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O líder do PCC, Marcos Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, pediu à Justiça que lhe seja estendido o mesmo benefício concedido ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, atualmente preso na Penitenciária Federal de Brasília.
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A solicitação foi feita após decisão judicial que garantiu ao empresário condições diferenciadas de contato com advogados durante a prisão.
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A defesa de Marcola argumenta que, como ambos estão custodiados no mesmo sistema penitenciário federal, o direito assegurado a Vorcaro deve ser aplicado também ao líder da facção criminosa, sob o princípio de isonomia entre os presos.
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A defesa do chefe da facção quer evitar monitoramento de conversas dele com advogados.
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Decisão do STF permitiu a ex-banqueiro conversar com defensores sem monitoramento.
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A solicitação foi feita após decisão judicial que garantiu ao empresário condições diferenciadas de contato com advogados durante a prisão.
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A defesa de Marcola argumenta que, como ambos estão custodiados no mesmo sistema penitenciário federal, o direito assegurado a Vorcaro deve ser aplicado também ao líder da facção criminosa, sob o princípio de isonomia entre os presos.
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A defesa do chefe da facção quer evitar monitoramento de conversas dele com advogados.
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Decisão do STF permitiu a ex-banqueiro conversar com defensores sem monitoramento.
Zanin nega pedido para mandar instalar CPI do Master na Câmara
https://pleno.news/brasil/politica-nacional/zanin-nega-pedido-para-mandar-instalar-cpi-do-master-na-camara.html
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Pleno.News
Zanin nega pedido para mandar instalar CPI do Master na Câmara
Ministro indicou que instalação do colegiado deverá passar pelos trâmites da Câmara
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O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta quinta-feira (12) que o Ministério das Relações Exteriores envie informações à Corte sobre a existência de agenda diplomática de Darren Beattie no Brasil. Ele é assessor do presidente dos EStados Unidos, Donald Trump.
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O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, determinou busca e apreensão na residência do jornalista do Maranhão Luis Pablo Conceição Almeida, conhecido como Luis Pablo.
Moraes ordenou a apreensão de celulares e notebook após a publicação de reportagens em que Luis Pablo apontou suposto uso irregular de veículo oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão por familiares de Flávio Dino em São Luís (MA). A medida foi cumprida terça-feira (10).
Segundo a decisão proferida por Moraes, obtida pela CNN, “há indícios relevantes de que o representado incorreu na prática do crime previsto no artigo 147-A do Código Penal (crime de perseguição), sem prejuízo de outras condutas eventualmente relacionadas, a partir de publicações realizadas na internet e em redes sociais, atentando contra ministro do Supremo Tribunal Federal”.
Moraes ordenou a apreensão de celulares e notebook após a publicação de reportagens em que Luis Pablo apontou suposto uso irregular de veículo oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão por familiares de Flávio Dino em São Luís (MA). A medida foi cumprida terça-feira (10).
Segundo a decisão proferida por Moraes, obtida pela CNN, “há indícios relevantes de que o representado incorreu na prática do crime previsto no artigo 147-A do Código Penal (crime de perseguição), sem prejuízo de outras condutas eventualmente relacionadas, a partir de publicações realizadas na internet e em redes sociais, atentando contra ministro do Supremo Tribunal Federal”.
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A esquerda brasileira está em polvorosa porque o ex-presidente Jair Bolsonaro deve receber na prisão a visita do analista político americano Darren Beattie, ligado a Donald Trump, na próxima quarta-feira, 18 de março.
De repente, surgem acusações do PT de “interferência internacional”, “pressão externa” e até ameaças à soberania brasileira.
Mas a pergunta que ninguém da militância responde é simples: desde quando visitas políticas internacionais viraram escândalo?
Quando o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, a prisão virou praticamente um ponto de peregrinação da esquerda global.
Por lá passaram líderes políticos estrangeiros, parlamentares e representantes de movimentos ligados ao Foro de São Paulo - organização que reúne partidos e regimes alinhados à esquerda latino-americana.
Ninguém falava em ameaça à soberania, ninguém gritava “interferência externa” - silêncio absoluto.
O mesmo Lula, já na presidência, mantém relações cordiais com líderes autoritários como Nicolás Maduro, o regime iraniano ligado ao aiatolá Ali Khamenei, além de figuras como Daniel Ortega, Miguel Díaz‑Canel, Xi Jinping e Vladimir Putin - todos líderes de regime nada democrático.
E isso, obviamente, não gera escândalo para a militância.
Mas quando Bolsonaro recebe um analista político americano, imediatamente surgem acusações graves e uma campanha de indignação.
O problema é a visita; ou é quem está sendo visitado?
Se Lula podia receber aliados internacionais quando estava preso, por que a visita a Bolsonaro virou “crise institucional”? Afinal, quem fundou e ainda lidera o Foro de São Paulo?
De repente, surgem acusações do PT de “interferência internacional”, “pressão externa” e até ameaças à soberania brasileira.
Mas a pergunta que ninguém da militância responde é simples: desde quando visitas políticas internacionais viraram escândalo?
Quando o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, a prisão virou praticamente um ponto de peregrinação da esquerda global.
Por lá passaram líderes políticos estrangeiros, parlamentares e representantes de movimentos ligados ao Foro de São Paulo - organização que reúne partidos e regimes alinhados à esquerda latino-americana.
Ninguém falava em ameaça à soberania, ninguém gritava “interferência externa” - silêncio absoluto.
O mesmo Lula, já na presidência, mantém relações cordiais com líderes autoritários como Nicolás Maduro, o regime iraniano ligado ao aiatolá Ali Khamenei, além de figuras como Daniel Ortega, Miguel Díaz‑Canel, Xi Jinping e Vladimir Putin - todos líderes de regime nada democrático.
E isso, obviamente, não gera escândalo para a militância.
Mas quando Bolsonaro recebe um analista político americano, imediatamente surgem acusações graves e uma campanha de indignação.
O problema é a visita; ou é quem está sendo visitado?
Se Lula podia receber aliados internacionais quando estava preso, por que a visita a Bolsonaro virou “crise institucional”? Afinal, quem fundou e ainda lidera o Foro de São Paulo?
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Chegou na imprensa. Vejam a reação da âncora da CNN Brasil ao ler a notícia. Tempos estranhos… mas nós avisamos, né, CNN?