Resultado de um dia em que a esquerda saiu à rua, em jeito de desesperada prova de vida:
- Escasso, absolutamente ridículo, número de pessoas nas manifestações programadas. Um jamboree de escuteiros reúne mais gente.
- A despeito do respaldo da comunicação social, percebemos que, em momento algum, estiveram 3 milhões de portugueses em greve. Logo, confirma-se que a mentira é um expediente normalizado entre a esquerda.
- Uma turba, sob a forma de excrescência social, espelhou o que há de mais gráfico e odorificamente repulsivo na sociedade portuguesa.
Em conclusão, não apenas esta greve geral traduziu-se num grito (histérico) desperado de uma esquerda que emite o seu derradeiro suspiro, como, simultaneamente, fomos sujeitos a uma incessante agressão televisiva, em que a greve geral foi resignificada num autêntico desfile de fealdade, de aberrações humanas indescritíveis, que mesmo submetidas a reconstrução facial completa, tal jamais me faria apagar da memória o suplício a que fui exposto.
- João Martins
- Escasso, absolutamente ridículo, número de pessoas nas manifestações programadas. Um jamboree de escuteiros reúne mais gente.
- A despeito do respaldo da comunicação social, percebemos que, em momento algum, estiveram 3 milhões de portugueses em greve. Logo, confirma-se que a mentira é um expediente normalizado entre a esquerda.
- Uma turba, sob a forma de excrescência social, espelhou o que há de mais gráfico e odorificamente repulsivo na sociedade portuguesa.
Em conclusão, não apenas esta greve geral traduziu-se num grito (histérico) desperado de uma esquerda que emite o seu derradeiro suspiro, como, simultaneamente, fomos sujeitos a uma incessante agressão televisiva, em que a greve geral foi resignificada num autêntico desfile de fealdade, de aberrações humanas indescritíveis, que mesmo submetidas a reconstrução facial completa, tal jamais me faria apagar da memória o suplício a que fui exposto.
- João Martins
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𝐀 𝐉𝐮𝐧𝐭𝐚 𝐝𝐞 𝐅𝐫𝐞𝐠𝐮𝐞𝐬𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐀𝐫𝐫𝐨𝐢𝐨𝐬 𝐠𝐨𝐯𝐞𝐫𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐨𝐬 𝐰𝐨𝐤𝐞’𝐬 𝐝𝐨 𝐁𝐄/𝐏𝐒.
O tradicional Mercado de Natal passou a designar-se Mercado Comunitário de Inverno.
Depois dos vistos de residência para todos e da anunciada celebração do Dia da Vitória do Bangladesh, apagam o Natal, um período de fé, amor, união e fraternidade, celebrado em família.
Para esta gente, integrar imigrantes significa abdicar dos hábitos, costumes e datas que forjam a nossa identidade. E a verdade é que sem ela não somos nada.
O tradicional Mercado de Natal passou a designar-se Mercado Comunitário de Inverno.
Depois dos vistos de residência para todos e da anunciada celebração do Dia da Vitória do Bangladesh, apagam o Natal, um período de fé, amor, união e fraternidade, celebrado em família.
Para esta gente, integrar imigrantes significa abdicar dos hábitos, costumes e datas que forjam a nossa identidade. E a verdade é que sem ela não somos nada.
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Mais um formidável artigo do nosso colaborador, Filipe Carvalho, desta feita no Folha Nacional. O Filipe tem demonstrado consistentemente que há no nacionalismo uma sólida fibra intelectual e com muita qualidade.
Recordamos os mais distraídos que a Contra-Corrente lançou recentemente um instigante livro de bolso deste nosso camarada e que merece a vossa devida atenção.
Recordamos os mais distraídos que a Contra-Corrente lançou recentemente um instigante livro de bolso deste nosso camarada e que merece a vossa devida atenção.
Folha Nacional
"Pensar ofende?" - Folha Nacional
A paisagem mediática contemporânea na Europa assiste a uma transformação preocupante, onde a censura não se manifesta apenas pela interdição directa, mas antes por uma mais subtil, mas implacável, exclusão e difamação sistemáticas. O foco deste novo “cordão…
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Para terminar o ano 2025 da Contra-Corrente apresentamos um livro da autoria João Martins, activo-coeditor deste projecto editorial e histórico activista do nacionalismo português.
