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Aqui você encontrará notificações dos nossos conteúdos, de aulas, eventos, comentários e discussões da nossa equipe e demais materiais que julgarmos relevantes para você.

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Avante!
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Vocês sempre nos trazem a dúvida sobre qual tipo de empresa analisar para desenvolver essa competência e ganhar experiência.

Julgo ser mais seguro iniciar por aquelas de fácil compreensão e cujos principais fatores operacionais confiram proteção para eventuais erros de análise por parte do investidor. Estabilidade é o nome do jogo aqui.

A Hypera Pharma se enquadra muito bem nesse critério.

Na última sexta-feira, a empresa divulgou seus resultados referentes ao 2T21. No estágio em que ela se encontra, percorrer a análise pelos seus principais demonstrativos forma uma verdadeira aula para o investidor.

Com um histórico de aquisições qualificado, um perfil de crescimento e distribuição de proventos favorável, conhecer a Hypera certamente te tornará um investidor mais qualificado.

Detalhes e todos os nossos comentários no INT.
Philip Fisher foi um dos maiores investidores da história. Responsável por fundamentar a estratégia de investimento de Warren Buffett, inclusive.
Dentre os conceitos que Fisher discute em seus livros, um em particular chama a atenção: a definição da abordagem de investimento conservadora.
Deixei o trecho logo abaixo, retirado de sua principal obra: Common Stocks and Uncommon Profits, de 1957.

Em síntese, Fisher coloca que o investimento conservador não se trata somente da manutenção do capital principal, mas sim da capacidade do investidor de conhecer as variáveis que influenciam a performance dos ativos em que aloca. Conservadorismo financeiro, em sua melhor forma, exige conhecimento.

1. A conservative investment is one most likely to conserve (i.e.,
maintain) purchasing power at a minimum of risk.


2. Conservative investing is understanding of what a conservative
investment consists and then, in regard to specific investments,
following a procedural course of action needed properly to
determine whether specific investment vehicles are, in fact, conservative
investments.


Consequently, to be a conservative investor, not one but two things
are required either of the investor or of those whose recommendations
he is following. The qualities desired in a conservative investment must
be understood. Then a course of inquiry must be made to see if a particular
investment so qualifies. Without both conditions being present the
buyer of common stocks may be fortunate or unfortunate, conventional
in his approach or unconventional, but he is not being conservative.
O mercado financeiro brasileiro está em franca expansão. É nítido. A evolução do número de fundos de investimento no mercado também comprova isso. Novas assets chegam por aqui, literalmente, todos os dias.

É importante entender que um fundo de investimento é também um negócio. Tem fins lucrativos. Isso pode, em alguns momentos, atrapalhar o processo de decisão do investidor com relação a alocação do próprio capital.

A pergunta crítica é: o custo de manter o seu dinheiro com essa equipe é coerente com o potencial de retorno que ela é capaz de entregar?

Por isso, fizemos um post breve com os pontos fundamentais que devem ser verificados antes de tomar uma decisão de alocação em um fundo. Sabe aquele fundo popular? Que todo mundo conhece e só lembra dele? Pois é.

1. Análise de gestão e de equipe, principalmente dos analistas envolvidos;
2. Política de investimento e estrutura de carteira;
3. Taxas de administração e de performance.

São 3 etapas que te ocuparão por um tempo relevante antes da sua decisão. Como em qualquer outro ativo, investir em fundos pode tanto acelerar a multiplicação do seu capital quanto estacioná-lo por anos a fio.

Mais em: https://www.instagram.com/p/CR43vvBB0Yv/?utm_medium=copy_link
Ontem, no INT, destrinchamos os fundos imobiliários de papéis: um produto que se tornou popular entre os novatos e que raramente recebe uma gestão de riscos adequada.

No cenário econômico atual, essa gestão é primordial. Será a responsável por conter eventuais pancadas em sua carteira.

Tratamos:

1. O conceito de fundo imobiliário de recebíveis: sua origem e estrutura;
2. Os riscos detalhados dessa classe e como você deve mitigá-los a partir de hoje;
3. Um processo de análise em 6 estágios que viabilizam, por si só, um diagnóstico.

Você nunca mais chegará perto do grupo que só faz olhar para bons dividendos e fecha os olhos para qualquer risco financeiro.

Aula já disponível no INT.

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Fintechs x Bancões.

Esse é o grande embate da década. Provavelmente, será também das próximas.

Há quem acredite que os grandes bancos tradicionais estão com os dias contados. Há também quem pense que fintechs são puro fogo de palha. Empresas bonitinhas que fazem tudo menos ganhar dinheiro.

