Há uma velha característica dos meios políticos nacionalistas, ou pelo menos de boa parte dos seus simpatizantes, que é a tendência para explicar o mundo de uma forma caricatural e simplificada através de teorias de conspirações secretas a que só um pequeno grupo de iniciados consegue aceder.
Os mentores por detrás desses planos secretos variam conforme o ódio de estimação dos que apresentam essas teorias: ora são os judeus, ora são os islâmicos, por vezes é a maçonaria, noutros casos o Bilderberg ou a Comissão Trilateral, os Rothschild, uma cúpula secreta de banqueiros, etc. E a estes poderíamos acrescentar mais.
Estas simplificações da realidade são incorrectas. A situação social, económica e política no Ocidente não é o resultado de uma acção maquiavélica de um grupo, mas o natural resultado do jogo de equilíbrios, de alternâncias, de vontades, que muitos e diferentes grupos influentes levam a cabo para fazerem avançar os seus interesses. O estado político do Ocidente é fruto de um mundo multipolar e não de uma conspiração secreta de um grupo específico que tudo controla e manipula.
Não quer isto dizer que os lóbis que listámos acima não existam, que não conspirem, que não tenham muito poder, ou que não sejam parcialmente responsáveis pelo actual modelo civilizacional. Mas não são, certamente, capazes de definir o futuro do mundo à sua vontade como se não existissem inúmeras variáveis incontroláveis ou antagónicas aos seus desejos. É preciso inclusive perceber que, mesmo dentro desses grupos existem interesses e ideias divergentes. Por exemplo: existem muitas diferenças que afastam a maçonaria regular da maçonaria irregular e muitas lojas distintas dentro de cada uma delas…
O raciocínio simplificador que leva a escolher um determinado grupo como causa de todos os males é prejudicial de várias formas:
1 – Pode conduzir a uma má leitura dos problemas e, consequentemente, dos adversários; que são geralmente mais numerosos, menos poderosos e mais complexos;
2 – Pode descredibilizar aos olhos da sociedade o poder que efectivamente alguns daqueles lóbis possuem e que deve ser exposto e combatido, mas com seriedade.
3- Pode criar nalguns uma sensação de poder excessivo por parte de qualquer daqueles lóbis que paralise a acção de resistência, devido ao medo dos hipotéticos perigos e consequências, reforçando assim, inadvertidamente, o poder efectivo dos mesmos lóbis.
- Rodrigo Penedo
Os mentores por detrás desses planos secretos variam conforme o ódio de estimação dos que apresentam essas teorias: ora são os judeus, ora são os islâmicos, por vezes é a maçonaria, noutros casos o Bilderberg ou a Comissão Trilateral, os Rothschild, uma cúpula secreta de banqueiros, etc. E a estes poderíamos acrescentar mais.
Estas simplificações da realidade são incorrectas. A situação social, económica e política no Ocidente não é o resultado de uma acção maquiavélica de um grupo, mas o natural resultado do jogo de equilíbrios, de alternâncias, de vontades, que muitos e diferentes grupos influentes levam a cabo para fazerem avançar os seus interesses. O estado político do Ocidente é fruto de um mundo multipolar e não de uma conspiração secreta de um grupo específico que tudo controla e manipula.
Não quer isto dizer que os lóbis que listámos acima não existam, que não conspirem, que não tenham muito poder, ou que não sejam parcialmente responsáveis pelo actual modelo civilizacional. Mas não são, certamente, capazes de definir o futuro do mundo à sua vontade como se não existissem inúmeras variáveis incontroláveis ou antagónicas aos seus desejos. É preciso inclusive perceber que, mesmo dentro desses grupos existem interesses e ideias divergentes. Por exemplo: existem muitas diferenças que afastam a maçonaria regular da maçonaria irregular e muitas lojas distintas dentro de cada uma delas…
O raciocínio simplificador que leva a escolher um determinado grupo como causa de todos os males é prejudicial de várias formas:
1 – Pode conduzir a uma má leitura dos problemas e, consequentemente, dos adversários; que são geralmente mais numerosos, menos poderosos e mais complexos;
2 – Pode descredibilizar aos olhos da sociedade o poder que efectivamente alguns daqueles lóbis possuem e que deve ser exposto e combatido, mas com seriedade.
