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Qualidade e Sustentabilidade de Dividendos

Aprenda a analisar empresas de forma a criar fluxos de renda passiva consistentes.

Na aula de hoje, apresentaremos um roteiro estruturado para vocês fazerem isso por conta própria e nunca mais caírem no velho conto do business com yield de 20% em 1 ano e 0% na perpetuidade.

Ao vivo no INT às 19h00.

Link já disponível na plataforma e no grupo fechado.

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Quantidade ou qualidade?

A volume de investimento em produções próprias da Netflix é, no mínimo, contundente.

Há quem seja assíduo à plataforma. Há quem, por outro lado, considere que pouco do conteúdo próprio da Netflix se salva. Em um mercado cada vez mais competitivo, esse ponto de análise é de extrema importância.

Qual a sua opinião? Quantidade ou qualidade?

Mais em:
https://www.instagram.com/p/CUh8s7zLuuH/?utm_medium=copy_link
A queda dos FIIs ficou evidente nos últimos períodos.

Dentre todas as justificativas existentes, a mais importante está relacionada ao aumento dos juros longos.

FIIs são ativos funcionais para o longo prazo. É factível afirmar que, qualquer investidor com horizonte de alocação curto deve ficar distante dessa classe.

Veja no post do link abaixo como cada setor se comportou nas últimas correções.

https://www.instagram.com/p/CUu1RuKrovK/?utm_medium=copy_link
A inflação de setembro veio alta – mas há chances desse mês ter sido o pico inflacionário.

Analisando os dados do IPCA dos últimos 12 meses, nos assustamos: bem acima da meta fixada pelo BACEN, o índice já acumula 10,25% e registrou o valor mais alto para setembro desde o plano real, num valor de 1,16%.

Como dito, o número é péssimo – veio abaixo das estimativas, mas não deixa de ser péssimo. Mas há algo positivo a ser extraído quando destrinchamos os dados.

Dessa alta de 1,16% do mês, dois vilões são os principais responsáveis: o grupo de habitação (+2,56%) e o grupo de transportes (+1,82%). O grupo de habitação foi puxado pela energia elétrica, com a nova bandeira tarifária de escassez hídrica pressionando os preços. Nos grupos de transportes, não é tão necessário dizer: os combustíveis foram responsáveis pela pressão decorrente da alta do barril de petróleo e agravado pela nossa moeda demasiadamente depreciada. Juntos os 2 grupos foram responsáveis por 0,8% da inflação do período.

Para o mês de outubro, espera-se uma normalização da inflação caso o barril de petróleo estabilize no atual preço, visto que não haverá mais aumento no custo de energia e a cadeia de oferta (em especial de alimentos) está retomando a normalização.

O grande problema é que no cenário macro, a crise de energia da China e da Europa está impulsionando fortemente o preço do petróleo, e já há projeção de analistas do mercado com o preço do barril acima dos US$100 (atualmente está em US$82).

Em resumo: o fator determinante da inflação nos próximos meses é o preço dos combustíveis. O governo já trabalha com a possibilidade de um fundo de estabilização para conseguir arrefecer essa escalada de preços, mas um cenário onde a nossa moeda segue depreciada e o preço dos barris seguem subindo por conta de uma crise energética global é algo desafiador.

Como já dito na última ata do COPOM, o BACEN também projeta que setembro foi o pico da inflação e agora as coisas passarão a normalizar – e justamente por isso o ritmo de aumento da SELIC não foi acelerado - mas não há dúvidas de que o Roberto Campos Neto e demais membros do COPOM terão de reavaliar a estratégia caso o preço do barril de petróleo siga seu curso pra cima.
Hoje temos um call de discussão sobre SulAmérica. Passaremos a nossa visão e explicaremos a nossa tese sobre a empresa.

Se você comprou na alta histórica, se a sua posição derreteu ou se você tem receio de tomar decisões sobre essa empresa, participe.

Esse call não fica gravado.

Exclusivo para assinantes. Ao vivo às 19h00. Link disponível na plataforma.

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BDRs de XP - Manter, transferir ou vender?

O evento de cisão da XP do Itaú levantou dúvidas em grande parte dos investidores. Qual custo de aquisição utilizar na venda? Como fazer uma transferência para outra corretora? Ou, ainda, em quais casos é válido manter o BDR?

