A GUERRA DOS TRONOS E A FILOSOFIA
Henry Jacoby
Lorde Stark foi o verdadeiro responsável por seu triste destino? Que personagem merece ganhar a Guerra dos Tronos? Se o Inverno está chegando, quem ainda se importa em conquistar o Trono de Ferro?
Essas e outras perguntas são analisadas em A guerra dos tronos e a filosofia, um fascinante estudo do ponto de vista filosófico de um dos maiores fenômenos da atualidade.
Esta é a indicação de leitura do dia em seu canal de @Humanas. 📚
Henry Jacoby
Lorde Stark foi o verdadeiro responsável por seu triste destino? Que personagem merece ganhar a Guerra dos Tronos? Se o Inverno está chegando, quem ainda se importa em conquistar o Trono de Ferro?
Essas e outras perguntas são analisadas em A guerra dos tronos e a filosofia, um fascinante estudo do ponto de vista filosófico de um dos maiores fenômenos da atualidade.
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COMO MORREM OS POBRES E OUTROS ENSAIOS
George Orwell
Para Orwell, nada substituía a experiência direta da vida. E foi com base na vivência pessoal e na observação crítica do mundo que ele escreveu ensaios, artigos e crônicas ao longo de toda a vida. Alguns dos mais representativos desses textos estão reunidos em Como morrem os pobres e outros ensaios.
Na primeira seção do livro, por exemplo, estão os relatos e reflexões de Orwell sobre sua vivência pessoal como sem-teto, colhedor boia-fria de lúpulo, presidiário e paciente de um hospital público. Em outra parte enfeixam-se seus vigorosos artigos sobre o uso da linguagem verbal no romance, na poesia, na propaganda política e no jornalismo.
A gama de interesses do escritor é inesgotável. Com a mesma verve e conhecimento de causa, ele fala sobre temas graves, como a hipocrisia intelectual, ao lado de assuntos mais leves e aparentemente até fúteis, como os trajes da elite britânica e o gosto do cidadão inglês por crimes sensacionalistas.
De todos os tópicos, sejam grandes ou pequenos, Orwell extrai revelações sobre a estrutura da sociedade, as mudanças nos costumes, as transformações profundas operadas na Inglaterra e no mundo na primeira metade do século XX.
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George Orwell
Para Orwell, nada substituía a experiência direta da vida. E foi com base na vivência pessoal e na observação crítica do mundo que ele escreveu ensaios, artigos e crônicas ao longo de toda a vida. Alguns dos mais representativos desses textos estão reunidos em Como morrem os pobres e outros ensaios.
Na primeira seção do livro, por exemplo, estão os relatos e reflexões de Orwell sobre sua vivência pessoal como sem-teto, colhedor boia-fria de lúpulo, presidiário e paciente de um hospital público. Em outra parte enfeixam-se seus vigorosos artigos sobre o uso da linguagem verbal no romance, na poesia, na propaganda política e no jornalismo.
A gama de interesses do escritor é inesgotável. Com a mesma verve e conhecimento de causa, ele fala sobre temas graves, como a hipocrisia intelectual, ao lado de assuntos mais leves e aparentemente até fúteis, como os trajes da elite britânica e o gosto do cidadão inglês por crimes sensacionalistas.
De todos os tópicos, sejam grandes ou pequenos, Orwell extrai revelações sobre a estrutura da sociedade, as mudanças nos costumes, as transformações profundas operadas na Inglaterra e no mundo na primeira metade do século XX.
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Como morrem os pobres e outros - George Orwell.pdf
1.3 MB
PDF do livro "Como Morrem os Pobres e Outros Ensaios", de George Orwell - Clique para baixar e ler.
CREPÚSCULO DOS ÍDOLOS
Friedrich Nietzsche
Esta foi a penúltima obra de Nietzsche, escrita e impressa em 1888, pouco antes de o filósofo perder a razão.
O próprio Nietzsche a caracterizou como um aperitivo, destinado a abrir o apetite dos leitores para a sua filosofia. Trata-se de uma síntese e introdução a toda a sua obra, e ao mesmo tempo uma “declaração de guerra”.
É com espírito guerreiro que ele se lança contra os “ídolos”, as ilusões antigas e novas do Ocidente: a moral cristã, os grandes equívocos da filosofia, as ideias e tendências modernas e seus representantes.
De tão variados e abrangentes, esses ataques compõem um mosaico dos temas e atitudes do autor: o perspectivismo, o “aristocratismo”, o realismo ante a sexualidade, o materialismo, a abordagem psicológica de artistas e pensadores, o antigermanismo, a misoginia.
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Friedrich Nietzsche
Esta foi a penúltima obra de Nietzsche, escrita e impressa em 1888, pouco antes de o filósofo perder a razão.
O próprio Nietzsche a caracterizou como um aperitivo, destinado a abrir o apetite dos leitores para a sua filosofia. Trata-se de uma síntese e introdução a toda a sua obra, e ao mesmo tempo uma “declaração de guerra”.
É com espírito guerreiro que ele se lança contra os “ídolos”, as ilusões antigas e novas do Ocidente: a moral cristã, os grandes equívocos da filosofia, as ideias e tendências modernas e seus representantes.
De tão variados e abrangentes, esses ataques compõem um mosaico dos temas e atitudes do autor: o perspectivismo, o “aristocratismo”, o realismo ante a sexualidade, o materialismo, a abordagem psicológica de artistas e pensadores, o antigermanismo, a misoginia.
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❤1
Crepusculo dos Idolos - Friedrich Nietzsche.pdf
755.2 KB
PDF do livro "Crepúsculo dos Ídolos", de Friedrich Nietzsche. Clique para baixar e ler.
Forwarded from Xibolete
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