Um coisa é fato: os bancões não estão estáticos. As medidas que tramitam internamente, tanto em caráter de reestruturação quanto de compra de novos negócios (M&A), estão mais aquecidas que nunca. Aqui, estamos falando do conglomerado que detém o maior volume financeiro do país, bem como a carteira de crédito mais relevante: a que sustenta as grandes corporações.

Os bancões reagem e reagem bem. A remodelagem operacional acontece todos os dias. Agências são fechadas, novos processos são adotados e respostas contundentes aos modelos das fintechs tendem a vir a tona com maior frequência nos próximos períodos.

O setor financeiro permite que o investidor vá contra o clubismo e observe com frieza que no mundo dos negócios, nada é garantido. Sobrevivem os mais fortes e os mais adaptáveis.

Sejam quais forem os desdobramentos, quem for capaz de manter a cabeça no lugar para se aproveitar de movimentos de ambas as direções, ganhará dinheiro. Inevitavelmente.

A revolução financeira está apenas começando.

Mais em: https://www.instagram.com/p/CR_uwqIrL3g/?utm_medium=copy_link
A ação está cara ou barata?

Essa é uma dúvida bastante comum. A boa notícia é que existem métodos simples para esse tipo de identificação. A má notícia? Eles não são exatos, tampouco consensuais. Requerem algum tato do investidor e boa percepção relativa do ânimo do mercado, principalmente para destoar das grandes massas.

Os preços dos ativos, no curto e médio prazo se movimentam não somente pelos fundamentos dos negócios, mas também pelo humor e a expectativa dos agentes econômicos com relação aquela empresa.

Essa comparação entre expectativa e realidade (fundamentada por dados e sólidas evidências), é o segredo para tomar decisões diferenciadas de alocação.

Abaixo um trecho extraído dos textos de Philip Fisher que fundamenta essa observação:

The price of any particular stock at any particular moment is
determined by the current financial-community appraisal of the particular
company, of the industry it is in, and to some degree of the general
level of stock prices. Determining whether at that moment the price
of a stock is attractive, unattractive or somewhere in between depends
for the most part on the degree these appraisals vary from reality.
However, to the extent that the general level of stock prices affects the
total picture, it also depends somewhat on correctly estimating coming
changes in certain purely financial factors, of which interest rates are by
far the most important.
Nossa moeda perdeu 85% do seu valor desde 1995.

O futuro não é promissor. Com a impressão monetária pela qual passamos recentemente e a dificuldade de transpor esse capital em maior nível efetivo de produção, as chances são que o BRL siga perdendo valor de forma relevante.

A inflação para os investidores é uma inimiga constante. Não deve sair do radar em nenhuma circunstância. Quando ignorada, cria um detrator de toda a rentabilidade obtida sobre o capital ao longo do tempo.

Consideramos crucial o trabalho em duas frentes para controlar os impactos da inflação no seu contexto:

Orçamentário: obtenção de conhecimento sobre o seu próprio fluxo financeiro de forma a estabelecer controle, prevenir danos e otimizar o fluxo de caixa líquido;

Portfolio: seleção de bons ativos reais que, em algum grau, se beneficiam do descontrole dos preços. Aqui se enquadram as companhias com vantagens competitivas relevantes, marcas fortes e domínio sobre o mercado com um processo de constante inovação.

Quem não entende a inflação, perde e perde muito. Quem entende, utiliza-a como uma mola propulsora de resultados.

Recomendamos as aulas 36, 37, 38 e 81 do INT para que você entenda e domine a inflação de uma vez por todas.

Mais em: https://www.instagram.com/p/CSE4vS6r6Rc/?utm_medium=copy_link
Estamos em temporada de divulgação de resultados das empresas de capital aberto.

Se você investe em ações, esse é um período bastante importante. Costuma ser turbulento, especialmente para os que não têm a direção correta para avaliar a performance das companhias nas quais investe.

As divulgações de resultados são marcadas por verdadeiras enxurradas de informações. Veículos oficiais, midiáticos, além de conteúdos digeridos na internet são jogados no investidor de forma que, sem o preparo correto, a confusão e a dúvida de qual rota utilizar se torna quase unânime.

Resultados trimestrais são validantes. Os anuais, por outro lado, fundamentam decisões que atribuem segurança ao capital.

Na aula dessa semana, lá no INT, discutiremos as principais técnicas que você deve adotar para validar o progresso das empresas nas quais investe. A aula conta com uma estrutura ordenada, para que você possa aplicar de forma rápida no seu próprio contexto.

• O que é o RI?
• Quais as melhores fontes de informações?
• Qual a periodicidade correta de análise de resultados?
• Como a performance das companhias afeta as suas teses?

