Revista Jacobina
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A descolonização perdeu o rumo. Originalmente uma luta para escapar do controle político e econômico direto do Ocidente, tornou-se uma ideia abrangente, muitas vezes para representar a “moralidade” ou a “autenticidade”; sufoca o pensamento africano e nega a agência africana.

Olúfẹ́mi Táíwò rejeita veementemente a aplicação indiscriminada da “descolonização” a tudo, desde literatura, linguagem e filosofia até sociologia, psicologia e medicina. Ele argumenta que a indústria da descolonização, obcecada em catalogar erros, está prejudicando seriamente os estudos sobre e na África. Ele considera a “descolonização” da cultura intelectualmente infundada e totalmente irrealista, confundindo modernidade com colonialidade e defendendo, sem fundamento, uma ruína ilimitada dos fundamentos da sociedade global.

📚 SAIBA MAIS: https://autonomialiteraria.com.br/loja/teoria-politica/pre-venda-contra-a-descolonizacao-levando-a-autonomia-africana-a-serio/
O intelectual marxista Stuart Hall nasceu neste dia em 1932. Jamaicano, fez carreira acadêmica, e engajou-se na militância política socialista, no Reino Unido. Sua seminal análise de conjuntura dos anos Thatcher ainda guarda valiosas lições para nosso tempo. https://jacobin.com.br/2022/02/gramsci-e-nos/
O historiador marxista E. P. Thompson nasceu neste dia em 1924. Sua trajetória foi marcada pela defesa de uma educação rebelde, o comprometimento com a luta antifascista e a construção de um socialismo humanista. Resgatamos aqui sua vida e obra. https://jacobin.com.br/2020/08/a-historia-vista-desde-baixo/
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📕 Capitalismo, uma história de horror: o marxismo gótico e o lado obscuro da imaginação radical, de Jon Greenaway

Um manifesto do marxismo gótico e uma história de horror sobre o capitalismo e sua relação com a assombrologia. Do Frankenstein ao cinema contemporâneo, o livro investiga o papel sociopolítico do monstro, o mundo digital assombrado e o terror inescapável da política capitalista, encontrando esperança revolucionária no pesadelo da modernidade.

O que significa ver horror no capitalismo?
O que o horror revela sobre sua natureza e seus limites?

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As políticas socialistas do século XXI não podem se basear nos mesmos princípios que as guiaram no início do século XX. Em vez de tentar acelerar o trem capitalista, devemos concentrar nossos esforços em puxar o freio de emergência. https://jacobin.com.br/2026/02/contra-a-crise-sistemica/
Apesar de suas credenciais aparentemente progressistas, muitas figuras importantes da indústria musical têm se mostrado, no mínimo, ambíguas ao se oporem ao genocídio na Palestina. O que está acontecendo nos bastidores? https://jacobin.com.br/2026/02/o-rock-pro-apartheid/
A Coca-Cola matou sindicalistas na América Latina. A General Motors construiu veículos conhecidos por se auto incendiarem. As empresas de tabaco esconderam as pesquisas sobre o câncer. E a Boeing sabia que seus aviões eram perigosos. As empresas não se importam se matam pessoas - desde que seja lucrativo.
https://jacobin.com.br/2020/02/as-empresas-te-matariam-literalmente-para-obter-mais-lucro/
Não é de se espantar que Donald Trump tenha ficado furioso com a apresentação de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl. O astro porto-riquenho do trap e reggeaton se consolidou como artista político, ou "intelectual orgânico" como Antonio Gramsci costumava dizer, e a criatividade de sua música é uma crítica contundente ao deserto cultural brega do atual movimento conservador. https://jacobin.com.br/2026/02/o-show-de-bad-bunny-foi-arte-politica-em-sua-melhor-forma/
Neste dia, em 1898, nascia o dramaturgo Bertolt Brecht. Ele não transformou apenas o teatro alemão; seu trabalho capturou seu compromisso radical com a política socialista e a emancipação do povo trabalhador. https://jacobin.com.br/2019/10/brecht-era-um-revolucionario/