Risco de recessão nos EUA fazendo com que commodities tombem de preço em velocidade acelerada.
Desde a máxima registrada em 2022:
1. Níquel: -50,2%
2. Alumínio: -36,4%
3. Gás Natural: -33,3%
4. Trigo: -26,4%
5. Zinco: -22,4%
6. Cobre: -21,5%
7. Minério de Ferro: -21,3%
8. Milho: -14,5%
9. Petróleo: -14,1%
10. Açúcar: -9,4%
Caso a tendência siga, será uma forte pressão deflacionária pros próximos meses.
Desde a máxima registrada em 2022:
1. Níquel: -50,2%
2. Alumínio: -36,4%
3. Gás Natural: -33,3%
4. Trigo: -26,4%
5. Zinco: -22,4%
6. Cobre: -21,5%
7. Minério de Ferro: -21,3%
8. Milho: -14,5%
9. Petróleo: -14,1%
10. Açúcar: -9,4%
Caso a tendência siga, será uma forte pressão deflacionária pros próximos meses.
Gráfico de valor de mercado em relação ao valor patrimonial dos fundos de lajes corporativas.
Hoje o mercado precifica o segmento com o mesmo desconto que existia no fundo da pandemia, o que, sob nossa visão, pode ser um grande equívoco. Dividindo em 2 cenários:
Em 2020 a incerteza era a única coisa que se tinha. Não se sabia quando o Covid-19 seria de fato resolvido, não se sabia quando as pessoas retomariam seus postos de trabalho, muito se falava sobre home office definitivo para a maioria dos trabalhos e boatos de que o segmento estará fadado a uma derrocada, visto que escritórios não seriam mais utilizados com todos trabalhando de sustas casas.
Em 2022, já se tem bastante informação. Com a pandemia próxima do fim, empresas grandes expandindo seus aluguéis em cada vez mais espaços em alguns segmentos e grande parte das companhias adotando o modelo híbrido de trabalho (parte home office e parte na empresa), é nítido que todo aquele barulho de 2 anos atrás exagerava bastante em alguns pontos.
É inegável: a pandemia causou um efeito home office extraordinário na economia não só brasileira, mas global. A questão é: precificar o segmento no mesmo desconto que havia na época, faz sentido? Um desconto de 26% sobre o patrimônio, aproximadamente.
Sob a nossa leitura, lajes corporativas bem localizadas continuarão sendo utilizadas e o que veio de fato para a maioria dos segmentos, foi um modelo híbrido de trabalho. Com o aumento do custo de reposição e o fim da criação de estoque com a finalização dos projetos e obras que estavam em andamento, no momento em que o ciclo econômico finalmente engatar (como estava ocorrendo em 2019 antes do infortúnio da pandemia no começo de 2020), o setor irá explodir para cima.
Lembrando: imóveis bons e bem localizados. Não necessariamente um imóvel irá te proteger e valorizar sob qualquer circunstância, mas certamente imóveis bons e bem localizados sempre irão. FIIs te proporcionam a oportunidade de investir nos melhores bairros do país. Aproveite.
E se você quer aprender a investir melhor, acesse nossa plataforma de ensino continuado! São mais de 250 horas de aulas, relatórios, textos, artigos e afins que te proporcionam conhecimento para não depender de absolutamente ninguém.
Tão importante quanto ganhar dinheiro, é saber cuidar dele. Chega de perder dinheiro investindo.
www.findocs.com.br
Hoje o mercado precifica o segmento com o mesmo desconto que existia no fundo da pandemia, o que, sob nossa visão, pode ser um grande equívoco. Dividindo em 2 cenários:
Em 2020 a incerteza era a única coisa que se tinha. Não se sabia quando o Covid-19 seria de fato resolvido, não se sabia quando as pessoas retomariam seus postos de trabalho, muito se falava sobre home office definitivo para a maioria dos trabalhos e boatos de que o segmento estará fadado a uma derrocada, visto que escritórios não seriam mais utilizados com todos trabalhando de sustas casas.
