Leandro Ruschel
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Crio negócios, invisto no mercado, busco viver pelos valores cristãos. "O bem que o Estado pode fazer é limitado; o mal, infinito."

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O maior ato "antidemocrático" é o próprio inquérito que leva esse nome.
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É a primeira vez em muito tempo que um presidente americano não homenageia publicamente os heróis do Dia D, no aniversário da invasão da Europa, comandada pelos EUA, para liberar o continente do fascismo.
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O pombo enxadrista ataca novamente na CPI.
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Eis o herói da extrema-imprensa.

Mais uma investigação por corrupção que não dará em NADA!

Compare a velocidade das investigações contra o Renan Calheiros, que mofam nas gavetas do Supremo, com o ímpeto para investigar, por "crime" de opinião, apoiadores do presidente.
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Agora o Supremo decide até sobre campeonato de futebol...
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Contei para a minha advogada americana que no Brasil, o equivalente à Suprema Corte abriu julgamento urgente para definir se um campeonato de futebol poderia ou não acontecer.

Ela achou que eu estava brincando.
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A The Communist é um ótimo indicador de timing para operar a Bolsa brasileira.

É só fazer o inverso do que a revista sugere
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Como alguém pode considerar a The Economist como conservadora, ou mesmo liberal? Ela defende impostos progressivos, estatização da saúde, desarmamento civil, aborto, liberação das drogas, laxismo penal e apoiou todos os últimos candidatos esquerdistas nos EUA. É a The Communist.
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Os movimentos políticos no Brasil e nos Estados Unidos não são idênticos, mas seguem um padrão que chama atenção.

Existe uma leitura recorrente de que o Brasil replica, com atraso, fenômenos que acontecem antes nos Estados Unidos. Eleições polarizadas, conflitos institucionais e reações de base popular são exemplos que aparecem nos dois países, em momentos diferentes.

A diferença central está na resposta das instituições. Nos Estados Unidos, apesar da tensão, houve capacidade de absorver o choque político e permitir alternância de poder. No Brasil, a percepção é outra: de um sistema mais fechado, com menor margem para mudanças estruturais e maior nível de controle sobre o jogo político.

Isso não significa que os cenários sejam iguais. Mas indica que entender o que acontece lá fora pode ajudar a antecipar tendências por aqui — especialmente quando o debate envolve liberdade, equilíbrio institucional e capacidade real de mudança.
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O sujeito que abriu um inquérito para investigar críticos do Supremo, que acabou virando a maior onda de repressão política da história do Brasil, produzindo milhares de casos de censura e prisões, diz que um relatório de CPI contra ele é "abuso de autoridade". 🤯
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Seria essa uma fala condizente com o cargo de ministro de uma corte consititucional?

“Eu, como sabem, adoro ser desafiado. Lá no meu Mato Grosso as pessoas dizem: não me convide para dançar porque eu posso aceitar. Adoro ser desafiado. Me divirto com isso. Mas outros se acoelham, têm medo. E a assombração também dizemos no interior, aparece para quem acredita nisso. Então é preciso que a gente esteja atento que eles não existem, que são fantasmas, que não amedrontam, que são fantoches.”
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O mundo não está necessariamente caminhando para um único modelo político. Mas há um padrão que começa a se repetir: avanço de estruturas cada vez mais centralizadas e menos tolerantes à divergência.

Em diferentes regiões, isso aparece de formas distintas. Na China, com uma economia parcialmente aberta, mas totalmente subordinada ao poder político. Na Europa, com restrições crescentes à liberdade de expressão e discussões que ampliam o controle sobre a vida civil. E, no debate global, com uma tendência clara de concentração de poder e redução de espaço para oposição.

O ponto central não é o rótulo — fascismo, autoritarismo ou qualquer outro. O ponto é a direção. E a direção, hoje, indica maior controle, mais censura e menos margem para dissenso.
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Quem poderia imaginar?
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A ditadura está cada vez mais descarada.
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Esta aí a máxima expressão da "democracia" xandônica.
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A dianteira de Flávio Bolsonaro nas pesquisas acendeu o alerta dentro do sistema. A reação veio rápido, com nova investigação judicial e o mesmo roteiro que o Brasil já viu em 2022.

Dê o play e veja por que não existe normalidade institucional no Brasil de hoje:

https://youtu.be/tmUV1zTEFEk
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A experiência recente mostrou isso com clareza. Mesmo com vitória eleitoral, há limites impostos por uma estrutura muito mais profunda — que envolve instituições, cultura, imprensa e centros de influência dentro e fora do Estado.

É por isso que a pergunta sobre 2026 não pode ser simplificada. Não se trata apenas de quem será eleito. Trata-se de quem tem capacidade real de governar. Porque, quando essa base estrutural já está alinhada contra uma agenda, o resultado nas urnas passa a ter alcance limitado.

O exemplo está no próprio Congresso. Mesmo com maioria considerada conservadora, medidas alinhadas ao establishment continuam avançando sem grande resistência. Isso revela um ponto desconfortável: o poder não está apenas nos cargos. Está no sistema que condiciona esses cargos.

Enquanto essa estrutura não for enfrentada, eleições podem até mudar nomes. Mas dificilmente mudam o rumo.
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