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Fundos imobiliários descontados e o que significa um P/VP baixo

Desde o começo de 2020, o segmento de fundos imobiliários ainda não conseguiu recuperar suas perdas. Com temores sobre alta vacância em alguns segmentos refletindo o “novo normal” do home office, uma taxa de juros longa altíssima refletindo temores sobre o destino econômico do Brasil entre outros fatores menores, alguns setores seguem extremamente desvalorizados face aos seus respectivos valores patrimoniais.

O gráfico acima ilustra essa relação.

Segundo levantamento da gestão do fundo BCFF11, com exceção dos fundos de CRIs, os demais segmentos da indústria seguem com descontos em relação aos seus valores patrimoniais. No caso, os fundos de lajes corporativas se destacam, com um desconto de 24% sobre o patrimônio com um dividend yield de 7,9% ao ano, seguido do segmento de shoppings, com um desconto de 21% e um yield de 8,6%.

Junto com esses dados, a questão sempre é levantada: até que ponto o P/VP é confiável para indicar que um ativo realmente está barato? A princípio – não é algo 100%. Longe de ser. Mas é algo a ser considerado e explorado na análise.

O valor patrimonial de um fundo é reavaliado anualmente, sendo que ao decorrer desse ano, a gestão tem plena liberdade para tomar medidas que possam alterar esses números significativamente. Ou seja, analisar friamente o percentual de desconto e concluir que esse desconto de fato existe no fundo, não é correto.

A questão é que essas reavaliações patrimoniais que ocorrem anualmente normalmente não causam uma variação muito brusca do valor patrimonial, e dificilmente um gestor vai movimentar os ativos do fundo a ponto de alterar tanto esse valor.

Já para fundos de papel, a análise é um pouco diferente.

Como esses fundos já refletem o preço dos ativos de forma clara por se tratar de títulos de dívida, se ancorar no P/VP é mais seguro. Por isso cabe a indicação de sempre: evitar comprar um fundo de CRIs que negocie a um P/VP acima dos 1,06x, a não ser que a qualidade dos ativos, remuneração e afins justifique.

Em síntese, o P/VP não é um indicador 100% confiável e nem deve ser usado isoladamente para a tomada de decisão, mas é uma evidência de possível oportunidade no ativo. Se encontrar um fundo com o P/VP baixo e indicando desconto, estude-o e disseque os números para compreender a razão exata desse desconto. Se nenhuma falcatrua for evidenciada, é bem provável que haja de fato uma oportunidade ali.

Hoje o segmento de lajes corporativas ilustra isso: diversos fundos com imóveis de máxima qualidade e extremamente bem localizados, com taxas de vacância dentro da normalidade do ciclo imobiliário e com viés de queda, estão negociando com grandes descontos face ao valor patrimonial.

Descontos que, em uma melhora do ciclo e o retorno das cotas ao preço justo, resultarão em uma rentabilidade forte ao investidor que tiver maior paciência, fora o pagamento de dividendos completamente livro de impostos. Lembre-se: fundo imobiliário não é só pagamento de provento e não deve ser comparado com a SELIC.

Em nossa plataforma possuímos diversas aulas sobre fundos imobiliários, além de adicionar novos materiais semanalmente.

E você, tem aproveitado o momento para a compra de FIIs ou tem preferido comprar outros ativos?
Se você está comparando a rentabilidade da sua carteira com o IBOV, você está fazendo errado.

Certamente você já se pegou comparando a rentabilidade da sua carteira com o índice da bolsa brasileira. Não uma, nem duas vezes, mas provavelmente várias vezes.

Com temas relacionados a investimentos sendo cada vez mais abordados nas redes sociais, mencionar rentabilidade acima de algum índice ou sobre determinado período de tempo virou quase um trófeu – uma forma de ostentar conhecimento. E nada disso faz sentido.