Em 2022, já se tem bastante informação. Com a pandemia próxima do fim, empresas grandes expandindo seus aluguéis em cada vez mais espaços em alguns segmentos e grande parte das companhias adotando o modelo híbrido de trabalho (parte home office e parte na empresa), é nítido que todo aquele barulho de 2 anos atrás exagerava bastante em alguns pontos.
É inegável: a pandemia causou um efeito home office extraordinário na economia não só brasileira, mas global. A questão é: precificar o segmento no mesmo desconto que havia na época, faz sentido? Um desconto de 26% sobre o patrimônio, aproximadamente.
Sob a nossa leitura, lajes corporativas bem localizadas continuarão sendo utilizadas e o que veio de fato para a maioria dos segmentos, foi um modelo híbrido de trabalho. Com o aumento do custo de reposição e o fim da criação de estoque com a finalização dos projetos e obras que estavam em andamento, no momento em que o ciclo econômico finalmente engatar (como estava ocorrendo em 2019 antes do infortúnio da pandemia no começo de 2020), o setor irá explodir para cima.
Lembrando: imóveis bons e bem localizados. Não necessariamente um imóvel irá te proteger e valorizar sob qualquer circunstância, mas certamente imóveis bons e bem localizados sempre irão. FIIs te proporcionam a oportunidade de investir nos melhores bairros do país. Aproveite.
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Ótima notícia para as varejistas de moda
Contratos futuros de algodão já desabando há quase uma semana, com uma queda de mais de 30% até o momento, refletindo ainda os temores de recessão nos EUA (menor consumo no setor vestuário) e desaceleração na China por conta dos lockdowns.
Como as empresas brasileiras no geral são tomadoras desse preço, num cenário onde o varejo aqui está mais aquecido, a queda do contrato do algodão (sendo um dos principais insumos do segmento) se casa perfeitamente, visto que haverá aumento de consumo com queda no preço de insumo – ganho de margem na veia.
Contratos futuros de algodão já desabando há quase uma semana, com uma queda de mais de 30% até o momento, refletindo ainda os temores de recessão nos EUA (menor consumo no setor vestuário) e desaceleração na China por conta dos lockdowns.
Como as empresas brasileiras no geral são tomadoras desse preço, num cenário onde o varejo aqui está mais aquecido, a queda do contrato do algodão (sendo um dos principais insumos do segmento) se casa perfeitamente, visto que haverá aumento de consumo com queda no preço de insumo – ganho de margem na veia.
Hiperinflação... nem todos viveram, mas as histórias contadas sobre a época fazem com que o termo por si só seja assombroso. Não por coincidência, muito influenciador tem tratado sobre o tema, afinal, é o medo que gera engajamento. O pessimismo faz as pessoas parecerem mais inteligentes com todas suas voltas em torno de cenários catastróficos. A questão é: inflação alta não significa hiperinflação.
Vivemos em um momento de inflação altíssima, de fato. Quem viveu a década de 80 e 90 sabe que a inflação de hoje é brincadeira de criança perto do que ocorreu naquela época, mas ainda assim uma inflação alta traz o temor do retorno de uma hiperinflação. Com isso, tivemos a ideia de pegar três gráficos referentes a hiperinflação de décadas recentes e explicar um pouco sobre cada uma.
Hiperinflação existe, assim como a chance dela voltar – mas o que poucos falam, é que essa chance é remota, próxima de zero, e tudo tem que dar muito, mas muito errado, além do Estado realizar um esforço imenso para isso acontecer, imprimindo dinheiro de uma forma que atropele toda a estrutura do Sistema Financeiro moderno.
Antes de mais nada: cada gráfico possui no eixo vertical a quantidade de dinheiro circulante na base monetária. Nós tiramos os valores por conta dos números estratosféricos, mas você entenderá o ponto mesmo assim.
O primeiro gráfico se refere ao período de 1986 (Plano Cruzado) até junho de 2022 – o presente.
