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Aristóteles foi, possivelmente, o pensador grego mais influente na sociedade ocidental. Seus pensamentos versavam entre política, metafísica, lógica, ética, religião, biologia e todo tipo de assunto que instigasse o seu interesse.
Com uma postura sempre reservada e disposta, inclusive a confrontar seu mestre, Platão, legou à humanidade um vasto conhecimento, sendo hoje também reconhecido como pai da ciência.
Porém, mesmo diante de tantas teorias e hipóteses, Aristóteles tinha os pés no chão. Ao menos é o que sugere a sua filosofia do meio-termo, em que ele diz que, para sermos virtuosos, devemos necessariamente buscar os meio-termos daquilo o que nos rodeia - entre a ousadia e a covardia, está a prudência, por exemplo.
Justamente por ter esse equilíbrio sempre em mente, Aristóteles foi um bom reconhecedor do que seja a verdadeira amizade. Em seu livro "Ética a Nicômaco", o filósofo afirma: “Com efeito, ninguém escolheria viver sem amigos, ainda que dispusesse de todos os outros bens, e até mesmo pensamos que os ricos, os que ocupam altos cargos, e os que detêm o poder são os que mais precisam de amigos; de fato, de que serviria tanta prosperidade sem a oportunidade de fazer o bem, se este se manifesta sobretudo e em sua mais louvável forma em relação aos amigos?”
Quem quer cultivar boas amizades, portanto, com toda certeza precisa conhecer a filosofia aristotélica.
Com uma postura sempre reservada e disposta, inclusive a confrontar seu mestre, Platão, legou à humanidade um vasto conhecimento, sendo hoje também reconhecido como pai da ciência.
Porém, mesmo diante de tantas teorias e hipóteses, Aristóteles tinha os pés no chão. Ao menos é o que sugere a sua filosofia do meio-termo, em que ele diz que, para sermos virtuosos, devemos necessariamente buscar os meio-termos daquilo o que nos rodeia - entre a ousadia e a covardia, está a prudência, por exemplo.
Justamente por ter esse equilíbrio sempre em mente, Aristóteles foi um bom reconhecedor do que seja a verdadeira amizade. Em seu livro "Ética a Nicômaco", o filósofo afirma: “Com efeito, ninguém escolheria viver sem amigos, ainda que dispusesse de todos os outros bens, e até mesmo pensamos que os ricos, os que ocupam altos cargos, e os que detêm o poder são os que mais precisam de amigos; de fato, de que serviria tanta prosperidade sem a oportunidade de fazer o bem, se este se manifesta sobretudo e em sua mais louvável forma em relação aos amigos?”
Quem quer cultivar boas amizades, portanto, com toda certeza precisa conhecer a filosofia aristotélica.
"O intelectual existe para criar o desconforto, é o seu papel. E ele tem que ser forte o bastante sozinho para continuar a exercer esse papel. Não há nenhum país mais necessitado de verdadeiros intelectuais, no sentido que dei a esta palavra, do que o Brasil."
- Milton Santos
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