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noite sempre teve um jeito curioso de me chamar pelo nome. entre becos silenciosos e promessas quebradas, encontrei mais uma alma convencida de que poderia escapar de mim. pobrezinho. bastou um sorriso, o brilho rubro dos meus olhos e o toque frio das minhas mΓ£os para que o medo se instalasse em seu peito. α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α α
quando minhas presas atravessaram sua pele, o silΓͺncio foi interrompido apenas por um suspiro trΓͺmulo. sangue quente, culpa antiga e o gosto delicioso do desespero. no fim, restou apenas o corpo no chΓ£o e mais uma adaga digna de ocupar minha mesa.
eu sou filha do inferno, uma criatura da noite e o ΓΊltimo rosto que muitos tΓͺm o azar de contemplarα α α α α α α
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na quietude da madrugada, algumas verdades deixam de se esconder. hΓ‘ pensamentos que sΓ³ despertam quando tudo ao redor silencia, quando o mundo adormece e restam apenas o som da prΓ³pria respiraΓ§Γ£o e o peso das sombras no quarto. Γ© nesse instante que o obscuro deixa de parecer ameaΓ§ador e passa a ser apenas familiar.This media is not supported in your browser
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