Faleceu, aos 89 anos, uma das figuras mais singulares do cenário político radical alemão: Horst Mahler.
Nos anos 70, Mahler foi fundador da organização terrorista e guerrilheira urbana "Fracção do Exército Vermelho" (RAF). Chegou a ser treinado na Jordânia pelo FPLP.
A partir dos anos 90, porém, Mahler converteu-se ao nacionalismo revolucionário, militando por partidos como o NPD e colaborando com publicações da Nova Direita como a Jünge Freiheit, agitando sempre pela libertação da Alemanha contra o capitalismo usurocrático, o sionismo e o atlantismo.
Em entrevistas, Mahler insistia que a sua conversão ao nacionalismo era o resultado natural das suas convicções comunistas pretéritas, e que ele havia finalmente compreendido com maior clareza "que forças" estavam por trás do capitalismo que escravizava a Alemanha.
Como evidência disso, inclusive, Mahler citava materiais do RAF escritos por Ulrike Meinhof sobre o sistema bancário e o papel de "certas forças" elitistas presentes nele.
- Raphael Machado
Nos anos 70, Mahler foi fundador da organização terrorista e guerrilheira urbana "Fracção do Exército Vermelho" (RAF). Chegou a ser treinado na Jordânia pelo FPLP.
A partir dos anos 90, porém, Mahler converteu-se ao nacionalismo revolucionário, militando por partidos como o NPD e colaborando com publicações da Nova Direita como a Jünge Freiheit, agitando sempre pela libertação da Alemanha contra o capitalismo usurocrático, o sionismo e o atlantismo.
Em entrevistas, Mahler insistia que a sua conversão ao nacionalismo era o resultado natural das suas convicções comunistas pretéritas, e que ele havia finalmente compreendido com maior clareza "que forças" estavam por trás do capitalismo que escravizava a Alemanha.
Como evidência disso, inclusive, Mahler citava materiais do RAF escritos por Ulrike Meinhof sobre o sistema bancário e o papel de "certas forças" elitistas presentes nele.
- Raphael Machado
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Ontem, dia 29 de Julho, cumpriram-se 142 anos do nascimento do homem que lançou a única grande ideologia nascida no século XX, o Fascismo, uma concepção do mundo verdadeiramente revolucionária e que deu origem a diversas interpretações e experiências políticas em todo o mundo. Mussolini foi o arauto dessa inovadora ideia que redefiniu o papel do homem e da comunidade, evidenciando a caducidade das ideologias novecentistas, como são o liberalismo, socialismo marxista ou o parlamentarismo partidário.
Recordamos esse Homem e recordamos quem nos segue que ainda temos em stock alguns exemplares das três obras que aqui apresentamos. Os interessados devem contactar-nos para o email: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766
Recordamos esse Homem e recordamos quem nos segue que ainda temos em stock alguns exemplares das três obras que aqui apresentamos. Os interessados devem contactar-nos para o email: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766
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"Podemos dar várias definições de nacionalismo revolucionário, todas válidas e, no entanto, concorrentes. É, sem dúvida, a contrapartida europeia dos movimentos de libertação nacional do Terceiro Mundo. É uma componente de uma entidade política mais vasta, que é a Revolução Conservadora, e é uma corrente “centrista” que rejeita as noções de direita e esquerda em favor da unidade ideológica do povo. Um autor francês, Fabrice Bouthillon, explicou-o num artigo recente: "É uma tentativa de reviver o que foi desfeito pela Revolução Francesa e que se multiplicou por toda a Europa depois de 1789: estas tentativas de compromisso entre a direita e a esquerda que constituem o centrismo. ... Há dois tipos de centrismo, ou por subtração ou por adição de extremos". É precisamente o modelo deste último que é, de facto, o centrismo radical, e a combinação da extrema esquerda com a extrema direita é o nacionalismo revolucionário".
- Christian Bouchet
- Christian Bouchet
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"Militância não está directamente ligada à quantidade.
