CONTRA-CORRENTE - informação para um combate cultural
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Canal de combate cultural nacionalista e identitário para melhor enfrentar a guerra política.
Contactos: geral@editoracontracorrente.pt
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Há uns poucos anos, Lisboa acordava com uma mensagem, quando ainda ninguém ousava dizer aquelas palavras. Felizmente, hoje o CH já as diz e sem receios.
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Recentemente, todos vimos na TV a bárbara agressão sofrida por uma freira cristã às mãos de um judeu, em Jerusalém. Um episódio que não é de todo invulgar em Israel, país onde os judeus têm por hábito socialmente aprovado escarrar em cristãos.
Também todos devem ter percebido que este repulsivo episódio não abriu telejornais, não fez manchetes de jornais, não conheceu as habituais condenações por parte do comentariado. Afinal, o agressor não era um homem branco, um "extremista de direita", e a vitima um imigrante.
Este duplo-padrão obedece a uma lógica e é o resultado de anos de intoxicação.
O livro presente na imagem explica de forma demolidora o que está subjacente a esta imunidade judaica e que permite este povo comportar-se como "senhor do mundo".
Urge fazer frente ao poder judaico-sionista, pois os judeus são um povo como os outros, infelizmente eles não o sabem nem se comportam enquanto tal.

Pedidos através do email: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
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"Ser liberal é odiar a Pátria. A democracia moderna é uma orgia de traidores. ”

— Fernando Pessoa
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Um curioso cartaz de propaganda do VMO (Vlaamse Militanten Orde), organização nacionalista Flamenga, logo após o 25 de Abril de 1974.
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Durante a ll Guerra Mundial a maior parte dos nacionalistas portugueses posicionaram-se ao lado do Eixo, desdobrando esse apoio através de um amplo conjunto de publicações, tais como A Esfera, Sinal, Espelho do Continente ou ainda a revista académica Jovem Europa.
Com o término do conflito, o Estado Novo optou por adoptar maior discrição ideológica, empurrando para a periferia política aqueles que haviam assumido publicamente o apoio ao Eixo, com Alfredo Pimenta à cabeça.
Foi precisamente este enorme vulto da cultura portuguesa e doutrinador da Portugalidade que, na companhia de vários indefectíveis, lançou em 1950 a revista Crónica, um veículo comunicacional nacionalista que também acolheu nas suas páginas vários nacionalistas estrangeiros como Jean Bayle ou G. A. Amaudruz. Esta publicação conheceu somente três números que ora apresentamos na fotografia.
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Partilhamos a informação que nos fizeram chegar:
«No próximo dia 28 de Maio os nacionalistas vão celebrar os 100 anos da gloriosa arrancada que resgatou Portugal da peçonha demo-liberal da I República.
Como todos os anos, a evocação da Revolução Nacional conhece múltiplos jantares de norte a sul do nosso país. Lisboa não deixará de o fazer.
Todos os nacionalistas, patriotas e identitários estão convocados para esta celebração de um 28 de Maio nacionalista e revolucionário!»


Para mais informações contactem por mensagem privada via whatsapp. Filipe Marques: 966558851
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Media is too big
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Vídeo do Comité 9 de Maio relativo à acção realizada em homenagem a Sébastien Deyzieu e demais camaradas assassinados pelo antifascismo.
Que o sangue por eles vertido seja o combustível diário nas nossas vidas, cujas dificuldades não são comparáveis perante os sacrifícios daqueles que perderam a vida, enfrentaram o hospital e viram-se privados da liberdade pela mais bela e justa das Causas!
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À atenção dos nacionalistas do norte:
"Jantar comemorativo do Centenário da Revolução Nacional de 28 de Maio.

28 de Maio de 2026 às 20 horas

Café Ceuta
Rua de Ceuta, 20
Porto
Preço: 25€

Inscrições: Dr Francisco Socorro
919287215
Reservas até ao dia 26 de Maio."
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Está é uma colecção absolutamente singular, dedicada aos homens e às ideias que a narrativa oficial rotulou como “malditos”. Mais do que um simples conjunto de livros, esta é uma viagem rigorosa e sem concessões aos pensamentos e experiências que marcaram profundamente a história, mas que raramente são apresentados de forma directa ao público.

Ao longo desta colecção, o leitor encontrará um vasto acervo de escritos e discursos, agora finalmente traduzidos para português, permitindo um contacto autêntico com as fontes originais, sem filtros, sem interpretações impostas.

Para quem procura compreender genuinamente o que foram os fascismos, nas suas ideias, protagonistas e impactos, esta colecção afirma-se como uma ferramenta incontornável: essencial, provocadora e intelectualmente desafiante.

Pedidos para: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
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Os editores da Contra-Corrente foram entrevistados para a página DextraVox, numa entrevista conduzida pelo vosso conhecido Filipe Carvalho, a quem muito agradecemos o interesse no projecto editorial mais detestado pela intelligentsia (ou falta dela) do regime vigente.
Às questões colocadas respondemos com a transparência que sempre nos caracterizou, sem quaisquer concessões.
Esperamos que seja do vosso agrado, ainda que saibamos de antemão que vai provocar coceira em algumas alminhas da direitola aprumada e engravatada, sempre pronta a dar jeitinhos à esquerda, na sua busca incessante por aceitação. Obviamente, não temos pena nem lamentamos.
Ficamos igualmente gratos ao DextraVox pela publicação da entrevista e, por extensão, divulgação da Contra-Corrente.
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