Na imagem, o gráfico da esquerda mostra quais foram os principais setores que moveram o índice da bolsa brasileira (Ibovespa) no ano.

O setor de mineração foi o que mais puxou. Da alta de 15 mil pontos no ano, sozinho esse setor foi responsável por quase 5 mil pontos – isso é, o setor de mineração e metais (que contempla empresa como a Vale, CSN, Gerdau, Usiminas entre outras gigantes) foi responsável por 33% da alta do índice no ano.

Seguido do setor de mineração, o que mais puxou o índice foi o setor bancário, com gigantes como o Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e B3, responsável por quase 4 mil pontos, ou seja, 26% da alta do índice no ano.

Indo um pouco além, o gráfico da direita mostra os ativos que mais contribuíram de forma isolada. A Vale, no caso, foi responsável por 4.5 mil pontos dos 15 mil que a bolsa cresceu esse ano. Você não leu errado: a Vale, sozinha, foi responsável por quase um terço da alta da bolsa brasileira no ano. Uma única empresa moveu a bolsa do país para cima com tamanha força.

E agora, retornamos ao título da chama: se você está comparando a rentabilidade da sua carteira com o IBOV, você está fazendo errado.

O motivo é simples: o índice da nossa bolsa é péssimo. Concentrado. Não é uma boa referência, ainda mais em períodos de tempo menos alongados.

O índice Ibovespa tem uma altíssima concentração em commodities. Commodities por sua vez, são cíclicas. O gráfico da Vale é uma verdadeira montanha russa – em tempos de alta do minério de ferro como o atual momento que estamos vivendo, a empresa se torna uma empresa, o preço de suas ações explode e o índice da nossa bolsa vai junto. O mesmo se aplica a absolutamente qualquer outra empresa de commodity, como a própria Petrobras, que também tem uma boa concentração no índice da bolsa.

Se a sua estratégia de investimento não contempla investimento em commodities por questão de preferência ou risco, dificilmente você conseguirá bater o índice com folga. É pura questão matemática e de concentração do indicador. E não há nada errado com isso.

O mesmo serve para períodos de bull market: você provavelmente lembra quando em 2020, no ápice do bull market com os juros nos 2%, muitos investidores com pouco tempo de bolsa se achavam geniais por baterem o índice com folga, com algumas ações disparando para mais de 500% de rentabilidade porque as commodities estavam em baixa e o apetite de risco dos investidores fazia as small caps explodirem de preço. Tudo se resume aos ciclos.

Dezenas de gestores renomados do mercado não batem o índice no curto prazo. Dezenas de gestores renomados do mercado passaram até mais de 5 anos sem bater o índice. Isso faz parte.

O índice é apenas uma referência, e sua análise sobre a sua rentabilidade tem que ir bem além, considerando o risco da sua carteira, o foco da sua estratégia (é uma carteira mais voltada a valorização? A remuneração?) e o que você realmente busca com seus investimentos.

A intenção dessa mensagem é clara: investidores ainda novos no mercado tendem a ficar seduzidos pela rentabilidade que identificam por aí, mas ignoram completamente os fatores que consolidam esses números.

Se você não está batendo o índice, pouco importa. Dificilmente você o fará no curto prazo, ainda mais sem investir em commodities. Se você está batendo o índice, também pouco importa. Os fundamentos se consolidam ao decorrer do tempo, e toda volatilidade de curto prazo não implicará em absolutamente nenhum fator importante se não aleatoriedade e especulação que ainda não refletem os resultados das companhias.
Não faça parte da manada.

Sem dúvidas, falar é fácil – fazer é que é difícil. Quando o mercado está desabando, há sangue nas ruas e os noticiários explodem em manchetes de que um cenário apocalíptico se desenha, é necessário um grau de frieza tremendo para não ser tomado pelo emocional.

Até o final de 2021, era isso que líamos nos noticiários. Alguns influencers de finanças defendiam a completa dolarização do patrimônio, ignorando a estilingada do dólar e o fato de que a bolsa americana estava na máxima, ameaçando uma correção por conta do fluxo.