3- Pode criar nalguns uma sensação de poder excessivo por parte de qualquer daqueles lóbis que paralise a acção de resistência, devido ao medo dos hipotéticos perigos e consequências, reforçando assim, inadvertidamente, o poder efectivo dos mesmos lóbis.
- Rodrigo Penedo
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Sara, uma subscritora da Linha Dura, enviou-nos esta fotografia do seu exemplar, o número 7 da revista que mais curiosidade desperta em Portugal, não fosse uma boa fatia dos leitores desta publicação jornalistas e agentes das polícias secretas, e a quem muito agradecemos o interesse e a ajuda em tornar este periódico um sucesso de vendas.
Os interessados em adquirir a Linha Dura devem contactar-nos por e-mail geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
Os interessados em adquirir a Linha Dura devem contactar-nos por e-mail geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
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Hoje no semanário O Diabo, pela pena de João Martins, a primeira parte de um artigo sobre a desmontagem das nossas marinhas (mercante e de guerra), um projecto encetado após o 25 de Abril e que tem um impacto directo na soberania nacional, na nossa economia e no tecido laboral, assim como, no desaparecimento de conhecimentos e experiência náutica.
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Por movimento entende-se desenvolvimento, crescimento.
E assim é em Braga, com os nacionalistas ali residentes que surgem com um novo projecto de activismo nacionalista e ao qual todos os camaradas nacionalistas Identitários do Minho devem apoiar e aderir.
Sigam o grupo Braga Activa!
E assim é em Braga, com os nacionalistas ali residentes que surgem com um novo projecto de activismo nacionalista e ao qual todos os camaradas nacionalistas Identitários do Minho devem apoiar e aderir.
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Braga⚙️Activa
DEFENDE A TUA TERRA
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Através da editora Guerra e Paz, o especialista de créditos firmados no tema da escravatura, João Pedro Marques, tem publicado o seu precioso trabalho de paciente e científica desmontagem da narrativa que imputa aos portugueses e, por extensão, aos europeus, a exclusiva responsabilidade pela prática do esclavagismo e, consequentemente, exige reparações históricas, por via de indemnizações monetárias.
Leiam os professor João Pedro Marques para poderem devidamente apetrechar o vosso argumentário acerca deste tema tão premente.
Leiam os professor João Pedro Marques para poderem devidamente apetrechar o vosso argumentário acerca deste tema tão premente.
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Na presente edição do semanário O Diabo, a segunda parte de um texto de João Martins dedicado às Marinhas Mercante e de Guerra. A Armada portuguesa enfrenta uma situação calamitosa em que a sua actividade mais usual é o abate das suas vetustas embarcações. Triste sina de um ramo das Forças Armadas que de tantas glórias revestiu o nosso país.
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Artigo do co-editor da Contra-Corrente sobre uma personagem histórica pouco conhecida, um Gramsci que optou por envergar a camisa negra fascista.
Arktos Journal
Arktos Journal
Arktosjournal
The Other Gramsci
by João Martins
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Fala-se muito de fascismo, mas quantos sabem verdadeiramente o que foi e o que diziam os fascistas?
Esta obra convida o leitor a ir além dos rótulos e das simplificações, reunindo uma selecção rigorosa de textos escritos pelos próprios protagonistas e estudiosos dos movimentos fascistas.
Este é o primeiro volume de uma colecção que oferece uma oportunidade única: compreender o ideário fascista na primeira pessoa, sem intermediários nem distorções.
Este é um livro que desafia preconceitos, esclarece confusões e abre espaço ao conhecimento crítico.
