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Avante!
Concorrência intensiva e aumento de preços.

Não é de hoje que a Netflix sinaliza agressividade ao mercado. Com o reajuste recente dos preços e o volume atual de investimento em produções próprias, uma constatação é inevitável: a Netflix confia no próprio taco. Algo contraditório entre os assinantes que, não raro, reclamam de cancelamentos constantes e de sucateamento de produções.

Deter marcas próprias é um importante motor de geração de valor na indústria de entretenimento. Sendo um dos adversários o rato mais famoso e querido do planeta, os desdobramentos dos resultados da Netflix são, no mínimo, muito aguardados.

Mais em:

https://www.instagram.com/p/CRy3IEtlR-P/?utm_medium=copy_link
Ainda há quem pense que o IPCA é uma métrica fidedigna da verdadeira inflação?

Enquanto os 8% estão ancorados na percepção de muitos, a realidade é um buraco muito maior. Na prática, é possível que a inflação esteja apenas começando.

https://www.instagram.com/p/CRzt10hhiWP/?utm_medium=copy_link
Vocês sempre nos trazem a dúvida sobre qual tipo de empresa analisar para desenvolver essa competência e ganhar experiência.

Julgo ser mais seguro iniciar por aquelas de fácil compreensão e cujos principais fatores operacionais confiram proteção para eventuais erros de análise por parte do investidor. Estabilidade é o nome do jogo aqui.

A Hypera Pharma se enquadra muito bem nesse critério.

Na última sexta-feira, a empresa divulgou seus resultados referentes ao 2T21. No estágio em que ela se encontra, percorrer a análise pelos seus principais demonstrativos forma uma verdadeira aula para o investidor.

Com um histórico de aquisições qualificado, um perfil de crescimento e distribuição de proventos favorável, conhecer a Hypera certamente te tornará um investidor mais qualificado.

Detalhes e todos os nossos comentários no INT.
Philip Fisher foi um dos maiores investidores da história. Responsável por fundamentar a estratégia de investimento de Warren Buffett, inclusive.
Dentre os conceitos que Fisher discute em seus livros, um em particular chama a atenção: a definição da abordagem de investimento conservadora.
Deixei o trecho logo abaixo, retirado de sua principal obra: Common Stocks and Uncommon Profits, de 1957.

Em síntese, Fisher coloca que o investimento conservador não se trata somente da manutenção do capital principal, mas sim da capacidade do investidor de conhecer as variáveis que influenciam a performance dos ativos em que aloca. Conservadorismo financeiro, em sua melhor forma, exige conhecimento.

1. A conservative investment is one most likely to conserve (i.e.,
maintain) purchasing power at a minimum of risk.


2. Conservative investing is understanding of what a conservative
investment consists and then, in regard to specific investments,
following a procedural course of action needed properly to
determine whether specific investment vehicles are, in fact, conservative
investments.


Consequently, to be a conservative investor, not one but two things
are required either of the investor or of those whose recommendations
he is following. The qualities desired in a conservative investment must
be understood. Then a course of inquiry must be made to see if a particular
investment so qualifies. Without both conditions being present the
buyer of common stocks may be fortunate or unfortunate, conventional
in his approach or unconventional, but he is not being conservative.
O mercado financeiro brasileiro está em franca expansão. É nítido. A evolução do número de fundos de investimento no mercado também comprova isso. Novas assets chegam por aqui, literalmente, todos os dias.

É importante entender que um fundo de investimento é também um negócio. Tem fins lucrativos. Isso pode, em alguns momentos, atrapalhar o processo de decisão do investidor com relação a alocação do próprio capital.

A pergunta crítica é: o custo de manter o seu dinheiro com essa equipe é coerente com o potencial de retorno que ela é capaz de entregar?

Por isso, fizemos um post breve com os pontos fundamentais que devem ser verificados antes de tomar uma decisão de alocação em um fundo. Sabe aquele fundo popular? Que todo mundo conhece e só lembra dele? Pois é.

1. Análise de gestão e de equipe, principalmente dos analistas envolvidos;
2. Política de investimento e estrutura de carteira;
3. Taxas de administração e de performance.

São 3 etapas que te ocuparão por um tempo relevante antes da sua decisão. Como em qualquer outro ativo, investir em fundos pode tanto acelerar a multiplicação do seu capital quanto estacioná-lo por anos a fio.

Mais em: https://www.instagram.com/p/CR43vvBB0Yv/?utm_medium=copy_link
Ontem, no INT, destrinchamos os fundos imobiliários de papéis: um produto que se tornou popular entre os novatos e que raramente recebe uma gestão de riscos adequada.

No cenário econômico atual, essa gestão é primordial. Será a responsável por conter eventuais pancadas em sua carteira.

Tratamos:

1. O conceito de fundo imobiliário de recebíveis: sua origem e estrutura;
2. Os riscos detalhados dessa classe e como você deve mitigá-los a partir de hoje;
3. Um processo de análise em 6 estágios que viabilizam, por si só, um diagnóstico.

Você nunca mais chegará perto do grupo que só faz olhar para bons dividendos e fecha os olhos para qualquer risco financeiro.

Aula já disponível no INT.

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Fintechs x Bancões.

Esse é o grande embate da década. Provavelmente, será também das próximas.

Há quem acredite que os grandes bancos tradicionais estão com os dias contados. Há também quem pense que fintechs são puro fogo de palha. Empresas bonitinhas que fazem tudo menos ganhar dinheiro.

