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E quem discorda do professor é o verdadeiro racista.
Não seja massa de manobra.
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Escala 5×2 obrigatória aprovada pela Câmara é rara até em países desenvolvidos
A proposta aprovada pela Câmara dos Deputados que extingue a escala 6x1 e estabelece dois dias obrigatórios de descanso semanal colocaria o Brasil em um modelo incomum até entre países desenvolvidos, segundo levantamento do economista Daniel Duque, pesquisador do FGV Ibre e colaborador do Centro de Liderança Pública (CLP). A PEC aprovada nesta quarta-feira, 27, reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e determina, na prática, a adoção da escala 5x2.
🔗 https://revistaoeste.com/economia/escala-5x2-obrigatoria-aprovada-pela-camara-e-rara-ate-em-paises-desenvolvidos/
A proposta aprovada pela Câmara dos Deputados que extingue a escala 6x1 e estabelece dois dias obrigatórios de descanso semanal colocaria o Brasil em um modelo incomum até entre países desenvolvidos, segundo levantamento do economista Daniel Duque, pesquisador do FGV Ibre e colaborador do Centro de Liderança Pública (CLP). A PEC aprovada nesta quarta-feira, 27, reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e determina, na prática, a adoção da escala 5x2.
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Revista Oeste
Escala 5x2 obrigatória aprovada pela Câmara é rara até em países desenvolvidos
Levantamento mostra que mesmo nações com jornadas menores, como França e Holanda, ainda permitem trabalho em 6 dias
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🚨 Inacreditável: Blogueira militante da Globolixo sai em defesa de PCC e Comando Vermelho e afirma que classificação das facções como terroristas é “golpe da família Bolsonaro contra economia e soberania do Brasil”.
#Repost @karinamichelin
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A decisão anunciada nesta quinta-feira, 28 de maio, pelo secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, de designar o PCC e o CV como Organizações Terroristas Estrangeiras e Globais provocou uma onda de preocupação nos bastidores do mercado financeiro brasileiro.
A preocupação agora é com o efeito dominó que a medida pode desencadear sobre bancos, fundos, empresas e agentes econômicos que, em algum momento, tenham mantido relações comerciais - diretas ou indiretas - com indivíduos, operadores ou estruturas posteriormente associadas às organizações.
A decisão coloca PCC e CV dentro do mesmo arcabouço jurídico utilizado por Washington para perseguir financeiramente organizações consideradas ameaças à segurança nacional americana. Isso amplia significativamente o alcance das ferramentas utilizadas pelos EUA para rastrear recursos, bloquear ativos, investigar transações e impor sanções.
Nos bastidores, a leitura é que a medida pode abrir caminho para uma nova fase de escrutínio sobre operações financeiras já citadas em investigações envolvendo lavagem de dinheiro e movimentação de recursos do crime organizado. Entre os nomes que aparecem em discussões recentes estão o Banco Master e a gestora Reag, embora não exista, até o momento, qualquer anúncio oficial de sanções por parte do governo americano.
Especialistas avaliam que, uma vez enquadradas na legislação antiterrorismo dos EUA, as facções passam a estar inseridas em um sistema de monitoramento global capaz de alcançar não apenas seus integrantes, mas também facilitadores, operadores, empresas e estruturas financeiras eventualmente ligadas às suas atividades.
O receio é que futuras medidas possam atingir bancos, empresas, fundos, investidores e parceiros comerciais que tenham transitado, ainda que indiretamente, por cadeias financeiras posteriormente associadas a pessoas sob investigação.
Segundo Fernando Nakagawa, o clima nos bastidores do mercado foi comparado ao período das especulações sobre sanções baseadas na Lei Magnitsky. A diferença é que, desta vez, o alvo não é apenas político - é o dinheiro.
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A decisão anunciada nesta quinta-feira, 28 de maio, pelo secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, de designar o PCC e o CV como Organizações Terroristas Estrangeiras e Globais provocou uma onda de preocupação nos bastidores do mercado financeiro brasileiro.
A preocupação agora é com o efeito dominó que a medida pode desencadear sobre bancos, fundos, empresas e agentes econômicos que, em algum momento, tenham mantido relações comerciais - diretas ou indiretas - com indivíduos, operadores ou estruturas posteriormente associadas às organizações.
A decisão coloca PCC e CV dentro do mesmo arcabouço jurídico utilizado por Washington para perseguir financeiramente organizações consideradas ameaças à segurança nacional americana. Isso amplia significativamente o alcance das ferramentas utilizadas pelos EUA para rastrear recursos, bloquear ativos, investigar transações e impor sanções.
Nos bastidores, a leitura é que a medida pode abrir caminho para uma nova fase de escrutínio sobre operações financeiras já citadas em investigações envolvendo lavagem de dinheiro e movimentação de recursos do crime organizado. Entre os nomes que aparecem em discussões recentes estão o Banco Master e a gestora Reag, embora não exista, até o momento, qualquer anúncio oficial de sanções por parte do governo americano.
Especialistas avaliam que, uma vez enquadradas na legislação antiterrorismo dos EUA, as facções passam a estar inseridas em um sistema de monitoramento global capaz de alcançar não apenas seus integrantes, mas também facilitadores, operadores, empresas e estruturas financeiras eventualmente ligadas às suas atividades.
O receio é que futuras medidas possam atingir bancos, empresas, fundos, investidores e parceiros comerciais que tenham transitado, ainda que indiretamente, por cadeias financeiras posteriormente associadas a pessoas sob investigação.
Segundo Fernando Nakagawa, o clima nos bastidores do mercado foi comparado ao período das especulações sobre sanções baseadas na Lei Magnitsky. A diferença é que, desta vez, o alvo não é apenas político - é o dinheiro.
STF blinda servidores e exige intenção de dolo para punir improbidade
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para validar as principais mudanças na Lei de Improbidade Administrativa aprovadas pelo Congresso Nacional em 2021. O plenário consolidou o entendimento de que os processos contra a administração pública exigem a comprovação de dolo, ou seja, a intenção deliberada do agente de cometer a irregularidade, lesar o erário ou obter enriquecimento ilícito.
🔗 https://revistaoeste.com/politica/stf-blinda-servidores-e-exige-intencao-de-dolo-para-punir-improbidade/
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para validar as principais mudanças na Lei de Improbidade Administrativa aprovadas pelo Congresso Nacional em 2021. O plenário consolidou o entendimento de que os processos contra a administração pública exigem a comprovação de dolo, ou seja, a intenção deliberada do agente de cometer a irregularidade, lesar o erário ou obter enriquecimento ilícito.
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Revista Oeste
STF blinda servidores e exige intenção de dolo para punir improbidade
Tribunal confirma a extinção da modalidade culposa em processos administrativos
Forwarded from FLÁVIO BOLSONARO
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Vamos honrar a confiança de vocês. É essa força que vai mudar o Brasil! VEM COM FÉ!