Sara, uma subscritora da Linha Dura, enviou-nos esta fotografia do seu exemplar, o número 7 da revista que mais curiosidade desperta em Portugal, não fosse uma boa fatia dos leitores desta publicação jornalistas e agentes das polícias secretas, e a quem muito agradecemos o interesse e a ajuda em tornar este periódico um sucesso de vendas.
Os interessados em adquirir a Linha Dura devem contactar-nos por e-mail geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
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Hoje no semanário O Diabo, pela pena de João Martins, a primeira parte de um artigo sobre a desmontagem das nossas marinhas (mercante e de guerra), um projecto encetado após o 25 de Abril e que tem um impacto directo na soberania nacional, na nossa economia e no tecido laboral, assim como, no desaparecimento de conhecimentos e experiência náutica.
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Por movimento entende-se desenvolvimento, crescimento.
E assim é em Braga, com os nacionalistas ali residentes que surgem com um novo projecto de activismo nacionalista e ao qual todos os camaradas nacionalistas Identitários do Minho devem apoiar e aderir.
Sigam o grupo Braga Activa!
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Braga⚙️Activa
DEFENDE A TUA TERRA
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Através da editora Guerra e Paz, o especialista de créditos firmados no tema da escravatura, João Pedro Marques, tem publicado o seu precioso trabalho de paciente e científica desmontagem da narrativa que imputa aos portugueses e, por extensão, aos europeus, a exclusiva responsabilidade pela prática do esclavagismo e, consequentemente, exige reparações históricas, por via de indemnizações monetárias.
Leiam os professor João Pedro Marques para poderem devidamente apetrechar o vosso argumentário acerca deste tema tão premente.
Leiam os professor João Pedro Marques para poderem devidamente apetrechar o vosso argumentário acerca deste tema tão premente.
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Na presente edição do semanário O Diabo, a segunda parte de um texto de João Martins dedicado às Marinhas Mercante e de Guerra. A Armada portuguesa enfrenta uma situação calamitosa em que a sua actividade mais usual é o abate das suas vetustas embarcações. Triste sina de um ramo das Forças Armadas que de tantas glórias revestiu o nosso país.
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Artigo do co-editor da Contra-Corrente sobre uma personagem histórica pouco conhecida, um Gramsci que optou por envergar a camisa negra fascista.
Arktos Journal
Arktos Journal
Arktosjournal
The Other Gramsci
by João Martins
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Fala-se muito de fascismo, mas quantos sabem verdadeiramente o que foi e o que diziam os fascistas?
Esta obra convida o leitor a ir além dos rótulos e das simplificações, reunindo uma selecção rigorosa de textos escritos pelos próprios protagonistas e estudiosos dos movimentos fascistas.
Este é o primeiro volume de uma colecção que oferece uma oportunidade única: compreender o ideário fascista na primeira pessoa, sem intermediários nem distorções.
Este é um livro que desafia preconceitos, esclarece confusões e abre espaço ao conhecimento crítico.
Com o PvP de 14€, pode adquirir o seu exemplar através do email: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
Esta obra convida o leitor a ir além dos rótulos e das simplificações, reunindo uma selecção rigorosa de textos escritos pelos próprios protagonistas e estudiosos dos movimentos fascistas.
Este é o primeiro volume de uma colecção que oferece uma oportunidade única: compreender o ideário fascista na primeira pessoa, sem intermediários nem distorções.
Este é um livro que desafia preconceitos, esclarece confusões e abre espaço ao conhecimento crítico.
Com o PvP de 14€, pode adquirir o seu exemplar através do email: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
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O actvismo Identitário abriu uma nova frente de combate com o Centro Académico Tradicionalista, uma iniciativa de jovens universitários muito meritória e que se insere na revolução silenciosa que está em marcha no nosso país.
Podem aceder à sua página clicando aqui.
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Centro Académico Tradicionalis | Instagram, Facebook | Linktree
Tradicionalismo não é obscurantismo
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Filipe Carvalho é um autor promissor tanto pela sua originalidade como pela dinâmica com que nos tem brindado com os seus textos nas mais diversas plataformas online. E tanto assim é que brevemente a Contra-Corrente terá mais novidades do Filipe Carvalho. Estejam atentos, mas para já leiam este seu recente escrito aqui.
Blogspot
"Yukio Mishima e o suicídio da Europa "
"Yukio Mishima e o suicídio da Europa" A 25 de Novembro de 1970, Yukio Mishima, um dos mais proeminentes e controversos escritor...
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Revista NovaAlvorada Vol. I .pdf
2.1 MB
Obra do Centro Académico Tradicional, a publicação Nova Alvorada apresenta-se como a vanguarda intelectual do pensamento contra-revolucionário português. Deixamos aqui os três números desta revista que merece a vossa demorada atenção e o devido apoio ao CAT.
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Repousa em Paz, Camarada José Carlos Craveiro Lopes, exemplo de Militante Nacionalista, Combatente do Ultramar e do ELP.!
Eras um dos últimos de uma Geração de Ferro que nunca se rendeu, um Filho de um Império onde o Sol nunca se punha.
Voa agora com as Águias, José Carlos!!!!
De braço ao alto, juramos ser Fiéis à Tua Memória e ao Teu Exemplo!!
Eras um dos últimos de uma Geração de Ferro que nunca se rendeu, um Filho de um Império onde o Sol nunca se punha.