A SELIC subindo em ritmo acelerado também seduz. Ignorando o longo prazo, muitos ficam tentados a vender ativos de renda variável no prejuízo para levar para a renda fixa, mesmo sabendo que cotação segue lucro e é questão de tempo até que as companhias se acomodem em seus preços justos.

Sendo assim, com toda essa conjuntura fúnebre, os investidores de fundos multimercado realizaram resgates em níveis recordes. Desde setembro do ano passado, mais de R$130 bilhões foram resgatados dessa categoria de fundos.

Enquanto isso, no primeiro trimestre de 2022, os fundos multimercados registraram um dos melhores trimestres da história, rendendo o dobro do CDI no período – lembrando aqui que fundos multimercado possuem tanto ativos de renda variável quanto renda fixa.

E R$130 bilhões perderam essa alta, com boa parte do dinheiro tendo sido resgatado no prejuízo.

Sucesso nos investimentos é questão de consistência. Não seja a manada.
Alimentos mais caros, motivos e como isso afeta a bolsa de valores

E pouco mais de um mês após o conflito entre a Rússia e a Ucrânia, as consequências de segunda instância começam a aparecer.

Considerando o índice de preço de alimentos da FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations, o braço da ONU relacionado a área de alimentação e agricultura), o mês de março de 2022 registrou uma alta histórica nunca antes registrada no preço dos alimentos: 12,6% em apenas um mês.

Desde março de 2020 o índice vem subindo, resultante da quebra da cadeia de logística que a pandemia causou, mas em fevereiro desse ano, apesar do final de 2021 até o começo de 2022 ter demonstrado um princípio de desaceleração, os preços voltaram a subir forte.

Apesar de aparentar simplificação excessiva, não é: o principal fator para esse movimento tem sido o conflito entre a Rússia e a Ucrânia. Do lado da Rússia, as potências tem dados sanções cada vez mais severas ao país, visando enfraquecer a economia russa e de alguma forma pressionar Putin a dar um fim a guerra, ignorando o fato de que essas sanções também causam problemas econômicos não só a Rússia, mas também aos países que dependem dos produtos que ela exporta – em especial fertilizantes, trigo e petróleo. O encarecimento de fertilizantes e petróleo expressa encarecimento direto de qualquer alimento.

Do lado da Ucrânia, o conflito tem atrasado e até mesmo impedido a colheita do país, e assim como a Rússia, a Ucrânia também desempenha um papel importante na exportação de alimentos global, especialmente do trigo.

Para o Brasil, esse efeito ocorre em menor proporção, dada a nossa posição de país neutro, a apreciação do nosso câmbio e um mercado interno pujante na produção alimentícia. Ainda assim, as consequências não são negligenciáveis e já são percebidas, principalmente para as classes sociais de menor renda.

Em cenários de alta inflação no preço de bens necessários (como é o caso de alimentos, que é um tipo de produto que não se pode abrir mão do consumo), é natural que companhias de bens mais supérfluos sofram na bolsa de valores. A razão é simples.

O orçamento de uma família é limitado. As despesas com alimentação apesar de ser ajustáveis, não variam muito. Há um mínimo a ser consumido. Quanto mais o preço dos alimentos sobe, menos a família tem livre do seu orçamento para gastar com produtos de menor necessidade. Uma família com renda de R$5.000 que gastava R$2.000 com alimentação num mês, hoje pode estar gastando R$3.000, e isso caracteriza uma perda de R$1.000 livre de consumo para outros setores da economia.

Os mesmos R$1.000 que poderiam ir para comprar eletrodomésticos, viagens ou roupas, foi para o setor de alimentos. Então caso você tenha posições compradas em setor de consumo cíclico, lembre-se que os resultados em momentos de crise podem piorar, da mesma forma que em momentos de bonança, performam melhor do que a maioria dos outros setores.

