Recentemente, todos vimos na TV a bárbara agressão sofrida por uma freira cristã às mãos de um judeu, em Jerusalém. Um episódio que não é de todo invulgar em Israel, país onde os judeus têm por hábito socialmente aprovado escarrar em cristãos.
Também todos devem ter percebido que este repulsivo episódio não abriu telejornais, não fez manchetes de jornais, não conheceu as habituais condenações por parte do comentariado. Afinal, o agressor não era um homem branco, um "extremista de direita", e a vitima um imigrante.
Este duplo-padrão obedece a uma lógica e é o resultado de anos de intoxicação.
O livro presente na imagem explica de forma demolidora o que está subjacente a esta imunidade judaica e que permite este povo comportar-se como "senhor do mundo".
Urge fazer frente ao poder judaico-sionista, pois os judeus são um povo como os outros, infelizmente eles não o sabem nem se comportam enquanto tal.
Pedidos através do email: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
Também todos devem ter percebido que este repulsivo episódio não abriu telejornais, não fez manchetes de jornais, não conheceu as habituais condenações por parte do comentariado. Afinal, o agressor não era um homem branco, um "extremista de direita", e a vitima um imigrante.
Este duplo-padrão obedece a uma lógica e é o resultado de anos de intoxicação.
O livro presente na imagem explica de forma demolidora o que está subjacente a esta imunidade judaica e que permite este povo comportar-se como "senhor do mundo".
Urge fazer frente ao poder judaico-sionista, pois os judeus são um povo como os outros, infelizmente eles não o sabem nem se comportam enquanto tal.
Pedidos através do email: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
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https://observador.pt/opiniao/o-copcon-e-o-delirio-revolucionario/
Artigo do Filipe Carvalho para repor a verdade dos factos acerca de um dos episódios mais infames da História portuguesa.
Artigo do Filipe Carvalho para repor a verdade dos factos acerca de um dos episódios mais infames da História portuguesa.
Observador
O COPCON e o delírio revolucionário
A violência do COPCON gerou a sua própria antítese, empurrando o país para a beira de uma guerra civil que só o 25 de Novembro logrou travar.
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Durante a ll Guerra Mundial a maior parte dos nacionalistas portugueses posicionaram-se ao lado do Eixo, desdobrando esse apoio através de um amplo conjunto de publicações, tais como A Esfera, Sinal, Espelho do Continente ou ainda a revista académica Jovem Europa.
Com o término do conflito, o Estado Novo optou por adoptar maior discrição ideológica, empurrando para a periferia política aqueles que haviam assumido publicamente o apoio ao Eixo, com Alfredo Pimenta à cabeça.
Foi precisamente este enorme vulto da cultura portuguesa e doutrinador da Portugalidade que, na companhia de vários indefectíveis, lançou em 1950 a revista Crónica, um veículo comunicacional nacionalista que também acolheu nas suas páginas vários nacionalistas estrangeiros como Jean Bayle ou G. A. Amaudruz. Esta publicação conheceu somente três números que ora apresentamos na fotografia.
Com o término do conflito, o Estado Novo optou por adoptar maior discrição ideológica, empurrando para a periferia política aqueles que haviam assumido publicamente o apoio ao Eixo, com Alfredo Pimenta à cabeça.
Foi precisamente este enorme vulto da cultura portuguesa e doutrinador da Portugalidade que, na companhia de vários indefectíveis, lançou em 1950 a revista Crónica, um veículo comunicacional nacionalista que também acolheu nas suas páginas vários nacionalistas estrangeiros como Jean Bayle ou G. A. Amaudruz. Esta publicação conheceu somente três números que ora apresentamos na fotografia.
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Partilhamos a informação que nos fizeram chegar:
«No próximo dia 28 de Maio os nacionalistas vão celebrar os 100 anos da gloriosa arrancada que resgatou Portugal da peçonha demo-liberal da I República.
Como todos os anos, a evocação da Revolução Nacional conhece múltiplos jantares de norte a sul do nosso país. Lisboa não deixará de o fazer.
Todos os nacionalistas, patriotas e identitários estão convocados para esta celebração de um 28 de Maio nacionalista e revolucionário!»
Para mais informações contactem por mensagem privada via whatsapp. Filipe Marques: 966558851
«No próximo dia 28 de Maio os nacionalistas vão celebrar os 100 anos da gloriosa arrancada que resgatou Portugal da peçonha demo-liberal da I República.
Como todos os anos, a evocação da Revolução Nacional conhece múltiplos jantares de norte a sul do nosso país. Lisboa não deixará de o fazer.
Todos os nacionalistas, patriotas e identitários estão convocados para esta celebração de um 28 de Maio nacionalista e revolucionário!»
