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O ano era 1999. Uma mulher de 74 anos foi ao teatro assistir ao espetáculo Partido, adaptação do Grupo Galpão para o romance “O Visconde Partido ao Meio”, do italiano Italo Calvino. Durante a apresentação, essa mulher tem uma epifania e decide escrever uma carta para o seu amante, um homem trinta anos mais jovem, terminando o relacionamento. A carta nunca foi enviada e ficou guardada por vinte anos, até que sua filha a encontrou em um caixa junto com outras lembranças da mãe. Essa carta real inspirou as atrizes Denise Stutz e Inez Viana a criarem o espetáculo Partida, com direção de Debora Lamm. Com realização do Sesc RJ, a peça on-line estreia em 4 de junho no canal da instituição no YouTube, com apresentações gratuitas de sexta a domingo, às 19h. A montagem integra o Arte em Cena – Temporadas, braço de temporadas teatrais do projeto em que Sesc RJ transmite espetáculos artísticos em suas plataformas digitais.

Serviço
Temporada: de 4 a 27 de junho.
Apresentações on-line: de sexta a domingo, às 19h.
Plataforma: YouTube Sesc RJ: www.youtube.com/portalsescrio
Gratuito
Duração: 35 min.
Classificação etária. Livre.
Em 2015, a Cia Os Barulhentos estreava no teatro o espetáculo Aqui Estamos Com Milhares de Cães Vindos do Mar, de Matéi Visniec, com direção de Rodrigo Spina. Os artistas optaram – após bem-sucedida montagem de Muito Barulho Por Nada, de W. Shakespeare - por um autor contemporâneo que trata de questões atuais como a solidão e a falta de escuta entre nós.

Tons de cinza, branco e preto cobriam todo o palco, o cenário, os atores e os figurinos, trazendo uma completa ausência de cores que invadia a vida dos personagens e do espectador. Neste ano, a obra ganhou o Prêmio APCA de Melhor Espetáculo e o Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Direção.

Com a pandemia veio a possibilidade de fazer uma versão audiovisual e a Cia Os Barulhentos transformou o espetáculo em filme. Aqui Estamos Com Milhares de Cães Vindos do Mar estreia dia 17 de junho pelo Youtube do SESI.

O filme retrata o deserto contemporâneo existente nas relações humanas: seja em aspectos da vida privada, como um casal revendo seu relacionamento após uma relação sexual, seja em aspectos políticos, como uma mãe que deseja atravessar certa fronteira com seu filho e é impedida por não ter um documento válido.

Para o filme, o diretor Rodrigo Spina manteve os intérpretes com caracterização totalmente em tons de cinza, porém, o cenário, desta vez, será a própria cidade – o mar, uma linha de trem, um bar – pulsante e viva, o que chega a dar a sensação de que as fotos foram feitas com chroma key ou são montagens trabalhadas em Photoshop.

Serviço
17 a 27 de junho, exibição full time pelo Youtube do SESI: https://youtube.com/c/SesiSãoPauloOficial.
LIVE no dia 19 de junho, sábado, das 17h às 18h, com o diretor e elenco
Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Grátis
Luccas Papp e Leonardo Miggiorin repetem parceria em A Bicicleta de Papel, espetáculo sobre amizade e a superação de traumas. Com direção de Ricardo Grasson, a peça retorna para nova temporada no Teatro Sérgio Cardoso, equipamento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerido pela Amigos da Arte, de 27 de junho a 1º de agosto, com sessões aos sábados e domingos, às 19h, também com transmissão on-line das sessões através do projeto Teatro Sérgio Cardoso Digital. A capacidade da plateia presencial será reduzida, por conta das restrições de protocolo da Covid-19.

Serviço
Temporada: De 27 de junho a 1º de agosto. Sábados e domingos, à 19h.
Ingresso: R$ 40,00 (inteira) – R$ 20,00 (meia entrada).
Gênero: Drama. Duração: 60 minutos. Classificação indicativa: 10 anos.

Teatro Sérgio Cardoso - Sala Paschoal Carlos Magno
Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista. São Paulo – SP.
Sala Paschoal Carlos Magno 149 lugares (143 + 6 cadeirantes).
(60% da capacidade total da plateia, conforme estabelecido pelo protocolo do Governo do Estado e da Prefeitura da capital).
Ingressos www.sympla.com.br/teatrosergiocardoso
Iniciado em 2018 e constantemente em cartaz, inclusive em tempos pandêmicos, o projeto Teatro Para Ver Além acontece, mais uma vez, no pequeno estúdio da Clementtina: Plataforma de Criação - espaço que representa a atriz, diretora e pesquisadora Rita Clemente - com o desejo de manter um espetáculo ativo, vivo e disponível ao público, por longa temporada.

