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Aqui você encontrará notificações dos nossos conteúdos, de aulas, eventos, comentários e discussões da nossa equipe e demais materiais que julgarmos relevantes para você.

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Uma semana sangrenta no mercado brasileiro – e o minério de ferro é o maior vilão.

Com contínua pressão da China sobre a produção da commodity e indícios de uma desaceleração econômica (sendo ainda mais intensificada pelo caso da bolha da Evergrande) do país, o minério de ferro 62% acumulou a maior queda na janela semanal da última década, se aproximando dos US$100 por tonelada e uma queda de quase 50% do topo atingido em julho.

Tal evento foi uma determinante no mercado brasileiro na semana, visto que o índice do nosso mercado possui forte exposição ao preço das ações da Vale (11,5% do IBOV é composto por VALE3) e o nível de exportação do bem pode gerar benefícios comerciais ao país. Por outro lado, um preço mais baixo diminui a pressão sobre os índices inflacionários do país, vide IGP-M que já tem apresentado viés negativo nas últimas projeções.

Apesar de muito ter sido falado que o preço do minério de ferro atingido em julho ser insustentável (US$220/tonelada), os preços arrefecidos no atual patamar seguem beneficiando as mineradoras (em especial a Vale) e seus respectivos fluxos de caixa.

Ainda não se sabe se a tese do repique de preço realmente tem se validado, mas evidências tem se mostrado cada vez mais fortes.
Hoje temos nosso call quinzenal no INT.

Teremos espaço para vocês tirarem as dúvidas e discutiremos o cenário atual.

Aproveite para esclarecer os seus problemas e avançar conosco.

Ao vivo às 19h00. Link na plataforma e no grupo fechado.

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Que a SELIC está em 6,25%, você já sabe. Que a trajetória de alta continuará, idem.

Para o momento presente ou para os próximos ciclos, a melhor lição que você pode extrair é: o mercado dá sinais. Você deve aprender a interpretá-los para se movimentar e ganhar dinheiro com isso.

O sinal de alta está nítido há meses. Batemos na tecla da inflação desde junho de 2020. Na reversão forte de alta para a taxa, desde dezembro.

Não é novidade. Para os próximos ciclos, aprenda a exercer um racicínio prospectivo. Olhar para frente. Cuidar de dinheiro é um trabalho intelectual e estratégico. Como tal, acurácia na investigação é o que determina os resultados.

E para a SELIC nos 8%? Nos 10%? Quiçá 12%?

Você está pronto?
Como analisar a estratégia de uma companhia para validar a montagem de uma carteira de dividendos?

Quais companhias se sobressaem e como identificar as características que formam uma potencial excelente pagadora de dividendos para o futuro?

Tudo isso será esclarecido na aula de hoje no INT.

Ao vivo às 19h00. Link disponível na plataforma e no grupo fechado.

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Para analisar e pensar.
Qualidade e Sustentabilidade de Dividendos

Aprenda a analisar empresas de forma a criar fluxos de renda passiva consistentes.

Na aula de hoje, apresentaremos um roteiro estruturado para vocês fazerem isso por conta própria e nunca mais caírem no velho conto do business com yield de 20% em 1 ano e 0% na perpetuidade.

Ao vivo no INT às 19h00.

Link já disponível na plataforma e no grupo fechado.

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Quantidade ou qualidade?

A volume de investimento em produções próprias da Netflix é, no mínimo, contundente.

Há quem seja assíduo à plataforma. Há quem, por outro lado, considere que pouco do conteúdo próprio da Netflix se salva. Em um mercado cada vez mais competitivo, esse ponto de análise é de extrema importância.

Qual a sua opinião? Quantidade ou qualidade?

Mais em:
https://www.instagram.com/p/CUh8s7zLuuH/?utm_medium=copy_link
A queda dos FIIs ficou evidente nos últimos períodos.

Dentre todas as justificativas existentes, a mais importante está relacionada ao aumento dos juros longos.

FIIs são ativos funcionais para o longo prazo. É factível afirmar que, qualquer investidor com horizonte de alocação curto deve ficar distante dessa classe.