Para sanar todas essas dúvidas, faremos um call de debate hoje lá no INT. Teremos abertura para vocês fazerem todas as perguntas necessárias e, assim, garantir a segurança do patrimônio de vocês.

Ao vivo às 19h00. Participe. Calls de debate não ficam gravados.

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Teto de Gastos. Novamente o tal do teto.

Vocês devem ter recebido conteúdos sobre esse tema recentemente, em especial com a sinalização de que o governo quebrará o teto após a proposta do novo Bolsa Família.

Na prática, o que isso significa e como exatamente te afeta?

O teto de gastos visa delimitar a estrutura orçamentária da União, que por sua vez, é a responsável por criar previsibilidade sobre o endividamento do país.
Sem essa previsibilidade, o risco-país aumenta substancialmente. A sinalização primária aos gringos é: o déficit pode aumentar e se tornar insustentável.
Essa percepção afugenta o capital estrangeiro do nosso país. E adivinhem só? Somos dependentes dele.

BRL desvalorizado contra o dólar pressiona a inflação. Estoura nos elos mais fracos da corrente. Cria-se aí um ciclo de difícil interrupção, com resultado mais provável em uma recessão.

Aos que estão no INT: lembrem-se exatamente do modelo que apresentamos na aula 81.

A situação é fácil? Nem um pouco. Já passamos por esse tipo de evento. Estouro de teto, criação de subsídios e uma recessão profunda à porta.

Seja você novato ou veterano, não tarde a criar as suas proteções. O sinal foi dado há muito tempo.
Qual é a fonte de valor das criptomoedas? O que fundamenta as escaladas de preço e por que não são comparáveis aos metais tradicionais?

A aula de hoje permitirá que vocês montem estratégias inteligentes com a classe de ativos que promete mudar o rumo da economia.

No INT, ao vivo às 19h00. Link disponível na plataforma.

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Turbulência é normal, faz parte do jogo e o pequeno investidor pode se aproveitar disso.

A linha branca é o rendimento do título público de longo prazo, enquanto a linha azul, é a pontuação do índice da nossa bolsa.

Como o gráfico mostra, dificilmente haverá cenário onde as ações performam bem em um mercado de juros que não esteja estressado. Ou seja, o oposto é verdadeiro: é justamente nos momentos de stress e ruídos políticos que o juros longos subirão, a bolsa cairá e as ações são maior margem de segurança e espaço para compra.

Lembre-se: empresas boas sobrevivem nesse país desde sempre. Seja em cenário de inflação alta, polarização política, crise hídrica, pandemia ou qualquer outro fator gerador de crise, as boas empresas sempre ganharam dinheiro, e cenários turbulentos como o que estamos vivendo agora podem abrir espaço para oportunidades que dificilmente teremos.

Esqueça as notícias, valorize os fundamentos. A mídia quase sempre se alimenta daquilo que te destrói.
Rombo Fiscal, Juros e Queda dos Mercados

Hoje, no INT, teremos um call para discutir as implicações dos eventos recentes no Brasil.

O que fazer? Como se proteger? Por que isso tem tanta importância para o investidor?

Compartilharemos a nossa visão, daremos instruções e teremos espaço para dúvidas e debates sobre esse tema. Participe. Calls de debate não ficam gravados.

No Brasil, você deve estar sempre pronto.

Ao vivo às 19h00. Link já disponível na plataforma.

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Preocupante, mas não anormal: a vacância no mercado de lajes corporativas é estrutural e faz parte do negócio.

A pandemia veio como um estouro no mercado imobiliário, mudando a estrutura de algumas empresas e aflorando o racional de que o home office passaria a ser o “novo normal”, praticamente inviabilizando qualquer estrutura física existente. Apesar de sob certa ótica o pensamento estar correto, imóveis e estruturas físicas seguirão existindo.

O gráfico abaixo nos mostra como a vacância no setor de lajes corporativas é completamente cíclica – de tempos em tempos ela atinge um patamar elevado, geralmente na casa dos 20%, e com a reversão de tendência do ciclo imobiliário esse número vira, caindo, até o ciclo virar novamente.

