CONTRA-CORRENTE - informação para um combate cultural
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Canal de combate cultural nacionalista e identitário para melhor enfrentar a guerra política.
Contactos: geral@editoracontracorrente.pt
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Iniciei hoje a minha colaboração com a editora Arktos e com um sucinto texto onde teço loas à política franca, directa, sem disfarces de Trump, numa clara mudança de ciclo político, em contramão com a hipócrita e deletéria correcção política que teimosamente resiste a fenecer.
Podem ler o artigo clicando aqui.
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No semanário O Diabo presentemente nas bancas.
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Autocolantes do Último Reduto Nacional, cuja página podem visitar aqui.
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Segue abaixo um muito oportuno esclarecimento de Filipe Carvalho acerca de uma teimosa e ignara narrativa que atribui a independência nacional ao fictício tratado de Zamora em 1143.

5 de Outubro e o mito de zamora
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Já se encontra disponível a Linha Dura #7, um dossier de 136 páginas dedicado a um tema tão actual como premente; a Geopolítica. Este volume conta com colaboradores da República Checa, Federação Russa, Espanha, França, Itália, Brasil e, naturalmente, Portugal.
Quem pretende compreender o mundo, as suas dinâmicas políticas e militares do presente, encontrará neste volume um precioso manual.
Com o P.V.P. de 10€, os interessados em adquirir esta revista, única no género no nosso país, deverão contactar-nos através do email: geral@editoracontracorrente.pt
Ou pelo telefone: 930 673 766.
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Goste-se ou não de Trump, as declarações deste nas exéquias de Charlie Kirk constituem uma mudança de paradigma na linguagem política. Neste sucinto texto, João Martins tece loas à política franca, directa, sem disfarces de Trump, numa clara mudança de ciclo político, em contramão com a hipócrita e deletéria correcção política que teimosamente resiste a fenecer.
Lembrem-se, é importante apoiar a imprensa alternativa como é o caso do semanário O Diabo.
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Há uma velha característica dos meios políticos nacionalistas, ou pelo menos de boa parte dos seus simpatizantes, que é a tendência para explicar o mundo de uma forma caricatural e simplificada através de teorias de conspirações secretas a que só um pequeno grupo de iniciados consegue aceder.

Os mentores por detrás desses planos secretos variam conforme o ódio de estimação dos que apresentam essas teorias: ora são os judeus, ora são os islâmicos, por vezes é a maçonaria, noutros casos o Bilderberg ou a Comissão Trilateral, os Rothschild, uma cúpula secreta de banqueiros, etc. E a estes poderíamos acrescentar mais.

Estas simplificações da realidade são incorrectas. A situação social, económica e política no Ocidente não é o resultado de uma acção maquiavélica de um grupo, mas o natural resultado do jogo de equilíbrios, de alternâncias, de vontades, que muitos e diferentes grupos influentes levam a cabo para fazerem avançar os seus interesses. O estado político do Ocidente é fruto de um mundo multipolar e não de uma conspiração secreta de um grupo específico que tudo controla e manipula.

Não quer isto dizer que os lóbis que listámos acima não existam, que não conspirem, que não tenham muito poder, ou que não sejam parcialmente responsáveis pelo actual modelo civilizacional. Mas não são, certamente, capazes de definir o futuro do mundo à sua vontade como se não existissem inúmeras variáveis incontroláveis ou antagónicas aos seus desejos. É preciso inclusive perceber que, mesmo dentro desses grupos existem interesses e ideias divergentes. Por exemplo: existem muitas diferenças que afastam a maçonaria regular da maçonaria irregular e muitas lojas distintas dentro de cada uma delas…

O raciocínio simplificador que leva a escolher um determinado grupo como causa de todos os males é prejudicial de várias formas:

1 – Pode conduzir a uma má leitura dos problemas e, consequentemente, dos adversários; que são geralmente mais numerosos, menos poderosos e mais complexos;

2 – Pode descredibilizar aos olhos da sociedade o poder que efectivamente alguns daqueles lóbis possuem e que deve ser exposto e combatido, mas com seriedade.

