CONTRA-CORRENTE - informação para um combate cultural
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Canal de combate cultural nacionalista e identitário para melhor enfrentar a guerra política.
Contactos: geral@editoracontracorrente.pt
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Ontem, dia 29 de Julho, cumpriram-se 142 anos do nascimento do homem que lançou a única grande ideologia nascida no século XX, o Fascismo, uma concepção do mundo verdadeiramente revolucionária e que deu origem a diversas interpretações e experiências políticas em todo o mundo. Mussolini foi o arauto dessa inovadora ideia que redefiniu o papel do homem e da comunidade, evidenciando a caducidade das ideologias novecentistas, como são o liberalismo, socialismo marxista ou o parlamentarismo partidário.
Recordamos esse Homem e recordamos quem nos segue que ainda temos em stock alguns exemplares das três obras que aqui apresentamos. Os interessados devem contactar-nos para o email: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766
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Ainda temos alguns exemplares do livro A Desintegração do Sistema, da autoria de Franco Freda, histórico nacionalista-revolucionário italiano.
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"Podemos dar várias definições de nacionalismo revolucionário, todas válidas e, no entanto, concorrentes. É, sem dúvida, a contrapartida europeia dos movimentos de libertação nacional do Terceiro Mundo. É uma componente de uma entidade política mais vasta, que é a Revolução Conservadora, e é uma corrente “centrista” que rejeita as noções de direita e esquerda em favor da unidade ideológica do povo. Um autor francês, Fabrice Bouthillon, explicou-o num artigo recente: "É uma tentativa de reviver o que foi desfeito pela Revolução Francesa e que se multiplicou por toda a Europa depois de 1789: estas tentativas de compromisso entre a direita e a esquerda que constituem o centrismo. ... Há dois tipos de centrismo, ou por subtração ou por adição de extremos". É precisamente o modelo deste último que é, de facto, o centrismo radical, e a combinação da extrema esquerda com a extrema direita é o nacionalismo revolucionário".

- Christian Bouchet
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"Militância não está directamente ligada à  quantidade.
Militância é qualidade, ousadia, entrega, devoção, inquietude, mas acima de tudo: paixão!
Paixão essa, que nos faz sorrir e contagiar os demais, que nos impele a agir, que nos obriga a estar num estado permanente de insatisfação, de querer mais, fazer mais!
Paixão é estar apaixonado por uma causa, é sermos generosos e ter atitudes que racionalmente não teríamos...
Sendo a militância um acto de paixão e o militante um apaixonado, torna-se fácil perceber porque é que nunca estará  ligada à quantidade!"

- Alina Cleópatra
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Folhetos de Azione Studentesca, Casa Pound e Raido, três Comunidades políticas italianas, cuja dinâmica propagandística e activista é, infelizmente, desconhecida em Portugal. Alguns argumentam com a eterna desculpa da falta de dinheiro, quando, na realidade, o que há é um acentuado derrotismo, aliado a uma falta de originalidade e, essencialmente, de determinação militante.
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A mais recente edição do seminário O Diabo está nas bancas e conta com um texto memorialista do co-editor da Contra-Corrente, João Martins, um escrito que também alerta para o facto de que um povo sem memória é um povo sem identidade, tal como é desejado pela vigente elite instalada que, à semelhança de boa parte das elites em 1385, não hesita em colocar-se contra os interesses da nação.
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Estes são alguns dos livros que pode adquirir do nosso catálogo. Para qualquer questão ou informação adicional, pode entrar em contacto connosco através do email: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
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Morreu um camarada incansável,
cuja vida, à semelhança do símbolo do partido onde militava, foi chama viva de entrega e coragem.
Activista até ao último suspiro,
ergueu alto a bandeira da nação e da justiça social com mãos firmes e coração inteiro.
A sua memória não descansa: marcha conosco.
Camarada Vítor Ramalho,
Presente!
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Quimera é um novo projecto de vestuário de índole nacionalista e que visa difundir as nossas mensagens nas ruas.
Podem seguir as novidades da Quimera aqui.
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Os Identitários do movimento Reconquista vão realizar uma Academia de Verão.
As inscrições terão de ser realizadas até 31 de agosto.
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Registo histórico. Capa do jornal nacionalista A Rua, corria o ano de 1979 e noticiava-se o sucesso do comício do PDC no Pavilhão dos Desportos. Atente-se nas corajosas saudações de braço ao alto de muitas pessoas na assistência, poucos anos após o 25A e numa época em que as ameaças comunistas se faziam sentir fisicamente nas ruas.
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Descansa em paz, Guerreiro, a chama que acendeste não se apagará!
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A página Vanguarda foi actualizada e merece a vossa atenção.
Infelizmente, a existência de espaços nacionalista online é escassa, limitando-se às chamadas redes sociais, o que faz com que muitas vezes se "fale para dentro". Há que romper com esse ciclo, criando páginas web que divulguem as ideias Identitárias e com vista a chegar a um público mais vasto.
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O activista Identitário, Afonso Gonçalves, foi hoje, mais uma vez, detido no seguimento de uma acção de protesto contra a substituição populacional a que os sucessivos governos sujeitaram o nosso país.
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A GNR colabora activamente com a Grande Substituição.
O Comando Territorial da GNR de Santarém, cidade que conhece um ritmo de colonização acelerado, realizou no dia 23, através do seu Destacamento de Trânsito, uma sessão de informação para motoristas TVDE, uma iniciativa, promovida em colaboração com o CLAIM (Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes).
O Estado português insiste na promoção da colonização alógena e da substituição populacional.
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O activista Identitário Afonso Gonçalves marcou presença junto à FCSH da Universidade Nova de Lisboa para desafiar estudantes a debater com ele. Conhecida por ser um antro esquerdista, a chusma tudo fez para evidenciar o seu histerismo grotesco, traço de personalidade que aliaram magistralmente ao ódio rasteiro e à violência canina típica dos cães de guarda do regime. Chamamos a atenção que o vídeo é gráfico, particularmente pela quantidade de criaturas portadoras de deficiência cognitiva profunda, mas também devido ao nível sonoro, pois, entre os berros de gente mal-parida, ouve-se também o vetusto e repulsivo cântico "25 de abril blablablá".
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