Para mais informações contactem por mensagem privada via whatsapp. Filipe Marques: 966558851
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Media is too big
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Vídeo do Comité 9 de Maio relativo à acção realizada em homenagem a Sébastien Deyzieu e demais camaradas assassinados pelo antifascismo.
Que o sangue por eles vertido seja o combustível diário nas nossas vidas, cujas dificuldades não são comparáveis perante os sacrifícios daqueles que perderam a vida, enfrentaram o hospital e viram-se privados da liberdade pela mais bela e justa das Causas!
Que o sangue por eles vertido seja o combustível diário nas nossas vidas, cujas dificuldades não são comparáveis perante os sacrifícios daqueles que perderam a vida, enfrentaram o hospital e viram-se privados da liberdade pela mais bela e justa das Causas!
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Está é uma colecção absolutamente singular, dedicada aos homens e às ideias que a narrativa oficial rotulou como “malditos”. Mais do que um simples conjunto de livros, esta é uma viagem rigorosa e sem concessões aos pensamentos e experiências que marcaram profundamente a história, mas que raramente são apresentados de forma directa ao público.
Ao longo desta colecção, o leitor encontrará um vasto acervo de escritos e discursos, agora finalmente traduzidos para português, permitindo um contacto autêntico com as fontes originais, sem filtros, sem interpretações impostas.
Para quem procura compreender genuinamente o que foram os fascismos, nas suas ideias, protagonistas e impactos, esta colecção afirma-se como uma ferramenta incontornável: essencial, provocadora e intelectualmente desafiante.
Pedidos para: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
Ao longo desta colecção, o leitor encontrará um vasto acervo de escritos e discursos, agora finalmente traduzidos para português, permitindo um contacto autêntico com as fontes originais, sem filtros, sem interpretações impostas.
Para quem procura compreender genuinamente o que foram os fascismos, nas suas ideias, protagonistas e impactos, esta colecção afirma-se como uma ferramenta incontornável: essencial, provocadora e intelectualmente desafiante.
Pedidos para: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
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Os editores da Contra-Corrente foram entrevistados para a página DextraVox, numa entrevista conduzida pelo vosso conhecido Filipe Carvalho, a quem muito agradecemos o interesse no projecto editorial mais detestado pela intelligentsia (ou falta dela) do regime vigente.
Às questões colocadas respondemos com a transparência que sempre nos caracterizou, sem quaisquer concessões.
Esperamos que seja do vosso agrado, ainda que saibamos de antemão que vai provocar coceira em algumas alminhas da direitola aprumada e engravatada, sempre pronta a dar jeitinhos à esquerda, na sua busca incessante por aceitação. Obviamente, não temos pena nem lamentamos.
Ficamos igualmente gratos ao DextraVox pela publicação da entrevista e, por extensão, divulgação da Contra-Corrente.
Às questões colocadas respondemos com a transparência que sempre nos caracterizou, sem quaisquer concessões.
Esperamos que seja do vosso agrado, ainda que saibamos de antemão que vai provocar coceira em algumas alminhas da direitola aprumada e engravatada, sempre pronta a dar jeitinhos à esquerda, na sua busca incessante por aceitação. Obviamente, não temos pena nem lamentamos.
Ficamos igualmente gratos ao DextraVox pela publicação da entrevista e, por extensão, divulgação da Contra-Corrente.
DEXTRAVOX
Contra-Corrente, uma editora dissidente - DEXTRAVOX
Entrevista com os editores João Martins e Rui Amiguinho conduzida por Filipe Carvalho “Contra-Corrente não é um produto comercial. Possuir um livro Contra-Corrente significa contribuir activamente para a formação e financiamento de uma área político-cultural…
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Aproxima-se o 28 de Maio, dia em que valorosos militares embuídos de vincado fervor patriótico decidiram meter em prática uma arrancada com o fito de pôr fim à degradação das instituições e da dignidade do próprio Estado, enquanto expressão da nação politicamente organizada.
Ao cabo de uma semana, a balbúrdia da Primeira República findava com o fecho dos portões do parlamento.
Poucos anos depois, com a Constituição da República de 1933, implementava-se o Estado Novo sob a liderança do Presidente do Conselho, Dr. António de Oliveira Salazar.
Em mês de centenário, deixamos aqui algumas capas dos melhores livros dedicados ao 28 de Maio de 1926, dois deles publicados pela Contra-Corrente, mas já esgotados.
Ao cabo de uma semana, a balbúrdia da Primeira República findava com o fecho dos portões do parlamento.
Poucos anos depois, com a Constituição da República de 1933, implementava-se o Estado Novo sob a liderança do Presidente do Conselho, Dr. António de Oliveira Salazar.
Em mês de centenário, deixamos aqui algumas capas dos melhores livros dedicados ao 28 de Maio de 1926, dois deles publicados pela Contra-Corrente, mas já esgotados.
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