Forwarded from ⚡️Ju Ginger⚡️
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Forwarded from Shock Wave ⚡️
⚡️Série WOKISMO⚡️
Episódio IX - Matrimônio e Castidade
Neste episódio, examinamos como a Revolução Protestante atacou o ideal cristão de pureza da castidade e abandonou o sacramento do matrimônio. Como essa heresia nos levou até a revolução sexual?
⚡️Exclusivo para assinantes da Shock Wave Stream.
Episódio IX - Matrimônio e Castidade
Neste episódio, examinamos como a Revolução Protestante atacou o ideal cristão de pureza da castidade e abandonou o sacramento do matrimônio. Como essa heresia nos levou até a revolução sexual?
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Forwarded from Prudentia Aurea
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Reflexões de um millennial de trinta anos
I'm back, folks!
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Media is too big
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Pode comprar todos os livros da praça (no Brasil), NENHUM vai falar a verdade sobre o que é o feminismo.
O gatekeeping é forte.
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Forwarded from Shock Wave ⚡️
Existe uma ideia que atravessou séculos. Discreta, poderosa, quase invisível. Ela está por trás de todas as revoluções. Ela reorganiza o bem e o mal, reconfigura a justiça, desconstrói a linguagem e promete reconstruir o mundo.
Esta série é uma investigação profunda sobre a origem dessa ideia, suas raízes filosóficas, heréticas e históricas. Como ela moldou o que hoje entendemos por wokismo. E por que quase ninguém ousa falar sobre isso.
Assine o Shock Wave Stream e tenha acesso exclusivo.
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Esta série é uma investigação profunda sobre a origem dessa ideia, suas raízes filosóficas, heréticas e históricas. Como ela moldou o que hoje entendemos por wokismo. E por que quase ninguém ousa falar sobre isso.
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Forwarded from TradTalk
Ampliamos aqui, publicamente, nossa DENÚNCIA ao Padre José Eduardo - teólogo de argumentação e retórica digna de ChatGPT - referindo-nos a um comentário que deixamos no recente vídeo do Prof. Carlos Nougué. Segue nossa denúncia:
"Professor, recomendo que leia e releia as respostas do referido padre - não porque tenham validade intrínseca, mas para notar algo que talvez ainda não lhe tenha ocorrido. É nítido, sem margem alguma para dúvida, que todas foram redigidas pelo ChatGPT: apresentam falsas distinções teológicas, totalmente artificiais, fruto do modo como a ferramenta imita termos técnicos sem compreendê-los em profundidade, criando categorias e distinções inexistentes na teologia sã. Além disso, há um caminhão de ad hominem, ansiedade moral e argumentos que, no conjunto, sequer fazem sentido, pois a ferramenta opera sempre com viés de confirmação, ou seja, tende a dizer ao usuário o que ele deseja ouvir. Some-se a isso o uso de construções estilísticas típicas da máquina - que buscam causar impacto emocional - e tem-se um texto claramente artificial. Veja, por exemplo, trechos como:
'Critica, de fora, a seca videira alheia, esquecendo-se de que já não corre em seus arraiais a seiva da comunhão.'
'E finge-o com a serenidade dos que confundem orgulho com certeza.'
São formulações que denunciam, de imediato, seu caráter artificioso.
Basta observar o seu recente opúsculo 'Em Defesa da Missa Nova'. O livro inteiro é escrito com ChatGPT - disso não há dúvida. Todas as análises são feitas sem qualquer refinamento de distinções teológicas reais; o que existe ali são distinções meramente terminológicas, geradas artificialmente pelo algoritmo. Um teólogo verdadeiro, sobretudo anterior ao Concílio, estaria obrigado a apoiar-se apenas em distinções já consagradas pela tradição católica, incorporadas pelos concílios e pelo magistério, e jamais em pseudo-distinções que não obrigam a consciência por não terem sido reconhecidas pela Igreja. A teologia não é um campo experimental, como as ciências profanas: é uma disciplina consagrada, e no domínio religioso o argumento maior é - e sempre foi - o de autoridade.