São 36 anos corridos, passando pelo Cruzado (1986), Cruzado Novo (1989), Cruzeiro (1990), Cruzeiro Real (1993) e pela atual moeda que usamos hoje, o Real (1994). Nosso cenário econômico antes do Plano Real era uma zona – 5 trocas de moeda em 36 anos ilustram muito bem isso.
No gráfico, você deve conseguir ver três pontos mais altos: um em 1988, um em 1992 e um em 1994. Foram três momentos em que o Brasil imprimiu dinheiro descontroladamente, atingido mais de quatrilhões de unidade monetária em circulação em cada período – sendo 1992 o pior ano, com uma alta que chega a distorcer todo o gráfico. O motivo para a impressão de dinheiro da época era o de sempre: descontrole dos gastos públicos, descontrole da dívida e planos econômicos mal sucedidos. A mentalidade era: “acabou o dinheiro? Imprime mais!” – não havia qualquer mecânica que impedisse que o Estado emitisse moeda como bem entendesse. Existia nesse tempo também um mecanismo chamado “conta única”, que nada mais era do que uma forma que o Banco do Brasil tinha acesso ao Banco Central do país para imprimir dinheiro quando quisesse para emprestar dinheiro para todo mundo – principalmente bancos públicos e empresários próximos (e corruptos) do governo.
O segundo gráfico nós elaboramos para dar um zoom na situação inflacionária. Ele se refere a impressão de moeda de 1989 até 1993.
Com o zoom, fica evidente como mais uma vez o que causou a hiperinflação da época foi uma impressão desenfreada de dinheiro. Entre 1992 e 1993 o gráfico se inclina de forma tão violenta que fez de novo com que a base monetária atingisse valores obscenos. Mais uma vez, dinheiro sendo impresso para arcar com a falta de responsabilidade do Estado com a saúde financeira das contas públicas somado a facilidade que os políticos tinham acesso na época via a conta única do Banco do Brasil. Era uma ideia simples e cômica: “precisa de dinheiro? Imprime!” – e assim caminhava a economia do país, com qualquer cargo um pouco mais elevado da esfera pública conseguindo dinheiro infinito para suas regalias.
Foram planos econômicos atrás de planos econômicos atacando os sintomas, e não a doença – em vez de reestruturar a economia do país, fechar a torneira de impressão de dinheiro estabelecer regras claras e transparentes sobre o cenário monetário nacional, tudo que os políticos faziam era trocar o nome da moeda e cortar alguns zeros.
E então, o terceiro e último gráfico: do início do Plano Real (1994) até hoje, junho de 2022.
Vivemos em um momento de inflação altíssima, de fato. Quem viveu a década de 80 e 90 sabe que a inflação de hoje é brincadeira de criança perto do que ocorreu naquela época, mas ainda assim uma inflação alta traz o temor do retorno de uma hiperinflação. Com isso, tivemos a ideia de pegar três gráficos referentes a hiperinflação de décadas recentes e explicar um pouco sobre cada uma.
Hiperinflação existe, assim como a chance dela voltar – mas o que poucos falam, é que essa chance é remota, próxima de zero, e tudo tem que dar muito, mas muito errado, além do Estado realizar um esforço imenso para isso acontecer, imprimindo dinheiro de uma forma que atropele toda a estrutura do Sistema Financeiro moderno.
Antes de mais nada: cada gráfico possui no eixo vertical a quantidade de dinheiro circulante na base monetária. Nós tiramos os valores por conta dos números estratosféricos, mas você entenderá o ponto mesmo assim.
O primeiro gráfico se refere ao período de 1986 (Plano Cruzado) até junho de 2022 – o presente.
São 36 anos corridos, passando pelo Cruzado (1986), Cruzado Novo (1989), Cruzeiro (1990), Cruzeiro Real (1993) e pela atual moeda que usamos hoje, o Real (1994). Nosso cenário econômico antes do Plano Real era uma zona – 5 trocas de moeda em 36 anos ilustram muito bem isso.