Voa agora com as Águias, José Carlos!!!!
De braço ao alto, juramos ser Fiéis à Tua Memória e ao Teu Exemplo!!
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DISLATES DE TORNA-VIAGEM
Segundo leio no Expresso, o catálogo de uma exposição da Gulbenkian ostenta uma pérola de cultura: "um texto de Eliane Brum, a mais premiada jornalista brasileira, responsabiliza os portugueses contemporâneos pelas consequências negativas da colonização, como a apropriação de terras indígenas e a escravidão."
Seria assim uma espécie de culpa colectiva, transmitida geracionalmente, e que pesaria sobre os portugueses de hoje em dia. Espantou-me logo uma confusão notória: nós, portugueses de hoje, não somos os descendentes dos que para lá foram e lá se fixaram, somos os descendentes dos que cá ficaram.
Ao contrário, e não sabendo quem era a senhora, acabei por verificar que ela é que visivelmente se enquadra nessa categoria infamante: branquinha, de apelido bem açoreano, é sem dúvida parcela integrante dos responsáveis de tais desgraças. Descende dos que para lá foram e ficaram.
Sim, porque a senhora, conforme averiguei na net, não é nenhuma indígena, de tanga na cintura, mamocas ao léu e argolas nas ventas. É bem europeia, com ademanes de grã-fina, e exprime-se em português, não em guarani ou guajajara. (E escreve com tudo pago pela Gulbenkian, num infeliz exercício de autoflagelação masoquista muito vulgarizado entre nós).
Em termos muito simples: eu não tenho culpa ou responsabilidade nenhuma sobre o que se passou ou se passa no Brasil, a senhora é que provavelmente terá alguma.
Há uns anos o Brasil comemorou com estrondo os seus duzentos anos de independência, altura em que berrou ao mundo que nada tinha a ver com Portugal. Já é tempo mais do que suficiente para podermos, com toda a legitimidade, dizer que os brasileiros é que são responsáveis pelo que se passa no Brasil. Que passem bem, e nos deixem em paz.
- José Lúcio
Segundo leio no Expresso, o catálogo de uma exposição da Gulbenkian ostenta uma pérola de cultura: "um texto de Eliane Brum, a mais premiada jornalista brasileira, responsabiliza os portugueses contemporâneos pelas consequências negativas da colonização, como a apropriação de terras indígenas e a escravidão."
Seria assim uma espécie de culpa colectiva, transmitida geracionalmente, e que pesaria sobre os portugueses de hoje em dia. Espantou-me logo uma confusão notória: nós, portugueses de hoje, não somos os descendentes dos que para lá foram e lá se fixaram, somos os descendentes dos que cá ficaram.
Ao contrário, e não sabendo quem era a senhora, acabei por verificar que ela é que visivelmente se enquadra nessa categoria infamante: branquinha, de apelido bem açoreano, é sem dúvida parcela integrante dos responsáveis de tais desgraças. Descende dos que para lá foram e ficaram.
Sim, porque a senhora, conforme averiguei na net, não é nenhuma indígena, de tanga na cintura, mamocas ao léu e argolas nas ventas. É bem europeia, com ademanes de grã-fina, e exprime-se em português, não em guarani ou guajajara. (E escreve com tudo pago pela Gulbenkian, num infeliz exercício de autoflagelação masoquista muito vulgarizado entre nós).
Em termos muito simples: eu não tenho culpa ou responsabilidade nenhuma sobre o que se passou ou se passa no Brasil, a senhora é que provavelmente terá alguma.
Há uns anos o Brasil comemorou com estrondo os seus duzentos anos de independência, altura em que berrou ao mundo que nada tinha a ver com Portugal. Já é tempo mais do que suficiente para podermos, com toda a legitimidade, dizer que os brasileiros é que são responsáveis pelo que se passa no Brasil. Que passem bem, e nos deixem em paz.
- José Lúcio
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Novo texto do nosso colaborador Filipe Carvalho, desta feita dedicado ao confronto ideológico entre a miscigenação promovida por Kalergi e o autor Identitário espanhol Ernesto Milá. A ler aqui.
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Do idealismo inconsequente à mobilização da conspiração
"Do idealismo inconsequente à mobilização da conspiração" A Europa, enquanto ideia e civilização, encontra-se hoje num interre...
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Acabados de publicar, dois livros de bolso que devem constar na tua biblioteca de formação política. Um texto do nacionalista-revolucionário espanhol Santiago Prestel que nos insta a fazer frente ao grande mal do mundo contemporâneo (pese embora alguns ditos nacionalistas não o terem ainda entendido), o Liberalismo.
O outro livro trata-se da estreia literária do nosso colaborador Filipe Carvalho e que nos brinda com um assaz interessante romance em jeito de crítica ao flagelo dos egos inflamados que tantas vezes prejudica o real objectivo da nossa luta, permeado com maturadas reflexões ideológicas.
Cada volume tem o valor de 6€ e podem ser encomendados pelos canais habituais.
O outro livro trata-se da estreia literária do nosso colaborador Filipe Carvalho e que nos brinda com um assaz interessante romance em jeito de crítica ao flagelo dos egos inflamados que tantas vezes prejudica o real objectivo da nossa luta, permeado com maturadas reflexões ideológicas.
Cada volume tem o valor de 6€ e podem ser encomendados pelos canais habituais.
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