Assim, o opúsculo é apenas um compilado de floreios, envoltos em ansiedade moral muito típica do ChatGPT, invocando 'escândalo' e expressões similares sem explicação formal, sem justificação teológica, sem seguir a tradição dos tratados. É nitidamente escrito pela ferramenta, com distinções não consagradas e, portanto, inválidas. Falta-lhe a humildade de entrar no status quaestionis tal como estabelecido pelos tradicionalistas há mais de cinquenta anos. Falta-lhe o uso dos métodos formais exigidos pelo debate. Resta apenas um amontoado de generalizações, grosserias retóricas e apelos emocionais a uma santidade presumida do “rito da Igreja” - sem antes provar que o rito em questão possui tal qualidade.
Nada ali convence um tradicionalista. A falta de adensamento em pontos centrais - como o ofertório - demonstra que se trata de simples respostas do ChatGPT adaptadas. E é preciso insistir: a ferramenta só serve, com segurança, para correções de estilo, revisão textual, organização linguística. Seu banco de dados é limitado; não possui bibliotecas inteiras digitalizadas de teologia, tampouco obras tradicionalistas essenciais ao tema. A discussão aprofundada sobre a Missa Nova ou outras querelas tradicionalistas, como esta na qual o senhor se encontra envolvido, exigem fontes que o ChatGPT não contém, nem favoráveis nem contrárias, e por isso ele recorre a simplificações inapropriadas, retiradas de páginas genéricas indexadas no Google.
Por isso, professor, tudo indica que estamos diante de um texto sem rigor teológico, sem raízes na tradição, sem método e sem autoridade - e, portanto, sem capacidade real de persuadir quem conhece minimamente a questão.
"Professor, recomendo que leia e releia as respostas do referido padre - não porque tenham validade intrínseca, mas para notar algo que talvez ainda não lhe tenha ocorrido. É nítido, sem margem alguma para dúvida, que todas foram redigidas pelo ChatGPT: apresentam falsas distinções teológicas, totalmente artificiais, fruto do modo como a ferramenta imita termos técnicos sem compreendê-los em profundidade, criando categorias e distinções inexistentes na teologia sã. Além disso, há um caminhão de ad hominem, ansiedade moral e argumentos que, no conjunto, sequer fazem sentido, pois a ferramenta opera sempre com viés de confirmação, ou seja, tende a dizer ao usuário o que ele deseja ouvir. Some-se a isso o uso de construções estilísticas típicas da máquina - que buscam causar impacto emocional - e tem-se um texto claramente artificial. Veja, por exemplo, trechos como:
'Critica, de fora, a seca videira alheia, esquecendo-se de que já não corre em seus arraiais a seiva da comunhão.'
'E finge-o com a serenidade dos que confundem orgulho com certeza.'
São formulações que denunciam, de imediato, seu caráter artificioso.
Basta observar o seu recente opúsculo 'Em Defesa da Missa Nova'. O livro inteiro é escrito com ChatGPT - disso não há dúvida. Todas as análises são feitas sem qualquer refinamento de distinções teológicas reais; o que existe ali são distinções meramente terminológicas, geradas artificialmente pelo algoritmo. Um teólogo verdadeiro, sobretudo anterior ao Concílio, estaria obrigado a apoiar-se apenas em distinções já consagradas pela tradição católica, incorporadas pelos concílios e pelo magistério, e jamais em pseudo-distinções que não obrigam a consciência por não terem sido reconhecidas pela Igreja. A teologia não é um campo experimental, como as ciências profanas: é uma disciplina consagrada, e no domínio religioso o argumento maior é - e sempre foi - o de autoridade.
Assim, o opúsculo é apenas um compilado de floreios, envoltos em ansiedade moral muito típica do ChatGPT, invocando 'escândalo' e expressões similares sem explicação formal, sem justificação teológica, sem seguir a tradição dos tratados. É nitidamente escrito pela ferramenta, com distinções não consagradas e, portanto, inválidas. Falta-lhe a humildade de entrar no status quaestionis tal como estabelecido pelos tradicionalistas há mais de cinquenta anos. Falta-lhe o uso dos métodos formais exigidos pelo debate. Resta apenas um amontoado de generalizações, grosserias retóricas e apelos emocionais a uma santidade presumida do “rito da Igreja” - sem antes provar que o rito em questão possui tal qualidade.