Nesta edição, o projeto incorpora o campo virtual e apresenta, gratuitamente, o solo “Amanda” sob 6 perspectivas diferentes, entre os dias 18 e 27 de junho, pelo Youtube.

Em 6 dias de apresentações, duas sessões diárias, com 12 sessões ao todo, serão propostos novos modos de ver a obra: a cada dia haverá um espetáculo com os mesmos elementos (vocabulários), mas exibidos por diferentes perspectivas. Um jogo entre câmeras será operado pelo diretor de fotografia Kleber Bassa, com o objetivo de promover uma experiência sensorial e perceptiva que possa ampliar as possibilidades de interpretação e apreciação da obra, por parte do espectador. A trilha sonora, voz importante da criação de cena, é assinada por Márcio Monteiro – criada especialmente para o espetáculo, desde sua estreia em 2015.

Serviço
Datas das transmissões de “Amanda”, online: 18, 19, 20, 25, 26 e 27 de junho (sextas, sábados e domingos)
Horários: às 17h e às 20h (duas sessões diárias)*
Local: YouTube
Classificação: 14 anos
Evento gratuito
*As apresentações serão seguidas de uma conversa com a artista e convidados sobre o processo de criação da obra.
A atriz e diretora Georgette Fadel estreia como dramaturga na peça-site CAPÔ, que devido a pandemia não sobe ao palco, mas sim ganha as telas a partir do dia 18 de junho, sexta-feira, às 19h30, no site capo.art.br. Além de autora, Georgette Fadel também assume a direção da montagem, que traz as atrizes Laura Fajngold, Luciana Fróes e Sarah Lessa.

CAPÔ mostra o mergulho de três mulheres – depois da última guerra ter destruído nosso mundo – em busca do coração da Terra, portadoras do último suspiro humano. A obra, uma criação audiovisual, mas com características teatrais, estará hospedada em um site com diversos conteúdos (vídeos, entrevistas, diários e making-of) que dialogam com a montagem e mostram o processo de realização.

Serviço
Estreia dia 18 de junho, sexta-feira, às 19h30, no site capo.art.br.
Duração – 57 minutos. Livre. GRÁTIS.
Instagram – @capo.art
A Trupe Palhaféricos, por meio do Programa VAI, publica gratuitamente a 1ª Edição da PALHAFERIA! - Revista Cênica Digital, que aborda assuntos relacionados às áreas do Circo, da Palhaçaria e da Produção Cultural. São homenageados Benjamin de Oliveira e Maria Eliza, figuras fundamentais para a história do Circo-Teatro no Brasil. Os integrantes da Trupe Palhaféricos desenvolveram textos com o intuito de colaborar com a discussão da democratização e acesso da arte em favelas e comunidades, buscando caminhos possíveis de transformação destes padrões.

O conteúdo conta com a participação especial do jornalista e crítico de arte Miguel Arcanjo Prado, da cineasta e palhaça Mariana Gabriel, neta da primeira palhaça do Brasil, e também do cordelista e palhaço Assis Coimbra.

A live de lançamento da revista acontece no dia 22/06, às 20h no Instagram @Palhafericos.

Lista de Artigos:

-O primeiro palhaço negro do Brasil, Benjamin de Oliveira, isso se não for do Mundo. (Por Letícia Tancredo)
-Menos Europa, Mais Brasil. (Por Jamile Nunes)
-Precariedade e Sutileza - Os Bastidores da Cenografia e Figurino Palhaféricos. (Por Rodrigo Alcântara e Tais Santiago)
-Um Conto. (Por Matheus França)
-Palhaçada Musical. (Por Will Santana e Humberto Vicente)
-O erro como o princípio da libertação (Por Sérgio Marques)
-Soluções Culturais em Tempos e Lugares de Crise (Por Hugho)
Todos possuem voz e história, mas se conhecem apenas aquelas que não foram silenciadas. Inspirado em fatos reais, Lela & Cia., da dramaturga britânica Cordelia Lynn, estreou em 2019 com uma temporada de grande sucesso. Agora, o espetáculo ganha versão audiovisual que faz temporada de 2 a 25 de julho, retirada de ingressos gratuitos pelo Sympla.

Com direção de Alvise Camozzi, tradução de Malu Bierrenbach (que também está no elenco ao lado de Conrado Caputo), a trama traz uma personagem que quer desesperadamente quer contar sua história. O monólogo de Lela – ironicamente interrompido por vozes masculinas – manifesta os conflitos de um mundo estilhaçado pela violência. Há aqui uma narrativa ocupada, e que sofre continuamente com as tentativas de ser silenciada.