No gráfico, você deve conseguir ver três pontos mais altos: um em 1988, um em 1992 e um em 1994. Foram três momentos em que o Brasil imprimiu dinheiro descontroladamente, atingido mais de quatrilhões de unidade monetária em circulação em cada período – sendo 1992 o pior ano, com uma alta que chega a distorcer todo o gráfico. O motivo para a impressão de dinheiro da época era o de sempre: descontrole dos gastos públicos, descontrole da dívida e planos econômicos mal sucedidos. A mentalidade era: “acabou o dinheiro? Imprime mais!” – não havia qualquer mecânica que impedisse que o Estado emitisse moeda como bem entendesse. Existia nesse tempo também um mecanismo chamado “conta única”, que nada mais era do que uma forma que o Banco do Brasil tinha acesso ao Banco Central do país para imprimir dinheiro quando quisesse para emprestar dinheiro para todo mundo – principalmente bancos públicos e empresários próximos (e corruptos) do governo.
O segundo gráfico nós elaboramos para dar um zoom na situação inflacionária. Ele se refere a impressão de moeda de 1989 até 1993.
Com o zoom, fica evidente como mais uma vez o que causou a hiperinflação da época foi uma impressão desenfreada de dinheiro. Entre 1992 e 1993 o gráfico se inclina de forma tão violenta que fez de novo com que a base monetária atingisse valores obscenos. Mais uma vez, dinheiro sendo impresso para arcar com a falta de responsabilidade do Estado com a saúde financeira das contas públicas somado a facilidade que os políticos tinham acesso na época via a conta única do Banco do Brasil. Era uma ideia simples e cômica: “precisa de dinheiro? Imprime!” – e assim caminhava a economia do país, com qualquer cargo um pouco mais elevado da esfera pública conseguindo dinheiro infinito para suas regalias.
Foram planos econômicos atrás de planos econômicos atacando os sintomas, e não a doença – em vez de reestruturar a economia do país, fechar a torneira de impressão de dinheiro estabelecer regras claras e transparentes sobre o cenário monetário nacional, tudo que os políticos faziam era trocar o nome da moeda e cortar alguns zeros.
E então, o terceiro e último gráfico: do início do Plano Real (1994) até hoje, junho de 2022.
Diferente do gráfico 2, o gráfico 3 nos remete a um período de análise de 27 anos. É perceptível como a base monetária no plano real foi estável – crescendo lentamente, ano a ano, sem impressão descontrolada e com regras mais duras e precisas. O único período que torna o gráfico um pouco mais preocupante, foi o de 2020, refletindo a pandemia e os mais de R$600 bilhões que o Estado teve que imprimir para lidar com toda a conjuntura extraordinária do período. Considerando um não recorrente, é claro como a base monetária do plano real é controlada, sem as loucuras de impressão de moeda desenfreada que acometeram os planos passados.
Com o plano real, houve uma mudança estrutural na economia do país: não era mais permitido imprimir dinheiro para cobrir déficit público, o orçamento da união foi revisto, a conta única do Banco do Brasil foi extinta (aquela anomalia que permitia que políticos imprimissem dinheiro) e o cenário macro da economia do país passou a ser valorizada, e não tratada como algo irrelevante. O Brasil se tornou um país completamente diferente.
Nosso ponto aqui é: quem fala sobre hiperinflação com naturalidade achando que temos alguma chance real de voltar ao cenário que vivemos entre 1980 e 1990, não faz a mínima ideia sobre o que está falando.
O que permitiu o desenhar de uma hiperinflação no passado, foi um Brasil completamente desestruturado, desorganizado, destruído e que não existe mais. Obviamente que não somos uma Suíça ou qualquer outro paraíso de primeiro mundo, mas pare e pense na loucura que era viver num Brasil onde políticos conseguiam utilizar uma conta pública para imprimir dinheiro como bem entendessem por meio do Banco do Brasil. Percebe a diferença?