3- Pode criar nalguns uma sensação de poder excessivo por parte de qualquer daqueles lóbis que paralise a acção de resistência, devido ao medo dos hipotéticos perigos e consequências, reforçando assim, inadvertidamente, o poder efectivo dos mesmos lóbis.

- Rodrigo Penedo
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Sara, uma subscritora da Linha Dura, enviou-nos esta fotografia do seu exemplar, o número 7 da revista que mais curiosidade desperta em Portugal, não fosse uma boa fatia dos leitores desta publicação jornalistas e agentes das polícias secretas, e a quem muito agradecemos o interesse e a ajuda em tornar este periódico um sucesso de vendas.
Os interessados em adquirir a Linha Dura devem contactar-nos por e-mail geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
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Hoje no semanário O Diabo, pela pena de João Martins, a primeira parte de um artigo sobre a desmontagem das nossas marinhas (mercante e de guerra), um projecto encetado após o 25 de Abril e que tem um impacto directo na soberania nacional, na nossa economia e no tecido laboral, assim como, no desaparecimento de conhecimentos e experiência náutica.
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Por movimento entende-se desenvolvimento, crescimento.
E assim é em Braga, com os nacionalistas ali residentes que surgem com um novo projecto de activismo nacionalista e ao qual todos os camaradas nacionalistas Identitários do Minho devem apoiar e aderir.
Sigam o grupo Braga Activa!
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Através da editora Guerra e Paz, o especialista de créditos firmados no tema da escravatura, João Pedro Marques, tem publicado o seu precioso trabalho de paciente e científica desmontagem da narrativa que imputa aos portugueses e, por extensão, aos europeus, a exclusiva responsabilidade pela prática do esclavagismo e, consequentemente, exige reparações históricas, por via de indemnizações monetárias.
Leiam os professor João Pedro Marques para poderem devidamente apetrechar o vosso argumentário acerca deste tema tão premente.
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Na presente edição do semanário O Diabo, a segunda parte de um texto de João Martins dedicado às Marinhas Mercante e de Guerra. A Armada portuguesa enfrenta uma situação calamitosa em que a sua actividade mais usual é o abate das suas vetustas embarcações. Triste sina de um ramo das Forças Armadas que de tantas glórias revestiu o nosso país.
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Artigo do co-editor da Contra-Corrente sobre uma personagem histórica pouco conhecida, um Gramsci que optou por envergar a camisa negra fascista.
Arktos Journal
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Fala-se muito de fascismo, mas quantos sabem verdadeiramente o que foi e o que diziam os fascistas?
Esta obra convida o leitor a ir além dos rótulos e das simplificações, reunindo uma selecção rigorosa de textos escritos pelos próprios protagonistas e estudiosos dos movimentos fascistas.
Este é o primeiro volume de uma colecção que oferece uma oportunidade única: compreender o ideário fascista na primeira pessoa, sem intermediários nem distorções.
Este é um livro que desafia preconceitos, esclarece confusões e abre espaço ao conhecimento crítico.
Com o PvP de 14€, pode adquirir o seu exemplar através do email: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
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Recordemos estes dois jovens nacionalistas,12 anos após o seu assassinato por terroristas antifascistas e que o Estado grego nunca mostrou competência - ou vontade - para capturar.
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O actvismo Identitário abriu uma nova frente de combate com o Centro Académico Tradicionalista, uma iniciativa de jovens universitários muito meritória e que se insere na revolução silenciosa que está em marcha no nosso país.
Podem aceder à sua página clicando aqui.
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Filipe Carvalho é um autor promissor tanto pela sua originalidade como pela dinâmica com que nos tem brindado com os seus textos nas mais diversas plataformas online. E tanto assim é que brevemente a Contra-Corrente terá mais novidades do Filipe Carvalho. Estejam atentos, mas para já leiam este seu recente escrito aqui.
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Revista NovaAlvorada Vol. I .pdf
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Obra do Centro Académico Tradicional, a publicação Nova Alvorada apresenta-se como a vanguarda intelectual do pensamento contra-revolucionário português. Deixamos aqui os três números desta revista que merece a vossa demorada atenção e o devido apoio ao CAT.
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