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ÚLTIMA HORA: O Ansar Allah anuncia que o primeiro ministro iemenita, Ahmad Ghaleb Al-Rahwi, foi assassinado nos bombardeamentos israelitas contra Sana'a esta quinta-feira.

Além de Al-Rahwi, vários outros ministros do governo iemenita foram também mortos no ataque, e outros estão ainda a receber tratamento nos hospitais.

@guilhotinainfo via @Middle_East_Spectator
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Como não consegue obter uma vitória militar sobre a resistência palestiniana, a ocupação israelita continua a descarregar as suas frustrações contra civis indefesos.

Imagens de há pouco na Cidade de Gaza, via @wizardbisan e @PressTV

@guilhotinainfo
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Anta Gathering & Companhia: Música, liberdade, amor e genocídio

Este artigo debruça-se sobre Sahar Pierre Bickel, um dos organizadores do Anta Gathering, que serviu nas IDF nos primeiros meses do genocídio e promoveu recentemente um festival para celebrar a "independencia de israel" (leia-se Nakba) no deserto do Naqab, no sul da Palestina ocupada.

Explora também a habitual vitimização dos seus comunicados e choradinhos que foram fazer a meios de comunicação israelitas - uma vitimização que foi um dos factores que levou Renato Oliveira (Til Sunday Pirate) a cancelar a sua actuação no festival, conforme o próprio contou ao Público.

O artigo mergulha ainda na história do psytrance e da sua relação com o regime sionista, explorando por fim vários festivais e eventos com a participação de sionistas cá na tuga - como o Boom, o Insomnia e o Lisbon Ecstatic Dance.

🔗 Artigo completo

@guilhotinainfo
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Regime sionista experimenta novas munições no Sul do Líbano

Um vídeo dos bombardeamentos de hoje contra Nabatieh mostram munições com um rebentamento pouco usual.

Reparem nas ondas de choque.

@guilhotinainfo via @stayfreeworld
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Guilhotina.info
Anta Gathering & Companhia: Música, liberdade, amor e genocídio Este artigo debruça-se sobre Sahar Pierre Bickel, um dos organizadores do Anta Gathering, que serviu nas IDF nos primeiros meses do genocídio e promoveu recentemente um festival para celebrar…
CORRECÇÃO: Recebemos esta manhã várias mensagens a chamar-nos à atenção para o facto de o evento de 23 de Agosto – denunciado no artigo sobre o Anta Gathering & Companhia – não ter sido organizado pela Ecstatic Dance Lisboa, mas pela Ecstatic Dance LX, uma iniciativa que usa o mesmo nome mas é organizada por pessoas israelitas, algumas das quais se mudaram para Lisboa depois de Outubro de 2023. Uma atitude de usurpação nada surpreendente vinda de colonos israelitas.
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Eis uma boa oportunidade para a @ecstaticdancelisboa tomar finalmente uma posição sobre o genocídio em Gaza e repudiar publicamente este grupo de sionistas que vem para Lisboa organizar eventos de dança que promovem “a conexão” e “o bem-estar”, enquanto continuam a organizar e participar em eventos na Palestina ocupada num momento em que o genocídio na Faixa de Gaza entra na sua fase final e a limpeza étnica da Cisjordânia avança a passos largos.

@guilhotinainfo
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Entretanto, os resistentes do Anta encontraram maneira de ir bater pé e curtir as suas mocas para o terreno de algum amigo.

Entre os artistas presentes nesta versão reduzida do Anta (ou "plano B"), com um sistema de som muito mais pequeno e apenas uma fracção do público inicialmente previsto, identificámos Filipe Dias (conhecido como DJ Sympthom ou Yonilinga), Or Weiss, Dosh, Grouch, Mayu Didgeridoo e Maiky. Todos menos Or Weiss estavam no alinhamento original do Anta Gathering.

Maiky actuou na “celebração da independência” na “Desert Base” (em Maio), no River Riders (em Julho) e na Ecstatic Dance LX de 23 de Agosto; fez uma tour em israel no Outono do ano passado; e parece ter uma relação de longa data com a Fusion Culture.

🔗 Mais contexto sobre a "celebração da independência" na Desert Base; o River Riders e a Ecstatic Dance LX em Anta Gathering & Companhia: Música, liberdade, amor e genocídio

@guilhotinainfo
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O professor Nadav Davidovitch, israelita e apologista do genocídio, vai participar no 2° Congresso Mundial "On Migration, Ethnicity, Race & Health", que decorre entre amanhã e sexta-feira na FCSH e na Reitoria da Nova.

A denúncia é dos Estudantes por Justiça na Palestina–FCSH e Estudantes pela Palestina–ISCTE:

Nadav Davidovitch (...) serviu em posições de comando como médico militar no exército israelita durante agressões a Gaza como a “Operation Protective Edge” em 2014 que resultou na morte de 1462 civis (...). Nas suas próprias palavras, comandou mais de mil médicos durante essa agressão a Gaza (...)

Atualmente é (...) membro de vários comités do Ministério de Saúde de Israel e representante oficial de Israel no Comité Executivo da Associação Europeia de Saúde Pública.(...)

Na sua prática académica tem consistentemente procurado legitimar as ações de Israel em Gaza, encobrindo o seu caráter genocida. Ao mesmo tempo, caracteriza as crianças palestinas como potenciais “terroristas” (...)

@guilhotinainfo
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No norte de Gaza, desde o meio dos escombros e do genocídio em curso contra o povo palestiniano, dois jovens permanecem firmes, recusando-se a abandonar a sua terra apesar dos bombardeamentos, da fome e do cerco. Insistem em ficar onde nasceram, no norte de Gaza, onde conheceram a vida e a dignidade.

