A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), por meio da Delegacia de Combate à Corrupção (Decor/Deic), deflagrou nesta quinta-feira (9/4), uma operação com o objetivo de desmantelar uma organização criminosa suspeita de articular um esquema de fraudes e superfaturamento em procedimentos cirúrgicos custeados pelo plano de saúde.
Em um dos casos, enquanto um procedimento para o mesmo diagnóstico custaria cerca de R$ 29 mil, o grupo obteve na Justiça o pagamento de mais de R$ 600 mil pela mesma cirurgia.
Batizada de Dose Extra, a ação policial é fruto de uma investigação originada em auditoria realizada pelo próprio Governo do Estado, que identificou irregularidades praticadas contra o plano de saúde dos servidores estaduais, o SC Saúde.
Os indícios apurados foram então formalmente encaminhados à Polícia Civil, que deu início à apuração policial.
Um relatório técnico após auditoria interna no SC Saúde revelou indícios de irregularidades em cirurgias de coluna por via endoscópica custeadas pelo plano.
Em um dos casos, enquanto um procedimento para o mesmo diagnóstico custaria cerca de R$ 29 mil, o grupo obteve na Justiça o pagamento de mais de R$ 600 mil pela mesma cirurgia.
Batizada de Dose Extra, a ação policial é fruto de uma investigação originada em auditoria realizada pelo próprio Governo do Estado, que identificou irregularidades praticadas contra o plano de saúde dos servidores estaduais, o SC Saúde.
Os indícios apurados foram então formalmente encaminhados à Polícia Civil, que deu início à apuração policial.
Um relatório técnico após auditoria interna no SC Saúde revelou indícios de irregularidades em cirurgias de coluna por via endoscópica custeadas pelo plano.
A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), por meio da Delegacia de Combate à Corrupção (Decor/Deic), deflagrou nesta quinta-feira (9/4), uma operação com o objetivo de desmantelar uma organização criminosa suspeita de articular um esquema de fraudes e superfaturamento em procedimentos cirúrgicos custeados pelo plano de saúde.
Em um dos casos, enquanto um procedimento para o mesmo diagnóstico custaria cerca de R$ 29 mil, o grupo obteve na Justiça o pagamento de mais de R$ 600 mil pela mesma cirurgia.
Batizada de Dose Extra, a ação policial é fruto de uma investigação originada em auditoria realizada pelo próprio Governo do Estado, que identificou irregularidades praticadas contra o plano de saúde dos servidores estaduais, o SC Saúde.
Os indícios apurados foram então formalmente encaminhados à Polícia Civil, que deu início à apuração policial.
Um relatório técnico após auditoria interna no SC Saúde revelou indícios de irregularidades em cirurgias de coluna por via endoscópica custeadas pelo plano.
O grupo, composto por médicos, empresários e advogados, que não pertenciam ao corpo de servidores do SC Saúde, segundo a Polícia Civil, utilizava negativas administrativas do plano para, em seguida, judicializar os pedidos cirúrgicos.
No processo judicial, eram apresentados orçamentos de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPMEs) com um sobrepreço injustificado. A investigação apurou que os valores pleiteados judicialmente eram drasticamente superiores aos de mercado.
As evidências apontam que os médicos envolvidos indicavam propositalmente fornecedoras que, embora tivessem nomes distintos, pertenciam ao mesmo grupo econômico. A estratégia servia para simular concorrência e mascarar o superfaturamento.
Até o momento, a análise de apenas 33 procedimentos revelou um prejuízo estimado em R$ 6 milhões aos cofres públicos.
Em um dos casos, enquanto um procedimento para o mesmo diagnóstico custaria cerca de R$ 29 mil, o grupo obteve na Justiça o pagamento de mais de R$ 600 mil pela mesma cirurgia.
Batizada de Dose Extra, a ação policial é fruto de uma investigação originada em auditoria realizada pelo próprio Governo do Estado, que identificou irregularidades praticadas contra o plano de saúde dos servidores estaduais, o SC Saúde.
Os indícios apurados foram então formalmente encaminhados à Polícia Civil, que deu início à apuração policial.
Um relatório técnico após auditoria interna no SC Saúde revelou indícios de irregularidades em cirurgias de coluna por via endoscópica custeadas pelo plano.
O grupo, composto por médicos, empresários e advogados, que não pertenciam ao corpo de servidores do SC Saúde, segundo a Polícia Civil, utilizava negativas administrativas do plano para, em seguida, judicializar os pedidos cirúrgicos.
No processo judicial, eram apresentados orçamentos de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPMEs) com um sobrepreço injustificado. A investigação apurou que os valores pleiteados judicialmente eram drasticamente superiores aos de mercado.
As evidências apontam que os médicos envolvidos indicavam propositalmente fornecedoras que, embora tivessem nomes distintos, pertenciam ao mesmo grupo econômico. A estratégia servia para simular concorrência e mascarar o superfaturamento.
Até o momento, a análise de apenas 33 procedimentos revelou um prejuízo estimado em R$ 6 milhões aos cofres públicos.
