debate nacional? Isso não é terrorismo?
Mais do que uma discussão semântica, trata-se de um debate sobre critérios. Se atos destinados a gerar medo coletivo, pressionar governos e interferir na vida política não justificam ao menos a discussão sobre sua natureza, quando exatamente essas ações deixaram de ser vistas como uma forma de insurgência contra o Estado?
Fonte: Leonardo Coutinho, "As várias faces do PCC: a origem e evolução da maior organização criminosa do Brasil", Estado da Arte, 3 de maio de 2019.
LINK: https://estadodaarte.estadao.com.br/sociedade/as-varias-faces-do-pcc-a-origem-e-evolucao-da-maior-organizacao-criminosa-do-brasil/
Estado da Arte
As várias faces do PCC: a origem e evolução da maior organização criminosa do Brasil - Estado da Arte
Leonardo Coutinho revela as entranhas da maior organização criminosa do país.
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Petro, presidente da Colômbia, ao lado do LULA, defendendo a legalização da cocaína!!!!!!
Já já será considerado Fake News e antidemocrático pelo puxadinho do STF, o TSE
Já já será considerado Fake News e antidemocrático pelo puxadinho do STF, o TSE
Forwarded from R͎ĄS͟GAN҉DO O̸ V͎E̸RBO͎
Essa bandidagem governamental faz qualquer negócio para o dinheiro chegar na mão dos bajuladores do regime!