Revista Jacobina
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Há cinco décadas o partido que defendeu o socialismo revolucionário nos EUA convidou organizações de esquerda para conferência antifascista em Oakland. Apesar da repressão meses depois, a visão antirracista e anticapitalista do partido permanece viva até hoje. https://jacobin.com.br/2019/09/o-legado-do-partido-dos-panteras-negras/
Patrice Lumumba foi assassinado neste dia em 1961. Ele foi um dos principais líderes do movimento de independência do Congo contra o colonialismo belga e os interesses de empresas estrangeiras. Por isso foi morto em uma ação apoiada pelos EUA. https://jacobin.com.br/2020/04/por-que-mataram-patrice-lumumba/
Neste dia, em 1961, o líder anticolonial Patrice Lumumba foi assassinado em uma conspiração articulada pela CIA com o Exército congolês e mercenários estrangeiros. Ele lutou contra o colonialismo belga e criou o Movimento Nacional Congolês, o único partido que ofereceu uma visão nacional - em oposição a uma visão étnica - e meios de organizar os congoleses em torno de um ideal progressista. https://jacobin.com.br/2024/01/patrice-lumumba-lutou-para-reescrever-a-historia-da-africa/
O saudoso “biólogo dialético” Richard Levins completaria hoje 96 anos. Em seu aniversário, publicamos o ensaio autobiográfico em que narra a unidade de sua vida como cientista na academia e militante socialista – de trabalhador rural em Porto Rico a assessor para a transição ecológica em Cuba. https://jacobin.com.br/2021/06/vivendo-a-tese-onze/
Neste dia, em 1973, agentes portugueses da Polícia Política Portuguesa (PIDE) assassinaram o Amílcar Cabral, o revolucionário anticolonial que liderou a luta pela libertação da Guiné-Bissau e de Cabo Verde. Este revolucionário comunista era tanto um brilhante estrategista quanto um intelectual de grande renome.

Para lembrar seu legado, assista o debate sobre seu livro com Jones Manoel, Pedro Silva, Beatriz de Souza e Márcio Faria: https://youtu.be/qEjyh50aouk?si=3gQN9nM6ZnEJMCIu
Um movimento liderado por Amílcar Cabral lutou contra o domínio português na Guiné-Bissau e conquistou a independência - contrariando quase todas as probabilidades. Além disso, também contribuiu para o fim do domínio dos colonos brancos na África do Sul e para a revolução democrática em Portugal. https://jacobin.com.br/2024/08/a-luta-de-libertacao-da-guine-bissau-transformou-a-politica-mundial/
Como lembrava H. P. Lovecraft, o medo mais antigo da humanidade é o medo do desconhecido. É justamente aí que Mark Fisher se debruça neste ensaio instigante: nas forças que tornam o mundo inquietante, deslocado e perturbador. Em "O estranho e o sinistro", Fisher propõe uma distinção fundamental entre duas experiências do horror.

O estranho surge quando algo parece familiar, mas fora do lugar, uma realidade levemente deformada, que abala nossa percepção e nos causa desconforto. Já o sinistro aponta para o absolutamente desconhecido: aquilo que não deveria estar ali, ou cuja origem permanece indecifrável, produzindo uma sensação mais profunda e radical de terror. A partir dessas categorias, Fisher percorre obras centrais da literatura, do cinema e da cultura do século XX para mostrar como essas experiências refletem ansiedades políticas, sociais e existenciais do nosso tempo.

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Donald Trump fala de uma Doutrina Monroe ampliada para expandir a dominação dos EUA nas Américas. O ex-diplomata chileno Jorge Heine afirmou à Jacobin a necessidade de um novo movimento não alinhado que possa resistir às reivindicações imperialistas. https://jacobin.com.br/2026/01/nao-o-hemisferio-nao-e-dos-eua/