Operador de fraude bilionária no INSS confessa crimes e assina delação premiada
https://gazetabrasil.com.br/politica/2026/04/09/operador-de-fraude-bilionaria-no-inss-confessa-crimes-e-assina-delacao-premiada/
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Gazeta Brasil
Operador de fraude bilionária no INSS confessa crimes e assina delação premiada
Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram] WhatsApp: [link do WhatsApp] O empresário Maurício Camisotti, preso em setembro de 2025 no âmbito da Operação Sem Desconto, firmou um acordo de delação…
Confira os alimentos que mais pesaram no bolso dos brasileiros em março
https://gazetabrasil.com.br/sem-categoria/2026/04/10/confira-os-alimentos-que-mais-pesaram-no-bolso-dos-brasileiros-em-marco/
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Gazeta Brasil
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Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram] WhatsApp: [link do WhatsApp]Os preços dos alimentos dispararam em março e foram os principais responsáveis pela alta da inflação no país, segundo dados…
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Polêmica! No RodaViva, o neuropediatra José Salomão Schwartzman analisa o aumento de diagnósticos de pessoas dentro do TEA nos últimos anos.
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GUILHERME FIUZA: O rombo brasileiro já está contratado
Uma das principais notícias deste ano de sucessão presidencial é a aproximação da dívida pública dos 80% do PIB (79,2%). É uma notícia central porque fala sobre o futuro imediato do país. Mas parece ser uma questão sobre quem será o terceiro goleiro da seleção.
💬 Leia a coluna na íntegra: https://gazpovo.com/WGD7aD5q
Uma das principais notícias deste ano de sucessão presidencial é a aproximação da dívida pública dos 80% do PIB (79,2%). É uma notícia central porque fala sobre o futuro imediato do país. Mas parece ser uma questão sobre quem será o terceiro goleiro da seleção.
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TUDO (“Aparentemente” ) MUITO BEM ORQUESTRADO 😁
Com a saída antecipada de Cármen Lúcia do Tribunal Superior Eleitoral , Nunes Marques será eleito presidente do TSE no dia 14 de abril, tendo André Mendonça como vice.
Dependendo do andamento das investigações que, podem indicar um possível envolvimento de Nunes Marques e sua família com o caso Master, Mendonça assumirá a presidência do Tribunal e comandará as eleições de outubro.
Com a saída antecipada de Cármen Lúcia do Tribunal Superior Eleitoral , Nunes Marques será eleito presidente do TSE no dia 14 de abril, tendo André Mendonça como vice.
Dependendo do andamento das investigações que, podem indicar um possível envolvimento de Nunes Marques e sua família com o caso Master, Mendonça assumirá a presidência do Tribunal e comandará as eleições de outubro.
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STF é questionado sobre Moraes ter viabilizado aborto até 9 meses
https://pleno.news/brasil/politica-nacional/stf-e-questionado-sobre-moraes-ter-viabilizado-aborto-ate-9-meses.html
https://pleno.news/brasil/politica-nacional/stf-e-questionado-sobre-moraes-ter-viabilizado-aborto-ate-9-meses.html
Pleno.News
STF é questionado sobre Moraes ter viabilizado aborto até 9 meses
Parlamentares apresentaram habeas corpus contra a decisão do ministro
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Abandonado pelo sistema.
Em breve, ele vai pedir seu impeachment para tentar se salvar.
Em breve, ele vai pedir seu impeachment para tentar se salvar.
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Pedro Rousseff entra em desespero após Congresso marcar data para derrubar veto da dosimetria: “Bolsonaro vai estar 100% solto”.
A decisão do Congresso Nacional de marcar a votação sobre o veto ao projeto da dosimetria provocou forte reação entre aliados do governo. O vereador Pedro Rousseff, sobrinho da ex-presidente Dilma Rousseff, foi um dos que mais criticaram a medida.
A data foi definida nesta quinta-feira (9) pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, que marcou para o dia 30 de abril a sessão que deve analisar a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto.
A movimentação ocorre após pressão do deputado federal Nikolas Ferreira (PL), que vinha cobrando publicamente a inclusão da pauta. Nas redes sociais, o parlamentar agradeceu a decisão, classificando como um avanço na discussão do tema.
A definição da data, no entanto, irritou integrantes da base governista. Em publicação nas redes, Pedro Rousseff reagiu de forma dura e afirmou: “Bolsonaro vai estar 100% solto”, em referência às possíveis consequências da derrubada do veto.
O projeto da dosimetria trata da revisão de penas relacionadas aos atos de 8 de janeiro e foi vetado integralmente por Lula. Com a votação marcada, caberá agora ao Congresso decidir se mantém ou derruba a decisão presidencial.
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@forcaehonra1 ⚡
@qrmKuCwkBmNDU5 🇧🇷
A decisão do Congresso Nacional de marcar a votação sobre o veto ao projeto da dosimetria provocou forte reação entre aliados do governo. O vereador Pedro Rousseff, sobrinho da ex-presidente Dilma Rousseff, foi um dos que mais criticaram a medida.
A data foi definida nesta quinta-feira (9) pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, que marcou para o dia 30 de abril a sessão que deve analisar a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto.
A movimentação ocorre após pressão do deputado federal Nikolas Ferreira (PL), que vinha cobrando publicamente a inclusão da pauta. Nas redes sociais, o parlamentar agradeceu a decisão, classificando como um avanço na discussão do tema.
A definição da data, no entanto, irritou integrantes da base governista. Em publicação nas redes, Pedro Rousseff reagiu de forma dura e afirmou: “Bolsonaro vai estar 100% solto”, em referência às possíveis consequências da derrubada do veto.
O projeto da dosimetria trata da revisão de penas relacionadas aos atos de 8 de janeiro e foi vetado integralmente por Lula. Com a votação marcada, caberá agora ao Congresso decidir se mantém ou derruba a decisão presidencial.
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Gazeta Brasil
Cidade do Nordeste registra a inflação mais alta do Brasil em março
Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram] WhatsApp: [link do WhatsApp] A inflação na Região Metropolitana de Salvador disparou em março e atingiu o maior nível do país. Segundo dados do Instituto…
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