A inflação que temos hoje é sim por conta de impressão de dinheiro descontrolada – 2020 fez com que os governos do mundo inteiro injetassem dinheiro em suas economias para enfrentar os problemas desconhecidos que a pandemia estava para causar. Foi um erro sem tamanho, mas infelizmente faz parte e ninguém sabia sobre o futuro. Além desse dinheiro impresso, hoje vivemos alguns outros problemas como quebra na cadeia de produção, guerra e conflitos geopolíticos – mais fatores inflacionários.
Desde o ano passado a torneira de dinheiro fácil foi fechada e o dinheiro parou de ser impresso. A base monetária já parou de ser expandida e não há qualquer vestígio de impressão de dinheiro descontrolada (realmente descontrolada, e não impressão de dinheiro normal como vemos por aí na casa de alguns poucos bilhões) como houve em tempos passados.
Uma hiperinflação não é algo impossível – nada é. Nosso ponto é que essa tratativa sobre a hiperinflação que alguns tem dado praticamente normalizando o assunto, é algo injusto. Pessoas que não estudaram o período econômico ou sequer sabem as causas da hiperinflação de tempos passados, enxergar uma inflação subindo, ouvem um influenciador falando sobre hiperinflação e no 1+1 passam a acreditar que o mundo está acabando. É um terro que pode destruir e corroer uma pessoa por dentro a troco de engajamento.
Enfrentamos uma inflação alta – o mundo tem enfrentado, na verdade, mas isso não significa hiperinflação. Hiperinflação está ligada a impressão desvairada e maluca de moeda – coisa que nos dias de hoje dificilmente aconteceria. Como falamos, existem mecânicas e todo um sistema que impossibilita que alguém ensandecido aperte um botão para imprimir dinheiro com a mesma facilidade que se manuseia um micro-ondas desde 1994, não em vão o Plano Real deu tão certo. Inflação alta não significa hiperinflação. Em algum momento os preços vão se acomodar ao novo patamar de moeda circulante e a inflação irá cessar. A base monetária já parou de ser expandida faz um tempo, não em vão a inflação desacelerou. Infelizmente o preço dessas medidas estúpidas do Estado são pagar por nós, mas ainda assim, não absorva a narrativa de uma hiperinflação no Brasil como se ela acontecesse por acidente.
Com o plano real, houve uma mudança estrutural na economia do país: não era mais permitido imprimir dinheiro para cobrir déficit público, o orçamento da união foi revisto, a conta única do Banco do Brasil foi extinta (aquela anomalia que permitia que políticos imprimissem dinheiro) e o cenário macro da economia do país passou a ser valorizada, e não tratada como algo irrelevante. O Brasil se tornou um país completamente diferente.
Nosso ponto aqui é: quem fala sobre hiperinflação com naturalidade achando que temos alguma chance real de voltar ao cenário que vivemos entre 1980 e 1990, não faz a mínima ideia sobre o que está falando.
O que permitiu o desenhar de uma hiperinflação no passado, foi um Brasil completamente desestruturado, desorganizado, destruído e que não existe mais. Obviamente que não somos uma Suíça ou qualquer outro paraíso de primeiro mundo, mas pare e pense na loucura que era viver num Brasil onde políticos conseguiam utilizar uma conta pública para imprimir dinheiro como bem entendessem por meio do Banco do Brasil. Percebe a diferença?
A inflação que temos hoje é sim por conta de impressão de dinheiro descontrolada – 2020 fez com que os governos do mundo inteiro injetassem dinheiro em suas economias para enfrentar os problemas desconhecidos que a pandemia estava para causar. Foi um erro sem tamanho, mas infelizmente faz parte e ninguém sabia sobre o futuro. Além desse dinheiro impresso, hoje vivemos alguns outros problemas como quebra na cadeia de produção, guerra e conflitos geopolíticos – mais fatores inflacionários.