Em 𝐂𝐚𝐦𝐩𝐨 𝐝𝐞 𝐁𝐚𝐭𝐚𝐥𝐡𝐚: 𝐄𝐮𝐫𝐨𝐩𝐚 o autor percorre três milénios de história para revelar um fio condutor inquietante: as sucessivas invasões que moldaram e desafiaram o continente, da Antiguidade à actualidade. Hoje, a Europa volta a ser posta à prova, não por exércitos armados, mas por um fluxo migratório massivo que assume contornos de colonização e substituição populacional.
Este livro não é apenas uma obra de divulgação histórica; é também um alerta. Questiona as narrativas dominantes, denuncia as mentiras do passado usadas como armas psicológicas contra os europeus e mostra que o destino do continente dependerá da sua capacidade de resistir e reafirmar a sua identidade.
Três mil anos de invasões, três mil anos de resistência, e a batalha está em curso.
𝐏𝐕𝐏: 𝟏𝟐€
Encomendas para geral@editoracontracorrente.pt ou 930673766.
Em 𝐂𝐚𝐦𝐩𝐨 𝐝𝐞 𝐁𝐚𝐭𝐚𝐥𝐡𝐚: 𝐄𝐮𝐫𝐨𝐩𝐚 o autor percorre três milénios de história para revelar um fio condutor inquietante: as sucessivas invasões que moldaram e desafiaram o continente, da Antiguidade à actualidade. Hoje, a Europa volta a ser posta à prova, não por exércitos armados, mas por um fluxo migratório massivo que assume contornos de colonização e substituição populacional.
Este livro não é apenas uma obra de divulgação histórica; é também um alerta. Questiona as narrativas dominantes, denuncia as mentiras do passado usadas como armas psicológicas contra os europeus e mostra que o destino do continente dependerá da sua capacidade de resistir e reafirmar a sua identidade.
Três mil anos de invasões, três mil anos de resistência, e a batalha está em curso.
𝐏𝐕𝐏: 𝟏𝟐€
Encomendas para geral@editoracontracorrente.pt ou 930673766.
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A nação, sangue e tradição - Ernst Jünger.pdf
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Após o formidável acolhimento que teve o primeiro volume de Vozes Fascistas, já nos encontramos a trabalhar nos próximos volumes, que garantimos manterem o mesmo conteúdo de qualidade.
Colocamos ao vosso dispor um dos textos presentes no Volume I, relembrando que ainda temos exemplares para venda. Desfrutem.
Colocamos ao vosso dispor um dos textos presentes no Volume I, relembrando que ainda temos exemplares para venda. Desfrutem.
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"Em astronomia, o solstício de inverno é o dia em que o sol atinge o ponto mais baixo da elipse, como se recuasse e mergulhasse na noite. Na época das grandes glaciações, nesse dia, a humanidade de raça branca que permanecia no continente europeu celebrava a morte e a ressurreição do sol. Ao amanhecer, após a noite mais longa do ano, acendiam-se fogueiras em forma de roda para saudar o sol invicto que ressurgia do abismo. Hoje, no horizonte da Europa, é o solstício de inverno, o de este interminável inverno de submissão e vergonha. Mas nós acreditamos, queremos acreditar na ressurreição iminente da luz."
- Adriano Romualdi
- Adriano Romualdi
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Agradecemos ao jornalista Alexandre Malhado, da revista Sábado, por voltar a mencionar a Contra-Corrente e, assim, despertar maior interesse entre os seus leitores pela nossa lista de obras publicadas.
Porém, desde uma perspectiva editorial, devemos alertar quem nos lê que o artigo, entre incorrecções e falsidades, apresenta-se entediante e carente de "sumo".
Enfim, que credibilidade tem uma revista intitulada Sábado que geralmente sai às quinta-feiras e foi publicada hoje?
Porém, desde uma perspectiva editorial, devemos alertar quem nos lê que o artigo, entre incorrecções e falsidades, apresenta-se entediante e carente de "sumo".
Enfim, que credibilidade tem uma revista intitulada Sábado que geralmente sai às quinta-feiras e foi publicada hoje?
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O simbolismo do Natal na Tradição Ariana - Julius Evola.pdf
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A todos aqueles que sempre estiveram presentes, aos que colaboram connosco, a todos vós que nunca falham. Aos que compreendem que a Contra-Corrente é a expressão da militância desinteressada mas determinada, os nossos votos de um Feliz Natal.
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Porque a celebração do Natal está a ser alvo de uma ofensiva da esquerda apátrida, vários nacionalistas meteram em marcha no dia de hoje uma campanha de sensibilização da população lisboeta.