A aula será ao vivo amanhã (05), às 19h00. Exclusiva para assinantes.

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Quem acompanha a FinDocs há bastante tempo sabe que sempre batemos na tecla: investir é sobre olhar para frente. Enxergar tendências e vantagens competitivas que quase sempre não caem na obviedade.

O mundo está mais digital a cada dia. Em um ambiente virtual onde zilhões de dados são gerados a cada segundo, quem assumir controle ou uma fatia relevante do espaço virtual se manterá dominante. Lucrará mais. **Evoluirá mais.

Essa é uma das estratégias do Facebook. Acelerar a penetração no mercado global de forma a atingir um controle relevante sobre os dados, as informações indiviuais e, consequentemente, prover melhores decisões e escala para quem de alguma maneira precisar desses dados.

Hoje, 38% da população global utiliza o Facebook.

Ainda que os números do Facebook arrefeçam ao longo do tempo, o domínio desse mercado assume um caráter estratégico, de difícil ultrapassagem. Barreiras muito grandes já foram criadas.

Mais em: https://www.instagram.com/p/CSKDGUJLSNp/?utm_medium=copy_link
O setor farmacêutico global receberá esse ano uma das maiores injeções de capital da história, principalmente em função das vendas de vacinas contra a COVID-19.

Em parte, a obtenção desse capital em forma de receita para posterior conversão em lucro e caixa foi uma das motivações que tornou o desenvolvimento da vacina possível em tão pouco tempo.

Capital circulando no setor farmacêutico possibilita a evolução também da tecnologia. De novas curas, novos tratamentos e soluções para problemas tidos por muito tempo como irremediáveis.

A Pfizer, por exemplo, terá em 2021 um faturamento total equivalente ao dobro da média faturada nos últimos 5 anos. Mais de USD 80 bilhões, somente em 2021.

De um lado, há quem aponte o atendimento de interesses próprios. Do outro, quem defenda que tivemos uma união histórica para batalhar contra um inimigo global em comum.

Mais em: https://www.instagram.com/p/CSRw52srdrS/?utm_medium=copy_link
Hoje, às 19h00 temos o nosso call quinzenal no INT.

Temas importantes:

1. Calote da dívida pública: os impactos disso no seu dinheiro e como se proteger;
2. China: como se beneficiar dos riscos típicos da economia mais peculiar do planeta.

A dívida pública é preocupante. As estratégias do governo para lidar com ela, mais ainda. Obviamente que, investidores prudentes tomam providências para esse tipo de evento muito antes deles acontecerem.

O mesmo se aplica á saúde do sistema econômico chinês que, inevitavelmente, ecoa para o mundo inteiro – especialmente emergente. Entender os riscos do mercado chinês é importante para direcionar a sua carteira entre BR e US de forma adequada.

É exatamente o que discutiremos no call de hoje, com abertura total para as dúvidas de vocês.

Esse não fica gravado e é exclusivo para assinantes. Link disponível na plataforma e no grupo fechado do INT.

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Nos últimos dias, muito se falou sobre os precatórios brasileiros. Inclusive, rumores de um eventual calote surgiram.

Havendo ou não um calote ou uma rolagem de dívida, movimentos como o anunciado na semana passada afetam significativamente a imagem do país. Afetam o risco-país, a perspectiva de câmbio e, consequentemente, a inflação.

Na prática, tudo está interligado. A postergação de pagamento objetiva, em um primeiro momento, atender o teto de gastos públicos, para então ajustar as políticas de transferência de renda, como o bolsa família.

Hoje, a dívida/PIB brasileira está em cerca de 84%. Há, contudo, dois pontos importantes aqui: a dificuldade de sustentação da evolução do PIB nos anos próximos e a trajetória de alta da taxa de juros, que afeta diretamente o custo da dívida, aumentando seu risco e o seu peso.

Mais em: https://www.cnnbrasil.com.br/business/2021/08/09/governo-encaminha-pec-dos-precatorios-ao-congresso?utm_source=thenewscc&utm_medium=referral&utm_campaign=20_01
Estamos entre os países com maior nível de geração de energia limpa.

Entre as grandes economias do planeta, o Brasil é uma das mais limpas em termos de geração de energia, gerando apenas 14% do total com combustíveis fosseis, ou seja, por meio de petróleo, carvão, gás e afins.

Nossa estrutura geográfica e a tendência global de incentivo à geração de energia renovável, certamente nos favorecem. Nos colocam em uma posição competitiva que deverá se converter em bons resultados econômicos nas próximas décadas.

Mais em: https://www.instagram.com/p/CSNQFOTFK1_/?utm_medium=copy_link
Dívida Pública: Formação, Riscos e Análises

Tudo que você precisa saber sobre um dos principais indicadores de risco econômico/estrutural.