A preocupação que os detentores de fundos imobiliários do setor têm sobre o “novo normal” que citamos é válida, mas talvez desnecessária. Quase 2 anos após o início da pandemia, já é evidente que boa parte das companhias seguirão com suas estruturas físicas – seja de uso integral ou até mesmo híbrido, como algumas tem feito, e convenhamos, reuniões no zoom e encontros remotos não substituem tudo que o presencial pode proporcionar.

Alguns fundos de altíssima qualidade com imóveis de alto padrão tem ilustrado isso bem, mostrando que mesmo num cenário de ciclo imobiliário mais “frio” e um cisne negro como a pandemia que forçou a adoção do trabalho remoto, as companhias seguem contratando cada vez mais espaço para as suas empresas.

A pandemia não foi o único fator que impactou diretamente o setor, talvez sequer tenha sido o principal.

Lembre-se dos ciclos do mercado.
Taxa SELIC - Qual a distribuição de probabilidade de aumento na próxima reunião do COPOM?

Para os que tiverem curiosidade de entender as expectativas do mercado para o próximo aumento, vale checar os contratos de opções do COPOM.

As estimativas estão entre 1% e 2%.

Vejam:

https://www.b3.com.br/pt_br/market-data-e-indices/servicos-de-dados/datawise/dashboard-publico/opcao-de-copom.htm
Como esperado, o Banco Central elevou mais uma vez a SELIC – agora com num ritmo um pouco mais acelerado, em vez dos 1,00% esperado e divulgado pela última reunião, o aumento foi de 1,50%, resultando numa atual SELIC de 7,75%.

Para a próxima reunião, o COPOM já deixou contratado mais um aumento de 1,50%, o que nos levará a uma SELIC de 9,25% no final de 2021 caso esse ritmo de inflação siga e não ocorra nenhuma mudança no plano, seja positiva ou negativa.

Com a decisão de hoje, é esperado que as curvas de juros deem uma arrefecida, visto que o stress nas últimas semanas – em especial depois da divulgação do IPCA-15 acima do consenso -foi forte, com o DI de 2024 tendo passado dos 12%.
Investing in The Great Uranium Bull Market – Um livro introdutório – mas completo – sobre a tese do urânio

A energia tem se tornado um assunto recorrente nos últimos meses – assim como no Brasil, a Europa, China e até mesmo os EUA estão sofrendo com uma crise de escassez energética, seja em menor ou maior escala. A solução já é conhecida, mas ainda há certa resistência por falta de conhecimento sobre o assunto: energia nuclear.

O urânio é a base da geração de energia nuclear – com ele é feita a fissão que por sua vez gera a energia na usina. O maior motivo do endosso sobre esse uso de energia, é a sua altíssima eficiência (a energia nuclear é disparadamente a energia mais eficiente existente), seu baixo custo (o maior custo está na criação da usina, tendo em vista o fato de que o urânio em si é abundante e barato) e o fato de que a energia é completamente limpa – sim, limpa. Energia nuclear emite tanta poluição quanto a energia solar, hidrelétrica ou eólica, e poucas sabem disso.

O ponto central da tese é: existe hoje um descasamento gigante entre a quantidade de urânio ofertada no mercado com a potencial demanda futura pelo bem. Para se ter ideia, hoje as mineradoras preferem comprar o urânio a mercado e revender para honrar seus contratos a minerar o bem.

Em algum momento esse descasamento irá causar uma explosão de preço do minério e as mineradoras – assim como as demais empresas da cadeia produtiva do urânio – irão se beneficiar, e esse movimento se tornou ainda mais forte dada a crise energética e metas ESG atuais que os governos pretendem atingir.

Com aproximadamente 200 páginas distribuídas em 8 capítulos, sem enrolação e desenvolvido por investidores experientes da área, este livro irá te introduzir a tese do urânio e mostrar como boa parte das crenças que você tem sobre energia nuclear não fazem sentido algum.

Livro: Investing in The Great Uranium Bull Market
Autor: David Miller e Kevin Brambough
Varejo: Características e Perspectivas

O setor de varejo foi o responsável por derreter a carteira de grande parte dos novatos na bolsa.

Na aula de hoje, vocês aprenderão a analisar esse setor, além de conhecer os principais drivers de valor das maiores varejistas brasileiras.

Ao vivo no INT às 19h00. Link já na plataforma.