Com o PvP de 14€, pode adquirir o seu exemplar através do email: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
Esta obra convida o leitor a ir além dos rótulos e das simplificações, reunindo uma selecção rigorosa de textos escritos pelos próprios protagonistas e estudiosos dos movimentos fascistas.
Este é o primeiro volume de uma colecção que oferece uma oportunidade única: compreender o ideário fascista na primeira pessoa, sem intermediários nem distorções.
Este é um livro que desafia preconceitos, esclarece confusões e abre espaço ao conhecimento crítico.
Com o PvP de 14€, pode adquirir o seu exemplar através do email: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
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O actvismo Identitário abriu uma nova frente de combate com o Centro Académico Tradicionalista, uma iniciativa de jovens universitários muito meritória e que se insere na revolução silenciosa que está em marcha no nosso país.
Podem aceder à sua página clicando aqui.
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Centro Académico Tradicionalis | Instagram, Facebook | Linktree
Tradicionalismo não é obscurantismo
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Filipe Carvalho é um autor promissor tanto pela sua originalidade como pela dinâmica com que nos tem brindado com os seus textos nas mais diversas plataformas online. E tanto assim é que brevemente a Contra-Corrente terá mais novidades do Filipe Carvalho. Estejam atentos, mas para já leiam este seu recente escrito aqui.
Blogspot
"Yukio Mishima e o suicídio da Europa "
"Yukio Mishima e o suicídio da Europa" A 25 de Novembro de 1970, Yukio Mishima, um dos mais proeminentes e controversos escritor...
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Revista NovaAlvorada Vol. I .pdf
2.1 MB
Obra do Centro Académico Tradicional, a publicação Nova Alvorada apresenta-se como a vanguarda intelectual do pensamento contra-revolucionário português. Deixamos aqui os três números desta revista que merece a vossa demorada atenção e o devido apoio ao CAT.
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Repousa em Paz, Camarada José Carlos Craveiro Lopes, exemplo de Militante Nacionalista, Combatente do Ultramar e do ELP.!
Eras um dos últimos de uma Geração de Ferro que nunca se rendeu, um Filho de um Império onde o Sol nunca se punha.
Voa agora com as Águias, José Carlos!!!!
De braço ao alto, juramos ser Fiéis à Tua Memória e ao Teu Exemplo!!
Eras um dos últimos de uma Geração de Ferro que nunca se rendeu, um Filho de um Império onde o Sol nunca se punha.
Voa agora com as Águias, José Carlos!!!!
De braço ao alto, juramos ser Fiéis à Tua Memória e ao Teu Exemplo!!
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DISLATES DE TORNA-VIAGEM
Segundo leio no Expresso, o catálogo de uma exposição da Gulbenkian ostenta uma pérola de cultura: "um texto de Eliane Brum, a mais premiada jornalista brasileira, responsabiliza os portugueses contemporâneos pelas consequências negativas da colonização, como a apropriação de terras indígenas e a escravidão."
Seria assim uma espécie de culpa colectiva, transmitida geracionalmente, e que pesaria sobre os portugueses de hoje em dia. Espantou-me logo uma confusão notória: nós, portugueses de hoje, não somos os descendentes dos que para lá foram e lá se fixaram, somos os descendentes dos que cá ficaram.
Ao contrário, e não sabendo quem era a senhora, acabei por verificar que ela é que visivelmente se enquadra nessa categoria infamante: branquinha, de apelido bem açoreano, é sem dúvida parcela integrante dos responsáveis de tais desgraças. Descende dos que para lá foram e ficaram.
Sim, porque a senhora, conforme averiguei na net, não é nenhuma indígena, de tanga na cintura, mamocas ao léu e argolas nas ventas. É bem europeia, com ademanes de grã-fina, e exprime-se em português, não em guarani ou guajajara. (E escreve com tudo pago pela Gulbenkian, num infeliz exercício de autoflagelação masoquista muito vulgarizado entre nós).
