Interessante texto do Filipe Carvalho sobre Rolão Preto, personalidade do século XX português cujo o percurso político atípico o levou a competir pela direita com o Estado Novo e a fazer alianças com a oposição por forma a derrubar o Professor Salazar. Atente-se na conclusão deste artigo.
DEXTRAVOX
Rolão Preto, o fascista que Soares condecorou - DEXTRAVOX
Para a esquerda, a História não é um conjunto de factos imutáveis, mas uma matéria plástica que se molda conforme a necessidade de legitimação do presente. por Filipe Carvalho A figura de Francisco Rolão Preto permanece, ainda hoje, como uma das mais desconcertantes…
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Do Movimento Social Nacionalista:
"Ao longo da última semana o MSN realizou diversas ações de propaganda pela zona do Porto em preparação para as celebrações do 25 de Abril.
É nesta data que, anualmente, o sistema desfila os seus criminosos, os traidores discursam e a comunicação social se enche de mais mentiras e falsas narrativas sobre o suposto "Dia da Liberdade".
52 anos depois, surge a questão: Valeu a pena? Olhando para o Portugal de hoje em dia, em que os antigos combatentes são esquecidos, as tradições são eliminadas, a identidade nacional é apagada e o nosso sistema é progressivamente usurpado pela corrupção, valeu a pena fazer esta "revolução"?
Agradecemos a presença de todos os membros nestas ações e garantimos que a luta contra o poder terrorista do estado continuará."
"Ao longo da última semana o MSN realizou diversas ações de propaganda pela zona do Porto em preparação para as celebrações do 25 de Abril.
É nesta data que, anualmente, o sistema desfila os seus criminosos, os traidores discursam e a comunicação social se enche de mais mentiras e falsas narrativas sobre o suposto "Dia da Liberdade".
52 anos depois, surge a questão: Valeu a pena? Olhando para o Portugal de hoje em dia, em que os antigos combatentes são esquecidos, as tradições são eliminadas, a identidade nacional é apagada e o nosso sistema é progressivamente usurpado pela corrupção, valeu a pena fazer esta "revolução"?
Agradecemos a presença de todos os membros nestas ações e garantimos que a luta contra o poder terrorista do estado continuará."
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A banda nacionalista francesa lançou uma nova faixa com uma vibrante homenagem ao jovem Quentin Deranque, assassinado pelos orcs antifascistas.
https://youtu.be/T8UOQscZ2Wc?si=3bRGarRSubs_i2u8
https://youtu.be/T8UOQscZ2Wc?si=3bRGarRSubs_i2u8
YouTube
Quentin présent ! (single)
Label : https://martelentete.com/
LYRICS
Tu étais un jeune militant,
Pour une action, tu avais répondu présent
Tu assurais la sécurité
Pour ta patrie, pour tes idées
Mais le destin a frappé
Ton corps s'est brisé sur les pavés
REFRAIN :
Nous n'oublierons…
LYRICS
Tu étais un jeune militant,
Pour une action, tu avais répondu présent
Tu assurais la sécurité
Pour ta patrie, pour tes idées
Mais le destin a frappé
Ton corps s'est brisé sur les pavés
REFRAIN :
Nous n'oublierons…
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Recordamos que hoje se cumprem 137 anos do nascimento daquele que foi considerado o português mais importante do século XX e que é, por natural extensão, um dos maiores vultos da nossa História de nove séculos.
No nosso catálogo encontram-se ainda disponíveis para venda dois títulos dedicados ao Professor António de Oliveira Salazar. Os interessados em adquirir os livros podem contactar-nos através do email geral@editoracontracorrente.pt
ou do telefone 930 673 766.
No nosso catálogo encontram-se ainda disponíveis para venda dois títulos dedicados ao Professor António de Oliveira Salazar. Os interessados em adquirir os livros podem contactar-nos através do email geral@editoracontracorrente.pt
ou do telefone 930 673 766.
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Informamos também que para assinalar o nascimento do Prof. António de Oliveira Salazar, vai ser celebrada missa na Igreja de S. João de Deus, em Lisboa, Praça de Londres, neste dia 28 de Abril, às 19 horas.
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Recentemente, todos vimos na TV a bárbara agressão sofrida por uma freira cristã às mãos de um judeu, em Jerusalém. Um episódio que não é de todo invulgar em Israel, país onde os judeus têm por hábito socialmente aprovado escarrar em cristãos.
Também todos devem ter percebido que este repulsivo episódio não abriu telejornais, não fez manchetes de jornais, não conheceu as habituais condenações por parte do comentariado. Afinal, o agressor não era um homem branco, um "extremista de direita", e a vitima um imigrante.
Este duplo-padrão obedece a uma lógica e é o resultado de anos de intoxicação.
O livro presente na imagem explica de forma demolidora o que está subjacente a esta imunidade judaica e que permite este povo comportar-se como "senhor do mundo".
Urge fazer frente ao poder judaico-sionista, pois os judeus são um povo como os outros, infelizmente eles não o sabem nem se comportam enquanto tal.
Pedidos através do email: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
Também todos devem ter percebido que este repulsivo episódio não abriu telejornais, não fez manchetes de jornais, não conheceu as habituais condenações por parte do comentariado. Afinal, o agressor não era um homem branco, um "extremista de direita", e a vitima um imigrante.
Este duplo-padrão obedece a uma lógica e é o resultado de anos de intoxicação.