Desde o ano passado a torneira de dinheiro fácil foi fechada e o dinheiro parou de ser impresso. A base monetária já parou de ser expandida e não há qualquer vestígio de impressão de dinheiro descontrolada (realmente descontrolada, e não impressão de dinheiro normal como vemos por aí na casa de alguns poucos bilhões) como houve em tempos passados.
Uma hiperinflação não é algo impossível – nada é. Nosso ponto é que essa tratativa sobre a hiperinflação que alguns tem dado praticamente normalizando o assunto, é algo injusto. Pessoas que não estudaram o período econômico ou sequer sabem as causas da hiperinflação de tempos passados, enxergar uma inflação subindo, ouvem um influenciador falando sobre hiperinflação e no 1+1 passam a acreditar que o mundo está acabando. É um terro que pode destruir e corroer uma pessoa por dentro a troco de engajamento.
Enfrentamos uma inflação alta – o mundo tem enfrentado, na verdade, mas isso não significa hiperinflação. Hiperinflação está ligada a impressão desvairada e maluca de moeda – coisa que nos dias de hoje dificilmente aconteceria. Como falamos, existem mecânicas e todo um sistema que impossibilita que alguém ensandecido aperte um botão para imprimir dinheiro com a mesma facilidade que se manuseia um micro-ondas desde 1994, não em vão o Plano Real deu tão certo. Inflação alta não significa hiperinflação. Em algum momento os preços vão se acomodar ao novo patamar de moeda circulante e a inflação irá cessar. A base monetária já parou de ser expandida faz um tempo, não em vão a inflação desacelerou. Infelizmente o preço dessas medidas estúpidas do Estado são pagar por nós, mas ainda assim, não absorva a narrativa de uma hiperinflação no Brasil como se ela acontecesse por acidente.
Hiperinflação acontece única e exclusivamente com impressão desenfreada de dinheiro – e ainda estamos muito, muito, muito longe disso. A base monetária brasileira está estável desde novembro de 2020.
Lembrando que investir é essencial para se proteger de cenários inflacionários. Tão importante quanto ganhar dinheiro, é cuidar bem dele. Saber investir é o que fará com que seu dinheiro não seja destruído pela inflação – até mesmo em cenários hiperinflacionários carteiras de investimentos bem estruturadas sobrevivem e crescem. Aprenda a investir, o maior arrependimento do investidor é sempre o fato de não ter começado antes.
Para mais de 250h de aulas, textos, artigos, relatórios, comunidade de investidores e demais matérias sobre investimentos, economia e negócios, acesse a nossa plataforma! Tudo isso por uma assinatura que custa menos de R$1,00 por dia.
Venha fazer parte do INT!
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Lembrando que investir é essencial para se proteger de cenários inflacionários. Tão importante quanto ganhar dinheiro, é cuidar bem dele. Saber investir é o que fará com que seu dinheiro não seja destruído pela inflação – até mesmo em cenários hiperinflacionários carteiras de investimentos bem estruturadas sobrevivem e crescem. Aprenda a investir, o maior arrependimento do investidor é sempre o fato de não ter começado antes.
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Resultado dessa fusão entre a Fleury e a Hermes Pardini, criando um colosso no setor.
Vamos abordar sobre esse teme no debate de domingo, tratando cada ponto nos detalhes. Posteriormente gravaremos uma aula para a plataforma, também.
Se você ainda não faz parte, venha.
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Estimativa de preço dos combustíveis com esse novo corte de impostos.
Esse corte tende a causar uma inflação negativa (deflação) em julho, então caso ocorra, não se assuste - é um não recorrente.
Esse corte tende a causar uma inflação negativa (deflação) em julho, então caso ocorra, não se assuste - é um não recorrente.
Ainda sobre queda de commodities e precificação de recessão nos EUA...
Algumas commodities desabando em relação ao pico das últimas 52 semanas. Todos esses valores serão determinantes na decisão do Banco Central do Brasil para o próximo movimento da SELIC (que com esse corte de impostos nos combustíveis e energia elétrica, já indica provável pico da taxa).