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Aqui fica o vídeo editado da acção de sensibilização pró-Natal, numa era em que mesmo o que é sagrado e, consequentemente, intocável é agora colocado em causa e cancelado.
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Em 26 de Dezembro de 2003, um grupo de nacionalistas italianos invadiu um prédio abandonado na rua Napoleão III, em Roma.
Eles exigiam moradias para os italianos e decidiram chamar a si o controlo do seu destino, abandonando a mendicância política em favor da relação de força.
22 anos depois, aquele edifício ainda se encontra sob o controlo deles e o seu exemplo de audácia, coragem e determinação fez da Casa Pound uma das comunidades políticas nacionalistas de referência, um símbolo e uma inspiração fora de Itália.
Parabéns Casa Pound Itália!
Lunga vita ai sogni!
Lunga vita a Casa Pound!
Eles exigiam moradias para os italianos e decidiram chamar a si o controlo do seu destino, abandonando a mendicância política em favor da relação de força.
22 anos depois, aquele edifício ainda se encontra sob o controlo deles e o seu exemplo de audácia, coragem e determinação fez da Casa Pound uma das comunidades políticas nacionalistas de referência, um símbolo e uma inspiração fora de Itália.
Parabéns Casa Pound Itália!
Lunga vita ai sogni!
Lunga vita a Casa Pound!
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Morreu Brigitte Bardot, actriz e figura icónica do séc. XX, cuja rebeldia e inconformismo ficaram associadas à sua imagem.
O seu activismo pelos direitos dos animais mereceu a denúncia de organizações antirracistas e a condenação, por diversas vezes, em França, por “insultos públicos e incitação ao ódio racial”, particularmente contra muçulmanos por causa do abate ritual (hallal) de animais.
Modelo de emancipação da mulher e epítome da feminilidade em contraste com o aberrante feminismo, nunca pactuou com o progressismo feminista e criticou o movimento #MeToo, que considerava "hipócrita" e "ridículo".
Foi uma lenda popular, adorada, depois julgada, depois condenada. Mas nunca foi domesticada e por essa mesma razão era amiga de Jean-Marie Le Pen. Nunca pediu autorização para ser quem era. Extinguiu-se hoje uma rebelde com causas. Deixou-nos o exemplo.
O seu activismo pelos direitos dos animais mereceu a denúncia de organizações antirracistas e a condenação, por diversas vezes, em França, por “insultos públicos e incitação ao ódio racial”, particularmente contra muçulmanos por causa do abate ritual (hallal) de animais.
Modelo de emancipação da mulher e epítome da feminilidade em contraste com o aberrante feminismo, nunca pactuou com o progressismo feminista e criticou o movimento #MeToo, que considerava "hipócrita" e "ridículo".