Ao vivo no INT às 19h00. Link disponível na plataforma e na comunidade fechada.

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É fato que o IPO do Nubank será histórico.

Já cogita-se, inclusive, que o acesso pelas pessoas físicas será praticamente impossível, dado o potencial de demanda dos institucionais e o volume projetado da oferta.

Há sim a possibilidade das PFs conseguirem acessar somente via mercado secundário.

Apesar disso, o questionamento que realmente importa é: o preço projetado é válido?

Estima-se que o Nubank se tornará o segundo banco mais valioso do Brasil já no IPO, perdendo somente para o Itaú.

Mais em: https://www.instagram.com/p/CSfRjj9F3Nx/?utm_medium=copy_link
Até quando haverá folêgo?

O Spotify, gigante do mercado de áudio, foi fundado em 2008 e até hoje não se tornou lucrativo.

A companhia cresceu a passos largos, mas sem demonstrar capacidade de rentabilizar a base de clientes em mesma medida. De 77 milhões de assinantes em 2015 para 365 milhões em 2021, a expectativa do mercado é que o fluxo de caixa sacrificado para obtenção do crescimento retorne em períodos futuros.

A plataforma tem muita qualidade. Isso é fato. Mas aqui vale a máxima: quanto tempo uma empresa é capaz de sustentar prejuízos recorrentes sem estourar a corda junto a todos os stakeholders?

Gerar caixa é mandatório. Para os colossos, mais ainda. Do contrário, a mesma velocidade acentuada de crescimento pode assumir via contrária, sem qualquer ensaio.

Mais em: https://www.instagram.com/p/CSiFhPBFsOl/?utm_medium=copy_link
Por que uma dor de barriga no mercado chinês afeta o mundo inteiro?

Essa dúvida é bastante comum. É fato. O mundo, especialmente emergente (opa, Brasil!) é bastante sensível aos movimentos da economia chinesa.
Hoje, 1/3 das exportações brasileiras são destinadas à China.

Qualquer movimento danoso na estrutura econômica do país oriental é suficiente para criar uma avalanche de riscos fiscais e econômicos no Brasil.

Mais em: https://www.instagram.com/p/CSwqkruLxkf/
Poucas áreas do conhecimento são tão importantes (e ao mesmo tão negligenciadas) para um investidor quanto a contábil.

Entender contabilidade é mandatório para quem deseja gerenciar dinheiro. Independente do volume.

A contabilidade é responsável por criar a comunicação entre duas entidades distintas. Investidor e empresa. Empresa e governo.

Informações contábeis objetivam, principalmente, aumentar o valor obtido com o seu capital e, em mesma medida, reduzir o risco corrido em suas alocações.

Hoje, no INT, teremos uma aula exclusivamente sobre a estrutura conceitual contábil. Do zero, com todos os conceitos que você deve dominar para nunca mais criar confusões ou se perder com a informações mais importante de todas: a contábil.

Venha pronto para um turbilhão de anotações e discussões. Exclusivo para assinantes do INT. Ao vivo, às 19h00.

Link disponível na plataforma e na comunidade fechada.

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Hoje às 19h00 teremos um call exclusivamente sobre asset allocation lá no INT.

Vivemos um momento em que esse skill será o único capaz de conferir estabilidade e segurança para uma carteira.

Asset allocation trata os critérios de decisão para diversificar entre geografias, classes, subclasses de ativos, bem como as técnicas de rebalanceamento ao longo do tempo.

Abordaremos a nossa estratégia de forma sistematizada, para que vocês possam refletir e desenvolver a própria proteção de vocês.

Call exclusivo para assinantes. Link na plataforma e no grupo fechado.

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Uma simulação comparativa entre ações low beta (menos voláteis) e high beta (mais voláteis), dentro dos parâmetros desenvolvidos por Pim Van Vliet, o PhD holandês que estudou um dos maiores paradoxos das finanças: menor risco pode trazer maiores retornos.
Investir em dividendos vai muito além de aumentar o fluxo de renda passiva.

Há estratégias desenvolvidas exclusivamente com a alocação em empresas distribuidoras de proventos e mais conservadoras.

“The low-volatility effect is perhaps the largest anomaly in finance, challenging the basic trade-off between risk and return, as higher risk does not lead to higher returns. Still, it remains one of the least utilized factor premiums in financial markets.”

Amanhã (26), iniciaremos a trilha de dividendos no INT. Serão 12 aulas em 12 semanas com uma capacitação completa e do zero. Passaremos por todas as competências necessárias para que você tome as suas decisões com segurança e autonomia.

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