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QUAL A SUA OPINIÃO? A revolta de um pai tomou conta de uma sala de audiência após a decisão judicial envolvendo o caso do assassinato de sua filha. Ao ouvir que o responsável pelo crime receberia apenas 120 horas de serviço comunitário como punição, o homem perdeu o controle e arremessou uma cadeira em direção à juíza, em um episódio que rapidamente ganhou repercussão.
Segundo relatos, a reação ocorreu logo após a leitura da sentença, considerada por muitos como branda diante da gravidade do caso. A cena expôs não apenas a dor de uma família destruída, mas também o sentimento de indignação que frequentemente surge quando decisões judiciais são vistas como desproporcionais ao crime cometido.
O caso reacende o debate sobre a efetividade do sistema penal e a sensação de impunidade que afeta a confiança da população na Justiça. Enquanto especialistas defendem que decisões judiciais seguem critérios legais específicos, episódios como esse mostram o abismo entre a letra da lei e a percepção social de justiça — especialmente quando se trata de crimes que causam perdas irreparáveis.
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#noticias #jornalismo #viral #polemica #treta
↘️
@forcaehonra1 ⚡
@qrmKuCwkBmNDU5 🇧🇷
Segundo relatos, a reação ocorreu logo após a leitura da sentença, considerada por muitos como branda diante da gravidade do caso. A cena expôs não apenas a dor de uma família destruída, mas também o sentimento de indignação que frequentemente surge quando decisões judiciais são vistas como desproporcionais ao crime cometido.
O caso reacende o debate sobre a efetividade do sistema penal e a sensação de impunidade que afeta a confiança da população na Justiça. Enquanto especialistas defendem que decisões judiciais seguem critérios legais específicos, episódios como esse mostram o abismo entre a letra da lei e a percepção social de justiça — especialmente quando se trata de crimes que causam perdas irreparáveis.
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👍1👏1
🗳 FATOR ZEMA
Minas Gerais foi um estado decisivo nas últimas eleições, o que coloca o pré-candidato Romeu Zema com peso extra em uma eventual composição com Flávio Bolsonaro. ➡️ https://gazpovo.com/5eU6Edm5
Minas Gerais foi um estado decisivo nas últimas eleições, o que coloca o pré-candidato Romeu Zema com peso extra em uma eventual composição com Flávio Bolsonaro. ➡️ https://gazpovo.com/5eU6Edm5
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A vergonha migra para o coletivo quando sua liderança nivela a inteligência pela média do próprio grupo. A liderança define o movimento, coordena, escolhe o alvo e distribui o sentido, mas a régua continua sendo a dos seus; por isso, quando chega a hora de apreciar um fato, a suficiência mínima já foi rebaixada de antemão. O resultado é conhecido; ir para as ruas urrar, queimar, vandalizar e, no ápice da degradação simbólica, erguer uma bandeira comunista nas ruas dos Estados Unidos. Essa é a régua dos democratas que depois trocam de roupa, se apresentam como progressistas e seguem obedecendo à mesma ordem globalista, talvez a força mais nociva das últimas décadas no mundo.
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Nesta quinta-feira, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse que os escândalos de corrupção não estão concentrados no Rio de Janeiro.
Fux se manifestou durante o julgamento no qual a Corte discute se as eleições para mandato-tampão de governador do estado serão diretas ou indiretas.
Fux se manifestou durante o julgamento no qual a Corte discute se as eleições para mandato-tampão de governador do estado serão diretas ou indiretas.
Media is too big
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A atriz Luana Piovani disse que é “evangélica macumbeira” durante o videocast Conversa Vai, Conversa Vem, do jornal O Globo, exibido nesta quinta-feira.
Ela relatou que foi levada pela avó para a igreja Adventista do Sétimo Dia. De acordo com a atriz, o preconceito contra evangélicos tem fundamento, atualmente.
Ela relatou que foi levada pela avó para a igreja Adventista do Sétimo Dia. De acordo com a atriz, o preconceito contra evangélicos tem fundamento, atualmente.
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Um homem estava com um facão ameaçando as pessoas na rua. Então a população não espera pela polícia e resolve a situação com as próprias mãos.
👏3
Forwarded from REVELAR - Casando o v…
A capacidade de produção de petróleo da Arábia Saudita caiu em 600.000 barris por dia devido a ataques recentes, anunciou o Ministério da Energia do país.
Os ataques danificaram a capacidade de produção nos campos de Khurais e Manifa, paralisando cerca de 5% da produção da Arábia Saudita.
Os ataques danificaram a capacidade de produção nos campos de Khurais e Manifa, paralisando cerca de 5% da produção da Arábia Saudita.
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Grande incêndio ENVOLVE a Refinaria de Petróleo Olmeca em Tabasco, México — causa DESCONHECIDA
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“Prevejo que, com o tempo, veremos partes da nossa indústria, talvez nos EUA, mas talvez até mais cedo na Europa, adotarem uma mentalidade mais de guerra. Não para se preparar para a guerra, mas para garantir que seja possível reabastecer os estoques."