Serviço
Lela & Cia. – Nova Temporada Online
De 02/07 a 25/07
Segunda a Sábado, às 19h
Domingo com sessão dupla às 16h e 19h.
Observação: Não haverá apresentações entre os dias 11/07 a 15/07.
Classificação: 14 anos.
Reserve seu ingresso gratuito na plataforma da SYMPLA - www.sympla.com.br
“Performa Teatro 20 anos: A Trilogia da Pós-Verdade”

Dias 09 e 10 de Julho às 20h– FIM DE PARTIDA
Duração 70min
Dias 16 e 17 de Julho às 20h – SILÊNCIO: uma Desmontagem Cinematográfica
Duração 25 min
Dias 23 e 24 de Julho às 20h – DESCARTES: Thriller Performativo
Duração 20 min
Dias 30 e 31 de Julho às 20h – PALAVRAS CORROMPIDAS”. Manifesto Afásico
Duração 20 min

Ingressos gratuitos através da plataforma Sympla (www.sympla.com.br)

Após as exibições desses trabalhos, haverá um bate-papo com o público
SAL é uma história de amor, um show, um espetáculo que conta a trajetória de um amor revivido pela protagonista através de memória de viagens reais e imaginárias, sendo que a verdadeira jornada é a mais ilusória, porque ela acredita que encontrará os vestígios que um homem desaparecido apagou, cuidadosamente.

Serviço
De 11/07 a 12/08
Segunda a Sábado às 21h
Domingo com sessão dupla às 17h30 e 21h
Faixa etária: 14 anos
Observação: Não haverá apresentações entre os dias 19 e 25 de julho
Reserve seu ingresso gratuitona plataforma da SYMPLA - www.sympla.com.br
Com estreia no dia 10 de julho de 2021, via plataforma Zoom, a peça B de Beatriz Silveira vai da comédia aos filmes de terror B para confundir ficção e realidade. A narrativa gira em torno de Beatriz Silveira, figura misteriosa que perturba os ensaios do grupo de atores e interfere na criação das cenas. O texto da peça, criado em conjunto com os atores durante a oficina, tem dramaturgismo do dramaturgo João Mostazo, parceiro de trabalho de Ines Bushatsky, que dirige esta montagem.

Serviço
Temporada: de 10 de julho a 01 de agosto – Sábados às 21h e Domingos às 20h
Quanto: R$ 20,00 (valores alternativos de R$ 5,00, R$ 30,00, R$ 50,00 e R$ 100,00)
Ingressos: https://www.sympla.com.br/produtor/ciaextemporanea
Duração: 90 min.
Classificação: 14 anos.
Contemplado com o Prêmio Zé Renato de Teatro na Cidade de São Paulo em 2019, o espetáculo A HISTÓRIA DE BAKER chegaria aos palcos em maio de 2020, mas devido à pandemia e ao fechamento dos teatros teve sua estreia adiada. A partir do nome Baker, a montagem, pensada como um apelo sensível-poético para reavaliar, revolver, redescobrir de que forma age o dispositivo colonial, ganha apresentações virtuais gratuitas nas plataformas digitais de vários equipamentos culturais da capital paulista.

Com concepção de Cristiane Zuan Esteves, que assina a direção e dramaturgia com Beto Matos, A HISTÓRIA DE BAKER ganha o universo online com sessões dias 9, 10 e 11 de julho, sexta-feira e sábado, às 21 e domingo, às 19h, no Facebook do Teatro Paulo Eiró [facebook.com/teatropauloeiro]; 16, 17 e 18 de julho, sexta-feira e sábado, às 21 e domingo, às 19h, no Facebook do Teatro João Caetano [facebook.com/teatropopularjoaocaetano] e 23, 24 e 25 de julho, sexta-feira e sábado, às 21 e domingo, às 19h, no Facebook do Teatro Cacilda Becker [facebook.com/TeatroCacildaBeckerSP]. O espetáculo também realiza duas apresentações extras nos dias 12 e 19 de julho, segundas-feiras, às 16h, pelo canal do YouTube A História de Baker [youtube.com/AHistóriadeBaker].

A montagem passeia pela história do colonialismo, do capitalismo e da exploração, além das várias formas da necropolítica e por elementos autobiográficos trazidos por Cristiane Zuan Esteves. A frente de várias direções, principalmente com o Grupo OPOVOEMPÉ, a atriz volta a atuar, após quase vinte anos, em um projeto pessoal.