O livro presente na imagem explica de forma demolidora o que está subjacente a esta imunidade judaica e que permite este povo comportar-se como "senhor do mundo".
Urge fazer frente ao poder judaico-sionista, pois os judeus são um povo como os outros, infelizmente eles não o sabem nem se comportam enquanto tal.
Pedidos através do email: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
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https://observador.pt/opiniao/o-copcon-e-o-delirio-revolucionario/
Artigo do Filipe Carvalho para repor a verdade dos factos acerca de um dos episódios mais infames da História portuguesa.
Artigo do Filipe Carvalho para repor a verdade dos factos acerca de um dos episódios mais infames da História portuguesa.
Observador
O COPCON e o delírio revolucionário
A violência do COPCON gerou a sua própria antítese, empurrando o país para a beira de uma guerra civil que só o 25 de Novembro logrou travar.
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Durante a ll Guerra Mundial a maior parte dos nacionalistas portugueses posicionaram-se ao lado do Eixo, desdobrando esse apoio através de um amplo conjunto de publicações, tais como A Esfera, Sinal, Espelho do Continente ou ainda a revista académica Jovem Europa.
Com o término do conflito, o Estado Novo optou por adoptar maior discrição ideológica, empurrando para a periferia política aqueles que haviam assumido publicamente o apoio ao Eixo, com Alfredo Pimenta à cabeça.
Foi precisamente este enorme vulto da cultura portuguesa e doutrinador da Portugalidade que, na companhia de vários indefectíveis, lançou em 1950 a revista Crónica, um veículo comunicacional nacionalista que também acolheu nas suas páginas vários nacionalistas estrangeiros como Jean Bayle ou G. A. Amaudruz. Esta publicação conheceu somente três números que ora apresentamos na fotografia.
Com o término do conflito, o Estado Novo optou por adoptar maior discrição ideológica, empurrando para a periferia política aqueles que haviam assumido publicamente o apoio ao Eixo, com Alfredo Pimenta à cabeça.
Foi precisamente este enorme vulto da cultura portuguesa e doutrinador da Portugalidade que, na companhia de vários indefectíveis, lançou em 1950 a revista Crónica, um veículo comunicacional nacionalista que também acolheu nas suas páginas vários nacionalistas estrangeiros como Jean Bayle ou G. A. Amaudruz. Esta publicação conheceu somente três números que ora apresentamos na fotografia.
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Partilhamos a informação que nos fizeram chegar:
«No próximo dia 28 de Maio os nacionalistas vão celebrar os 100 anos da gloriosa arrancada que resgatou Portugal da peçonha demo-liberal da I República.
Como todos os anos, a evocação da Revolução Nacional conhece múltiplos jantares de norte a sul do nosso país. Lisboa não deixará de o fazer.
Todos os nacionalistas, patriotas e identitários estão convocados para esta celebração de um 28 de Maio nacionalista e revolucionário!»
Para mais informações contactem por mensagem privada via whatsapp. Filipe Marques: 966558851
«No próximo dia 28 de Maio os nacionalistas vão celebrar os 100 anos da gloriosa arrancada que resgatou Portugal da peçonha demo-liberal da I República.
Como todos os anos, a evocação da Revolução Nacional conhece múltiplos jantares de norte a sul do nosso país. Lisboa não deixará de o fazer.
Todos os nacionalistas, patriotas e identitários estão convocados para esta celebração de um 28 de Maio nacionalista e revolucionário!»
Para mais informações contactem por mensagem privada via whatsapp. Filipe Marques: 966558851
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Vídeo do Comité 9 de Maio relativo à acção realizada em homenagem a Sébastien Deyzieu e demais camaradas assassinados pelo antifascismo.
Que o sangue por eles vertido seja o combustível diário nas nossas vidas, cujas dificuldades não são comparáveis perante os sacrifícios daqueles que perderam a vida, enfrentaram o hospital e viram-se privados da liberdade pela mais bela e justa das Causas!
Que o sangue por eles vertido seja o combustível diário nas nossas vidas, cujas dificuldades não são comparáveis perante os sacrifícios daqueles que perderam a vida, enfrentaram o hospital e viram-se privados da liberdade pela mais bela e justa das Causas!
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Está é uma colecção absolutamente singular, dedicada aos homens e às ideias que a narrativa oficial rotulou como “malditos”. Mais do que um simples conjunto de livros, esta é uma viagem rigorosa e sem concessões aos pensamentos e experiências que marcaram profundamente a história, mas que raramente são apresentados de forma directa ao público.
Ao longo desta colecção, o leitor encontrará um vasto acervo de escritos e discursos, agora finalmente traduzidos para português, permitindo um contacto autêntico com as fontes originais, sem filtros, sem interpretações impostas.
Para quem procura compreender genuinamente o que foram os fascismos, nas suas ideias, protagonistas e impactos, esta colecção afirma-se como uma ferramenta incontornável: essencial, provocadora e intelectualmente desafiante.
Pedidos para: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
Ao longo desta colecção, o leitor encontrará um vasto acervo de escritos e discursos, agora finalmente traduzidos para português, permitindo um contacto autêntico com as fontes originais, sem filtros, sem interpretações impostas.
Para quem procura compreender genuinamente o que foram os fascismos, nas suas ideias, protagonistas e impactos, esta colecção afirma-se como uma ferramenta incontornável: essencial, provocadora e intelectualmente desafiante.
Pedidos para: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
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