Um coisa é fato: os bancões não estão estáticos. As medidas que tramitam internamente, tanto em caráter de reestruturação quanto de compra de novos negócios (M&A), estão mais aquecidas que nunca. Aqui, estamos falando do conglomerado que detém o maior volume financeiro do país, bem como a carteira de crédito mais relevante: a que sustenta as grandes corporações.

Os bancões reagem e reagem bem. A remodelagem operacional acontece todos os dias. Agências são fechadas, novos processos são adotados e respostas contundentes aos modelos das fintechs tendem a vir a tona com maior frequência nos próximos períodos.

O setor financeiro permite que o investidor vá contra o clubismo e observe com frieza que no mundo dos negócios, nada é garantido. Sobrevivem os mais fortes e os mais adaptáveis.

Sejam quais forem os desdobramentos, quem for capaz de manter a cabeça no lugar para se aproveitar de movimentos de ambas as direções, ganhará dinheiro. Inevitavelmente.

A revolução financeira está apenas começando.

Mais em: https://www.instagram.com/p/CR_uwqIrL3g/?utm_medium=copy_link
A ação está cara ou barata?

Essa é uma dúvida bastante comum. A boa notícia é que existem métodos simples para esse tipo de identificação. A má notícia? Eles não são exatos, tampouco consensuais. Requerem algum tato do investidor e boa percepção relativa do ânimo do mercado, principalmente para destoar das grandes massas.

Os preços dos ativos, no curto e médio prazo se movimentam não somente pelos fundamentos dos negócios, mas também pelo humor e a expectativa dos agentes econômicos com relação aquela empresa.

Essa comparação entre expectativa e realidade (fundamentada por dados e sólidas evidências), é o segredo para tomar decisões diferenciadas de alocação.

Abaixo um trecho extraído dos textos de Philip Fisher que fundamenta essa observação:

The price of any particular stock at any particular moment is
determined by the current financial-community appraisal of the particular
company, of the industry it is in, and to some degree of the general
level of stock prices. Determining whether at that moment the price
of a stock is attractive, unattractive or somewhere in between depends
for the most part on the degree these appraisals vary from reality.
However, to the extent that the general level of stock prices affects the
total picture, it also depends somewhat on correctly estimating coming
changes in certain purely financial factors, of which interest rates are by
far the most important.
Nossa moeda perdeu 85% do seu valor desde 1995.

O futuro não é promissor. Com a impressão monetária pela qual passamos recentemente e a dificuldade de transpor esse capital em maior nível efetivo de produção, as chances são que o BRL siga perdendo valor de forma relevante.

A inflação para os investidores é uma inimiga constante. Não deve sair do radar em nenhuma circunstância. Quando ignorada, cria um detrator de toda a rentabilidade obtida sobre o capital ao longo do tempo.

Consideramos crucial o trabalho em duas frentes para controlar os impactos da inflação no seu contexto:

Orçamentário: obtenção de conhecimento sobre o seu próprio fluxo financeiro de forma a estabelecer controle, prevenir danos e otimizar o fluxo de caixa líquido;

Portfolio: seleção de bons ativos reais que, em algum grau, se beneficiam do descontrole dos preços. Aqui se enquadram as companhias com vantagens competitivas relevantes, marcas fortes e domínio sobre o mercado com um processo de constante inovação.

Quem não entende a inflação, perde e perde muito. Quem entende, utiliza-a como uma mola propulsora de resultados.

Recomendamos as aulas 36, 37, 38 e 81 do INT para que você entenda e domine a inflação de uma vez por todas.

Mais em: https://www.instagram.com/p/CSE4vS6r6Rc/?utm_medium=copy_link
Estamos em temporada de divulgação de resultados das empresas de capital aberto.

Se você investe em ações, esse é um período bastante importante. Costuma ser turbulento, especialmente para os que não têm a direção correta para avaliar a performance das companhias nas quais investe.

As divulgações de resultados são marcadas por verdadeiras enxurradas de informações. Veículos oficiais, midiáticos, além de conteúdos digeridos na internet são jogados no investidor de forma que, sem o preparo correto, a confusão e a dúvida de qual rota utilizar se torna quase unânime.

Resultados trimestrais são validantes. Os anuais, por outro lado, fundamentam decisões que atribuem segurança ao capital.

Na aula dessa semana, lá no INT, discutiremos as principais técnicas que você deve adotar para validar o progresso das empresas nas quais investe. A aula conta com uma estrutura ordenada, para que você possa aplicar de forma rápida no seu próprio contexto.

• O que é o RI?
• Quais as melhores fontes de informações?
• Qual a periodicidade correta de análise de resultados?
• Como a performance das companhias afeta as suas teses?

A aula será ao vivo amanhã (05), às 19h00. Exclusiva para assinantes.

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Quem acompanha a FinDocs há bastante tempo sabe que sempre batemos na tecla: investir é sobre olhar para frente. Enxergar tendências e vantagens competitivas que quase sempre não caem na obviedade.

O mundo está mais digital a cada dia. Em um ambiente virtual onde zilhões de dados são gerados a cada segundo, quem assumir controle ou uma fatia relevante do espaço virtual se manterá dominante. Lucrará mais. **Evoluirá mais.

Essa é uma das estratégias do Facebook. Acelerar a penetração no mercado global de forma a atingir um controle relevante sobre os dados, as informações indiviuais e, consequentemente, prover melhores decisões e escala para quem de alguma maneira precisar desses dados.

Hoje, 38% da população global utiliza o Facebook.

Ainda que os números do Facebook arrefeçam ao longo do tempo, o domínio desse mercado assume um caráter estratégico, de difícil ultrapassagem. Barreiras muito grandes já foram criadas.

Mais em: https://www.instagram.com/p/CSKDGUJLSNp/?utm_medium=copy_link