Nada ali convence um tradicionalista. A falta de adensamento em pontos centrais - como o ofertório - demonstra que se trata de simples respostas do ChatGPT adaptadas. E é preciso insistir: a ferramenta só serve, com segurança, para correções de estilo, revisão textual, organização linguística. Seu banco de dados é limitado; não possui bibliotecas inteiras digitalizadas de teologia, tampouco obras tradicionalistas essenciais ao tema. A discussão aprofundada sobre a Missa Nova ou outras querelas tradicionalistas, como esta na qual o senhor se encontra envolvido, exigem fontes que o ChatGPT não contém, nem favoráveis nem contrárias, e por isso ele recorre a simplificações inapropriadas, retiradas de páginas genéricas indexadas no Google.
Por isso, professor, tudo indica que estamos diante de um texto sem rigor teológico, sem raízes na tradição, sem método e sem autoridade - e, portanto, sem capacidade real de persuadir quem conhece minimamente a questão.
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TradTalk
Ampliamos aqui, publicamente, nossa DENÚNCIA ao Padre José Eduardo - teólogo de argumentação e retórica digna de ChatGPT - referindo-nos a um comentário que deixamos no recente vídeo do Prof. Carlos Nougué. Segue nossa denúncia: "Professor, recomendo que…
Pastor de Osasco do Chat GPT
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Forwarded from Coisas do Rafux
WEB ESPECIALISTAS PASSANDO VERGONHA
https://youtu.be/1x3tLa9nL7A?si=M1WJ-tA5QGF6p73U
Aprendendo como tacar pedras em 2050 fuzis diferentes. Ajudem a compartilhar 🤝🗿
https://youtu.be/1x3tLa9nL7A?si=M1WJ-tA5QGF6p73U
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WEB ESPECIALISTAS PASSANDO VERGONHA
Oi, eu sou o Rafux, nesse canal produzo vídeos analisando o imaginário brasileiro desde fatos da realidade e acontecimentos históricos até filmes, séries e até mesmo animes, só que de forma engraçada. Espero que gostem e não me processem...
Capitulos:
0:00…
Capitulos:
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Forwarded from Wassabi Cultural 🟢
Sobre a polêmica em torno de Nossa Senhora:
Não tenho conhecimento teológico, e não vou entrar no detalhe das discussões sobre os termos "medianeira" e "corredentora". Porém, vendo do ponto de vista da prática da oração, observei alguns pontos.
Se Maria não é medianeira, perde-se o sentido de um trecho da oração Ave Maria.
A parte "Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte" perde o sentido. "Rogar" é sinônimo de "intervir", "mediar", "advogar".
E no Salve Rainha, o trecho "Eia pois, advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei" também perde o sentido.
Será que o próximo passo de Tucho e Leão XIV será dispensar os católicos de rezar a Ave-Maria e, por conseguinte, o Rosário?
Se ele fizer isso, será que os padres modernistas vão continuar a dizer que "nada muda, sempre foi assim"?
Nossa Senhora, concebida sem pecado, rogai por nós, que recorremos a vós.
Não tenho conhecimento teológico, e não vou entrar no detalhe das discussões sobre os termos "medianeira" e "corredentora". Porém, vendo do ponto de vista da prática da oração, observei alguns pontos.
Se Maria não é medianeira, perde-se o sentido de um trecho da oração Ave Maria.
A parte "Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte" perde o sentido. "Rogar" é sinônimo de "intervir", "mediar", "advogar".
E no Salve Rainha, o trecho "Eia pois, advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei" também perde o sentido.
Será que o próximo passo de Tucho e Leão XIV será dispensar os católicos de rezar a Ave-Maria e, por conseguinte, o Rosário?
Se ele fizer isso, será que os padres modernistas vão continuar a dizer que "nada muda, sempre foi assim"?
Nossa Senhora, concebida sem pecado, rogai por nós, que recorremos a vós.
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