Ou permanecemos firmes no norte de Gaza, ou ascendemos ao paraíso – uma coisa ou outra.


@guilhotinainfo via Translating Falasteen
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Forwarded from Guilhotina.info
A fome aperta em Gaza. Não há palavras para descrever a realidade no terreno.

Quem ainda não o fizer e tiver possibilidades, é um bom momento para considerar começar a apoiar famílias em Gaza. Ainda que seja com um montante pequeno poupado em menos uma saída com os amigos, ou menos uma refeição fora, qualquer sacrifício que possamos fazer é pequeno comparado com a responsabilidade que partilhamos, enquanto ocidentais, pela situação que se vive em Gaza.

De entre os pedidos de ajuda que recebemos na nossa página de instagram, seleccionámos algumas campanhas que têm recebido muito poucos donativos recentemente:

▫️ Help Abdallah support his family in Gaza
🔗 https://chuffed.org/project/help-abdullah-support-his-family-in-gaza
🔗 https://www.paypal.com/paypalme/AbQudaih

▫️ Help Aboud & His Family See Each Other Again
🔗 https://chuffed.org/project/20241008-help-aboud-and-family-see-again
🔗 https://chuffed.org/project/20241007-cornea-transplant-for-aboud

▫️ Lost Everything, but Not Hope—Help Me Rebuild My Life
🔗 https://www.gofundme.com/f/lost-everything-but-not-hopehelp-me-rebuild-my-life

▫️ Save our family, save the children of Gaza from hunger and death
🔗 https://chuffed.org/project/141929-save-our-family-save-the-children-of-gaza-from-hunger-and-death

@guilhotinainfo
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No Porto de Génova, durante o evento de lançamento dos barcos italianos da Flotilha Global da Resiliência, um representante dos estivadores fez um discurso que se tornou viral e está a ser celebrado por milhares de pessoas nas redes sociais.

Deste lado, no entanto, parece-nos um discurso vergonhoso:

Quando a flotilha chegar à zona crítica, se nós - mesmo que por 20 minutos - perdermos contacto com nossos barcos, com os nossos camaradas, bloquearemos toda a Europa. (...)

Desta região [Génova], saem 13 ou 14 mil contentores para israel todos os anos. Daqui não sairá nem um prego! Lançaremos uma greve internacional, bloquearemos as escolas, bloquearemos tudo!

Eles [os israelitas] terão que devolver os nossos meninos e as nossas meninas sem um arranhão.


@guilhotinainfo
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Guilhotina.info
No Porto de Génova, durante o evento de lançamento dos barcos italianos da Flotilha Global da Resiliência, um representante dos estivadores fez um discurso que se tornou viral e está a ser celebrado por milhares de pessoas nas redes sociais. Deste lado, no…
Hoje, Gaza definha. A fome avança – e as nossas línguas não têm vocabulário adequado para descrever um cenário muito para lá de catastrófico. Hoje, estamos cada vez mais em risco de perder definitivamente o contacto com os nossos irmãos e irmãs em Gaza – não por serem detidos, mas por serem exterminados com bombas e fome.

Os trabalhadores e o povo de Gaza apelaram incontáveis vezes aos trabalhadores para que «traduzissem a solidariedade em acções concretas». Perdemos a conta de quantas vezes a Bisan e muitas outras vozes de Gaza apelaram a Greves Globais.

Como é que algum sindicalista pode ameaçar um bloqueio da Europa caso o regime sionista faça mal "aos nossos meninos e meninas"? Porque é que não há uma greve europeia por Gaza, pelo corte de relações militares, comerciais e diplomáticas com israel? Porque é que não se bloqueiam os portos, as escolas e tudo o resto pelo fim do genocídio em Gaza?

Porque é que os nossos meninos são mais importantes que os deles? Quantas vezes ficou Gaza sem contacto com o mundo exterior – não por 20 minutos mas por dias a fio? Quantos "arranhões" nestes 23 meses?

@guilhotinainfo
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Guilhotina.info
Hoje, Gaza definha. A fome avança – e as nossas línguas não têm vocabulário adequado para descrever um cenário muito para lá de catastrófico. Hoje, estamos cada vez mais em risco de perder definitivamente o contacto com os nossos irmãos e irmãs em Gaza – não…
A ameaça lançada por este estivador, no entanto, não é uma ameaça vazia. Os estivadores do porto de Génova, que está entre os 15 maiores portos da Europa, têm o poder de perturbar gravemente as cadeias de distribuição europeias e o abastecimento do regime sionista.

Como o próprio estivador diz, saem de Génova "13 ou 14 mil contentores para israel todos os anos". E sim, os estivadores de Génova já bloquearam vários contentores com armamento que estavam destinados a israel. No entanto, são responsáveis pelo envio dos restantes milhares de contentores para abastecer o projecto colonial israelita.

São responsáveis por manter as prateleiras dos supermercados dos colonos cheias da produtos enquanto Gaza morre à fome. Por cada contentor com armamento que foi bloqueado, quantos outros seguem carregados de comida, medicamentos, equipamento médico e sabe-se lá que outro "material não-letal"?


Os estivadores de Génova e de toda a Europa (o nosso sindicato combativo da estiva, o SEAL, foi desmantelado durante os governos do Costa – mas há vários outros com muita força) têm o poder de paralisar a Europa – e podiam fazê-lo para pressionar os governos europeus a cortar relações com o estado genocida.

Mas nem precisavam de o fazer – bastava paralisarem todos os barcos com destino a israel.

Mesmo que continuassem a receber por via aérea bombas dos EUA, do Reino Unido e da Alemanha, sem comida e material médico não seria possível para os sionistas continuar o genocídio em Gaza.

@guilhotinainfo
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