Edimilson e João Migowski
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A mamografia já existe há mais de meio século. O Ministério da Saúde e o INCA recomendam que esse tipo de exame seja feito a cada dois anos, a partir dos 50 anos. No entanto, a Sociedade Brasileira de Mastologia e o Colégio Brasileiro de Radiologia têm recomendações diferentes.

O que você acha? Assista e tire as suas conclusões!

Fique aqui, fique bem, fique com a gente e fique com Deus!

https://youtu.be/E7emMGp9QSs?si=lEjVdJiAzRHXM0z3
Os contratos de estágio devem respeitar a Lei nº 11.788/08. O descumprimento das suas normas pode conferir vínculo trabalhista ao estagiário.

Saiba mais sobre os direitos dos estagiários na Lei do Estágio: https://bit.ly/LeiEstagio2008
A deficiência de algumas vitaminas pode causar insônia. Neste vídeo, eu menciono as três deficiências vitamínicas mais relacionadas à insônia!

Assista e tire suas próprias conclusões!

Fique aqui, fique bem, fique com a gente e fique com Deus!

https://youtu.be/pH4LDNCVl20?si=TtWzKRYnKnJKgQ1R
A mamografia 2D existe há mais de meio século, enquanto a tomossíntese (3D) chegou ao Brasil em 2014.

Qual é a diferença entre esses dois exames? Qual deles oferece melhor resolutividade? O SUS disponibiliza ambos com facilidade?

Assista e tire suas próprias conclusões.

Fique aqui, fique bem, fique com a gente e fique com Deus!

https://www.youtube.com/live/D6wXMG24kX8?si=vxk9PfhuD1esFiVG
https://youtu.be/EYoi5bmXhw8?si=HEVWp1PoZC2mogIy

Eu confesso que, frequentemente, ao ouvir uma música, olhar para obras de arte, assistir a filmes e séries, ou até mesmo observar pessoas na rua, eu penso em alguma enfermidade. Pode parecer estranho, mas foi esse jeito de ser que me inspirou a criar a coluna de vídeos denominada "Música, Arte e Saúde".

Na estreia, vamos explorar a obra "Mona Lisa", de Leonardo da Vinci, de 1503. Vamos descobrir qual enfermidade acho que ela tinha e o que me levou a essa hipótese. É interessante notar que esse problema afeta 10 vezes mais mulheres do que homens e tem apresentado um aumento nos casos nos últimos anos!

Assista e tire suas próprias conclusões!

Fique aqui, fique bem, fique com a gente e fique com Deus!
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Eu tenho observado erros na nutrição humana que vêm causando aumento de enfermidades em crianças, adolescentes e adultos. Embora eu não seja médico veterinário, tenho a percepção de que o mesmo vem ocorrendo no mundo animal, especialmente entre os pets.

Essa percepção se tornou certeza após conversar com a médica veterinária Dra. Patryni Ibrahim (WhatsApp: 21 97737-7847).

Que tal assistir e compartilhar esse vídeo? Muito obrigado!

Fique aqui, fique bem, fique com a gente e fique com Deus!

https://youtu.be/knftJSPsR7g?si=fZCqmDuyJ4pS4k0n
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O médico oncologista Dr. Marcos Saramago (WhatsApp: 21 99649-8634, @dr.saramago) foi minha fonte para a produção deste vídeo. Ele tem vasta experiência nesse assunto. Conversamos sobre câncer de pâncreas e importantes perguntas foram respondidas, incluindo:

1) Quais são os sintomas?

2) Existe cura?

3) Quais são os fatores de risco?

4) É possível evitar?

Assista ao vídeo e tire suas próprias conclusões!

Fique aqui, fique bem, fique com a gente e fique com Deus!

https://youtu.be/YSZqwCEy_Xs?si=ZxOgXFL9UuZyV4n2
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O médico oncologista Dr. Marcos Saramago (21 99649-8634, @dr.Saramago) foi a minha fonte na produção desse vídeo. Ele tem enorme experiência nesse assunto. Conversamos sobre câncer em geral e importantes perguntas foram respondidas, dentre elas:

1) quais são os fatores de risco?

2) É possível evitar?

3) Os fatores de risco são endêmicos?

Pois bem, assista e tire as suas conclusões!

Fique aqui, fique bem, fique com a gente e fique com Deus!

https://youtu.be/qECqUSMFr6c?si=jIsbalvfcDQZ8CMJ
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Aqui estão algumas informações sobre o câncer de pâncreas:

1. Quais são os sintomas?

Os sintomas do câncer de pâncreas podem incluir:

- Dor abdominal ou nas costas
- Perda de peso inexplicável
- Fadiga
- Icterícia (pele e olhos amarelados)
- Perda de apetite
- Náusea e vômito
- Mudanças nos hábitos intestinais

2. Existe cura?

A cura do câncer de pâncreas depende do estágio em que é diagnosticado. Se detectado precocemente, a cirurgia pode ser uma opção curativa. No entanto, muitos casos são diagnosticados em estágios avançados, quando as opções de tratamento são mais limitadas.

3. Quais são os fatores de risco?

Os fatores de risco para o câncer de pâncreas incluem:

- Idade avançada (maioria dos casos ocorre após os 65 anos)
- História familiar de câncer de pâncreas
- Fumo
- Obesidade
- Diabetes
- Dieta rica em carnes vermelhas e processadas
- Exposição a certos químicos

4. É possível evitar?

Embora não haja garantia de prevenção, algumas medidas podem reduzir o risco:

- Não fumar
- Manter um peso saudável
- Alimentação balanceada e rica em frutas, vegetais e grãos integrais
- Limitar o consumo de carnes vermelhas e processadas
- Gerenciar o diabetes e outras condições de saúde

É importante consultar um médico para avaliar os riscos individuais e discutir estratégias de prevenção e detecção precoce.
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Aqui estão algumas respostas para essas perguntas sobre o câncer em geral:

1. Quais são os fatores de risco?

Os fatores de risco para câncer incluem:

- Genética (história familiar de câncer)
- Idade (risco aumenta com a idade)
- Tabagismo e consumo de álcool
- Exposição a substâncias químicas cancerígenas (como amianto, radônio, etc.)
- Radiação ionizante (como raios-X, radiação UV, etc.)
- Infecções virais e bacterianas (como HPV, HBV, Helicobacter pylori, etc.)
- Dieta e estilo de vida (como consumo de alimentos processados, falta de atividade física, etc.)
- Exposição a poluentes ambientais

2. É possível evitar?

Sim, é possível reduzir o risco de desenvolver câncer através de:

- Não fumar e evitar o consumo excessivo de álcool
- Manter uma dieta saudável e equilibrada
- Realizar atividade física regular
- Evitar exposição excessiva ao sol e usar protetor solar
- Realizar exames de saúde regulares e seguir as recomendações de rastreamento de câncer
- Evitar exposição a substâncias químicas cancerígenas e radiação ionizante desnecessária

3. Os fatores de risco são endêmicos?

Não necessariamente. Embora alguns fatores de risco possam ser mais comuns em certas regiões ou populações (como a exposição a certas substâncias químicas ou infecções virais), muitos fatores de risco são universais e podem afetar qualquer pessoa.

No entanto, é importante notar que a prevalência de certos fatores de risco pode variar geograficamente e demograficamente, o que pode influenciar a incidência de certos tipos de câncer em diferentes regiões ou populações.

É sempre importante consultar um profissional de saúde para obter informações personalizadas e atualizadas sobre o câncer e seus fatores de risco.
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