Repousa em Paz, Camarada José Carlos Craveiro Lopes, exemplo de Militante Nacionalista, Combatente do Ultramar e do ELP.!
Eras um dos últimos de uma Geração de Ferro que nunca se rendeu, um Filho de um Império onde o Sol nunca se punha.
Voa agora com as Águias, José Carlos!!!!
De braço ao alto, juramos ser Fiéis à Tua Memória e ao Teu Exemplo!!
Eras um dos últimos de uma Geração de Ferro que nunca se rendeu, um Filho de um Império onde o Sol nunca se punha.
Voa agora com as Águias, José Carlos!!!!
De braço ao alto, juramos ser Fiéis à Tua Memória e ao Teu Exemplo!!
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DISLATES DE TORNA-VIAGEM
Segundo leio no Expresso, o catálogo de uma exposição da Gulbenkian ostenta uma pérola de cultura: "um texto de Eliane Brum, a mais premiada jornalista brasileira, responsabiliza os portugueses contemporâneos pelas consequências negativas da colonização, como a apropriação de terras indígenas e a escravidão."
Seria assim uma espécie de culpa colectiva, transmitida geracionalmente, e que pesaria sobre os portugueses de hoje em dia. Espantou-me logo uma confusão notória: nós, portugueses de hoje, não somos os descendentes dos que para lá foram e lá se fixaram, somos os descendentes dos que cá ficaram.
Ao contrário, e não sabendo quem era a senhora, acabei por verificar que ela é que visivelmente se enquadra nessa categoria infamante: branquinha, de apelido bem açoreano, é sem dúvida parcela integrante dos responsáveis de tais desgraças. Descende dos que para lá foram e ficaram.
Sim, porque a senhora, conforme averiguei na net, não é nenhuma indígena, de tanga na cintura, mamocas ao léu e argolas nas ventas. É bem europeia, com ademanes de grã-fina, e exprime-se em português, não em guarani ou guajajara. (E escreve com tudo pago pela Gulbenkian, num infeliz exercício de autoflagelação masoquista muito vulgarizado entre nós).
Em termos muito simples: eu não tenho culpa ou responsabilidade nenhuma sobre o que se passou ou se passa no Brasil, a senhora é que provavelmente terá alguma.
Há uns anos o Brasil comemorou com estrondo os seus duzentos anos de independência, altura em que berrou ao mundo que nada tinha a ver com Portugal. Já é tempo mais do que suficiente para podermos, com toda a legitimidade, dizer que os brasileiros é que são responsáveis pelo que se passa no Brasil. Que passem bem, e nos deixem em paz.
- José Lúcio
Segundo leio no Expresso, o catálogo de uma exposição da Gulbenkian ostenta uma pérola de cultura: "um texto de Eliane Brum, a mais premiada jornalista brasileira, responsabiliza os portugueses contemporâneos pelas consequências negativas da colonização, como a apropriação de terras indígenas e a escravidão."
Seria assim uma espécie de culpa colectiva, transmitida geracionalmente, e que pesaria sobre os portugueses de hoje em dia. Espantou-me logo uma confusão notória: nós, portugueses de hoje, não somos os descendentes dos que para lá foram e lá se fixaram, somos os descendentes dos que cá ficaram.
Ao contrário, e não sabendo quem era a senhora, acabei por verificar que ela é que visivelmente se enquadra nessa categoria infamante: branquinha, de apelido bem açoreano, é sem dúvida parcela integrante dos responsáveis de tais desgraças. Descende dos que para lá foram e ficaram.
Sim, porque a senhora, conforme averiguei na net, não é nenhuma indígena, de tanga na cintura, mamocas ao léu e argolas nas ventas. É bem europeia, com ademanes de grã-fina, e exprime-se em português, não em guarani ou guajajara. (E escreve com tudo pago pela Gulbenkian, num infeliz exercício de autoflagelação masoquista muito vulgarizado entre nós).
Em termos muito simples: eu não tenho culpa ou responsabilidade nenhuma sobre o que se passou ou se passa no Brasil, a senhora é que provavelmente terá alguma.
Há uns anos o Brasil comemorou com estrondo os seus duzentos anos de independência, altura em que berrou ao mundo que nada tinha a ver com Portugal. Já é tempo mais do que suficiente para podermos, com toda a legitimidade, dizer que os brasileiros é que são responsáveis pelo que se passa no Brasil. Que passem bem, e nos deixem em paz.
- José Lúcio
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Novo texto do nosso colaborador Filipe Carvalho, desta feita dedicado ao confronto ideológico entre a miscigenação promovida por Kalergi e o autor Identitário espanhol Ernesto Milá. A ler aqui.
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Do idealismo inconsequente à mobilização da conspiração
"Do idealismo inconsequente à mobilização da conspiração" A Europa, enquanto ideia e civilização, encontra-se hoje num interre...
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Acabados de publicar, dois livros de bolso que devem constar na tua biblioteca de formação política. Um texto do nacionalista-revolucionário espanhol Santiago Prestel que nos insta a fazer frente ao grande mal do mundo contemporâneo (pese embora alguns ditos nacionalistas não o terem ainda entendido), o Liberalismo.