Algumas commodities desabando em relação ao pico das últimas 52 semanas. Todos esses valores serão determinantes na decisão do Banco Central do Brasil para o próximo movimento da SELIC (que com esse corte de impostos nos combustíveis e energia elétrica, já indica provável pico da taxa).
Sobre os ciclos dos fundos imobiliários.
Fundos imobiliários tem sido cada vez mais escolhidos pelos investidores de longo prazo.
O potencial deles é claro: você pode investir nos melhores imóveis dos melhores bairros do país de forma completamente acessível. Cotas de fundos que possuem os melhores prédios da Faria Lima de São Paulo são negociadas abertamente no mercado. Galpões logísticos de extrema importância para o funcionamento do e-commerce, os melhores shoppings do país... tudo isso acessível com pouquíssimo dinheiro, com reajuste de aluguéis seguindo a inflação e valorização do patrimônio como qualquer imóvel físico tem.
A questão é: essa valorização não surge instanteneamente. É por isso que tanto investidor se da mal com fundos imobiliários, esperando algo que definitivamente não acontecerá no curto prazo. Para isso, é necessário entender os ciclos do mercado imobiliário.
Assim como qualquer outro mercado existente, o mercado imobiliário também segue ciclos.
Resumidamente, o ciclo imobiliário é resumido em quatro fases: a recuperação, a expansão, a superoferta e a recessão.
Na recuperação, há uma queda da vacância. Não há novas construções no setor, logo a queda da vacância ocorre pelo aumento da procura por imóveis somada a inexistência de criação de novos estoques.
Na expansão, com o mercado identificando esse aumento da procura e queda da vacância sem qualquer novas construções nos horizontes, começam então as novas obras. A vacância aqui ainda cai, visto que leva tempo até que novos imóveis sejam levantados. Com a quantidade de imóveis se expandindo, vamos para a próxima fase...
A superoferta. Com toda a euforia que o mercado passa vendo uma demanda tão alta por novos imóveis e uma queda da vacância indicando que a procura continuará alta (o que implica em mais dinheiro por metro quadrado e mais dinheiro ganho com aluguéis), mais obras são realizadas do que a capacidade do mercado realmente absorver. Eis que surge o nome: superoferta. Nesse ponto do ciclo, as novas construções começadas anteriormente começam a ser entregues, enquanto mais construções seguem em andamento. A entrega aumenta o estoque de metro quadrado disponível, que como consequência, tende a aumentar a vacância.
Que nos faz chegar na recessão. Com abundância de imóveis disponíveis e vacância alta, o poder de barganha fica na mão dos inquilinos, e não dos proprietários de imóveis. Com isso, as obras iniciadas anteriormente continuam sendo entregues, mas as obras começam a cessar, afinal, já há muito estoque de imóveis disponível no mercado.
No fim, retornamos ao ponto de recuperação, onde não há novas construções e a vacância entra em queda, visto que o mercado começa a se ajustar novamente e os metros quadrados criados a serem absorvidos.
Percebe como funciona? Não existe bonança ininterrupta no mercado imobiliário! Assim como qualquer outro mercado, ele segue ciclos – e é importante que você entenda isso para não panicar achando que é o fim do mundo no setor imobiliário ou algo do tipo.
O ciclo é só um processo natural. É justamente por isso que investidores de imóveis de longo prazo são vencedores e ganham bastante dinheiro: independente dos ciclos, eles estão com seus imóveis valorizando, repassando inflação aos aluguéis, passando pela crise e saindo mais fortes. Nos fundos imobiliários, o mesmo acontece, mas a percepção que você tem é diferente por conta da altíssima liquidez existente.
Ciclos não se aplicam somente a bolsa de valores, mas para quase qualquer mercado. Entender do ciclo imobiliário é de suma importância para você não cair nas narrativas que menosprezam investimentos no segmento. Não há sequer um investimento que nunca oscile negativamente. Simplesmente não há. Até renda fixa com marcação na curva e variação de taxa de juros te proporcionará momentos de bonança ou vacas magras.
