A GNR colabora activamente com a Grande Substituição.
O Comando Territorial da GNR de Santarém, cidade que conhece um ritmo de colonização acelerado, realizou no dia 23, através do seu Destacamento de Trânsito, uma sessão de informação para motoristas TVDE, uma iniciativa, promovida em colaboração com o CLAIM (Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes).
O Estado português insiste na promoção da colonização alógena e da substituição populacional.
O Comando Territorial da GNR de Santarém, cidade que conhece um ritmo de colonização acelerado, realizou no dia 23, através do seu Destacamento de Trânsito, uma sessão de informação para motoristas TVDE, uma iniciativa, promovida em colaboração com o CLAIM (Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes).
O Estado português insiste na promoção da colonização alógena e da substituição populacional.
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Media is too big
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O activista Identitário Afonso Gonçalves marcou presença junto à FCSH da Universidade Nova de Lisboa para desafiar estudantes a debater com ele. Conhecida por ser um antro esquerdista, a chusma tudo fez para evidenciar o seu histerismo grotesco, traço de personalidade que aliaram magistralmente ao ódio rasteiro e à violência canina típica dos cães de guarda do regime. Chamamos a atenção que o vídeo é gráfico, particularmente pela quantidade de criaturas portadoras de deficiência cognitiva profunda, mas também devido ao nível sonoro, pois, entre os berros de gente mal-parida, ouve-se também o vetusto e repulsivo cântico "25 de abril blablablá".
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A recém-criada Editora Lume Brando, que saudamos e desejamos votos de sucesso neste combate que nos une, apresenta como primeiro lançamento:
«Remigração: Uma proposta, por Martin Sellner»
No próximo dia 1 de Outubro, o livro será oficialmente lançado nas plataformas da Editora.
«Remigração: Uma proposta, por Martin Sellner»
No próximo dia 1 de Outubro, o livro será oficialmente lançado nas plataformas da Editora.
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O Pe. Custódio, autor do texto que deixamos abaixo, vai ser julgado em Espanha, acusado de crime de ódio
Este é apenas mais um episódio da opressão encetada pelos diversos governos liberais e esquerdistas europeus contra aqueles que recusam e denunciam a substituição demográfica em curso.
Podem ler o artigo aqui e difundam-no.
Este é apenas mais um episódio da opressão encetada pelos diversos governos liberais e esquerdistas europeus contra aqueles que recusam e denunciam a substituição demográfica em curso.
Podem ler o artigo aqui e difundam-no.
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O mais recente artigo do nosso colaborador, Filipe Carvalho, no Observador.
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Iniciei hoje a minha colaboração com a editora Arktos e com um sucinto texto onde teço loas à política franca, directa, sem disfarces de Trump, numa clara mudança de ciclo político, em contramão com a hipócrita e deletéria correcção política que teimosamente resiste a fenecer.
Podem ler o artigo clicando aqui.
Podem ler o artigo clicando aqui.
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Segue abaixo um muito oportuno esclarecimento de Filipe Carvalho acerca de uma teimosa e ignara narrativa que atribui a independência nacional ao fictício tratado de Zamora em 1143.
5 de Outubro e o mito de zamora
5 de Outubro e o mito de zamora
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"5 de Outubro e o mito de Zamora" in Observador
"5 de Outubro e o mito de Zamora" O Tratado de Zamora de 1143 é um dos pilares mais instáveis do panteão da Históri...
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Já se encontra disponível a Linha Dura #7, um dossier de 136 páginas dedicado a um tema tão actual como premente; a Geopolítica. Este volume conta com colaboradores da República Checa, Federação Russa, Espanha, França, Itália, Brasil e, naturalmente, Portugal.
Quem pretende compreender o mundo, as suas dinâmicas políticas e militares do presente, encontrará neste volume um precioso manual.
Com o P.V.P. de 10€, os interessados em adquirir esta revista, única no género no nosso país, deverão contactar-nos através do email: geral@editoracontracorrente.pt
Ou pelo telefone: 930 673 766.
Quem pretende compreender o mundo, as suas dinâmicas políticas e militares do presente, encontrará neste volume um precioso manual.
Com o P.V.P. de 10€, os interessados em adquirir esta revista, única no género no nosso país, deverão contactar-nos através do email: geral@editoracontracorrente.pt
Ou pelo telefone: 930 673 766.
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Goste-se ou não de Trump, as declarações deste nas exéquias de Charlie Kirk constituem uma mudança de paradigma na linguagem política. Neste sucinto texto, João Martins tece loas à política franca, directa, sem disfarces de Trump, numa clara mudança de ciclo político, em contramão com a hipócrita e deletéria correcção política que teimosamente resiste a fenecer.
Lembrem-se, é importante apoiar a imprensa alternativa como é o caso do semanário O Diabo.
Lembrem-se, é importante apoiar a imprensa alternativa como é o caso do semanário O Diabo.
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Há uma velha característica dos meios políticos nacionalistas, ou pelo menos de boa parte dos seus simpatizantes, que é a tendência para explicar o mundo de uma forma caricatural e simplificada através de teorias de conspirações secretas a que só um pequeno grupo de iniciados consegue aceder.
Os mentores por detrás desses planos secretos variam conforme o ódio de estimação dos que apresentam essas teorias: ora são os judeus, ora são os islâmicos, por vezes é a maçonaria, noutros casos o Bilderberg ou a Comissão Trilateral, os Rothschild, uma cúpula secreta de banqueiros, etc. E a estes poderíamos acrescentar mais.