A pressão sobre as margens das companhias que produzem alimentos também vale ser mencionada. Tomadoras de preços levam tempo para repassar completamente as margens, sendo que só as produtoras de commodities tendem a se beneficiar completamente desse movimento.
Se o brasileiro está vendendo ações para investir em renda fixa, significa que há alguém comprando.

Como mencionamos recentemente, o mercado costuma agir em efeito manada. Quando os juros caem e a renda variável começa a subir, o investidor médio tira seu dinheiro da renda fixa e vai para o mercado de renda variável. Quando os juros sobem e a renda variável começa a cair, o investidor médio tira seu dinheiro das ações e dos fundos imobiliários – mesmo que em prejuízo – e volta para a renda fixa. Nunca dando o tempo necessário para seu dinheiro realmente render, ilustrando perfeitamente aquela frase do Buffett, onde ele diz que o mercado é uma máquina de transferir dinheiro dos impacientes para os pacientes.

Pegando os números isolados para ilustrar isso, fica mais fácil de compreender.

Em 2019, época que a bolsa atingiu níveis altíssimos com diversos ativos extremamente valorizados em termos de indicadores, o investidor interno estava com 45,2% de participação no mercado, enquanto o investidor externo, 54,8%. E então, em 2020, o investidor interno passou a aumentar suas posições, crescendo até 53,5% do mercado – momento em que o investidor externo estava diminuindo cada vez mais sua posição.

Até que em setembro de 2021, com as sucessivas altas da SELIC, o investidor interno passou a vender cada vez mais suas posições, reduzindo a participação de mercado para 50,5% atualmente, enquanto o investidor externo atingiu os 49,5% - crescendo 3% em comparação ao período passado.

O curioso é que justamente nesse meio tempo que diversos ativos se encontraram (e ainda se encontram) com preços extremamente interessantes, com algumas empresas em situação até melhor do que em 2019 e ao mesmo tempo com preços das ações bem menores, diversos investidores abriram mão de continuar investindo, enquanto os gringos tomam cada vez mais espaço e compram cada vez mais ações baratas.

A máxima sempre vale ser dita: invista independente do cenário, diversifique, e aproveite as oportunidades. Não tente acertar fundo, não tente prever topo – veja o mercado de ações como um mercado para o longo prazo, e você certamente não se arrependerá. Em nossa plataforma, já explicamos isso diversas vezes, e dezenas de aulas estão disponíveis para você identificar as melhores empresas para investir.

Seja um analista de empresas, e não um analista de cotações. Sem dúvidas, é difícil digerir os preços de tela das ações as vezes, principalmente quando eles demonstram tamanha oportunidade – mas é a sua tese de investimento e seu conhecimento sobre a companhia que vão te assegurar no momento que você compra o ativo. Conhecendo a empresa, não há o que temer.

E você: tem aproveitado para comprar ações nos últimos meses?
Gráfico de retorno das commodities (índice CRB) e respectivos grandes eventos ocorridos em cada puxada.

Perceba que sempre que há forte aumento de preços, posteriormente a uma forte correção e queda de preços. Isso ocorre porque boom de preço das commodities quase sempre leva a uma desaceleração posterior.

Pegando o preço do petróleo como exemplo: de início, o boom ocorre, o petróleo se valoriza violentamente e países que exportam o bem (vide Brasil) se beneficiam. Como essa alta do petróleo eleva o preço dos combustíveis, uma piora no cenário inflacionário ocorre, que por sua vez, leva a uma queda no orçamento das famílias e uma pressão para aumentar a taxa de juros. Ambos fatores culminam em desaceleração econômica, forçando o preço das commodities para baixo.

Hoje o índice demonstra o maior retorno já registrado desde 1915 em termos anualizados, 122%, mais até mesmo do que no grande conflito de Yom Kippur, que levou o petróleo a mais do que triplicar o preço do barril. Os números estão ajustados pela inflação.