O outro livro trata-se da estreia literária do nosso colaborador Filipe Carvalho e que nos brinda com um assaz interessante romance em jeito de crítica ao flagelo dos egos inflamados que tantas vezes prejudica o real objectivo da nossa luta, permeado com maturadas reflexões ideológicas.
Cada volume tem o valor de 6€ e podem ser encomendados pelos canais habituais.
O outro livro trata-se da estreia literária do nosso colaborador Filipe Carvalho e que nos brinda com um assaz interessante romance em jeito de crítica ao flagelo dos egos inflamados que tantas vezes prejudica o real objectivo da nossa luta, permeado com maturadas reflexões ideológicas.
Cada volume tem o valor de 6€ e podem ser encomendados pelos canais habituais.
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Sete toneladas de cimento foram precisas para esconder o corpos de 14 nacionalistas romenos, acabadinhos de serem assassinados pela polícia. Primeiro, banharam os corpos em ácido para os desfigurar, depois enterraram-nos e cobriram-nos. Local nos jardins da prisão política de Jilava, perto de Bucareste, na Roménia. Entre esses Homens estava o fundador da Legião do Arcanjo São Miguel (a Guarda de Ferro), Corneliu Zelea Codreanu. Estrangulado com um garrote, e depois com um tiro de misericórdia na cabeça. Morreu a 30 de Novembro de 1938. O principal responsável pela atitude dos polícias foi o Rei Carol, que depois da 2ª guerra acabou os seus dias no remanso do Portugal Salazarista.
Codreanu é hoje uma das figuras mais emblemáticas europeias. Uma multidão de Escritores, Poetas e Dramaturgos têem-no como referenciais das suas mais belas obras literárias. De entre eles temos Mircea Eliade: Inspirou o personagem Ieronim Thanase no livro Dezanove Rosas, um dos mais belos do Autor.
-J. C. Craveiro Lopes (1947-2025)
Codreanu é hoje uma das figuras mais emblemáticas europeias. Uma multidão de Escritores, Poetas e Dramaturgos têem-no como referenciais das suas mais belas obras literárias. De entre eles temos Mircea Eliade: Inspirou o personagem Ieronim Thanase no livro Dezanove Rosas, um dos mais belos do Autor.
-J. C. Craveiro Lopes (1947-2025)
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Portugal já conta com uma secção do Active Club em Lisboa. Podem aceder ao canal aqui.
Telegram
Active Club Lisboa
Enquanto os fracos se rendem, ergue-te em fúria contra o mundo moderno.
activeclublisboa@proton.me
Junta-te á REVOLTA.
🇵🇹🏴☠️ XIV
activeclublisboa@proton.me
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🇵🇹🏴☠️ XIV
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A Contra-Corrente tem disponível para venda o último livro do Filósofo e Politólogo, Russo, Aleksandr Dugin – “A REVOLUÇÃO TRUMP: UMA NOVA ORDEM DE GRANDES POTÊNCIAS”, traduzido, da edição original, “РЕВОЛЮЦИЯ ДОНАЛЬДА ТРАМПА. ПОРЯДОК ВЕЛИКИХ ДЕРЖАВ”.
Com Prefácio do Major-General Carlos Branco, e Posfácio do co-Editor da Contra-Corrente Rui Amiguinho, com Jorge Castela como organizador e autor da Apresentação: “TRUMP versus PUTIN – a perspectiva de Alexandr Dugin e como as peças do ‘Puzzle Trump’ estão a deslocar a ‘Janela de Overton’ – a Revolução que mudou o mundo."
Para além destes, o livro conta com vários textos em adenda directamente relacionados com esta temática, de autores como Constantin von Hoffmeister, João Martins ou Raphael Machado.
294 páginas, formato 152x229. PVP 15 € (portes incluídos em correio normal).
Encomendas para geral@editoracontracorrente.pt ou 930673766.
Com Prefácio do Major-General Carlos Branco, e Posfácio do co-Editor da Contra-Corrente Rui Amiguinho, com Jorge Castela como organizador e autor da Apresentação: “TRUMP versus PUTIN – a perspectiva de Alexandr Dugin e como as peças do ‘Puzzle Trump’ estão a deslocar a ‘Janela de Overton’ – a Revolução que mudou o mundo."
Para além destes, o livro conta com vários textos em adenda directamente relacionados com esta temática, de autores como Constantin von Hoffmeister, João Martins ou Raphael Machado.
294 páginas, formato 152x229. PVP 15 € (portes incluídos em correio normal).
Encomendas para geral@editoracontracorrente.pt ou 930673766.
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A administração Trump assumiu aquela que constitui a tomada de posição mais importante da nossa era, plasmada na estratégia de segurança nacional dos EUA, Nunca um Estado pós-1945 havia denunciado o imigracionismo de forma tão veemente.
Que os europeus percebam que aquilo que está em causa é a sua própria extinção e esta é para sempre.
Vejam a notícia aqui e acedam ao documento do governo norte-americano.