Veja no post do link abaixo como cada setor se comportou nas últimas correções.

https://www.instagram.com/p/CUu1RuKrovK/?utm_medium=copy_link
A inflação de setembro veio alta – mas há chances desse mês ter sido o pico inflacionário.

Analisando os dados do IPCA dos últimos 12 meses, nos assustamos: bem acima da meta fixada pelo BACEN, o índice já acumula 10,25% e registrou o valor mais alto para setembro desde o plano real, num valor de 1,16%.

Como dito, o número é péssimo – veio abaixo das estimativas, mas não deixa de ser péssimo. Mas há algo positivo a ser extraído quando destrinchamos os dados.

Dessa alta de 1,16% do mês, dois vilões são os principais responsáveis: o grupo de habitação (+2,56%) e o grupo de transportes (+1,82%). O grupo de habitação foi puxado pela energia elétrica, com a nova bandeira tarifária de escassez hídrica pressionando os preços. Nos grupos de transportes, não é tão necessário dizer: os combustíveis foram responsáveis pela pressão decorrente da alta do barril de petróleo e agravado pela nossa moeda demasiadamente depreciada. Juntos os 2 grupos foram responsáveis por 0,8% da inflação do período.

Para o mês de outubro, espera-se uma normalização da inflação caso o barril de petróleo estabilize no atual preço, visto que não haverá mais aumento no custo de energia e a cadeia de oferta (em especial de alimentos) está retomando a normalização.

O grande problema é que no cenário macro, a crise de energia da China e da Europa está impulsionando fortemente o preço do petróleo, e já há projeção de analistas do mercado com o preço do barril acima dos US$100 (atualmente está em US$82).

Em resumo: o fator determinante da inflação nos próximos meses é o preço dos combustíveis. O governo já trabalha com a possibilidade de um fundo de estabilização para conseguir arrefecer essa escalada de preços, mas um cenário onde a nossa moeda segue depreciada e o preço dos barris seguem subindo por conta de uma crise energética global é algo desafiador.

Como já dito na última ata do COPOM, o BACEN também projeta que setembro foi o pico da inflação e agora as coisas passarão a normalizar – e justamente por isso o ritmo de aumento da SELIC não foi acelerado - mas não há dúvidas de que o Roberto Campos Neto e demais membros do COPOM terão de reavaliar a estratégia caso o preço do barril de petróleo siga seu curso pra cima.
Hoje temos um call de discussão sobre SulAmérica. Passaremos a nossa visão e explicaremos a nossa tese sobre a empresa.

Se você comprou na alta histórica, se a sua posição derreteu ou se você tem receio de tomar decisões sobre essa empresa, participe.

Esse call não fica gravado.

Exclusivo para assinantes. Ao vivo às 19h00. Link disponível na plataforma.

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BDRs de XP - Manter, transferir ou vender?

O evento de cisão da XP do Itaú levantou dúvidas em grande parte dos investidores. Qual custo de aquisição utilizar na venda? Como fazer uma transferência para outra corretora? Ou, ainda, em quais casos é válido manter o BDR?

Para sanar todas essas dúvidas, faremos um call de debate hoje lá no INT. Teremos abertura para vocês fazerem todas as perguntas necessárias e, assim, garantir a segurança do patrimônio de vocês.

Ao vivo às 19h00. Participe. Calls de debate não ficam gravados.

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Teto de Gastos. Novamente o tal do teto.

Vocês devem ter recebido conteúdos sobre esse tema recentemente, em especial com a sinalização de que o governo quebrará o teto após a proposta do novo Bolsa Família.

Na prática, o que isso significa e como exatamente te afeta?

O teto de gastos visa delimitar a estrutura orçamentária da União, que por sua vez, é a responsável por criar previsibilidade sobre o endividamento do país.
Sem essa previsibilidade, o risco-país aumenta substancialmente. A sinalização primária aos gringos é: o déficit pode aumentar e se tornar insustentável.
Essa percepção afugenta o capital estrangeiro do nosso país. E adivinhem só? Somos dependentes dele.

BRL desvalorizado contra o dólar pressiona a inflação. Estoura nos elos mais fracos da corrente. Cria-se aí um ciclo de difícil interrupção, com resultado mais provável em uma recessão.

Aos que estão no INT: lembrem-se exatamente do modelo que apresentamos na aula 81.