Em termos muito simples: eu não tenho culpa ou responsabilidade nenhuma sobre o que se passou ou se passa no Brasil, a senhora é que provavelmente terá alguma.
Há uns anos o Brasil comemorou com estrondo os seus duzentos anos de independência, altura em que berrou ao mundo que nada tinha a ver com Portugal. Já é tempo mais do que suficiente para podermos, com toda a legitimidade, dizer que os brasileiros é que são responsáveis pelo que se passa no Brasil. Que passem bem, e nos deixem em paz.
- José Lúcio
Segundo leio no Expresso, o catálogo de uma exposição da Gulbenkian ostenta uma pérola de cultura: "um texto de Eliane Brum, a mais premiada jornalista brasileira, responsabiliza os portugueses contemporâneos pelas consequências negativas da colonização, como a apropriação de terras indígenas e a escravidão."
Seria assim uma espécie de culpa colectiva, transmitida geracionalmente, e que pesaria sobre os portugueses de hoje em dia. Espantou-me logo uma confusão notória: nós, portugueses de hoje, não somos os descendentes dos que para lá foram e lá se fixaram, somos os descendentes dos que cá ficaram.
Ao contrário, e não sabendo quem era a senhora, acabei por verificar que ela é que visivelmente se enquadra nessa categoria infamante: branquinha, de apelido bem açoreano, é sem dúvida parcela integrante dos responsáveis de tais desgraças. Descende dos que para lá foram e ficaram.
Sim, porque a senhora, conforme averiguei na net, não é nenhuma indígena, de tanga na cintura, mamocas ao léu e argolas nas ventas. É bem europeia, com ademanes de grã-fina, e exprime-se em português, não em guarani ou guajajara. (E escreve com tudo pago pela Gulbenkian, num infeliz exercício de autoflagelação masoquista muito vulgarizado entre nós).
Em termos muito simples: eu não tenho culpa ou responsabilidade nenhuma sobre o que se passou ou se passa no Brasil, a senhora é que provavelmente terá alguma.
Há uns anos o Brasil comemorou com estrondo os seus duzentos anos de independência, altura em que berrou ao mundo que nada tinha a ver com Portugal. Já é tempo mais do que suficiente para podermos, com toda a legitimidade, dizer que os brasileiros é que são responsáveis pelo que se passa no Brasil. Que passem bem, e nos deixem em paz.
- José Lúcio
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Novo texto do nosso colaborador Filipe Carvalho, desta feita dedicado ao confronto ideológico entre a miscigenação promovida por Kalergi e o autor Identitário espanhol Ernesto Milá. A ler aqui.
Blogspot
Do idealismo inconsequente à mobilização da conspiração
"Do idealismo inconsequente à mobilização da conspiração" A Europa, enquanto ideia e civilização, encontra-se hoje num interre...
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Acabados de publicar, dois livros de bolso que devem constar na tua biblioteca de formação política. Um texto do nacionalista-revolucionário espanhol Santiago Prestel que nos insta a fazer frente ao grande mal do mundo contemporâneo (pese embora alguns ditos nacionalistas não o terem ainda entendido), o Liberalismo.
O outro livro trata-se da estreia literária do nosso colaborador Filipe Carvalho e que nos brinda com um assaz interessante romance em jeito de crítica ao flagelo dos egos inflamados que tantas vezes prejudica o real objectivo da nossa luta, permeado com maturadas reflexões ideológicas.
Cada volume tem o valor de 6€ e podem ser encomendados pelos canais habituais.
O outro livro trata-se da estreia literária do nosso colaborador Filipe Carvalho e que nos brinda com um assaz interessante romance em jeito de crítica ao flagelo dos egos inflamados que tantas vezes prejudica o real objectivo da nossa luta, permeado com maturadas reflexões ideológicas.
Cada volume tem o valor de 6€ e podem ser encomendados pelos canais habituais.
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