Rutte da OTAN
Rutte da OTAN
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Meu Deus como eu odeio a comunicação do governo federal.
Nosso dinheiro tá indo pra essa desgraça.
Nosso dinheiro tá indo pra essa desgraça.
🤮2
Forwarded from Pró Conservadorismo
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Conhecimento útil
Forwarded from Pró Conservadorismo
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O experimento foi conduzido por Robert Kleck e Amy Strenta na Universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos. Foi publicado originalmente em 1980, no Journal of Personality and Social Psychology
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Nesta sexta-feira, 10 de abril, o Brasil assiste a mais um capítulo sombrio dentro das instituições brasileiras. Por ordem do ministro Alexandre de Moraes, o Exército Brasileiro prendeu três militares condenados pelo STF no caso da chamada “trama golpista”.
Entre os detidos estão o major Ângelo Denicoli, preso em sua residência no Espírito Santo, além do tenente-coronel Guilherme Marques de Almeida e do subtenente Giancarlo Gomes Rodrigues, capturados em Brasília e levados ao Batalhão de Polícia do Exército.
São militares de carreira, formados, integrados à estrutura do Estado brasileiro - agora tratados como criminosos e peças de uma suposta engrenagem golpista.
A acusação afirma que eles teriam disseminado informações falsas sobre o sistema eleitoral - especialmente críticas às urnas eletrônicas - e operado uma estrutura clandestina ligada à Agência Brasileira de Inteligência para monitorar adversários políticos.
Segundo as próprias defesas, não há prova de execução de qualquer ato concreto de golpe: nenhuma movimentação operacional, nenhuma ordem cumprida, nenhuma cadeia de comando estabelecida. E isso foi demonstrado durante o julgamento. Ainda assim, o que prevaleceu foi a interpretação - questionável e tendenciosa - do ministro Alexandre de Moraes.
Mensagens, análises e opiniões passaram a ser elevadas à condição de prova criminal. E esse é o ponto grave: a Suprema Corte abriu um precedente perigoso, cujos frutos amargos hoje são colhidos por toda a sociedade civil.
Militares estão sendo presos com base em uma narrativa que, segundo a defesa, não se sustenta em materialidade, mas em suposições sobre intenção. O suposto uso da ABIN também é contestado; não há comprovação de estrutura ilegal formal, nem de utilização institucional para fins ilícitos.
O resultado é um cenário distópico que inverte a lógica básica do Direito. Não se pune o que foi feito, se pune o que se presume que poderia ter sido feito - uma verdadeira aberração jurídica.
Quando esse tipo de critério passa a sustentar decisões judiciais, trata-se de uma perseguição não mais velada, que mostra até onde o sistema está disposto a ir por meio do justicialismo.
Entre os detidos estão o major Ângelo Denicoli, preso em sua residência no Espírito Santo, além do tenente-coronel Guilherme Marques de Almeida e do subtenente Giancarlo Gomes Rodrigues, capturados em Brasília e levados ao Batalhão de Polícia do Exército.
São militares de carreira, formados, integrados à estrutura do Estado brasileiro - agora tratados como criminosos e peças de uma suposta engrenagem golpista.
A acusação afirma que eles teriam disseminado informações falsas sobre o sistema eleitoral - especialmente críticas às urnas eletrônicas - e operado uma estrutura clandestina ligada à Agência Brasileira de Inteligência para monitorar adversários políticos.
Segundo as próprias defesas, não há prova de execução de qualquer ato concreto de golpe: nenhuma movimentação operacional, nenhuma ordem cumprida, nenhuma cadeia de comando estabelecida. E isso foi demonstrado durante o julgamento. Ainda assim, o que prevaleceu foi a interpretação - questionável e tendenciosa - do ministro Alexandre de Moraes.
Mensagens, análises e opiniões passaram a ser elevadas à condição de prova criminal. E esse é o ponto grave: a Suprema Corte abriu um precedente perigoso, cujos frutos amargos hoje são colhidos por toda a sociedade civil.
Militares estão sendo presos com base em uma narrativa que, segundo a defesa, não se sustenta em materialidade, mas em suposições sobre intenção. O suposto uso da ABIN também é contestado; não há comprovação de estrutura ilegal formal, nem de utilização institucional para fins ilícitos.
O resultado é um cenário distópico que inverte a lógica básica do Direito. Não se pune o que foi feito, se pune o que se presume que poderia ter sido feito - uma verdadeira aberração jurídica.
Quando esse tipo de critério passa a sustentar decisões judiciais, trata-se de uma perseguição não mais velada, que mostra até onde o sistema está disposto a ir por meio do justicialismo.
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Paulo Gonet, PGR, diz que iniciar investigação contra ministro do STF pressupõe crime
“Investigação pressupõe indício de crime”.
“Investigação pressupõe indício de crime”.
🤡3🤣3