É só um lembrete sobre algo que deve sempre ser mencionado: commodities seguem ciclos, empresas tendem a parecer baratas no final do ciclo e caras no começo.

Se você deseja investir em commodities, tenha em mente essa ciclicidade e leve sempre em conta essa forma com que os números trabalham em cada cenário. Veja mais do que o preço de tela – veja também como os ciclos tendem a reagir. A história não costuma se repetir, mas rima.
Tabela de rentabilidade anual por classe de ativos.

Algo recorrente, mas que nunca é exagero de ressaltar: diversifique. O mercado é projetável até certo ponto, mas nunca previsível – e sempre surpreende.
Prévia operacional de algumas incorporadoras para o 1T22.

Apesar das adversidades econômicas, os números seguem positivos com alguns consideravelmente fortes, vide recordes atingidos.

Lembrar sempre que incorporadoras são completamente afetadas por aumentos de juros e respectivos ciclos imobiliários, sendo que uma turbulência no setor é normal e ainda assim existam companhias excelentes operando nesse segmento do país.

Fonte: Felipe Sousa/GRI Club.
Performance dos setores da bolsa americana – no geral, setores mais defensivos performaram bem acima do índice S&P500, indicando a alteração de ciclo e maior cautela do mercado em relação aos movimentos do FED.
O “pequeno” problema chinês que pode atormentar a economia do planeta inteiro

Antes de explicar, vamos contextualizar.

As últimas semanas tem sido problemática para a China. O país tem sofrido uma alta intensa dos casos de Covid. Tudo o que não sofreram nos últimos 2 anos, aparentemente estão sofrendo agora. Apesar dos números serem extremamente baixos em termos comparativos com demais países mundo afora (máxima de novos casos de Covid foi de 52.000 no dia 15/04), os casos reportados estão crescendo aceleradamente.

Por lá, o Partido Comunista Chinês é rígido – política de Covid zero. Se houver princípio de disseminação do vírus, lockdowns rígidos são feitos e força bruta e utilizada para frear a população, cerceando a liberdade e proibindo a saída de casa independente da necessidade (e aqui, nos abstemos de maiores explicações, dado o teor espinho do tema e sugerimos pesquisas de relatos de residentes do país).

Essa política de Covid zero gera consequências obvias: desaceleração econômica é a principal, afinal, com a diminuição de circulação da população, há menor produção e também menor consumo. Mas as duas imagens acima vão um pouco além.

No primeiro gráfico, é observado o número de navios cargueiros estacionados no porto de Xangai, principal polo econômico da China. Esses navios estão extremamente abastecidos de bens que circulam não só a economia chinesa, mas também a economia global. Em síntese, se há mais navios estacionados, há menor disponibilidade de produtos, o que implica em alta de preços e possível escassez. Perceba que em março desse ano (linha vermelha) a quantidade de navios estacionados explodiu de forma nunca antes vista, refletindo as medidas de isolamento impostas pelo Partido Comunista Chinês. Em comparação com os outros anos, o número fica ainda mais assustador.

A segunda imagem, a ilustração do que está ocorrendo. A quantidade absurda de navios parados próximos ao porto esperando aval para serem desabastecidos.

O objetivo desse texto é simples: mostrar como um mínimo problema pode desencadear consequências globais gigantes lá na frente. Basta um único problema no porto mais importante do planeta para que a cadeia logística global seja atormentada. E é o que está havendo.


Não há nenhuma certeza de uma piora do cenário inflacionário, pois ao mesmo tempo que esses portos estão parados, o consumo e a produção também caem, pressionando os preços pra baixos, mas serve a aprendizagem sobre esse indicador logístico.

Economia é uma ciência abrangente, e dificilmente encontramos respostas simples para problemas tão complexos na macroeconomia. Em um mundo globalizado como o que vivemos hoje, há interferência de todos os lados.