Que os europeus percebam que aquilo que está em causa é a sua própria extinção e esta é para sempre.
Vejam a notícia aqui e acedam ao documento do governo norte-americano.
SAPO
Trump: Migração fará cultura europeia desaparecer
Donald Trump entende que as políticas migratórias de muitos países europeus levarão ao declínio e consequente desaparecimento da civilização europeia. Ideias foram partilhadas num documento oficial.
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O Bastião Rural é um grupo Identitário que, como a designação indica, aposta no regresso ao campo, a uma vida norteada pelos valores ancestrais e em comunhão com a natureza.
Sigam o canal do grupo aqui.
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Bastião Rural
Família, Identidade, Paganismo & Ruralidade
Family, Identity, Paganism & Rurality
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Acerca da polémica em torno da presença dos nossos parceiros da editora Passaggio al Bosco numa feira do livro italiana, uma gentil referência à Contra-Corrente pela pena do nosso camarada José Almeida.
A Passaggio al Bosco foi alvo de uma tentativa de boicote, mas tal traduziu-se por um sucesso de vendas.
Lembrem-se, o inimigo quer silenciar-nos, receiam que as pessoas leiam e percebam a justeza e beleza das nossas ideias. Apoiem a imprensa nacionalista.
Podem ler o artigo aqui.
A Passaggio al Bosco foi alvo de uma tentativa de boicote, mas tal traduziu-se por um sucesso de vendas.
Lembrem-se, o inimigo quer silenciar-nos, receiam que as pessoas leiam e percebam a justeza e beleza das nossas ideias. Apoiem a imprensa nacionalista.
Podem ler o artigo aqui.
Barbadillo
Più libri più liberi: il caso Passaggio al Bosco visto dal Portogallo
La polemica su Passaggio al Posco a PLPL Fra il 4 e l'8 dicembre si è tenuta a Roma la
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Resultado de um dia em que a esquerda saiu à rua, em jeito de desesperada prova de vida:
- Escasso, absolutamente ridículo, número de pessoas nas manifestações programadas. Um jamboree de escuteiros reúne mais gente.
- A despeito do respaldo da comunicação social, percebemos que, em momento algum, estiveram 3 milhões de portugueses em greve. Logo, confirma-se que a mentira é um expediente normalizado entre a esquerda.
- Uma turba, sob a forma de excrescência social, espelhou o que há de mais gráfico e odorificamente repulsivo na sociedade portuguesa.
Em conclusão, não apenas esta greve geral traduziu-se num grito (histérico) desperado de uma esquerda que emite o seu derradeiro suspiro, como, simultaneamente, fomos sujeitos a uma incessante agressão televisiva, em que a greve geral foi resignificada num autêntico desfile de fealdade, de aberrações humanas indescritíveis, que mesmo submetidas a reconstrução facial completa, tal jamais me faria apagar da memória o suplício a que fui exposto.
- João Martins
- Escasso, absolutamente ridículo, número de pessoas nas manifestações programadas. Um jamboree de escuteiros reúne mais gente.
- A despeito do respaldo da comunicação social, percebemos que, em momento algum, estiveram 3 milhões de portugueses em greve. Logo, confirma-se que a mentira é um expediente normalizado entre a esquerda.
- Uma turba, sob a forma de excrescência social, espelhou o que há de mais gráfico e odorificamente repulsivo na sociedade portuguesa.
Em conclusão, não apenas esta greve geral traduziu-se num grito (histérico) desperado de uma esquerda que emite o seu derradeiro suspiro, como, simultaneamente, fomos sujeitos a uma incessante agressão televisiva, em que a greve geral foi resignificada num autêntico desfile de fealdade, de aberrações humanas indescritíveis, que mesmo submetidas a reconstrução facial completa, tal jamais me faria apagar da memória o suplício a que fui exposto.
- João Martins
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𝐀 𝐉𝐮𝐧𝐭𝐚 𝐝𝐞 𝐅𝐫𝐞𝐠𝐮𝐞𝐬𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐀𝐫𝐫𝐨𝐢𝐨𝐬 𝐠𝐨𝐯𝐞𝐫𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐨𝐬 𝐰𝐨𝐤𝐞’𝐬 𝐝𝐨 𝐁𝐄/𝐏𝐒.
O tradicional Mercado de Natal passou a designar-se Mercado Comunitário de Inverno.
Depois dos vistos de residência para todos e da anunciada celebração do Dia da Vitória do Bangladesh, apagam o Natal, um período de fé, amor, união e fraternidade, celebrado em família.
Para esta gente, integrar imigrantes significa abdicar dos hábitos, costumes e datas que forjam a nossa identidade. E a verdade é que sem ela não somos nada.
O tradicional Mercado de Natal passou a designar-se Mercado Comunitário de Inverno.
Depois dos vistos de residência para todos e da anunciada celebração do Dia da Vitória do Bangladesh, apagam o Natal, um período de fé, amor, união e fraternidade, celebrado em família.
Para esta gente, integrar imigrantes significa abdicar dos hábitos, costumes e datas que forjam a nossa identidade. E a verdade é que sem ela não somos nada.
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