A situação é fácil? Nem um pouco. Já passamos por esse tipo de evento. Estouro de teto, criação de subsídios e uma recessão profunda à porta.

Seja você novato ou veterano, não tarde a criar as suas proteções. O sinal foi dado há muito tempo.
Qual é a fonte de valor das criptomoedas? O que fundamenta as escaladas de preço e por que não são comparáveis aos metais tradicionais?

A aula de hoje permitirá que vocês montem estratégias inteligentes com a classe de ativos que promete mudar o rumo da economia.

No INT, ao vivo às 19h00. Link disponível na plataforma.

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Turbulência é normal, faz parte do jogo e o pequeno investidor pode se aproveitar disso.

A linha branca é o rendimento do título público de longo prazo, enquanto a linha azul, é a pontuação do índice da nossa bolsa.

Como o gráfico mostra, dificilmente haverá cenário onde as ações performam bem em um mercado de juros que não esteja estressado. Ou seja, o oposto é verdadeiro: é justamente nos momentos de stress e ruídos políticos que o juros longos subirão, a bolsa cairá e as ações são maior margem de segurança e espaço para compra.

Lembre-se: empresas boas sobrevivem nesse país desde sempre. Seja em cenário de inflação alta, polarização política, crise hídrica, pandemia ou qualquer outro fator gerador de crise, as boas empresas sempre ganharam dinheiro, e cenários turbulentos como o que estamos vivendo agora podem abrir espaço para oportunidades que dificilmente teremos.

Esqueça as notícias, valorize os fundamentos. A mídia quase sempre se alimenta daquilo que te destrói.
Rombo Fiscal, Juros e Queda dos Mercados

Hoje, no INT, teremos um call para discutir as implicações dos eventos recentes no Brasil.

O que fazer? Como se proteger? Por que isso tem tanta importância para o investidor?

Compartilharemos a nossa visão, daremos instruções e teremos espaço para dúvidas e debates sobre esse tema. Participe. Calls de debate não ficam gravados.

No Brasil, você deve estar sempre pronto.

Ao vivo às 19h00. Link já disponível na plataforma.

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Preocupante, mas não anormal: a vacância no mercado de lajes corporativas é estrutural e faz parte do negócio.

A pandemia veio como um estouro no mercado imobiliário, mudando a estrutura de algumas empresas e aflorando o racional de que o home office passaria a ser o “novo normal”, praticamente inviabilizando qualquer estrutura física existente. Apesar de sob certa ótica o pensamento estar correto, imóveis e estruturas físicas seguirão existindo.

O gráfico abaixo nos mostra como a vacância no setor de lajes corporativas é completamente cíclica – de tempos em tempos ela atinge um patamar elevado, geralmente na casa dos 20%, e com a reversão de tendência do ciclo imobiliário esse número vira, caindo, até o ciclo virar novamente.

A preocupação que os detentores de fundos imobiliários do setor têm sobre o “novo normal” que citamos é válida, mas talvez desnecessária. Quase 2 anos após o início da pandemia, já é evidente que boa parte das companhias seguirão com suas estruturas físicas – seja de uso integral ou até mesmo híbrido, como algumas tem feito, e convenhamos, reuniões no zoom e encontros remotos não substituem tudo que o presencial pode proporcionar.

Alguns fundos de altíssima qualidade com imóveis de alto padrão tem ilustrado isso bem, mostrando que mesmo num cenário de ciclo imobiliário mais “frio” e um cisne negro como a pandemia que forçou a adoção do trabalho remoto, as companhias seguem contratando cada vez mais espaço para as suas empresas.

A pandemia não foi o único fator que impactou diretamente o setor, talvez sequer tenha sido o principal.

Lembre-se dos ciclos do mercado.
Taxa SELIC - Qual a distribuição de probabilidade de aumento na próxima reunião do COPOM?

Para os que tiverem curiosidade de entender as expectativas do mercado para o próximo aumento, vale checar os contratos de opções do COPOM.

As estimativas estão entre 1% e 2%.

Vejam:

https://www.b3.com.br/pt_br/market-data-e-indices/servicos-de-dados/datawise/dashboard-publico/opcao-de-copom.htm