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Se for fazer o mesmo com o MTST do Boules, o STF manda prender todo mundo e passa a casa para o nome do invasor.
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🇧🇷Balneário Camboriú, Santa Catarina, Brasil 🇧🇷 (06.04.2026)
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Musk diz que a infiltração da esquerda no judiciário é "o maior golpe de longo prazo" do Ocidente
O post é simples e direto. Em um tweet com 2 milhões de visualizações, Elon Musk escreveu: "A infiltração no judiciário em todo o Ocidente é o maior golpe de longo prazo da esquerda."
A declaração não é isolada. Musk tem escalado sistematicamente seus ataques ao judiciário americano — e internacional. Desde o início do segundo mandato de Trump, Musk e o vice-presidente JD Vance questionaram abertamente a autoridade dos tribunais de servir como contrapeso ao poder executivo — um dos pilares fundamentais da democracia americana.
Mais recentemente, Musk entrou em conflito com a juíza-chefe do tribunal de Delaware, Kathaleen McCormick — responsável por casos envolvendo Tesla e X — chegando a pedir sua recusa. A juíza negou o pedido, mas reatribuiu os casos a outros juízes.
No Brasil, a narrativa encontra eco na figura do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Para críticos e aliados de Musk no país, Moraes é o exemplo mais acabado do que o bilionário descreve: um juiz que, sob o argumento de proteger a democracia, teria atuado politicamente para beneficiar o campo progressista — bloqueando o X no Brasil, abrindo inquéritos contra adversários do governo Lula e acumulando poderes que parte do meio jurídico considera excessivos para uma única pessoa.
O STF encerrou recentemente o inquérito contra Musk relacionado ao bloqueio do X no Brasil. Mas a batalha narrativa — sobre quem controla os tribunais e a quem eles servem — está longe de terminar.
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@qrmKuCwkBmNDU5 👾
@forcaehonra1⚡
O post é simples e direto. Em um tweet com 2 milhões de visualizações, Elon Musk escreveu: "A infiltração no judiciário em todo o Ocidente é o maior golpe de longo prazo da esquerda."
A declaração não é isolada. Musk tem escalado sistematicamente seus ataques ao judiciário americano — e internacional. Desde o início do segundo mandato de Trump, Musk e o vice-presidente JD Vance questionaram abertamente a autoridade dos tribunais de servir como contrapeso ao poder executivo — um dos pilares fundamentais da democracia americana.
Mais recentemente, Musk entrou em conflito com a juíza-chefe do tribunal de Delaware, Kathaleen McCormick — responsável por casos envolvendo Tesla e X — chegando a pedir sua recusa. A juíza negou o pedido, mas reatribuiu os casos a outros juízes.
No Brasil, a narrativa encontra eco na figura do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Para críticos e aliados de Musk no país, Moraes é o exemplo mais acabado do que o bilionário descreve: um juiz que, sob o argumento de proteger a democracia, teria atuado politicamente para beneficiar o campo progressista — bloqueando o X no Brasil, abrindo inquéritos contra adversários do governo Lula e acumulando poderes que parte do meio jurídico considera excessivos para uma única pessoa.
O STF encerrou recentemente o inquérito contra Musk relacionado ao bloqueio do X no Brasil. Mas a batalha narrativa — sobre quem controla os tribunais e a quem eles servem — está longe de terminar.
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