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Nubank – Call de Debate no INT

Hoje discutiremos o cenário, as perspectivas e os riscos decorrentes dos últimos movimentos do Nubank.

Vale a pena receber os BDRs? O que fazer depois disso?

Quer você esteja disposto a investir no IPO ou não, você precisará dos insights de hoje.

Conteúdo exclusivo para assinantes. Ao vivo no INT às 19h00.

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O preço dos combustíveis tem solução? Talvez, mas é tão simples quanto parece.

Em termo macro, o preço da gasolina sobe por do motivos: barril de petróleo e preço do dólar.

O barril de petróleo está subindo desde o começo do ano (já acumula alta de mais de 80% desde janeiro) por conta de algumas medidas ESG (como os EUA cortando investimentos na própria produção) e retomada econômica mais rápida do que o esperado. Nesse cenário, quem está determinando o preço do barril é a OPEC, mais precisamente a Arábia Saudita – eles não querem aumentar a produção e o preço segue subindo. A razão deles não subirem o preço é simples: o país é completamente dependente desse mercado, quanto mais alto o preço do barril, melhor para eles. Ainda há muita margem para eles ganharem sem que um cenário catastrófico se forme.

O dólar apanhou violentamente desde o começo da crise. Considerando a atual política de preços de combustíveis da Petrobras (de equiparação de preço ao valor do mercado internacional), o preço do barril (dolarizado) subiu. Quanto mais o dólar sobe, mais caro fica o combustível nacional.

Ou seja, as duas variáveis que determinam o preço dos combustíveis subiram – e não subiram pouco, subiram muito.

O que o governo pode fazer sem que sacrifique sua credibilidade e as contas da petroleira que move o setor no país, é utilizar os dividendos que recebe da própria Petrobras para criar um fundo de estabilização de preços (como já foi falado, mas até então não houve mais nenhuma movimentação dessa jogada provavelmente por fator político) para subsidiar parte do combustível com os próprios recursos, reduzir uma parte da carga tributária (independente da esfera, a carga tributária é penosa e a medida que o preço absoluto da gasolina sobe, ela se torna ainda mais pesada, visto que estamos falando de percentuais e 25% de 10 machuca bem mais no bolso de um assalariado do que 25% de 5).

Existem outras alternativas, vide maior abertura do setor, desfragmentação da Petrobras que hoje tem um tamanho e força legítima de uma monopolista no setor de energia (petróleo e gás) do país, mas sabemos que o entrave político dificilmente permite tais coisas.

O subsídio completo do combustível é inviável: apesar do mito circular, não somos autossuficientes em petróleo. Em termos absolutos, produzimos mais barris do que consumimos, mas não é como se pudéssemos pegar esses barris e virar no tanque de nossos carros e dar partida para sair andando. É necessário um processamento da commodity para que ela se torne utilizável, e o petróleo brasileiro não é dos melhores para usar como combustível. Ou seja, é necessário importação de materiais para fazer a “mistura” e torná-lo utilizável.
Sacrificar a companhia também não é alternativa: como vimos em 2015-2016, depois de tanto tempo subsidiando o preço dos combustíveis, o governo teve de praticar os preços de mercado, a inflação explodiu (afinal, os preços mudaram bruscamente na base da cadeia produtiva), o câmbio descontrolou e mergulhamos na pior crise da história do Brasil.

Há também o fator credibilidade – queira ou não, o país depende de capital externo para se mover, e a sinalização de uma intervenção dessa magnitude causaria um êxodo de capital sem precedentes e causaria uma agressão ainda mais forte no câmbio e na curva de juros, que nas últimas semanas já tem sofrido e aumentado consideravelmente o custo da dívida pública do país.

Em resumo: há o que fazer, mas as alternativas são limitadas e o problema não é isolado nacionalmente, mas global. Nos EUA a gasolina subiu mais de 50% desde janeiro, mas obviamente que o impacto em termos de poder de compra lá é insignificante e pouco falado.

Solução simples não existe, e certamente se resolvêssemos o preço do combustível hoje, o controle da inflação para os próximos meses seria certo, afinal, é justamente o grupo de transportes que tem pegado tanto no índice inflacionário nos últimos meses e contaminado os demais setores tornando o custo da cadeia econômica mais alto.