Bolsonaro nomeou um filósofo pra ministro da educação.
Resta agora saber se o filósofo será um defensor da filosofia no currículo básico ou se seguirá a cartilha da relativização da importância das humanidades nas escolas.
https://twitter.com/jairbolsonaro/status/1065744103898562561?s=08
Resta agora saber se o filósofo será um defensor da filosofia no currículo básico ou se seguirá a cartilha da relativização da importância das humanidades nas escolas.
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Jair M. Bolsonaro
Gostaria de comunicar a todos a indicação de Ricardo Velez Rodriguez, Filósofo autor de mais de 30 obras, atualmente Professor Emérito da Escola de Comando e estado Maior do Exército, para o cargo de Ministro da Educação.
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Para quem deseja conhecer o trabalho do novo ministro da educação indicado por Bolsonaro, Ricardo Vélez Rodríguez, aqui está o seu currículo acadêmico. Tudo indica que é uma pessoa que adotará projetos liberais: http://lattes.cnpq.br/1381097733139496
Resta agora saber se o filósofo será um defensor da filosofia no currículo básico ou se seguirá a cartilha da relativização da importância das humanidades nas escolas. Já vi, também, críticas de que ele seria apoiador de "pseudagens", algo que se fundamenta, aparentemente, no fato de Olavo de Carvalho tê-lo indicado para o ministério.
Resta agora saber se o filósofo será um defensor da filosofia no currículo básico ou se seguirá a cartilha da relativização da importância das humanidades nas escolas. Já vi, também, críticas de que ele seria apoiador de "pseudagens", algo que se fundamenta, aparentemente, no fato de Olavo de Carvalho tê-lo indicado para o ministério.
Ricardo Vélez-Rodríguez explicitou em seu blog o que planeja para o MEC. Em texto publicado no último dia 7, o novo ministro da Educação afirma que irá trabalhar por uma “refundação” do ensino contra “uma doutrinação de índole cientificista e enquistada na ideologia marxista travestida de ‘revolução cultural gramsciana'”. Dentre seus alvos contra a “atual burocracia gramsciana”, estaria as provas do Enem. ” (As provas do Enem servem) mais como instrumentos de ideologização do que como meios sensatos para auferir a capacitação dos jovens no sistema de ensino”.
“Aposto, para o MEC, numa política que retome as sadias propostas dos educadores da geração de Anísio Teixeira, que enxergavam o sistema de ensino básico e fundamental como um serviço a ser oferecido pelos municípios, que iriam, aos poucos, formulando as leis que tornariam exequíveis as funções docentes”, disse. “‘Menos Brasília e mais Brasil’, inclusive no MEC.”
https://br18.com.br/velez-contra-indole-cientificista-e-enem/
“Aposto, para o MEC, numa política que retome as sadias propostas dos educadores da geração de Anísio Teixeira, que enxergavam o sistema de ensino básico e fundamental como um serviço a ser oferecido pelos municípios, que iriam, aos poucos, formulando as leis que tornariam exequíveis as funções docentes”, disse. “‘Menos Brasília e mais Brasil’, inclusive no MEC.”
https://br18.com.br/velez-contra-indole-cientificista-e-enem/
BR 18
Vélez contra ‘índole cientificista’ e Enem
Ricardo Vélez-Rodríguez explicitou em seu blog o que planeja para o MEC. Em texto publicado no último dia 7, o novo ministro da
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Excelente aula pra entender o utilitarismo em duas versões famosas: utilitarismo de atos e utilitarismo de regras.
youtu.be/jEv123Zo5qM
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C: UTILITARISMO DE AÇÃO E DE REGRAS
Curso de filosofia contemporânea, Defil.UFRN