Revista Jacobina
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Nas décadas após 1945, militantes desiludidos com partidos de esquerda criaram novos movimentos de protesto e contraculturas. Seus esforços foram infinitamente criativos — mas também refletiram uma erosão da política de massa que havia sustentado a velha esquerda. https://jacobin.com.br/2025/03/uma-revolucao-na-vida-cotidiana/
Apesar da indignação popular, a direita colombiana conseguiu arquivar a reforma trabalhista proposta pelo governo de Gustavo Petro. Essa blindagem institucional tem um objetivo claro: colocar as instituições a serviço da classe dominante e impedir a aprovação de leis que beneficiem a maioria. https://jacobin.com.br/2025/03/o-povo-colombiano-vai-as-ruas/
O boxeador cubano Teófilo Stevenson nasceu neste dia em 1952. Reconhecido como o "irmão gêmeo comunista de Muhammad Ali", ele recusou proposta milionárias para seguir fielmente os ideias da revolução - defendendo que a fortuna dos atletas fosse investida em crianças, edução e saúde. https://jacobin.com.br/2023/03/o-maior-boxeador-da-america-latina/
A cineasta e fotografa Agnès Varda faleceu neste dia em 2019. Seus filmes, retratando pescadores, hippies, camponeses, militantes dos Panteras Negras e revolucionários cubanos, evidenciaram um amor, e não um mero fascínio, pelas pessoas. https://jacobin.com.br/2022/03/agnes-varda-1928-2019/
Á GARANTIRAM O VISU PARA PRÓXIMA JORNADA DE LUTA?

Bolsonaro se tornou réu essa semana, mas sem luta, mobilização e pressão popular, ele e a cúpula golpista podem sair impunes pelos seus crimes. Por isso, a Jacobina tem o orgulho de lançar o boné para incrementar o outfit antigolpista nessa próxima jornada de luta que se avizinha no horizonte.

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SEM ANISTIA PARA GOLPISTA! 💥
Em 31 de março de 1872, nasceu a militante revolucionária Aleksandra Kolontái, que junto com suas camaradas fundou o Zhenotdel em 1918 para garantir a plena participação das mulheres na sociedade soviética. Os esforços para libertar as mulheres na Ásia Central muçulmana mostraram a promessa emancipatória da revolução – e os perigos de impor mudanças sem o apoio ativo dos oprimidos. https://jacobin.com.br/2021/03/as-mulheres-no-centro-da-revolucao/
Em 1º de abril de 1964 foi instaurada no Brasil uma ditadura através de um golpe militar. Um ano depois, Carlos Marighella escreveu o livro "Por que resisti à prisão", onde detalha a horripilante repressão contra trabalhadores, camponeses, estudantes, artistas, cientistas e intelectuais promovida pelo terror ditatorial. https://jacobin.com.br/2021/04/os-crimes-da-ditadura/
O golpe em 1964 militarizou a política brasileira, mas também a polícia e, consequentemente, a repressão contra trabalhadores, democratas, estudantes, artistas e intelectuais. Hoje, o grande problema é que todo este aparato autoritário não foi desfeito com a redemocratização - pelo contrário, fortalecendo os setores mais golpistas do Exército. https://jacobin.com.br/2024/04/como-a-ditadura-militarizou-as-policias-para-organizar-a-repressao/
A premiação do melhor jogador de futebol do mundo foi criada em 1956 pela revista francesa France Football. Até 1995, o prêmio era restrito a jogadores europeus, deixando os melhores jogadores da América Latina, como Pelé e Maradona, e outros atletas africanos fora da premiação durante décadas. https://jacobin.com.br/2025/04/a-controversia-historia-da-bola-de-ouro/
Em resposta às violentas facções do tráfico de drogas, os colombianos passaram a empregar seguranças particulares treinados para matar, superando em número a polícia e o Exército. Mas seus laços com a extrema direita e os cartéis mostram que eles muitas vezes só aumentam a insegurança no país. https://jacobin.com.br/2025/04/a-desastrosa-privatizacao-da-seguranca-colombiana/