Estas simplificações da realidade são incorrectas. A situação social, económica e política no Ocidente não é o resultado de uma acção maquiavélica de um grupo, mas o natural resultado do jogo de equilíbrios, de alternâncias, de vontades, que muitos e diferentes grupos influentes levam a cabo para fazerem avançar os seus interesses. O estado político do Ocidente é fruto de um mundo multipolar e não de uma conspiração secreta de um grupo específico que tudo controla e manipula.
Não quer isto dizer que os lóbis que listámos acima não existam, que não conspirem, que não tenham muito poder, ou que não sejam parcialmente responsáveis pelo actual modelo civilizacional. Mas não são, certamente, capazes de definir o futuro do mundo à sua vontade como se não existissem inúmeras variáveis incontroláveis ou antagónicas aos seus desejos. É preciso inclusive perceber que, mesmo dentro desses grupos existem interesses e ideias divergentes. Por exemplo: existem muitas diferenças que afastam a maçonaria regular da maçonaria irregular e muitas lojas distintas dentro de cada uma delas…
O raciocínio simplificador que leva a escolher um determinado grupo como causa de todos os males é prejudicial de várias formas:
1 – Pode conduzir a uma má leitura dos problemas e, consequentemente, dos adversários; que são geralmente mais numerosos, menos poderosos e mais complexos;
2 – Pode descredibilizar aos olhos da sociedade o poder que efectivamente alguns daqueles lóbis possuem e que deve ser exposto e combatido, mas com seriedade.
3- Pode criar nalguns uma sensação de poder excessivo por parte de qualquer daqueles lóbis que paralise a acção de resistência, devido ao medo dos hipotéticos perigos e consequências, reforçando assim, inadvertidamente, o poder efectivo dos mesmos lóbis.
- Rodrigo Penedo
Os mentores por detrás desses planos secretos variam conforme o ódio de estimação dos que apresentam essas teorias: ora são os judeus, ora são os islâmicos, por vezes é a maçonaria, noutros casos o Bilderberg ou a Comissão Trilateral, os Rothschild, uma cúpula secreta de banqueiros, etc. E a estes poderíamos acrescentar mais.
Estas simplificações da realidade são incorrectas. A situação social, económica e política no Ocidente não é o resultado de uma acção maquiavélica de um grupo, mas o natural resultado do jogo de equilíbrios, de alternâncias, de vontades, que muitos e diferentes grupos influentes levam a cabo para fazerem avançar os seus interesses. O estado político do Ocidente é fruto de um mundo multipolar e não de uma conspiração secreta de um grupo específico que tudo controla e manipula.
Não quer isto dizer que os lóbis que listámos acima não existam, que não conspirem, que não tenham muito poder, ou que não sejam parcialmente responsáveis pelo actual modelo civilizacional. Mas não são, certamente, capazes de definir o futuro do mundo à sua vontade como se não existissem inúmeras variáveis incontroláveis ou antagónicas aos seus desejos. É preciso inclusive perceber que, mesmo dentro desses grupos existem interesses e ideias divergentes. Por exemplo: existem muitas diferenças que afastam a maçonaria regular da maçonaria irregular e muitas lojas distintas dentro de cada uma delas…
O raciocínio simplificador que leva a escolher um determinado grupo como causa de todos os males é prejudicial de várias formas:
1 – Pode conduzir a uma má leitura dos problemas e, consequentemente, dos adversários; que são geralmente mais numerosos, menos poderosos e mais complexos;
2 – Pode descredibilizar aos olhos da sociedade o poder que efectivamente alguns daqueles lóbis possuem e que deve ser exposto e combatido, mas com seriedade.
3- Pode criar nalguns uma sensação de poder excessivo por parte de qualquer daqueles lóbis que paralise a acção de resistência, devido ao medo dos hipotéticos perigos e consequências, reforçando assim, inadvertidamente, o poder efectivo dos mesmos lóbis.
- Rodrigo Penedo
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Sara, uma subscritora da Linha Dura, enviou-nos esta fotografia do seu exemplar, o número 7 da revista que mais curiosidade desperta em Portugal, não fosse uma boa fatia dos leitores desta publicação jornalistas e agentes das polícias secretas, e a quem muito agradecemos o interesse e a ajuda em tornar este periódico um sucesso de vendas.
Os interessados em adquirir a Linha Dura devem contactar-nos por e-mail geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
Os interessados em adquirir a Linha Dura devem contactar-nos por e-mail geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
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Hoje no semanário O Diabo, pela pena de João Martins, a primeira parte de um artigo sobre a desmontagem das nossas marinhas (mercante e de guerra), um projecto encetado após o 25 de Abril e que tem um impacto directo na soberania nacional, na nossa economia e no tecido laboral, assim como, no desaparecimento de conhecimentos e experiência náutica.
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Por movimento entende-se desenvolvimento, crescimento.
E assim é em Braga, com os nacionalistas ali residentes que surgem com um novo projecto de activismo nacionalista e ao qual todos os camaradas nacionalistas Identitários do Minho devem apoiar e aderir.
Sigam o grupo Braga Activa!
E assim é em Braga, com os nacionalistas ali residentes que surgem com um novo projecto de activismo nacionalista e ao qual todos os camaradas nacionalistas Identitários do Minho devem apoiar e aderir.
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