Foi uma lenda popular, adorada, depois julgada, depois condenada. Mas nunca foi domesticada e por essa mesma razão era amiga de Jean-Marie Le Pen. Nunca pediu autorização para ser quem era. Extinguiu-se hoje uma rebelde com causas. Deixou-nos o exemplo.
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- "𝘿𝙞𝙨𝙘𝙧𝙚𝙩𝙤, 𝙥𝙖𝙘𝙞𝙚𝙣𝙩𝙚, 𝙢𝙚𝙩ó𝙙𝙞𝙘𝙤, 𝙚𝙨𝙩𝙪𝙙𝙞𝙤𝙨𝙤, 𝙡𝙞𝙘𝙚𝙣𝙘𝙞𝙖𝙙𝙤, 𝙘𝙤𝙢 𝙤 𝙙𝙤𝙢 𝙙𝙖 𝙥𝙖𝙡𝙖𝙫𝙧𝙖 - 𝙨ã𝙤 𝙖𝙡𝙜𝙪𝙢𝙖𝙨 𝙙𝙖𝙨 𝙘𝙖𝙥𝙖𝙘𝙞𝙙𝙖𝙙𝙚𝙨 𝙦𝙪𝙚 𝙡𝙝𝙚 𝙨ã𝙤 𝙖𝙥𝙤𝙣𝙩𝙖𝙙𝙖𝙨 𝙥𝙤𝙧 𝙖𝙣𝙖𝙡𝙞𝙨𝙩𝙖𝙨 𝙙𝙖𝙨 𝙖𝙪𝙩𝙤𝙧𝙞𝙙𝙖𝙙𝙚𝙨 𝙦𝙪𝙚 𝙖𝙘𝙤𝙢𝙥𝙖𝙣𝙝𝙖𝙢 𝙖 𝙚𝙫𝙤𝙡𝙪çã𝙤 𝙙𝙖 𝙚𝙭𝙩𝙧𝙚𝙢𝙖-𝙙𝙞𝙧𝙚𝙞𝙩𝙖 𝙚𝙢 𝙋𝙤𝙧𝙩𝙪𝙜𝙖𝙡." (Diário de Notícias)
- "𝙅𝙤ã𝙤 𝙈𝙖𝙧𝙩𝙞𝙣𝙨 𝙩𝙚𝙢 𝙨𝙞𝙙𝙤 𝙪𝙢 𝙙𝙤𝙨 𝙥𝙧𝙞𝙣𝙘𝙞𝙥𝙖𝙞𝙨 𝙧𝙤𝙨𝙩𝙤𝙨 𝙙𝙖 𝙚𝙭𝙩𝙧𝙚𝙢𝙖-𝙙𝙞𝙧𝙚𝙞𝙩𝙖 𝙚𝙢 𝙋𝙤𝙧𝙩𝙪𝙜𝙖𝙡." (Revista Sábado)
- "𝙅𝙤ã𝙤 𝙈𝙖𝙧𝙩𝙞𝙣𝙨, 𝙫𝙚𝙡𝙝𝙤 𝙘𝙤𝙣𝙝𝙚𝙘𝙞𝙙𝙤 𝙙𝙖 á𝙧𝙚𝙖 𝙣𝙖𝙘𝙞𝙤𝙣𝙖𝙡𝙞𝙨𝙩𝙖." (Revista Visão)
Entre outras tiradas sensacionalistas do jornalismo-activista ou serviçal dos grupos empresariais, assim é descrito o autor de um livro que vai dar que falar, uma obra que é simultaneamente um lembrete histórico das agressões a que a Europa foi sujeita nos últimos 3000 anos, como também um manifesto de resistência contra a substituição populacional derivada da invasão imigrante.
A primeira edição do livro está a esgotar, portanto, adquira já o seu exemplar através do email: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
- "𝙅𝙤ã𝙤 𝙈𝙖𝙧𝙩𝙞𝙣𝙨 𝙩𝙚𝙢 𝙨𝙞𝙙𝙤 𝙪𝙢 𝙙𝙤𝙨 𝙥𝙧𝙞𝙣𝙘𝙞𝙥𝙖𝙞𝙨 𝙧𝙤𝙨𝙩𝙤𝙨 𝙙𝙖 𝙚𝙭𝙩𝙧𝙚𝙢𝙖-𝙙𝙞𝙧𝙚𝙞𝙩𝙖 𝙚𝙢 𝙋𝙤𝙧𝙩𝙪𝙜𝙖𝙡." (Revista Sábado)
- "𝙅𝙤ã𝙤 𝙈𝙖𝙧𝙩𝙞𝙣𝙨, 𝙫𝙚𝙡𝙝𝙤 𝙘𝙤𝙣𝙝𝙚𝙘𝙞𝙙𝙤 𝙙𝙖 á𝙧𝙚𝙖 𝙣𝙖𝙘𝙞𝙤𝙣𝙖𝙡𝙞𝙨𝙩𝙖." (Revista Visão)
Entre outras tiradas sensacionalistas do jornalismo-activista ou serviçal dos grupos empresariais, assim é descrito o autor de um livro que vai dar que falar, uma obra que é simultaneamente um lembrete histórico das agressões a que a Europa foi sujeita nos últimos 3000 anos, como também um manifesto de resistência contra a substituição populacional derivada da invasão imigrante.
A primeira edição do livro está a esgotar, portanto, adquira já o seu exemplar através do email: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
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Acca Larenzia, o dever de recordar.
Hoje, como todos os anos, recordamos os camaradas mortos no massacre de Acca Larenzia.
7 de Janeiro de 1978. Franco Bigonzetti, Francesco Ciavatta e Stefano Recchioni, jovens militantes do Movimento Social Italiano, foram assassinados a sangue frio perto da sede do partido em Acca Larenzia, os dois primeiros pelos comunistas e o terceiro pelas forças da ordem.
A todos os camaradas caídos: Presente!
Hoje, como todos os anos, recordamos os camaradas mortos no massacre de Acca Larenzia.
7 de Janeiro de 1978. Franco Bigonzetti, Francesco Ciavatta e Stefano Recchioni, jovens militantes do Movimento Social Italiano, foram assassinados a sangue frio perto da sede do partido em Acca Larenzia, os dois primeiros pelos comunistas e o terceiro pelas forças da ordem.
A todos os camaradas caídos: Presente!
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