Militância é qualidade, ousadia, entrega, devoção, inquietude, mas acima de tudo: paixão!
Paixão essa, que nos faz sorrir e contagiar os demais, que nos impele a agir, que nos obriga a estar num estado permanente de insatisfação, de querer mais, fazer mais!
Paixão é estar apaixonado por uma causa, é sermos generosos e ter atitudes que racionalmente não teríamos...
Sendo a militância um acto de paixão e o militante um apaixonado, torna-se fácil perceber porque é que nunca estará ligada à quantidade!"
- Alina Cleópatra
Militância é qualidade, ousadia, entrega, devoção, inquietude, mas acima de tudo: paixão!
Paixão essa, que nos faz sorrir e contagiar os demais, que nos impele a agir, que nos obriga a estar num estado permanente de insatisfação, de querer mais, fazer mais!
Paixão é estar apaixonado por uma causa, é sermos generosos e ter atitudes que racionalmente não teríamos...
Sendo a militância um acto de paixão e o militante um apaixonado, torna-se fácil perceber porque é que nunca estará ligada à quantidade!"
- Alina Cleópatra
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Folhetos de Azione Studentesca, Casa Pound e Raido, três Comunidades políticas italianas, cuja dinâmica propagandística e activista é, infelizmente, desconhecida em Portugal. Alguns argumentam com a eterna desculpa da falta de dinheiro, quando, na realidade, o que há é um acentuado derrotismo, aliado a uma falta de originalidade e, essencialmente, de determinação militante.
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A mais recente edição do seminário O Diabo está nas bancas e conta com um texto memorialista do co-editor da Contra-Corrente, João Martins, um escrito que também alerta para o facto de que um povo sem memória é um povo sem identidade, tal como é desejado pela vigente elite instalada que, à semelhança de boa parte das elites em 1385, não hesita em colocar-se contra os interesses da nação.
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Estes são alguns dos livros que pode adquirir do nosso catálogo. Para qualquer questão ou informação adicional, pode entrar em contacto connosco através do email: geral@editoracontracorrente.pt ou pelo telefone: 930 673 766.
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Morreu um camarada incansável,
cuja vida, à semelhança do símbolo do partido onde militava, foi chama viva de entrega e coragem.
Activista até ao último suspiro,
ergueu alto a bandeira da nação e da justiça social com mãos firmes e coração inteiro.
A sua memória não descansa: marcha conosco.
Camarada Vítor Ramalho,
Presente!
cuja vida, à semelhança do símbolo do partido onde militava, foi chama viva de entrega e coragem.
Activista até ao último suspiro,
ergueu alto a bandeira da nação e da justiça social com mãos firmes e coração inteiro.
A sua memória não descansa: marcha conosco.
Camarada Vítor Ramalho,
Presente!
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Quimera é um novo projecto de vestuário de índole nacionalista e que visa difundir as nossas mensagens nas ruas.
Podem seguir as novidades da Quimera aqui.
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Registo histórico. Capa do jornal nacionalista A Rua, corria o ano de 1979 e noticiava-se o sucesso do comício do PDC no Pavilhão dos Desportos. Atente-se nas corajosas saudações de braço ao alto de muitas pessoas na assistência, poucos anos após o 25A e numa época em que as ameaças comunistas se faziam sentir fisicamente nas ruas.
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A página Vanguarda foi actualizada e merece a vossa atenção.
Infelizmente, a existência de espaços nacionalista online é escassa, limitando-se às chamadas redes sociais, o que faz com que muitas vezes se "fale para dentro". Há que romper com esse ciclo, criando páginas web que divulguem as ideias Identitárias e com vista a chegar a um público mais vasto.
Infelizmente, a existência de espaços nacionalista online é escassa, limitando-se às chamadas redes sociais, o que faz com que muitas vezes se "fale para dentro". Há que romper com esse ciclo, criando páginas web que divulguem as ideias Identitárias e com vista a chegar a um público mais vasto.
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