Todo ciclo faz parte do jogo – e você compreender isso te colocará a frente de muita gente no mercado – uma vantagem, por assim dizer.
Fundos imobiliários tem sido cada vez mais escolhidos pelos investidores de longo prazo.
O potencial deles é claro: você pode investir nos melhores imóveis dos melhores bairros do país de forma completamente acessível. Cotas de fundos que possuem os melhores prédios da Faria Lima de São Paulo são negociadas abertamente no mercado. Galpões logísticos de extrema importância para o funcionamento do e-commerce, os melhores shoppings do país... tudo isso acessível com pouquíssimo dinheiro, com reajuste de aluguéis seguindo a inflação e valorização do patrimônio como qualquer imóvel físico tem.
A questão é: essa valorização não surge instanteneamente. É por isso que tanto investidor se da mal com fundos imobiliários, esperando algo que definitivamente não acontecerá no curto prazo. Para isso, é necessário entender os ciclos do mercado imobiliário.
Assim como qualquer outro mercado existente, o mercado imobiliário também segue ciclos.
Resumidamente, o ciclo imobiliário é resumido em quatro fases: a recuperação, a expansão, a superoferta e a recessão.
Na recuperação, há uma queda da vacância. Não há novas construções no setor, logo a queda da vacância ocorre pelo aumento da procura por imóveis somada a inexistência de criação de novos estoques.
Na expansão, com o mercado identificando esse aumento da procura e queda da vacância sem qualquer novas construções nos horizontes, começam então as novas obras. A vacância aqui ainda cai, visto que leva tempo até que novos imóveis sejam levantados. Com a quantidade de imóveis se expandindo, vamos para a próxima fase...
A superoferta. Com toda a euforia que o mercado passa vendo uma demanda tão alta por novos imóveis e uma queda da vacância indicando que a procura continuará alta (o que implica em mais dinheiro por metro quadrado e mais dinheiro ganho com aluguéis), mais obras são realizadas do que a capacidade do mercado realmente absorver. Eis que surge o nome: superoferta. Nesse ponto do ciclo, as novas construções começadas anteriormente começam a ser entregues, enquanto mais construções seguem em andamento. A entrega aumenta o estoque de metro quadrado disponível, que como consequência, tende a aumentar a vacância.
Que nos faz chegar na recessão. Com abundância de imóveis disponíveis e vacância alta, o poder de barganha fica na mão dos inquilinos, e não dos proprietários de imóveis. Com isso, as obras iniciadas anteriormente continuam sendo entregues, mas as obras começam a cessar, afinal, já há muito estoque de imóveis disponível no mercado.
No fim, retornamos ao ponto de recuperação, onde não há novas construções e a vacância entra em queda, visto que o mercado começa a se ajustar novamente e os metros quadrados criados a serem absorvidos.
Percebe como funciona? Não existe bonança ininterrupta no mercado imobiliário! Assim como qualquer outro mercado, ele segue ciclos – e é importante que você entenda isso para não panicar achando que é o fim do mundo no setor imobiliário ou algo do tipo.
O ciclo é só um processo natural. É justamente por isso que investidores de imóveis de longo prazo são vencedores e ganham bastante dinheiro: independente dos ciclos, eles estão com seus imóveis valorizando, repassando inflação aos aluguéis, passando pela crise e saindo mais fortes. Nos fundos imobiliários, o mesmo acontece, mas a percepção que você tem é diferente por conta da altíssima liquidez existente.
Ciclos não se aplicam somente a bolsa de valores, mas para quase qualquer mercado. Entender do ciclo imobiliário é de suma importância para você não cair nas narrativas que menosprezam investimentos no segmento. Não há sequer um investimento que nunca oscile negativamente. Simplesmente não há. Até renda fixa com marcação na curva e variação de taxa de juros te proporcionará momentos de bonança ou vacas magras.
Todo ciclo faz parte do jogo – e você compreender isso te colocará a frente de muita gente no mercado – uma vantagem, por assim dizer.
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